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Etiqueta: RIAS

  • Projeto RIAS despede-se do anilhador Thijs

    Projeto RIAS despede-se do anilhador Thijs

    Ele ajudou na manutenção e construção de instalações, na pintura de edifícios, no tratamento de animais e «foi essencial na identificação de aves, dado o seu extenso conhecimento nesta área».

    «Desde jovem que a sua paixão era as aves e a natureza e aqui encontrou o emprego perfeito – podia contribuir para a recuperação de animais silvestres», salienta a nota do RIAS.

    Por ser anilhador credenciado, ficou responsável pela anilhagem e seguimento de todas as aves libertadas pelo RIAS, e por isso, pelas suas mãos já terão passado milhares de aves que voaram para novas aventuras.

    «Chegou o momento em que também o Thijs irá partir para novas aventuras. Esta colaboração de mais de uma década, durante a qual tanto fez pelo RIAS, termina. Parece-nos ser impossível pôr por palavras todo o trabalho que aqui realizou, e por isso, ficamo-nos pelo Obrigada! Obrigada por tudo, Thijs!», finalizam.

  • RIAS prossegue o trabalho de recuperação de animais selvagens em Olhão

    RIAS prossegue o trabalho de recuperação de animais selvagens em Olhão

    Um deles, bastante pequeno, tinha chegado ao RIAS após ter sido vítima de predação, apresentando pequenas feridas no tórax, resultado dos dentes afiados que o tentaram trincar.

    O segundo camaleão, adulto, ingressou com ferimentos de origem desconhecida, mas a preocupação com este indivíduo era o seu «estado de graça», anotaram os técnicos daquele organismo, pois tratava-se de uma fêmea grávida.

    Sem necessidade de a manter muito tempo em cativeiro, foi libertada poucos dias depois de chegar, para que pudesse procurar um local adequado para os seus ovos.

  • Apadrinhar um ouriço em recuperação

    Apadrinhar um ouriço em recuperação

    Alguns deles foram entregues por serem órfãos, outros por debilidade e outros por cativeiro ilegal ou predação.

    Mas, como informam os responsáveis do Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão, «se há ouriços a ingressar, também há ouriços a libertar! Desde o início do mês, é isso que tem acontecido e vai continuar».

    O RIAS está a apelar para que as pessoas considerem «apadrinhar» um ouriço em recuperação, tendo recompensa participar nos momentos da libertação na Natureza.

  • Espanhol ferido em colisão de barcos de recreio na Culatra

    Espanhol ferido em colisão de barcos de recreio na Culatra

    ‎O alerta foi recebido às 9h30, através do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), informando que houve uma colisão entre dois barcos recreativos, tendo, de imediato, sido chamado o Comando Local da Polícia Marítima de Olhão e um barco do Posto Salva-Vidas, com Bombeiros Voluntários de Faro a bordo.‎

    ‎Ao chegar ao local, foi constatado que o tripulante de um dos barcos de recreio havia sofrido ferimentos leves, e alguns hematomas no corpo, sendo resgatado pela tripulação do salva-vidas, atendido pelos Bombeiros Voluntários e transferido para as instalações da Estação salva-vidas em Olhão, onde uma ambulância aguardava para transferir os feridos para o hospital.‎

    ‎Os dois tripulantes do segundo barco de lazer, estando em boas condições físicas e não precisando de assistência médica, acabaram deixando o local pelos seus próprios meios.‎

    ‎O comando local da Polícia Marítima de Olhão tomou conta da ocorrência.

  • Aves presas em redes de pesca

    Aves presas em redes de pesca

    Estes animais, -juntamente com garças, gaivotas, corvos-marinhos, galeirões e colhereiros foram retirados de uma rede de piscicultura onde ficaram presos. No total foram 24 animais, sendo que os únicos vivos eram flamingos, dez dos 18. Um dos sobreviventes acabou por morrer mais tarde.

    Dos nove flamingos que sobreviveram, o RIAS já conseguiu devolver à Natureza seis, que não apresentavam ferimentos físicos, e atualmente ainda estão très a recuperar das lesões provocadas pelos fios da rede em que estavam presos.

    O RIAS é o Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e está localizado na Quinta de Marim (Olhão). Tem como principal objectivo recuperar animais selvagens feridos ou debilitados.

  • RIAS de Olhão devolve camaleão à Natureza

    RIAS de Olhão devolve camaleão à Natureza

    O RIAS recebeu uma chamada um pouco insólita, relata estre Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa, localizado na Quinta de Marim (Olhão).

    De Lisboa, ligou-lhes uma pessoa que tinha em sua posse um camaleão. A história relatada ao RIAS era que conhecia uma senhora que esteve no Algarve e decidiu levar um camaleão que encontrou nas suas férias, o qual manteve ilegalmente e em muito más condições.
    O RIAS relembra que o camaleão-comum é uma espécie cujo habitat natural inclui pinhais e dunas costeiras, mas também pomares tradicionais, e em Portugal esta espécie existe apenas pelo Algarve.

    Convenceram então a senhora a dar-lhes o camaleão para que o pudessem manter em melhores condições até virem ao Algarve. Finalmente concretizada a viagem, o camaleão chegou ao RIAS sem lesões físicas aparentes e «ficou sobre monitorização para confirmar que conseguiria capturar alimento sozinho e que o seu comportamento dito natural, não se havia alterado».

    Confirmado o bem-estar do animal geral, foi então devolvido à Natureza poucos dias depois, por quem fez mais de 200 km para o entregar ao seu local de origem. O RIAS é o tem como principal objetivo recuperar animais selvagens feridos ou debilitados.

    FONTE – RIAS – Facebook