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  • Alqueva celebra Solstício com a quota de 147,96 metros

    Alqueva celebra Solstício com a quota de 147,96 metros

    Hoje, o maior dia do ano, em que às 15h57, em Portugal Continental, chega oficialmente o Verão, a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, S.A, anunciou que a albufeira de Alqueva registou hoje a cota 147.96 m, o que corresponde a um armazenamento de 3206.03 hm3.

    A água armazenada em Alqueva, segundo a empresa «permite garantir uma área de 130 000 hectares de agricultura de regadio, o abastecimento público e a produção de energia hidroelétrica, para além de potenciar o turismo e os desportos náuticos».

  • Maior percentagem da superfície agrícola utilizada não usa regadio

    Maior percentagem da superfície agrícola utilizada não usa regadio

    Os números provém do estudo “Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década”, coordenado pela EDIA — Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva, que salienta que revelam a necessidade de continuar a beneficiar as zonas carenciadas deste recurso fundamental à manutenção das actividades económicas sustentáveis em territórios rurais.

    O estudo está em consulta pública. Todos os contributos deverão ser remetidos para até ao próximo dia 14 de Janeiro.

    Ainda segundo o estudo, as relações entre área regada/SAU «revelam bastantes assimetrias regionais, situando-se este valor, na área das DRAP [Direcções Regionais de Agricultura e pescas], entre um mínimo de 8% e um máximo de 37%. Existem assim bastantes contrastes entre regiões do país, também fruto das diferenças climáticas e disponibilidades hídricas existentes».

    Dentro da área regada em Portugal, salienta o documento que cerca de 40% (240.000 ha) são ocupados por regadios de iniciativa pública, sendo que destes cerca de 70.000 ha se encontram em avançado estado de degradação e com mais de 50 anos de existência.

    E acrescenta que «existem sistemas de adução de água em funcionamento extremamente modernos e eficientes, mas continuam a subsistir outros, com níveis de obsolescência e perdas de água completamente inaceitáveis para os padrões actuais, e que necessitam de uma rápida e eficaz correcção»”

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