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Etiqueta: redes

  • Rede de água substituída em lugar de Pêra

    Rede de água substituída em lugar de Pêra

    Segundo a câmara municipal, a empreitada contemplou «a construção de rede de drenagem de águas pluviais e passagens hidráulicas, para além da instalação de sinalética rodoviária, num investimento que ascendeu a 263 mil euros».

    O investimento insere-se no plano do combate às perdas de água através do aumento da eficiência hídrica do sistema de abastecimento de água.

    A obra pública pretende reforçar os níveis de bem-estar e a melhoria significativa das acessibilidades e da segurança rodoviária, «integrando-se na estratégia mais geral de reabilitação da rede viária e de modernização das redes públicas de abastecimento de água, que a autarquia desenvolve em todo o concelho de Silves».

  • Castro Marim trata coletores de esgotos

    Castro Marim trata coletores de esgotos

    As obras destinam-se a reduzir as «afluências indevidas de água salobra e aumentar assim a reutilização de água tratada», sendo os trabalhos concretizados em parceria com a Águas do Algarve e com a Taviraverde.

    A rede de esgotos da vila de Castro Marim é antiga e está próxima ao rio Guadiana, existindo assim várias afluências de água salobra nos coletores de esgotos, que posteriormente são encaminhados para a Águas do Algarve e para tratamento na ETAR de Vila Real de Santo António.

    «A salinidade nos esgotos faz com que o tratamento de águas seja mais complicado, prejudicando assim a sua reutilização pelo setor agrícola e nos dois golfes do concelho de Castro Marim, uma das medidas da Resolução do Conselho de Ministros para combater a seca na região algarvia que tem de ser cumprida», anota a câmara municipal de Castro Marim.

    A intervenção foi iniciada com uma campanha, financiada pelo Fundo Ambiental, de medição da salinidade em vários locais da vila de Castro Marim, expressa em limpeza de condutas e deteção de infiltrações, executada pela Águas do Algarve, através da empresa municipal Taviraverde que procedeu ao diagnóstico com câmaras de vídeo.

    A autarquia faz notar, na justificação destes novos trabalhos que «uma boa qualidade de água é de extrema importância para a rega e para os campos de golfe, cuja reutilização deve incluir um tratamento terciário de remoção de nutrientes, de poluição microbiológica e salinidade, contribuindo assim no combate à seca que afeta o concelho de Castro Marim e a região algarvia».

  • Já pode usar 5G em todos os concelhos portugueses

    Já pode usar 5G em todos os concelhos portugueses

    Já existem estações 5G intaladas em todos os concelhos de Portugal Continental, num total de 7.881, segundo informa a ANACOM, a Autoridade Nacional de Comunicações, anunciando um aumento de 12% no segundo trimestre.

    Aquela autoridade dá nota de que as 7.831 estações de base instaladas no território nacional com tecnologia 5G estão distribuídas por 308 concelhos e 1.833 freguesias. Em Portugal, a MEO é a operadora que mais estações espalhou pelos concelhos, totalizando 304 estações, num total de 308 concelhos existentes em Portugal. A NOS está presente com estações 5G em 276 concelhos e a Vodafone 268 concelhos.

  • A latência do 5G vs 4G

    A latência do 5G vs 4G

    O 5G não é apenas uma mudança. Trata-se de uma transformação radical da tecnologia, pois é muito mais rápida e oferece maior largura de banda, eseencial para a qualidade da mensagem que transmite e muito menor latência, aproximando a instantaneidade.

    De década em década, a humanidade tem progredido no domínio das telecomunicações e cedo virá o tempo em que 3G e 4G sejam substituídas, embora ainda possa existir o 2 G nas maquinas dispensadoras de tabaco ou guloseimas, em locais remotos.

    Isto sucede porqu toda a bela tem um senão. Quanto mais alta seja a frequência, mais o sinal de rádio se aproxima das características da luz e necessita de maior número de repetidores entre quem emite e quem recebe. 

    A latência é o tempo que um pacote de informação demora a chegar entre dois pontos. No caso do 4G, o sinal é transmitido entra as nossas já conhecidas torres e a latência atinge 60 a 98 milisegundos. O 5G promete alcançar latência de 5 milisegundos, um ápice. Quanto menor a latência na comunicação, maior a velocidade de descarga (download).

    As redes 5G diferem das 4G porque não utilizam apenas as torres. Os sinais são enviados de pequenas caixas e através de diversas localizações. As torres ainda fazem falta para o espetro de baixa frequência do 5 G.

    Mas na velocidade o 5 G ultrapassa o 4G multiplicando por dez a velocidade. Enquanto o 4G pode atingir 100 Mbps (megabits por segundo), mas na vida real não se aproxima deste valor, o 5G pode atingir 20 Gbps (gigabites por segundo) e no mundo real ir de 50 a 3 Gbps, conforme a qualidade da ligação.

    A qualidsde da chamada também melhora e um maior número de utilizadores podem estar ligados a um mesmo segmento da rede 5G. 

    Estas são as capacidades possíveis. Naturalmente, as operadoras concessionárias estão  estão a segmentar, na medida das capacidades intaladas e nos seus interesses comerciais que se caracterizam, como sempre de ir do centro para a periferia. 

    Já experimentámos o 5G na cidade de Faro e o teste de velocidade atingiu os 5G. Como o sinal está apenas em Faro, não podemos falar sobre o Algarve, neste momento carregado de turistas, naturalmente com apenas 4G e a experimentar o habitual congestionamento a que os técnicos chamam de gargalo de garrafa.

    ./JEC

    Créditos a Dwaipayan Roy de NewsBytes, India

  • Conectividade digital do território em consulta pública

    Conectividade digital do território em consulta pública

    Todos os cidadãos, organizações, entidades, municípios, entre outros, podem, a partir de agora, sugerir ajustes à informação que o Governo deverá ter em conta para o lançamento, nos próximos meses, de um concurso público internacional para a instalação, exploração e manutenção de redes de capacidade muito elevada nas zonas sem cobertura de rede que vierem a ser identificadas.

    O processo teve início em novembro, quando o Governo encarregou a ANACOM de recolher informação atualizada sobre a cobertura das referidas redes no território nacional e de elaborar as propostas de cadernos de encargos relativos a esse concurso.

    Apesar de a informação recolhida ter já permitido ao Governo definir alguns parâmetros que irão nortear o procedimento concursal, subsiste ainda a necessidade de ponderar melhor os critérios de identificação das referidas zonas sem cobertura de rede, designadamente a sua compatibilidade com as regras definidas pela Comissão Europeia para os financiamentos públicos destes investimentos.

    Para o Governo, este é um processo fundamental para garantir o acesso de toda a população a redes públicas de comunicações eletrónicas de elevada capacidade, bem como para promover o desenvolvimento económico e tecnológico em todo o território nacional, e, assim, garantir «um país mais homogéneo e territorialmente mais coeso», destaca a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região do Algarve.

  • 25 milhões para digitalizar o interior do Algarve

    25 milhões para digitalizar o interior do Algarve

    Intervindo no lançamento da Comissão Instaladora do Observatório Nacional de Envelhecimento Ativo, em Albufeira, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, anunciou o propósito de no âmbito do Portugal 2030, em consulta pública, o Programa Operacional Regional «mobilizar 15 milhões de euros para o apoio à melhoria da conectividade nas áreas rurais e de baixa densidade e 10 Milhões de euros para ações de valorização económica de recursos endógenos e estratégias de diversificação da base económica nos territórios de baixa densidade».

    O presidente disse também que, no domínio demográfico, projeções recentes apontam para que, em 2070, Portugal tenha apenas cerca de 8 milhões de habitantes, uma redução de 23 % da população residente face ao contexto atual. Caso se confirme, «configura um dos maiores decréscimos populacionais registados na Europa». Salientou que, destas projeções, resultaria que Portugal seria o país europeu com maior peso dos «muito idosos» no conjunto da população, com as pessoas acima dos 80 anos a representar 16,1 % da população.

    A conjugação dos saldos naturais e migratórios, segundo a CCDR – Algarve, resultou num acelerado envelhecimento da população portuguesa, com as mais recentes projeções demográficas colocam Portugal como sexto país mais envelhecido do mundo. De acordo com os dados de 2019, existem em Portugal mais de 161,3 pessoas com mais de 65 anos por cada 100 jovens até aos 15 anos, e quase 34,2 pessoas com 65 e mais anos por cada 100 pessoas em idade ativa.

    Ao longo das últimas décadas, Portugal viu a esperança média de vida da sua população aumentar consideravelmente, de tal forma que hoje é superior à média europeia. No entanto, somos também um dos países com menor número de anos vividos sem doença.

    No Algarve, depois de um forte crescimento populacional nas duas décadas de 1991 até 2011, a década passada veio revelar uma perda de intensidade do crescimento demográfico no Algarve, apesar de a litoral ainda ser um dos raros territórios nacionais a ver aumentar o número de residentes. O crescimento é bastante assimétrico no interior da região, sendo os ganhos dos concelhos do litoral bastante inferiores aos da década 2001-2011 e, menos expressivos do que as perdas dos concelhos do interior: -13,6% a perda de residentes em Alcoutim e de -9,6% em Monchique.

    Confirmando as tendências de litoralização populacional instaladas, outros indicadores do INE revelam, desde 2013, a persistência de saldos e taxas de crescimento natural negativos no Algarve, compensados por saldos e taxas de crescimento migratório positivas que permitiram manter e aumentar o distanciamento do Continente no que se refere ao agravamento do índice de envelhecimento até 2020.

    O índice de envelhecimento no Algarve, em torno dos 149,2 idosos por cada 100 jovens, em 2020, é contudo elevado e preocupante, condicionando a dinâmica de renovação populacional, logo, também as dinâmicas do mercado de trabalho da região, onde o número de inativos por 100 empregados é superior aos valores do Continente (109,4 contra 106,8), resultado de uma tendência de diminuição da população ativa mais acentuada regionalmente e de um aumento da população inativa, em contraciclo com o comportamento do território continental, entre 2013 e 2020.

    A afirmação deste perfil demográfico regional representa também um manancial de oportunidades emergentes na promoção de formas de envelhecimento ativo e na criação de novos serviços e qualificações territoriais que conduziram ao reconhecimento do Algarve como espaço de referência para o envelhecimento saudável, estimulando o segmento da economia grisalha, de longevidade e bem-estar e potenciando fatores de inovação e complementaridade entre os setores da saúde humana e do turismo.
    Neste quadro pretende-se qualificar o cluster da economia grisalha e de longevidade, na prestação de serviços e cuidados pessoais, de saúde humana e bem-estar, que suporte a afirmação do Algarve enquanto referência territorial do envelhecimento ativo e saudável, para nacionais e estrangeiro.

    Com efeito, nos últimos anos, tem-se assistido a uma mudança do paradigma do cuidado do idoso focada no princípio de «envelhecimento ativo e saudável» e que procura potenciar a qualidade de vida e saúde durante o processo de envelhecimento de forma a conservar a autonomia e capacidade funcional da pessoa idosa, adiando ou mesmo diminuindo a necessidade de institucionalização.

    Também nesta visão estratégica a CCDR Algarve passou recentemente a integrar o Centro Nacional de Competências para a Inovação Social, o qual integra um Observatório Regional da Inovação Social. Entre as atividades que o referido Observatório prevê realizar, releva-se a do mapeamento e identificação boas práticas na área do envelhecimento ativo e saudável.

    Redes

  • A rede de empresas de Castro Marim

    A rede de empresas de Castro Marim

    O Mercado Local de Castro Marim acolheu o primeiro encontro da Rede de Empresas de Castro Marim, onde estiveram presentes mais de 40 pessoas ligadas ao empreendedorismo local, prevendo-se agora o novo encontro para abril de 2022, confirma a autarquia em comunicado.

    No primeiro encontro da «Castro Marim – Rede Local de Empresas» estiveram representantes de cerca de 30 empresas, pequenas e média, mas também grandes empreendimentos que atualmente investem no território.

    Entre as empresas presentes, o Município refere a singularidade da Cannprisma, que se dedica ao cultivo e transformação de cannabis para fins medicinais, empresas de aquacultura, autocaravanismo, empreendimentos de golf, empreendimentos hoteleiros, turismos rurais, alojamentos locais, restauração, salinicultura, entre outras áreas.

    O executivo da Câmara Municipal de Castro Marim, também esteve presente, referindo que tem procurado adaptar a orgânica dos seus serviços internos para que a resposta e o apoio aos investidores seja de maior celeridade e proximidade. O Município iniciou recentemente um regulamento de incentivos fiscais para as famílias e empresas, que visa apoiar quem tem residência própria e permanente, as pequenas empresas e as empresas geradoras de emprego liquido.

    O principal objetivo da iniciativa foi a criação de uma rede de contactos entre os empresários, para que possam, de agora em diante, partilhar conhecimentos e experiências, e, paralelamente, constituir uma plataforma para o incremento de uma estratégia multidisciplinar e unificada em prol do desenvolvimento do território, lê-se no mesmo documento.