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Etiqueta: PRR

  • Município entrega primeiras habitações requalificadas nos bairros de habitação social do concelho

    Município entrega primeiras habitações requalificadas nos bairros de habitação social do concelho

    Foram entregues aos moradores as casas requalificadas correspondentes ao Lote 2 do Bairro da Manta Rota, assinalando uma nova fase da operação de reabilitação habitacional promovida pela autarquia.

    Entregues estão também os primeiros apartamentos requalificados do Lote 28 do Bairro 160 Fogos, em Vila Real de Santo António, e as habitações referentes ao Lote 4 do Bairro da Barquinha.

    Estas intervenções integram o Programa de Requalificação dos Bairros de Habitação Social do Município de Vila Real de Santo António, financiado a 100% pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelo Programa 1.º Direito, representando um investimento global superior a 50 milhões de euros.

    O programa prevê a reabilitação profunda de 372 fogos em vários bairros do concelho, melhorando as condições de conforto, segurança, eficiência energética e qualidade de vida das famílias residentes.

    As habitações requalificadas continuarão a ser entregues de forma faseada, à medida que os trabalhos forem sendo concluídos nos diferentes bairros abrangidos pela operação.

    Fonte: https://www.cm-vrsa.pt/pt/noticias/47907/municipio-entrega-primeiras-habitacoes-requalificadas-nos-bairros-de-habitacao-social-do-concelho.aspx

  • Mil milhões de euros do PRR para Portugal

    A Comissão Europeia aprovou o sétimo pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) a Portugal, no valor de 1,06 mil milhões de euros.

    Este desembolso eleva para 47% a taxa de execução global do programa, evidenciando o cumprimento de todos os 27 marcos e metas estabelecidos nesta fase.

    Os fundos destinam-se a investimentos estratégicos, como aquisição de equipamentos médicos, apoio a pessoas em risco de exclusão social, renovação de centrais hidroelétricas na Madeira, compra de veículos para bombeiros e forças de segurança, financiamento de alojamentos de emergência, promoção da igualdade salarial e instalação de estações de carregamento de veículos elétricos.

    Portugal já recebeu um total de 13,8 mil milhões de euros do fundo europeu e foi o segundo país a apresentar o sétimo pedido de pagamento, reforçando a confiança da Comissão Europeia na execução do PRR nacional.​

  • Dessalinizadora do Algarve terá nova parceria

    Dessalinizadora do Algarve terá nova parceria

    A construção da controversa dessalinizadora do Algarve, um projeto crucial para aumentar a resiliência hídrica da região, avança apesar das alterações na sua estrutura societária e no seu financiamento.

    A GS Inima, parceira da Aquapor no consórcio responsável pela construção da unidade, está em processo de aquisição por um grupo sediado nos Emirados Árabes Unidos. Esta mudança reforça o caráter internacional do investimento na infraestrutura, orçada em mais de 100 milhões de euros.

    Apesar da reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que retirou o apoio financeiro anteriormente previsto para o projeto, o governo português assegura que a construção da dessalinizadora prosseguirá sem interrupções.

    Segundo declarações de Cristóvão Norte, presidente do PSD Algarve, “O relevante é a execução deste investimento estruturante, independentemente da origem dos fundos.”

    O governo comprometeu-se a anunciar em breve a nova fonte de financiamento, garantindo que o projeto seja concluído até 2026.

    O consórcio, composto pela Aquapor, GS Inima e Luságua, planeia utilizar tecnologia de osmose inversa para a dessalinização, combinada com a produção de energia renovável para garantir uma operação sustentável.

    A capacidade inicial da dessalinizadora será de 16 milhões de metros cúbicos de água potável por ano, com potencial para expansão até 24 milhões de metros cúbicos nos anos seguintes.

    Esta produção poderá corresponder a cerca de 20% do consumo urbano atual da região do Algarve.

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  • PRR recebido vai em 38%

    Após a autorização de desembolso da Comissão Europeia, no dia 26 de Julho, Portugal recebeu cerca de 714 milhões de euros referentes aos dois marcos e uma meta, suspensos aquando dos terceiros e quartos pedidos de pagamento.

    Com este desembolso, Portugal sobe o valor recebido da União Europeia para 8.492 milhões de euros, tendo assim 38% do montante total do PRR

    Um valor que é recebido por terem sido considerados satisfatoriamente cumpridos 105 marcos e metas, apresentados em quatro pedidos de pagamento, que perfazem 23% da execução destes 463 objetivos inscritos no Plano de Recuperação e Resiliência.  

  • Quatro escolas algarvias podem melhorar com o PRR

    Quatro escolas algarvias podem melhorar com o PRR

    O investimento destina-se a realizar profundas obras de remodelação, com o objetivo de melhorar as condições de aprendizagem e adaptar os espaços às necessidades atuais dos alunos e professores.

    O programa específico para as escolas, é parte integrante do PRR, ao abrigo do qual é disponibilizado um financiamento de 450 milhões de euros, dos quais uma parcela significativa será alocada ao Algarve.

    Como tem sido noticiado, o PRR é uma iniciativa ambiciosa que visa impulsionar o crescimento económico sustentado de Portugal, após os desafios impostos pela pandemia.

    Com um período de execução até 2026, o plano foca-se em reformas e investimentos que reforçam a convergência com a Europa, promovendo a resiliência e as transições climática e digital.

    No âmbito da educação, o financiamento do PRR é uma oportunidade para modernizar as infraestruturas educativas e criar ambientes de aprendizagem que refletem os valores de inovação e inclusão.

    Este investimento reflete o compromisso dos governos em garantir que as futuras gerações tenham acesso a uma educação de qualidade, em espaços que estimulem o desenvolvimento intelectual e social.

    Com a implementação dessas reformas, as escolas do Algarve estarão melhor equipadas para preparar os jovens para os desafios do futuro, e procura alhanar-se-se com as metas de uma Europa mais forte e resiliente.

  • PRR da habitação pagou quase tudo a VRSA

    PRR da habitação pagou quase tudo a VRSA

    Também Vizela, Odivelas, Barreiro, Palmela e Seixal já encaixaram pelo menos metade do valor. Já Lisboa ainda só recebeu 45% da verba total aprovada.

    O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) chegou como uma lufada de ar fresco a Portugal, permitindo, entre outras matérias, melhorar e aumentar o parque habitacional do país.

    Foram muitos os municípios que aproveitaram as verbas vindas de Bruxelas para avançar com a construção, reabilitação e compra de casas para colocá-las no mercado a preços mais acessíveis até 2026.

    Há 31 autarquias que contam receber um total de 675 milhões de euros no âmbito do PRR para habitação. Mas a verdade é que mais de metade desta verba está concentrada em apenas cinco municípios: Lisboa, Setúbal, Oeiras, Matosinhos e Coimbra.

    Foi aprovada no âmbito do PRR uma verba de 1.208 milhões de euros para a habitação, que visa aumentar o parque público de habitação a preços acessíveis, reforçar a oferta de habitação social, bem como a de alojamentos para estudantes a custos mais baixos, por exemplo.

    Foram muitos os municípios que de candidataram aos apoios à habitação previstos no PRR e 31 autarquias viram já pagas verbas superiores a 1 milhão de euros, revelam os dados do website Recuperar Portugal atualizados no passado dia 17 de abril.

    No total, estas 31 autarquias conseguiram obter a aprovação de cerca de 675 milhões de euros do PRR para levar a cabo as suas políticas de habitação (que não está pago na totalidade).

    A verdade é que mais de metade desta verba aprovada está concentrada em apenas cinco municípios: Lisboa, Setúbal, Oeiras, Matosinhos e Coimbra, que são os que têm mais valores do PRR aprovados, mostram os dados.

    Fonte: TNews
  • Mais habitação em V.R.S.António

    Mais habitação em V.R.S.António

    As candidaturas, segundo a câmara municipal local, «representam um investimento de cerca de 90 milhões de euros, financiado a cem por cento pelo PRR, dando assim resposta às metas e compromissos assumidos pela autarquia em matéria de habitação».

    Há ainda mais 10 milhões de euros já realizados que permitiram atribuir casa a mais de uma centena de famílias, ao longo dos últimos dois anos.

    O presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo sublinhou que estão a «concretizar uma Estratégia Local de Habitação ambiciosa, que totaliza mais de 100 milhões de euros, e que permitirá pôr fim às situações precárias. O nosso objetivo é proporcionar um lar digno a cerca de 700 famílias do concelho».

    Em destaque nesta nova candidatura está a aquisição e futura atribuição de 114 novos fogos, na zona nascente de Vila Real de Santo António, cujo investimento irá superar os 27 milhões de euros, assim como a aquisição de 13 frações na freguesia de Vila Nova de Cacela.

    Merece também relevo a construção de 96 fogos, de várias tipologias, na zona norte de Vila Real de Santo António. O projeto está avaliado em 14 milhões de euros e permitirá atribuir um lar a cerca de uma centena de famílias.

    A requalificação do parque de habitação social municipal é outra das metas e envolve a recuperação de perto de 400 fogos, num valor que ultrapassa os 45 milhões de euros.

    Álvaro Araújo sublinha que todas estas medidas «quebram um ciclo de duas décadas de desinvestimento e de ausência de requalificação do parque habitacional. Estamos a desenvolver todos os esforços para atribuir, em tempo útil, uma habitação digna a quem mais precisa».

  • Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Cresce no Azinhal em antiga escola primária

    Assim, a Escola Básica do 1.º ciclo do Azinhal vai ser alvo de obras de remodelação e adaptação, para transformar o espaço, utilizando financiamento candidato ao Plano de Recuperação e Resiliência e investimento do Município de Castro Marim. Para o efeito foi assinado contrato de comodato, com aquela associação.

    A gestão e desenvolvimento fica a cargo da ABESFA, em colaboração com o Município e em parceria com o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social. O equipamento constituirá um contributo na conciliação da vida familiar e profissional do agregado familiar e proporcionará condições para o desenvolvimento integral da criança, num ambiente de segurança física e afetiva.

    A escola vai ter capacidade para oito crianças em berçário e mais 30 em salas de marcha. ´QE ainda proposta a agregação de uma valência de pré-escolar e a instalação de uma sala com capacidade de 12 crianças.

    O edifício, depois de ampliado terá sala de berçário, áreas de apoio, uma zona de receção/acolhimento e distribuição das crianças, duas novas salas de marcha e atividades, áreas afetas ao pessoal e serviços, uma sala de pré-escolar, a salvaguarda do campo de jogo exterior, um recreio com zona coberta e outra descoberta e áreas de direção e de serviços administrativos e técnicos.

    A oportunidade de abrir este equipamento, segundo revelou a câmara municipal, surge na sequência do encerramento compulsivo de uma creche privada que servia várias famílias daquela freguesia, ditada ao abandono, que tem sofrido com a perda sistemática e acentuada de habitantes.

    Este novo equipamento será essencial para o território do interior do Município de Castro Marim, uma vez que se tem assistido a uma alteração substancial nas famílias e nas estruturas sociodemográficas e uma quebra na rede de apoio familiar e de vizinhança, contribuindo também para a fixação da população.

  • Gestão da paisagem da Nova Serra em Silves

    Gestão da paisagem da Nova Serra em Silves

    «As áreas de gestão da paisagem visam uma abordagem territorial integrada para dar resposta à necessidade de ordenamento e gestão da paisagem e de aumento da área florestal gerida a uma escala que promova a resiliência aos incêndios, a valorização do capital natural e a promoção da economia rural», salienta a câmara municipal de Silves.

    Informa a autarquia que, nestas áreas serão criadas as condições necessárias ao desenvolvimento de OIGP, a executar num modelo de gestão agrupada da responsabilidade de uma entidade gestora, no caso de Silves, através da associação VIVER SERRA – Associação para a Proteção e o Desenvolvimento das Serras do Barlavento Algarvio e suportada por um programa multifundos de longo prazo que disponibiliza apoios ao investimento inicial, às ações de manutenção e gestão ao longo do tempo e à remuneração dos serviços dos ecossistemas.

    A proposta está disponível no portal do Município em digital e em suporte papel, na Biblioteca Municipal de Silves, na Sala Garcia Domingues. As sugestões sobre quaisquer questões que possam ser consideradas relevantes, podem ser enviadas por via eletrónica através do email: viverserra.gtf@gmail.com ou entregues, em suporte de papel, na Biblioteca Municipal de Silves.

    Para mais informações e esclarecimentos a entidade gestora, VIVER SERRA – Associação para a Proteção e o Desenvolvimento das Serras do Barlavento Algarvio, está preparada para responder. O projeto é financiado pela União Europeia através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

  • Novas viaturas para sapadores florestais

    Novas viaturas para sapadores florestais

    Nele participaram o ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, o secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas, João Paulo Catarino, Nuno Banza, presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e o presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves e outros autarcas do país.

    Foram entregues 23 novas viaturas às equipas de sapadores florestais, de 20 entidades, no âmbito do reequipamento do programa de sapadores florestais, financiado pelo PRR, Plano de Recuperação e Resiliência.

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    A Gestão do Fogo Rural é um dos eixos estruturantes do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais, coordenado pelo ICNF, e conta com cerca de três mil profissionais, diariamente dedicados, de Norte a Sul do País, à proteção da floresta e dos valores ambientais.

    Promovida ICNF com o apoio do PRR decorreu também a ação de capacitação que abrangeu todos os profissionais das equipas que trabalham diariamente para a Floresta. Nuno Sequeira, Vogal responsável pela Gestão de Fogos Rurais no Conselho Diretivo do ICNF falou sobre o Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Paulo Salsa, Vice-Presidente do ICNF, apresentou o Programa de Sapadores Florestais, e Sandra Sarmento, Vogal do Conselho Diretivo do ICNF, apresentou o projeto de implementação de uma Rede primária de faixas de gestão de combustíveis.

  • CCDR Algarve e AMAL propõem reforço de 164,4 milhões no PRR regional

    CCDR Algarve e AMAL propõem reforço de 164,4 milhões no PRR regional

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve defendeu o reforço dos investimentos públicos no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, mais alojamento estudantil, requalificação e preservação do património cultural classificado e dinamização da economia azul, no âmbito da consulta pública do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Tendo sido aberta entre o dia 6 e 21 de abril a consulta pública relativa à Proposta de Atualização do PRR, a CCDR Algarve retomou a análise efetuada anteriormente pelo seu Conselho Regional em 21 de fevereiro de 2021, revisitando as candidaturas entretanto aprovadas e em execução e os projetos submetidos na primeira oportunidade, defendendo o reforço das verbas inicialmente previstas, num trabalho desenvolvido em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

    Os investimentos previstos nas componentes procuram a adequação da resposta de alojamento estudantil , a reabilitação do património classificado, o Hub Azul do Algarve e descarbonização economia do mara construção de novas infraestruturas e recuperação, reabilitação e ampliação de escolas do 2.º e 3.º ciclos e escolas secundárias, a Área de Acolhimento Empresarial de Lagos, a ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, a variante Norte a Olhão e reclamada também a requalificação da Estrada Nacional 2, entre Faro e São Brás de Alportel, o reforço do investimento alocado ao Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve) e a renovação da linha do Sul, no troço entre a Torre Vã e Tunes.

    A CCDR Algarve destaca a defesa da requalificação do património cultural classificado «sendo necessário um montante estimado de 35,4 Milhões de Euros, conforme levantamento efetuado pela área governativa da Cultura, através da Direção Regional de Cultura do Algarve (DRCA)».

    O PRR é classificado um dos principais instrumentos no âmbito do mecanismo de financiamento extraordinário da União Europeia (UE) Next Generation EU. Prevê um conjunto de reformas e de investimentos desenhados para acelerar a recuperação económica, no seguimento da pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, e a convergência com a União Europeia numa economia mais verde, mais digital e competitiva.

    No âmbito da sua missão e atribuições, compete à CCDR Algarve a coordenação e articulação das diversas políticas sectoriais de âmbito regional, contribuindo para a definição das bases gerais da política de desenvolvimento regional, no âmbito da política de desenvolvimento económico e social do País, dinamizando e participando nos processos de planeamento estratégico de base territorial, bem como fomentar parcerias entre agentes regionais e elaborar programas integrados visando a coesão e a competitividade territoriais.

    No âmbito da Lei Orgânica das Comissões de Desenvolvimento Regional, compete ao Conselho Regional, órgão consultivo da CCDR, representativo dos vários interesses e entidades relevantes da região, entre outras, «pronunciar-se sobre os projetos de relevância nacional a instalar na região” e “dar parecer sobre os planos e programas de desenvolvimento regional, nomeadamente sobre os planos e programas de investimentos da administração central na região».

  • Ordenamento do Território do Algarve deve ser revisto

    Ordenamento do Território do Algarve deve ser revisto

    Eleitos pelo círculo de Faro, os deputados do grupo parlamentar do PSD, exigem, do Governo um compromisso claro e urgente para rever os Programas Regionais de Ordenamento do Território (PROT), para evitar que os fundos previstos no Programa de Recuperação e Resiliência sejam desperdiçados.

    «A existência de Planos Diretores Municipais (PDM) com mais de duas décadas vai impedir a aplicação dos fundos comunitários, que trazem projetos pensados para o futuro, mas impossíveis de serem concretizados num território gerido com regras do passado», dizem aqueles eleitos, afirmando que os bons exemplos têm de começar pelo Estado «e é o Estado quem está a dar o pior exemplo, quando existem regiões sem PROT e outras cuja vigência dos mesmos alcança os 20 anos, como é o caso da Área Metropolitana de Lisboa».

    Afirmam não poder o país continuar a esperar anos pela concretização de projetos estratégicos e não podemos perder a oportunidade que o PRR traz, apenas por uma questão burocrática e que o Governo não pretende resolver. O deputado do PSD, Luís Gomes, releva que o Algarve é uma das regiões em que os PDM estão mais desatualizados, com uma vigência média de 22 anos.

    O PSD Algarve diz que não há no Orçamento do Estado, nem no Plano de Governo, nenhuma proposta que vise modernizar o território, projetando-o para o futuro e capaz de acolher as verbas que o Primeiro-Ministro prometeu com o PRR.

  • Bairros-digitais no Céu Aberto de VRSA

    Bairros-digitais no Céu Aberto de VRSA

    Falamos com presidente da  Associação dos Comerciantes de Vila Real de Santo António para dar aos nossos leitores a informação  sobre o âmbito previsto para as ações dos seus novos dirigentes.  Responde o presidente da Direcção, Luís Camarada, hoteleiro e empresário da restauração e deixou-nos a ideia daquilo que pretendem realizar.

    «A associação já existia, estava estava inativa e nós damos-lhe continuidade. É abrangente e vai desde os comerciantes do Centro Comercial a Céu Aberto, incluindo restauração e alojamento, aos industriais do concelho de Vila Real de Santo António. Ou seja, todo o tecido empresarial», começou por dizer.

    Uma mais valia do renascer da associação e «muito importante para nós, é que o município tem concorrerá a fundos comunitários e como tal, em parceria com uma associação, a viabilidade de obter ter esses fundos é muito mais fácil e com uma possível majoração de 40%As candidaturas vão ser, em primeiro lugar  para o Centro Comercial a Céu Aberto, para a constituição dos bairros-digitais, uma aplicação nos programas digitais destinados ao comércio e ao turismo».

    «O nosso Centro Comercial a Céu Aberto, abrange todas as condições exigíveis dentro dos itens da candidatura e como tal era necessária a criação da associação.», sublinhou.

    Vimos que foi feita uma crítica ao funcionamento do Glória Futebol Clube nos últimos anos e gostaríamos de saber se há alguma questão com o Glória ou se faz parte do vosso projeto um estímulo ao funcionamento das coletividades, perguntámos.

    ´«Os fundos comunitários vão fazer, por exemplo que nós consigamos os bairros digitais. Vamos ter uma necessidade dos espaços para a formação das pessoas que trabalham nas lojas e também promover atividades culturais. O nosso Centro Cultural é insuficiente, Em especial no período do ano em que está durante muito tempo encerrado devido à realização do Presépio Gigante», esclareceu o empresário, acrescentando:

    «O que nós pretendemos é fazer um protocolo com a direção do clube. Para além das atividades culturais, podemos desenvolver ali, por exemplo, palestras e workshops. E outras atividades que venham a ser necessárias para a implementação do projeto».

    Qual é, neste momento o acolhimento que o município presta ao ressurgir desta associação?

    O município tem colaborado connosco. Nesta fase do projeto já disponibilizou a loja 18 do Centro Cultural para as instalações, na torre sul. De início vai prestar apoio administrativo com cedências de apoios em mobiliário. Nesta associação não haverá quotas,  os sócios não vão ter que pagar. Porém, ela vai desenvolver atividades no sentido de se autofinanciar, através de eventos que possam surgir, e também vamos solicitar ao município que nos seja entregue a gestão de feiras  mercados e  outras atividades que o próprio município, por vezes, tenha dificuldade em  apoiar. E solicitar também outros eventos, tais como a “Feira das Velharias”, o mercado mensal. Onde haja financiamento da associação sem depender do município».

    Quantos associados já reúnem até ao momento?

    Associados temos até agora, desde o reatamento da atividade, 40 adesões. No próximo dia 13 de Maio, nas comemorações do nosso concelho, vamos fazer uma apresentação pública dos membros da Direção. Calculamos que  por essa ocasião, já  teremos 200 a 250 associados inscritos.

  • Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Constan do projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor aproximado de 4,14 milhões de euros.«, para o plano de investimentos a financiar pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

    A Área de Acolhimento Empresarial de Lagos integra projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor de 4,14 milhões de euros,

    O Aviso N.º 01/C7-i01/2021 – publicado a 30 de junho de 2021 no portal da Estrutura de Missão Recuperar Portugal e das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) – para apoio à reconversão de Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) existentes para uma dimensão mais resiliente, mais verde e mais digital, previu um procedimento de seleção em duas fases.

    A primeira fase constituiu um processo aberto e competitivo de Manifestação de Interesse, após o que o júri constituído pelas cinco CCDR e verificadas as condições previstas, propôs a lista final de promotores aptos a passar à segunda fase, um procedimento concursal limitado aos projetos constantes da lista final aprovada, segundo informa a Comissão de Coordenação da Região do Algarve.

    O Aviso nº 02/C07-i01/2021 correspondeu à segunda fase, entre as candidaturas dos promotores qualificados como aptos na sequência dos resultados apurados na primeira fase. Procedeu o Júri à hierarquização das 21 candidaturas, de acordo com a metodologia prevista no ponto 10 do Aviso, tendo em vista identificar as que reúnem condições para serem selecionadas para apoio.

    As intervenções previstas enquadram-se nos domínios da produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis destinados ao autoconsumo e às Comunidades de Energia Renovável, mobilidade sustentável (elétrica), cobertura com soluções de comunicação 5G e medidas ativas de prevenção e proteção contra incêndios.

    A candidatura apresentada pelo Município de Lagos «demonstrou ter a capacidade para fornecer as necessidades de consumo das empresas instaladas na AAE e, de modo integrado,  a utilização do excedente de energia no sistema de carregamento elétrico de viaturas e na alimentação dos sistemas de comunicação 5G e equipamentos contra incêndios».

    Quanto à mobilidade sustentável (elétrica), a racionalidade do investimento previsto em pontos de carregamento elétrico de viatura prevê o efeito integrado de fatores como o volume de postos de trabalho na AAE, mais de setecentos postos de trabalho – que, segundo os pressupostos do PRR, valida a instalação de pelo menos 14 pontos de carregamento individuais (2 por cada 100 trabalhadores) e a capacidade de produção de energia através de fontes renováveis, prevista na proposta, tendo em consideração o fornecimento das necessidades de consumo da ilha de carregamento e dos vários pontos de carregamento individuais ao longo da AAE e ainda um cenário de aumento de viaturas elétricas/híbridas a 2 anos, quer ao serviço das atuais 84 empresas instaladas quer dos próprios trabalhadores.

    O investimento na solução de reforço da cobertura em 5G da AAE está alinhado com os custos de referências das estruturas e equipamento da mesma tipologia e integrado na estratégia do município de fomento dum empreendedorismo de valor acrescentado tecnológico, fruto das ligações com o sistema regional de I&D/Inovação, na qual está delineada a possibilidade do município vir a desenvolver um polo de inovação digital (DIH), em que Lagos pretende ser polo aglutinador dum desenvolvimento empresarial mais inovador e baseado nas tecnologias digitais, conforme políticas locais explanadas na candidatura e projetos concretos de expansão da AAE a curto/médio prazo.

    A Área Empresarial de Lagos encontra-se localizada numa área com uma envolvente marcadamente florestal e rural, nas proximidades do Perímetro Florestal do Barão de S. João.

    A AAE não dispõe ainda de qualquer tipo de mecanismo de prevenção global contra incêndios pelo que as intervenções previstas para reduzir o risco de incêndio são bastante diversificadas e formam um conjunto interligado de soluções “inteligentes” que poderão ser replicadas para outras AAE do país.

    Como salienta o Município de Lagos na sua candidatura a fundamentação baseia-se «nos impactos ambientais e energéticos altamente positivos no médio-longo prazo, da maior atratividade do território em termos empresariais, dum ecossistema natural e biodiversidade mais protegido de incêndios rurais e de um ambiente social e demográfico mais favorável à qualidade de vida».

  • CPPME pede mais justiça da atribuição dos Fundos Comunitários

    CPPME pede mais justiça da atribuição dos Fundos Comunitários

    Analisando o plano apresentado pelo Governo verifica que o mesmo apresenta vários eixos de investimento considerados prioritários e que afetam o futuro das micro, pequenas e médias empresas, tais como a transição digital.

    Porém, se bem que «a transição digital das empresas seja uma estratégia interessante do ponto de vista da melhoria da presença e competitividade das MPME portuguesas, principalmente no mercado digital e na introdução das mesmas neste paradigma, esta transição deverá ser vista como um caminho a percorrer para atingir um objectivo e não ser um objectivo em si», esclarecendo que tal significa que «o aumento da presença das MPME no mercado online e nas redes sociais «deverá servir para complementar a actividade normal da empresa, até porque no mercado online as MPME estão mais à “mercê” das grandes multinacionais que actuam neste mercado».

    Quanto às metas negociadas negociadas pelo Governo na questão da descarbonização, a CPPME, entende que «estas deverão ter em consideração os custos no curto/médio prazo para as MPME, especialmente no custo de investimento que as mesmas terão de fazer para ir de encontro a essas metas, sendo necessário um estudo de avaliação destes custos».

    Defende também a «inclusão de medidas de apoio à empregabilidade e formação profissional, apoios fiscais e nos custos operacionais nos primeiros anos pós-pandemia, maior acesso das MPME aos fundos europeus estruturais, uma maior aposta no mercado interno e na produção interna, apoios para a produção e distribuição de produtos regionais, entre outros apoios para a recuperação das MPME que a CPPME tem vindo a reivindicar no último ano».

    São as seguintes, as medidas propostas pela A CPPME para o PRR nacional:

    PROGRAMA DE EMPREGABILIDADE – com o objetivo de integração profissional de desempregados (subsidiados ou não), reforçando a aquisição e manutenção de competências socioprofissionais, para a contratação de desempregados, as empresas receberiam um apoio a fundo perdido de 15.000 €, ficando condicionadas à manutenção do posto de trabalho em, pelo menos, 2 anos.
    PROGRAMA DE APOIO À MANUTENÇÃO DE EMPREGO – com o objetivo de incentivar a manutenção dos postos de trabalho, junto das empresas que foram obrigadas a suspender ou a registar uma redução substancial da sua catividade.
    O apoio financeiro não reembolsável (a fundo perdido) é de 75% do valor recebido no âmbito das medidas covid-19 (de março de 2020 a Maio de 2021), para as empresas que mantiverem o nível de emprego até 31 de Dezembro de 2021, podendo ser majorado, em mais 10%, se a empresa mantiver os postos de trabalho até 30 de Junho de 2022.
    PROGRAMA DE APOIO AOS CUSTOS OPERACIONAIS – Para micro, pequenas e médias empresas, assim como empresários em nome individual, com e sem contabilidade organizada, na modalidade de subsídio não-reembolsável de 50% das despesas elegíveis.
    APOIO À EXPORTAÇÃO, VALORIZANDO PRODUTOS REGIONAIS DE DENOMINAÇÃO PROTEGIDA – Comparticipação dos encargos com o transporte para o exterior, de produtos regionais de Denominação de Origem Protegida, de forma a compensar os custos com a exportação, permitindo assim a valorização do produto nacional e o apoio a pequenos produtores.
    Despesas Elegíveis:
    a) Fretes marítimos; férreos ou aéreos desde o ponto de origem ao ponto de destino;
    b) Taxas portuárias e aeroportuárias;
    c) Despesas com estiva e handling nos portos e aeroportos de origem e de destino;
    d) Despesas com manuseamento e armazenagem temporária na medida em que estas se relacionem com o trajecto;
    2e) Despesas com seguros de mercadoria e seguros de expedição.
    Taxa de comparticipação
    Taxa de comparticipação de 90%, a incidir sobre as despesas elegíveis.
    Natureza e montante do apoio:
    O apoio a conceder, às despesas elegíveis, reveste a forma de incentivo não reembolsável.
    APOIO A PROJETOS SIMPLIFICADOS PROMOVIDOS POR MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS, ATRAVÉS DA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS NO DOMÍNIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS – Comparticipação dos encargos com serviços de consultoria informática e serviços de cloud e e-commerce, com o objectivo de reforçar as capacidades de organização e gestão das empresas e de criar melhores condições de acesso aos mercados, através de presença efectiva na economia digital mediante investimento em tecnologias digitais (TIC)
    Taxa de comparticipação:
    A taxa de comparticipação de 90%, a incidir sobre as despesas elegíveis.
    Natureza e montante do apoio:
    O apoio a conceder, às despesas elegíveis, reveste a forma de incentivo não reembolsável.

    No final desta apreciação, a CPPME considera que o Governo no PRR, «deverá prestar mais atenção às micro, pequenas e médias empresas e à sua sobrevivência no pós-pandemia, pois os apoios que lhes estão a ser destinados em nada fazem justiça á relevância que as mesmas têm no tecido económico português e à sua importância para a manutenção e criação de postos de trabalho» e. ainda, que o Governo terá de criar as condições necessárias para «uma maior justiça, na distribuição dos fundos comunitários, com um aumento significativo nos valores, a serem atribuídos, aos projetos de investimentos apresentados pelas Micro, Pequenas e Médias Empresas Nacionais».

    foto: Photo by Brooke Cagle on Unsplash

  • Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Também porque vai contribuir para o desenvolvimento do concelho e para assegurar a resiliência do território aos episódios de seca e é de «extrema relevância» a inclusão destes empreendimentos no Plano de Recuperação e Resiliência;

    Nessa mesma proposta o PS aprecia positivamente o facto do PRR enquadrar a intervenção em ligações transfronteiriças, designadamente no que concerne ao concelho de Alcoutim, a Ponte Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana, visando o desenvolvimento da mobilidade transfronteiriça.

    Depois, a moção considera que a Ribeira da Foupana é um dos principais cursos de água do concelho, apresentando-se como um importante ativo na definição de respostas que visem o aumento das reservas de água a nível local e regional e que a construção de um açude no seu curso «contribuirá para o combate à desertificação, melhorando a resiliência do sistema hídrico, através do reforço da capacidade de armazenamento, constituindo uma relevante mais- valia na resposta às necessidades de água da região, sem prejuízo de outras opções complementares».