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Etiqueta: protecção

  • Vila Real de Santo António em Alerta

    Vila Real de Santo António em Alerta

    Depressão Leonardo Força Reunião de Emergência e Ativa Nível de Prontidão 4

    O Centro de Coordenação Operacional Municipal (CCOM) de Vila Real de Santo António (VRSA) reuniu-se de emergência hoje, 3 de fevereiro, para preparar e definir medidas preventivas perante o iminente agravamento das condições meteorológicas provocado pela Depressão Leonardo.

    De acordo com as previsões emitidas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os efeitos da depressão começaram a sentir-se com maior intensidade no Baixo Alentejo e Algarve a partir do final da tarde de terça-feira.

    Esperam-se períodos de chuva persistente, vento forte e agitação marítima significativa, com o pico de maior impacto previsto entre a noite de 3 de fevereiro e a manhã de 5 de fevereiro.

    Face à ameaça, o sistema nacional de Proteção Civil encontra-se em estado de prontidão especial – nível 4, e o Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil foi ativado. A região do Algarve mantém, por isso, vários avisos meteorológicos em vigor.

    A reunião do CCOM sublinhou a articulação entre múltiplas entidades. Estiveram presentes responsáveis da saúde, forças de segurança, autarquia, juntas de freguesia, Águas de Vila Real de Santo António, e os Bombeiros de VRSA e Castro Marim, garantindo uma gestão operacional coordenada do território.

    A nível hidrográfico, a situação do rio Guadiana está sob vigilância. Embora estejam previstas marés com alguma amplitude, que poderiam potenciar inundações em zonas vulneráveis se coincidissem com precipitação intensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) não emitiu, até ao momento, alertas de cheia para esta zona.

    Estão igualmente programadas descargas controladas nas barragens de Alqueva, Chança, Odeleite e Beliche, mas a amplitude das marés deverá permitir acomodar os aumentos de caudal previstos.

    Em termos de prevenção local, o Município, em colaboração com a Rede Ambiente, reforçou a limpeza e desobstrução de sumidouros e sarjetas, bem como a limpeza dos cursos de água, visando garantir as melhores condições possíveis para o escoamento das águas pluviais.

    O Serviço Municipal de Proteção Civil mantém-se em contacto permanente com a ANEPC, assegurando que qualquer alteração ao estado de alerta ou emissão de avisos de cheia será prontamente comunicada à população.

    Recomendações Essenciais para a População

    Perante este cenário de alerta, a ANEPC apela à adoção de medidas de autoproteção. A população deve proceder à limpeza dos sistemas de drenagem junto às habitações (esgotos e caleiras); fixar estruturas soltas (andaimes, lonas, toldos); evitar a permanência junto à orla costeira e zonas ribeirinhas; não tentar atravessar zonas inundadas, mesmo que pareçam pouco profundas; adotar uma condução defensiva e reduzir a velocidade nas estradas.

    O Município apela à serenidade de todos os munícipes e ao rigoroso cumprimento das orientações emitidas pelas autoridades competentes, assegurando que continuará a monitorizar de perto a evolução da situação meteorológica.

    Para casos de ocorrência, foram divulgados os seguintes contactos de emergência: Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim — 281 543 112; Número nacional de emergência — 112

  • Plano de Gestão da Pesca ao Polvo

    Plano de Gestão da Pesca ao Polvo

    A proposta de um Plano de Gestão na Região foi enviada ao Governo, cocriada por pescadores, cientistas, autoridades e Organizações Não-Governamentais. Ela tem por objetivo a sustentabilidade desta pescaria, equilibrando proteção ambiental e viabilidade económica. Espera-se agora que seja oficializada em breve em Diário da República.

    Consta de uma proposta de portaria para a implementação de um defeso anual na região, aprovada no passado dia 22 de novembro, durante a 2.ª Assembleia Geral, na qual participou também a Secretária de Estado das Pescas, Cláudia Monteiro de Aguiar.

    Este plano foi desenvolvido ao longo de várias reuniões, e com base em dados técnico-científicos do CCMAR e do IPMA e nas recomendações do projeto ParticiPESCA. Terá a duração de cinco anos e estabelece medidas de curto, médio e longo prazo para promover a sustentabilidade da pescaria e a preservação dos stocks.

    Procura-se que a definição de um defeso venha a acontecer anualmente entre 15 de setembro e 15 de outubro. A comunidade piscatória visa a proteção dos juvenis, proibindo a captura, comercialização e desembarque.

    As medidas de gestão propostas incluem ainda a definição de áreas de proteção para polvos juvenis, debatida como crucial para a reprodução da espécie e sustentabilidade da pescaria, e a melhoria na troca de dados entre pescadores e entidades, apontada como fundamental para melhorar processos de eficiência operacional.

    A obrigatoriedade de aparelhos de seguimento em tempo real, considerada essencial para a monitorização da pescaria, permanece dependente de financiamento adicional para sua implementação.

  • Proteção aos linces nas estradas em Mértola e Alcoutim

    Proteção aos linces nas estradas em Mértola e Alcoutim

    O sistema WASE está em funcionamento nas Estradas Nacionais (EN) 122 e 123 e no Itinerário Complementar (IC) 27, sendo os alertas acionados quase em tempo real, quando os linces entram nas áreas virtuais de território com 200 metros de largura, adjacentes às vias, para ambos os lados da faixa de rodagem.

    Trata-se de uma parceria entre as autoridades portuguesas e uma empresa que gere uma aplicação de trânsito que está a desenvolver em algumas estradas do Algarve e do Alentejo um sistema de alerta de aproximação de linces-ibéricos para reduzir a mortalidade destes animais.

    Segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a iniciativa está integrada no projeto LIFE Lynxconnect que reúne este organismo, a Infraestruturas de Portugal (IP) e a plataforma Waze.

    Em conjunto procuram minimizar os atropelamentos de linces nas estradas, um dos principais fatores de mortalidade desta espécie por causas humanas.

    Como funciona o sistema Waze

    Emite um sinal ao condutor sempre que circula em estradas dos territórios onde existem linces. Se um deles se aproximar a menos de 200 metros de cada lado da estrada, recebe um sinal. Não diz que é um lince, mas diz que há um animal nas proximidades.

    Utiliza um dispositivo que assenta em tecnologia de rede LoRa (acrónimo para ‘long range’, em português longo alcance). É uma tecnologia de rádio frequência que permite comunicação a longas distâncias com um consumo mínimo de energia.

    Os sensores presentes estão nas coleiras de seguimento dos felinos, embora dos quase 300 linces que habitam a zona do Vale do Guadiana, apenas 12 têm coleiras com emissores LoRa, de momento.

    Os responsáveis vão, este ano, tentar colocá-las em mais 30 animais e, embora a iniciativa seja de Portugal, já cedeu a Espanha uma coleira equipada com um emissor LoRa para ser testada na zona da Andaluzia.

    A antenas próprias do sistema LoRa vão ser colocadas aproveitando a torre onde estão os recetores dos sinais de telemóvel”, esclareceu.

    Para tal, A Infraestruturas de Portugal e a e a Fundação Altice, que cede os cartões GSM [Sistema Global para Comunicações Móveis], têm permitido a colocação e já são três torres de telemóvel equipadas com o sistema LoRa na zona de Mértola e nas proximidades de Alcoutim.

    A população de linces na Península Ibérica está progressivamente a afastar-se do risco de extinção e superou os 2.000 exemplares em 2023, o dobro relativamente a 2020. O censo realizado nesse ano revela que no Vale do Guadiana habitam 291 linces.

    lince
  • País presta homenagem aos militares sinistrados

    Portugal vestiu-se de luto pela morte dos cinco militares mortos, ocorrido às 12:36 horas do dia 30 de agosto, quando o helicóptero bombardeiro ligeiro do Dispositivo do Combate a Incêndios Rurais (DECIR), com o indicativo operacional Hotel 16, caiu em linha obliqua nas águas do rio Douto.

    Tinha sido acionado para o combate ao incêndio rural em Gestaçô, Baião. Por ter sofrido um acidente, obrigando à amaragem violenta, no rio Douro, próximo da localidade de Samodães, Lamego.

    O socorro foi imediato, o piloto foi resgatado com vida, mas os cinco militares operacionais sucumbiramna tragédia.

    Os funerais com honrarias de quatro dos cinco militares mortos em acidente de helicóptero na passada sexta-feira foram realizados na tarde de onteme centenas de pessoas acompanharam as cerimónias em Lamego e em Moimenta da Beira.

    Presentes estiveram familiares, amigos, pessoas da comunidade, colegas de farda e autoridades de Estado, acompanharam os corpos. Na Igreja de Santa Cruz, em Lamego, a cerimónia religiosa foi presidida pelo bispo da cidade, António Couto.

    Contou com a presença do Presidente da República, o presidente da Assembleia da República, o primeiro-ministro e outros representantes políticos.

    Haverá um quinto funeral, do último corpo encontrado no Rio Douro, em Castro Daire, ainda hoje.

    As cinco vítimas, com idades compreendidas entre os 29 e 45 anos, eram do Distrito de Viseu e estavam de regresso do combate a um incêndio no Concelho de Baião.

    O piloto de 44 anos está a recuperar dos ferimentos e deverá permanecer por mais uns dias na enfermaria de Ortopedia do Hospital de Vila Real.

    As causas do acidente continuam sob investigação. O GPIAAF tenciona publicar amanhã uma nota informativa dando conta das constatações iniciais da investigação e do caminho a prosseguir.

  • Nova viatura para a Proteção Civil em VRSA

    Nova viatura para a Proteção Civil em VRSA

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António atribuiu uma nova viatura ao Serviço Municipal de Proteção Civil, com o intuito de reforçar a capacidade de resposta nas emergências.

    O investimento, que ascendeu aos 45 mil euros vai possibilitar o aumento da coordenação eficaz das ocorrências, o apoio em situações de proteção e socorro e vai facilitar, segundo a autarquia, os trabalhos de reconhecimento e de avaliação da situação municipal. A viatura integrará os postos de coordenaç

  • Centro de Meios Aéreos de Cachopo é transfronteiriço

    Centro de Meios Aéreos de Cachopo é transfronteiriço

    Trata-se de um projeto financiado com fundos europeus relacionados com a cooperação transfronteiriça, e o trabalho conjunto entre o Algarve e a província espanhola de Huelva. Prevê-se que as obras visitadas do Centro de Meios Aéreos de Cachopo, no concelho de Tavira, devam estar concluídas até setembro e contribuam para a cooperação transfronteiriça, na Proteção Civil com Espanha.

    O edifício que vai servir para a Proteção Civil, de forma que uma equipa acompanhe dali o combate a incêndios. Há um espaço para uma pista para meios a aterragem de helicópteros e partilha de boas práticas e formação.

    A ministra esclareceu que, na área da proteção civil, a cooperação com Espanha está muito avançada e Portugal, que partilha uma fronteira com Espanha, está ciente que o fogo não conhece fronteiras e, por vezes, o corredor de fogos vem da zona de Huelva para este território.

    O centro de meios aéreos permitirá dar uma resposta mais rápida em caso de incêndio florestal, numa zona de serra, a 40 quilómetros do litoral e da sede de concelho. Ana Abrunhosa está esperançada que o Centro de Meios Aéreos de Cachopo possa, no futuro, passar a ser uma infraestrutura definitiva, em vez de estar só operacional durante o período de maior risco de incêndios.

    A presidente da Câmara de Tavira, Ana Paula Martins, relevou que o centro tem como objetivo, em primeiro lugar, dar condições a bombeiros, pilotos e elementos da GNR que participam no dispositivo de combate a incêndios, entre 15 de maio e 15 de outubro, garantindo todos os meios para haver uma resposta imediata. Manifestou o desejo de que o helicóptero ficasse em permanência para aumentar em muito a resposta, uma vez que um carro de bombeiros para chegar demora uma hora e meia a duas horas e um helicóptero implica uma resposta imediata.

  • Lince ibérico respeitado à saída de Mértola

    Lince ibérico respeitado à saída de Mértola

    As fotografias que publicamos mostram a sequência do atravessamento da estrada Nacional 122, na saída de Mértola em direção a Beja.

    O lince avalia a situação, os condutores respeitam o animal, o trânsito imobiliza. Depois, atravessa calmamente. As fotos foram tiradas por José Vicente, de Vila Real de Santo António, que conduzia um autocarro de transporte de passageiros.

  • Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    Grades de protecção no Francisco Gomes Socorro

    O núcleo de serviços gerais do município de Vila Real de Santo António efetuou a colocação de uma grade de proteção junto à entrada do Campo Francisco Gomes Socorro, em VRSA.

    A medida pretende aumentar a segurança de todos os utentes do espaço, em especial das dezenas de crianças que frequentam aquele recinto desportivo.

    Da mesma forma, foram renovadas as lombas redutoras de velocidade na passagem de peões situada nas imediações do campo de futebol, de forma a garantir a segurança de todos os transeuntes.

  • Compromisso com a qualidade da água no Algarve

    Compromisso com a qualidade da água no Algarve

    No Dia Mundial da Monitorização da Água, que decorreu ontem, 18 de Setembro, depois de criado em 2003 pela American’s Clean Water Foundation, a empresa Águas do Algarve afirmou que faz da proteção dos recursos hídricos o seu compromisso e missão e garante aos algarvios «a melhor qualidade da água».

    O dia releva um programa internacional de educação e sensibilização e envolvimento da população mundial, para a proteção dos recursos hídricos, através da monitorização local dos mesmos.

    Para a monitorização da qualidade da água efetuada pela Águas do Algarve, a empresa afirma que ela «abrange todo o ciclo de captação (superficial e subterrânea), tratamento e distribuição de águas para consumo humano aos Municípios, e outras entidades gestoras do setor, bem como o controlo das águas residuais processadas nas ETAR da região do Algarve».

    O controlo da qualidade da água destinada ao consumo humano é efetuado de modo a cumprir «não só a exigente legislação europeia e nacional aplicável, como também as orientações da Organização Mundial de Saúde e as Recomendações do Regulador do sector – ERSAR».

    Adicionalmente, a Águas do Algarve afirma que optou por uma maior exigência de qualidade, tendo obtido uma Certificação do Produto “Água para consumo humano”, segundo a Recomendação nº02/2011, da ERSAR

  • Incêndio de Castro Marim luzes e sombras

    Incêndio de Castro Marim luzes e sombras

    As chamas já se extinguiram no incêndio que lavrou nos concelhos de Castro Marim, Vila Real de Santo António e a polémica instalou-se quanto ao apoio dos Bombeiros Voluntários aos populares que extinguiam o fogo, especialmente em zonas de habitação dispersa e quanto ao auxílio não prestado pela câmara municipal a um canil onde terão morrido calcinados 14 animais,

    Luís Romão, presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António tinha garantido que não havia conhecimento desse espaço no município e que os serviços da autarquia salvaram cerca de 300 de um outro a funcionar legalmente.

    Depoimentos de populares que estiveram no local apoiaram o esforço dos bombeiros e do dispositivo, maior face à velocidade do vento, o excesso de calor e o tipo de vegetação. A balança pende decisivamente a favor dos bombeiros que chegaram a desfalecer no local pelo excesso de horas despendidas no combate.

    Zona do Terror

    Luís Guimarães, vila-realense que habitualmente percorrer a serra fala-nos que na sua «Voltinha matinal de bicicleta, na zona do “Terror”, e destaca, pela positiva, a presença ainda de Bombeiros de vários pontos de Portugal, após a extinção, quando observou viaturas de São João da Madeira, Estarreja, Odivelas, entre outras. «Era sempre assim que o nosso país deveria funcionar, solidários uns com os outros e seguir o exemplo destes homens e mulheres»

    Os 14 animais calcinados em Canil ilegal

    A porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, que visitou o local, disse que o veterinário municipal de Vila Real de Santo António sabia da existência do abrigo ilegal, onde morreram 14 animais, devido ao incêndio de Castro Marim.

    A líder do Pessoas-Animais-Natureza (PAN) esteve na zona do abrigo onde morreram os animais, na localidade de Santa Rita, onde pôde constatar a “falta de condições” do espaço, agora totalmente destruído.

    Nós temos conhecimento de que, desde 2018, este abrigo tinha sido denunciado, inclusivamente ao veterinário municipal [de Vila Real de Santo António], pelas associações de proteção animal. A mesma, tinha três abrigos, dois deles foram desmantelados, um em Castro Marim e outro em Tavira, e faltava desmantelar o de Vila Real de Santo António”, disse à agência Lusa.

    Gabinete de crise em Castro Marim

    Entretanto, em Castro Marim foi constituído um Gabinete de Crise para apoiar as vítimas do incêndio, que lavrou cerca de 9.000 hectares de floresta, segundo os dados da Proteção Civil.

    O presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, ainda, sublinhou a existência de falhas no combate ao incêndio, nomeadamente na retirada dos meios aéreos quando o incêndio foi declarado como dominado, e classifica os apoios do Estado, como «carregados de burocracia e morosidade», e que, por tal, podem não responder a estas situações, que requerem ajudas urgentes.

    Na primeira reunião do Gabinete de Crise, ficaram definidos apoios económicos urgentes aos agricultores mais carenciados; apoios à replantação de efetivos de produção; aquisições urgentes de rações para os animais; abertura de uma conta solidária para a população mais atingida.

    A concretização destas medidas municipais, é reconhecido, mas «representa um investimento considerável, mas entende o executivo que é fundamental para as pessoas e para o território».

    Área afetada

    O fogo de Castro Marim, dado como dominado na terça-feira, provocou um total de 5.957 hectares em área ardida, afetando ainda 163 edifícios e 2.774 hectares de áreas agrícolas, segundo o programa Copernicus da União Europeia.

    Após a ativação do mapeamento de emergência na passada segunda-feira a pedido de Portugal, entretanto desativado, o Serviço de Gestão de Emergências do Copernicus da União Europeia (UE) divulgou hoje dados sobre a dimensão dos danos causados pelo fogo na área de Castro Marim. 

    O incêndio, que teve início na madrugada de segunda-feira, chegou a ser dado como dominado nessa manhã, mas uma reativação durante a tarde levou as chamas aos concelhos de Vila Real de Santo António e de Tavira. O fogo foi dominado cerca das 16:00 horas de terça-feira, dia 17 de Agos de 2021.