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  • No Alentejo há programas de vindimas para todos os gostos

    No Alentejo há programas de vindimas para todos os gostos

    Vindimas noturnas, passeios de jipe e piqueniques entre as vinhas são algumas das propostas dos produtores que celebram a tradição, a colheita e os sabores da região

    Com o arranque das vindimas, o Alentejo volta a abrir as portas das suas adegas para celebrar um dos momentos mais marcantes do calendário vínico. Os programas, que se estendem por toda a região em várias unidades de enoturismo, permitem explorar a região alentejana através dos seus vinhos, da gastronomia e da cultura.

    A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) reuniu alguns dos programas de vindimas disponíveis, sobre os quais se pode obter mais detalhes na Rota dos Vinhos do Alentejo. A nossa Redacção considerou interessante apresentar este roteiro aos leitores, devido à abrangência da informação recolhida.

    Rota dos Vinhos do Alentejo – Évora
    Na Rota dos Vinhos do Alentejo, um espaço com a assinatura da CVRA que visa divulgar o enoturismo na região e, consequentemente, os Vinhos do Alentejo, a iniciativa permanente intitulada «Semana dos Produtores» permite dar a conhecer aos visitantes, nacionais e estrangeiros, quatro referências de vinhos de dois produtores distintos que são apresentados semanalmente, em sistema de rotatividade. No local, é também possível personalizar um roteiro com experiências que vão desde a visita à adega, provas de vinhos, gastronomia, safaris no montado, piqueniques, viagem de balão e muito mais.

    Morada: Rua Cinco de Outubro nº 88, 7000-854 Évora      
    Preço: €7,5 por prova e por pessoa (p.p.)  
    Reservasreservas.provas@vinhosdoalentejo.pt ou (+351) 266 746 498 

    Adega José de Sousa – Reguengos de Monsaraz 
    De 16 de agosto a 15 de setembro, a Adega José de Sousa propõe uma experiência de vindima que inclui visita à Adega dos Potes, onde o vinho continua a ser fermentado em talhas de barro, e à Adega Nova. A atividade termina com prova de três vinhos com petiscos da região, sendo ainda possível optar pelo programa com o almoço incluído. 

    Morada: Rua de Mourão 1, 7200-291 Reguengos de Monsaraz   
    Preço: €29 (sem almoço) e €60 (com almoço) p.p. 
    Reservasjosedesousa@jmfonseca.pt ou (+351) 918 269 569  

    Adega do Monte Branco – Estremoz 
    O programa de vindimas da Adega do Monte Branco começa com a receção da uva e a participação em alguns dos trabalhos típicos da época. Sempre que possível, inclui também a tradicional pisa da uva. A experiência de 2 horas e meia termina com uma prova de vinhos e mostos, acompanhada de um piquenique no terraço com snacks típicos da região. 

    Morada: Monte Branco, 7100-145 Estremoz 
    Preço: €50 por pessoa 
    Reservasenoturismo@adegadomontebranco.pt ou (+351) 910 945 592 

    Casa Relvas – Évora    
    Desde a vinha até à adega, o programa da Casa Relvas convida a participar em todas as etapas da vindima: passeio entre as vinhas, identificação de castas, análise de bagos, vindima manual, pisa a pé, prova de mostos e prova de vinhos e azeites.  

    Morada: Herdade de São Miguel, São Miguel de Machede, 7005-752 Évora   
    Preço: €65 por pessoa (sem almoço) ou €95 por pessoa (com almoço) 
    Reservasenoturismo@casarelvas.pt ou (+351) 266 988 034 / 917 295 358 

    Casa das Talhas (Adega Coop. de Vidigueira, Cuba e Alvito) – Vidigueira 
    Durante agosto e setembro, a Casa das Talhas convida a viver a vindima com os pés na terra. O programa inclui visita às vinhas dos associados, participação na colheita e pausa para o tradicional petisco da manhã — a “bucha”. De regresso à adega, é possível conhecer todo o processo de vinificação, antes de terminar com um almoço típico e a oferta de uma garrafa de vinho personalizada por pessoa. 

    Morada: Bairro Industrial, 7960-305 Vidigueira    
    Preço: €75 por pessoa 
    Reservashttps://adegavidigueira.pt    

    Casa de Santa Vitória – Beja   
    Entre 10 de agosto e 10 de setembro, este produtor de Beja promove um programa completo de vindimas, que começa com um welcome drink, segue-se um passeio pelas vinhas com colheita de uvas, visita à adega e à cave das barricas. A atividade termina com prova de vinhos Santa Vitória acompanhados de petiscos regionais, com oferta de uma garrafa de vinho Santa Vitória Seleção. O programa inclui ainda almoço no restaurante Alentejo Vineyards. 

    Morada: Herdade da Malhada, Santa Vitória, 7800-730 Beja 
    Preço: €65 p.p (mínimo 02 pessoas) 
    Reservasinfo@vilagale.com ou (+351) 284 970 100 

    Enoturismo Cartuxa – Évora  
    De 02 de setembro a 03 de outubro, a Cartuxa abre as portas a uma experiência de vindimas com assinatura própria. Em horários fixos — 11h00 e 16h00 —, os visitantes são convidados a participar na escolha manual das uvas e na tradicional pisa, num regresso às raízes da produção vínica. O programa inclui a prova de seis vinhos e dois azeites da Fundação Eugénio de Almeida, acompanhada por sabores típicos da região. Para uma vivência ainda mais completa, é possível juntar uma refeição harmonizada na Enoteca Cartuxa, no coração de Évora. 

    Morada: Estrada da Soeira, 7005-003 Évora 
    Preço: €200 (sem almoço) ou €275 (com refeição) 
    Reservasenoturismo.cartuxa@fea.pt ou (+351) 266 748 383 

    Ervideira – Vendinha / Reguengos de Monsaraz 
    A experiência “100 Pés” está de regresso e convida os participantes a pisar a uva manualmente, tal como os antigos produtores. Segue-se uma visita à adega, onde se dá a conhecer o processo completo de produção do vinho, desde a uva até à garrafa. O programa termina com uma prova de vinhos Ervideira acompanhada por uma tábua de sabores tradicionais alentejanos. 

    Morada: Herdade da Herdadinha, Vendinha, 7200-042 Reguengos de Monsaraz 
    Preço: €65 por pessoa 
    Reservasenoturismo@ervideira.pt ou (+351) 913 545 382 / 266 950 010 

    Esporão – Reguengos de Monsaraz 
    Na Herdade do Esporão, as vindimas são celebradas com um programa especial nos dias 18, 22, 29 de agosto e 5 de setembro. A experiência começa às 10h00 e inclui visita à vinha, à adega dos Lagares e à cave subterrânea. A atividade termina com um almoço no Wine Bar da Herdade do Esporão. 

    Morada: Herdade do Esporão, 7200-175 Reguengos de Monsaraz 
    Preço: €90 por pessoa  
    Reservasreservas@esporao.com, pelo contacto (+351) 266 509 280 ou através de https://www.sevenrooms.com/events/winebaresporao  

    Fita Preta – Évora    
    A partir de 19 de agosto, a Fita Preta oferece programas de vindimas focados na animação e no conhecimento do vinho. Os participantes podem experienciar a mesa de escolha da uva, a remontagem, análise de laboratório, prova de mostos e prova de vinhos, com a opção de participar na apanha das uvas.  

    Morada: Morgado de Oliveira, Estrada da Igrejinha, M527 – Km 109, Nossa Senhora da Graça do Divor, 7000-016 Évora 
    Preço: a partir de €150 por pessoa  
    Reservasenoturismo@fitapreta.com ou (+351) 918 266 993

    Gerações da Talha – Vila de Frades 
    Com raízes profundas na tradição do Vinho de Talha, o programa “Mexer das Talhas” oferece uma imersão única no modo de produção milenar da região. A experiência decorre na adega Gerações da Talha e inclui visita à adega, prova de três vinhos de talha acompanhada de petiscos típicos e a oportunidade de participar no ritual do “mexer das talhas”. Para quem quiser prolongar o momento, é possível acrescentar um almoço na adega ou um passeio de jipe pelas vinhas. 

    Morada: Rua de Lisboa, 29A, 7960-432 Vila de Frades 
    Preço: A partir de €30 por pessoa  
    Reservasgeral@geracoesdatalha.pt (+351) 913 789 476 

    Herdade da Malhadinha Nova – Beja  
    Desde a colheita da uva, ainda nas vinhas, até à transformação na adega, a Herdade da Malhadinha Nova propõe mergulhar na cultura de uma “Harvest Experience” de dois dias. O programa inclui visita à propriedade num veículo todo-o-terreno vintage, visita à adega, prova de vinhos, piquenique, pisa a pé nos lagares, passeio de moto 4, e ainda todas as refeições, com um jantar temático no Restaurante Organic & Inspired Cuisine. 

    Morada: Herdade da Malhadinha Nova, 7800-601 Albernoa, Beja 
    Preço: A partir de €780 por pessoa em quarto duplo  
    Reservasreservas@malhadinhanova.pt ou (+351) 284 965 432 

    Honrado – Vila de Frades 
    Este produtor alentejano tem experiências nas vindimas para todos os gostos: desde dar a conhecer o processo de vinificação, à lavagem da Talha, passando pela visita da Cella Vinaria Antiqua e das Ruínas Romanas, até à participação no workshop de olaria e a provas cegas.  

    Morada: Rua General Humberto Delgado 17, 7960-446 Vila de Frades 
    Preço: A partir de €50 por pessoa 
    Reservasenoturismo@honrado.pt ou (+351) 284 092 094 e (+351) 914 610 435 

    João Portugal Ramos – Estremoz  
    A Adega Vila Santa convida a viver a tradição das vindimas no coração do Alentejo. A experiência inclui a colheita manual das uvas, uma pausa para a típica “bucha” alentejana e a emblemática pisa a pé nos lagares de mármore. Segue-se uma visita guiada à adega e às caves, culminando num almoço típico harmonizado com vinhos da casa. 

    Morada: Adega Vila Santa, Estrada Nacional 4, 7100-149 Estremoz 
    Preço: €110 por pessoa 
    Reservashttps://www.jportugalramos.com/pt/natureing-with-wine/  
      
    Mainova – Arraiolos  
    “Moinante” é aquele que dorme durante o dia, porque esteve a noite toda na farra e é também o nome da experiência de vindima da adega Mainova. A Moinante Experience está disponível a 13 de setembro e propõe um programa que inclui uma visita ao campo com prova de um azeite com pairing, visita à adega e prova de mostos, um sunset ao som de DJ e o jantar em cozinha de fogo. Segue-se a vindima noturna, o observatório de estrelas e uma ceia. 

    Morada: Herdade da Fonte Santa, Estrada Nacional372-1, 7040-669 Vimieiro/Arraiolos   
    Preço: €110 por pessoa 
    Reservasenoturismo@mainova.pt ou (+351) 910 732 526   

    Monte da Raposinha – Montemor-o-Novo 
    Com visitas disponíveis de terça-feira a sábado, o Monte da Raposinha convida a descobrir a adega, o projeto e o terroir que dá origem aos seus vinhos, num ambiente descontraído e acolhedor. A experiência inclui prova de vinhos e tem a duração aproximada de uma hora. 

    Morada: Monte da Raposinha, Estrada do Couço, 7425-144 Montargil 
    Preço: €15 p.p. 
    Reservasreservas@montedaraposinha.com ou (+351) 933 357 778 

    Quinta do Quetzal – Vidigueira  
    Na Quinta do Quetzal, em pleno coração do Alentejo, as vindimas são celebradas com experiências que combinam tradição, gastronomia e os vinhos da casa. As atividades arrancam com a vindima manual e uma explicação do processo de vinificação, seguida de visita à adega. A experiência pode terminar com um piquenique preparado pelo Chef João Mourato, servido entre as vinhas, ou com um almoço harmonizado no restaurante do produtor, após a tradicional “bucha”. 

    Preço: €70 p.p. (piquenique) ou €100 p.p. (almoço harmonizado) 
    Morada: Estrada das Sesmarias, 7960-909 Vila de Frades 
    Reservasreservas@quintadoquetzal.com 

    Tapada de Coelheiros – Arraiolos      
    O convite na Tapada de Coelheiros passa por descobrir a essência das vindimas numa experiência sensorial em plena natureza, conhecendo a propriedade de jipe. Já na adega, a visita inclui a prova de mosto em fermentação e termina com uma prova exclusiva de vinhos da casa, harmonizados com uma seleção de produtos regionais  

    Morada: Tapada de Coelheiros, 7040-202 Igrejinha/Arraiolos    
    Preço: €75 p.p.   
    Reservasenoturismo@coelheiros.pt ou (+351) 266 470 000 

    Torre de Palma Wine Hotel – Monforte  
    Inspirado nas antigas tradições romanas, o Torre de Palma Wine Hotel propõe um regresso às origens com um programa de vindimas que honra a história do vinho na região. Entre agosto e outubro, os participantes podem colher uvas, selecionar os melhores cachos, visitar a adega e provar os mostos. A emblemática pisa a pé, em lagares de mármore de Estremoz, está disponível durante o mês de setembro, e a experiência termina com um almoço harmonizado com vinhos do produtor 

    Morada: Herdade de Torre de Palma, 7450-250 Monforte 
    Preço: €50 p.p. (sem almoço) ou €110 p.p. (com refeição incluída) 
    ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Reservasreservas@torredepalma.com ou (+351) 245 038 890 e 936 004 264 

    Publireportagem – MEDIA TAILORS

  • Água e Ecossistemas da Paisagem no Alentejo e Algarve

    Água e Ecossistemas da Paisagem no Alentejo e Algarve

    José Apolinário, presidente da CCDR do Algarve e António Ceia da Silva, participam na sessão. No domínio da resiliência e reforço da resposta aos desafios da água e às problemáticas das paisagens, a CCDR Algarve e a CCDR Alentejo, desenvolveram o ITI Água e Ecossistemas da Paisagem, incidente no território de fronteira das duas regiões, com foco em três domínios, recursos hídricos; ecossistemas terrestres e ambiente; e pessoas e território.

    Este Plano de Ação está previsto nos Programas Regionais do Algarve e do Alentejo, que «consubstanciam investimentos conducentes à sustentabilidade, resiliência e competitividade dos recursos, das comunidades e dos territórios de fronteira do Alentejo e do Algarve, particularmente vulneráveis às alterações climáticas e à desertificação, com impacto na sua disponibilidade hídrica e biodiversidade».

    Este instrumento mobilizará 32,5 Milhões de Euros (M€) de fundo do Programa Regional Algarve 2030, potenciando o desenvolvimento de projetos que se enquadrem as de proteção ambiental e dos ecossistemas; disponibilidade hídrica e uso eficiente da água; economia verde e circular; investigação e inovação; valorização e revitalização económica e social; capacitação e sensibilização.

  • CCDR Algarve e AMAL propõem reforço de 164,4 milhões no PRR regional

    CCDR Algarve e AMAL propõem reforço de 164,4 milhões no PRR regional

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve defendeu o reforço dos investimentos públicos no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, mais alojamento estudantil, requalificação e preservação do património cultural classificado e dinamização da economia azul, no âmbito da consulta pública do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Tendo sido aberta entre o dia 6 e 21 de abril a consulta pública relativa à Proposta de Atualização do PRR, a CCDR Algarve retomou a análise efetuada anteriormente pelo seu Conselho Regional em 21 de fevereiro de 2021, revisitando as candidaturas entretanto aprovadas e em execução e os projetos submetidos na primeira oportunidade, defendendo o reforço das verbas inicialmente previstas, num trabalho desenvolvido em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

    Os investimentos previstos nas componentes procuram a adequação da resposta de alojamento estudantil , a reabilitação do património classificado, o Hub Azul do Algarve e descarbonização economia do mara construção de novas infraestruturas e recuperação, reabilitação e ampliação de escolas do 2.º e 3.º ciclos e escolas secundárias, a Área de Acolhimento Empresarial de Lagos, a ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, a variante Norte a Olhão e reclamada também a requalificação da Estrada Nacional 2, entre Faro e São Brás de Alportel, o reforço do investimento alocado ao Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve) e a renovação da linha do Sul, no troço entre a Torre Vã e Tunes.

    A CCDR Algarve destaca a defesa da requalificação do património cultural classificado «sendo necessário um montante estimado de 35,4 Milhões de Euros, conforme levantamento efetuado pela área governativa da Cultura, através da Direção Regional de Cultura do Algarve (DRCA)».

    O PRR é classificado um dos principais instrumentos no âmbito do mecanismo de financiamento extraordinário da União Europeia (UE) Next Generation EU. Prevê um conjunto de reformas e de investimentos desenhados para acelerar a recuperação económica, no seguimento da pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, e a convergência com a União Europeia numa economia mais verde, mais digital e competitiva.

    No âmbito da sua missão e atribuições, compete à CCDR Algarve a coordenação e articulação das diversas políticas sectoriais de âmbito regional, contribuindo para a definição das bases gerais da política de desenvolvimento regional, no âmbito da política de desenvolvimento económico e social do País, dinamizando e participando nos processos de planeamento estratégico de base territorial, bem como fomentar parcerias entre agentes regionais e elaborar programas integrados visando a coesão e a competitividade territoriais.

    No âmbito da Lei Orgânica das Comissões de Desenvolvimento Regional, compete ao Conselho Regional, órgão consultivo da CCDR, representativo dos vários interesses e entidades relevantes da região, entre outras, «pronunciar-se sobre os projetos de relevância nacional a instalar na região” e “dar parecer sobre os planos e programas de desenvolvimento regional, nomeadamente sobre os planos e programas de investimentos da administração central na região».

  • Programa Bem Comum para a juventude em Castro Marim

    Programa Bem Comum para a juventude em Castro Marim

    É desenvolvido em parceria com a Coolpolitics, associação sem fins lucrativos e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Decorre ao mesmo tempo nos municípios de Pombal, Braga e Coimbra, tendo sido Guimarães o concelho onde se desenvolveu o projeto piloto, em 2020/21.

    O principal objetivo é «capacitar os jovens para atuarem em prol do bem comum na sua comunidade, de forma informada e sensível aos desafios de um desenvolvimento sustentável e visa tornar o trabalho dos municípios mais permeável ao contributo dos jovens.

    Castro Marim

    Divide-se em três fases. Por agora, foi iniciada a formação com a equipa de facilitadores para se organizem e e colaborarem em todo o desenvolvimento. Estas fase são:
    Matriz do Bem Comum onde se apontam quais os valores e temas que preocupam os jovens e que estes consideram realmente importantes; as ideias que têm para promover o bem no seu município. Neste âmbito está prevista a realização de oficinas em torno do que consideram qualidade de vida, refletindo criticamente e aprofundando conhecimento sobre a realidade local. Vão ser registadas e submetidas ideias na plataforma democraciadobemcomum.pt. São eleitas três ideias que se considerem potenciar a construção do bem comum da sua comunidade.

    Os jovens integram grupos de trabalho, ao lado de técnicos do município e, com o apoio de outros especialistas nas áreas em questão, vão transformar as ideias mais votadas em projetos estruturados e relevantes às especificidades locais. Enquanto isso, trabalham competências para a participação democrática, de comunicação, cooperação e organização;

    O Lugar Comum é o momento em que os jovens apresentam formalmente ao seu município, o resultado do trabalho coletivo e democrático que desenvolveram, em prol do bem comum, e que culmina na concretização do projeto escolhido pelos jovens, com o apoio e financiamento do Município.

  • Programa Operacional do Algarve cresceu na execução em 15,%

    Programa Operacional do Algarve cresceu na execução em 15,%

    Em Janeiro de 2021 era de 42,1% pelo que o no que findou foi, para o melhor ano na execução do Programa Operacional Regional, dentro desde o início do Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, transferindo 48,7 milhões de euros para a economia regional. .

    A CCDR algarve releva que a melhoria da execução foi acompanhada de um forte impulso da taxa de compromisso, que passou dos 89,3% no início de 2021 para 109,0% que se regista no início de 2022, «refletindo a aceleração na implementação do Programa Operacional Regional».

    Contribuiu positivamente para estes resultados a «essencial a colaboração e empenho de todos os beneficiários, dos municípios, da Universidade e das Empresas, entidades do terceiro sector, entidades desconcentradas da administração pública, suportados pelas estruturas técnicas da Autoridade de Gestão, da AMAL, dos GAL e dos Organismos Intermédios de apoio às empresas e ao emprego e inclusão social».

    Contudo, aquela entidade tem a ligeira frustração de «não obstante todos os esforços desenvolvidos e o trabalho em rede realizado, com uma monitorização mensal ao longo de todo o ano, a execução ficou em 96 % da meta prevista para 2021 e a taxa de execução, 2,6 pontos percentuais aquém do inicialmente projetado».

    Sublinha o reforço do investimento empresarial «em inovação produtiva, no emprego qualificado, em reabilitação urbana, património e equipamentos culturais, capacitação e modernização administrativa, eixos que no final de 2021 atingiram uma taxa de execução superior a 60% sobre o programado para o período 2014-2020, tal como o significativo aumento do investimento na ciência e investigação».

    A CCDRA fez saber que em 2022 a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional tem como meta «aumentar a taxa de execução em mais 20 a 22 pontos percentuais com o objetivo de atingir 78 a 80 por cento de taxa de execução no final de 2022, aumentando a eficiência na execução do Programa Operacional Regional, reforçando o investimento em inovação produtiva e competitividade, educação, infraestruturas escolares e cultura, ciência e inovação, emprego, empreendedorismo e inovação social, mobilidade suave, eficiência energética e energias renováveis, sempre num quadro de rigor e de cumprimento das regras de auditoria e controlo na aplicação dos fundos europeus geridos na Região», segundo o seu presidete José Apolinário, presidente da CCDR do Algarve e da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Algarve.

    A Comissão Diretiva presidida pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, tendo dois vogais, sendo o presidente da AMAL indicado pela ANMP e outro indicado pelo Governo.