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Etiqueta: prevenção

  • ANSR assina protocolo com Prevenção Rodoviária Portuguesa

    ANSR assina protocolo com Prevenção Rodoviária Portuguesa

    A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a Prevenção Rodoviária Portuguesa assinaram um protocolo de cooperação no Dia Mundial do Trânsito.

    O acordo visa reforçar as ações de prevenção e redução da sinistralidade rodoviária.

    A assinatura decorreu no passado dia 5 de maio, numa sessão presidida pelo Secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha. O protocolo estabelece um quadro de cooperação para desenvolver iniciativas conjuntas nas áreas do fator humano, investigação e desenvolvimento, engenharia de segurança rodoviária e consultoria técnica.

    O Presidente da ANSR, Pedro Clemente, indicou que a autoridade tem promovido parcerias com várias entidades, tendo já assinado protocolos este ano com a GNR, PSP, Instituto Politécnico de Leiria, Infraestruturas de Portugal, Brisa, Ascendi e Lusoponte. Estão previstas novas parcerias com o ACP e a Associação Nacional de Municípios.

    Alain Areal, Presidente da PRP, acompanhado pela Vice-Presidente Rosa Pita, considerou que a parceria “permitirá reforçar os meios institucionais e operacionais disponíveis” e aprofundar a cooperação técnica entre as duas entidades.

    Após a cerimónia, realizou-se uma reunião do Conselho Nacional de Segurança Rodoviária, convocada pela ANSR. Participaram representantes da GNR, PSP, Instituto da Mobilidade e dos Transportes, Direção-Geral da Saúde, PRP e Automóvel Club de Portugal.

    O encontro teve como objetivo promover a partilha de conhecimento entre os diferentes atores do sector e reforçar a articulação entre parceiros institucionais para desenvolver políticas públicas mais eficazes na área da segurança rodoviária.

    ANSR

  • Sapadores Florestais de São Brás de Alportel celebram oito anos de proteção da floresta

    Sapadores Florestais de São Brás de Alportel celebram oito anos de proteção da floresta

    A Equipa de Sapadores Florestais do Município de São Brás de Alportel, no passado dia 15 de março, celebrou o seu oitavo aniversário, o qual marca oito anos de dedicação à proteção da floresta, prevenção de incêndios rurais e apoio à comunidade local.

    Para assinalar a data, os sapadores florestais foram, alguns dias depois recebidos no Salão Nobre da Câmara Municipal, no dia 20 de março, pelo executivo municipal.

    A ocasião serviu para reconhecer o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, tendo a equipa recebido novo fardamento.

    Esta equipa encontra-se Integrada no Serviço Municipal de Proteção Civil, sendo gerida pelo Município e coordenada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

    A sua intervenção é fundamental na defesa da floresta contra incêndios e na gestão sustentável do espaço rural do concelho.

    O trabalho dos sapadores florestais passa pela limpeza e manutenção de caminhos e acessos florestais, criação de faixas de gestão de combustível em torno de infraestruturas, e limpeza e desobstrução de linhas de água.

    Paralelamente, a equipa desenvolve ações de sensibilização junto da população, presta apoio à realização de queimas controladas e realiza vigilância ativa do território.

    Equipada com formação especializada e equipamento adequado para situações de risco, a equipa assegura a primeira intervenção e o apoio ao combate a incêndios rurais, reforçando a capacidade de resposta do concelho em situações de emergência.

    De acordo com o município, enquanto agentes de proteção civil, «os sapadores florestais desempenham funções essenciais que incluem silvicultura preventiva, manutenção e proteção de povoamentos florestais, instalação e beneficiação de infraestruturas de defesa da floresta, vigilância e apoio ao combate a incêndios, e ações de estabilização de emergência».

    «A equipa de sapadores florestais é um exemplo de dedicação e serviço público, desempenhando um papel essencial na proteção do nosso território“» afirmou Marlene Guerreiro, Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, acrescentando:

    «Estes oito anos refletem um trabalho consistente, próximo da comunidade e fundamental para a segurança e valorização do concelho

  • IA da Google na prevenção de cheias no Baixo Guadiana

    IA da Google na prevenção de cheias no Baixo Guadiana

    A platafirma Google Flood Hub Prevê Risco de Cheias para os Próximos Dias


    A combinação de chuvas intensas e a gestão dos caudais da Barragem de Alqueva coloca a região do Baixo Guadiana sob vigilância. A plataforma Flood Hub, da Google, utiliza Inteligência Artificial para antecipar subidas do nível das águas, servindo como uma ferramenta crucial de utilidade pública.
    Vila Real de Santo António – A região do Baixo Guadiana enfrenta um cenário de vulnerabilidade meteorológica nos próximos dias. Com a passagem de sucessivas frentes de precipitação e a necessidade de descargas controladas na Barragem de Alqueva para modular os caudais afluentes, o risco de transbordo do rio em zonas críticas aumentou significativamente.
    De acordo com os dados mais recentes processados pela plataforma Flood Hub da Google, o modelo hidrológico aponta para uma subida gradual do nível das águas entre Mértola e a foz do Guadiana. A ferramenta, que cruza dados de satélite com previsões meteorológicas em tempo real, permite antecipar cenários de inundação com uma antecedência de até sete dias, oferecendo uma margem de manobra preciosa para as populações e autoridades locais.
    Tecnologia ao Serviço da Segurança
    O Flood Hub não é apenas um mapa de risco; é um sistema avançado de resposta a crises. Ao contrário dos métodos tradicionais, esta plataforma utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar dois modelos distintos:

    • Modelo Hidrológico: Prevê a quantidade de água que corre no rio.
    • Modelo de Inundação: Identifica as áreas específicas que serão afetadas e a profundidade prevista da água no solo.
      Utilidade Pública: Como o Cidadão Pode Proteger-se
      Para os residentes de localidades como Alcoutim, Guerreiros do Rio ou Azinhal, o acesso a esta informação é gratuito e direto. Através do portal Flood Hub, qualquer utilizador pode:
    • Visualizar em tempo real as zonas com maior probabilidade de inundação.
    • Receber alertas diretamente no smartphone através do Google Maps ou Pesquisa Google.
    • Planear a proteção de bens e a evacuação de gado ou veículos em áreas ribeirinhas antes que o pico da cheia ocorra.
      Recomendações das Autoridades
      Embora a tecnologia da Google ofereça uma previsão de alta precisão (estimada em cerca de 80% de correspondência com a realidade no terreno), a Proteção Civil reforça que estas ferramentas devem complementar os avisos oficiais do IPMA e das autarquias.
      Perante a previsão de chuva forte e vento para esta semana, recomenda-se à população que evite atividades junto às margens, garanta a desobstrução de sistemas de escoamento e acompanhe a evolução dos mapas de risco online.

    por Redacção GEM-DIGI

  • Incidências do Furacão Gabrielle e o Algarve

    Incidências do Furacão Gabrielle e o Algarve

    O furacão Gabrielle, atualmente classificado como categoria 4, encontra-se no Atlântico e dirige-se para o arquipélago dos Açores. A sua passagem está prevista entre quinta-feira à noite e sexta-feira, com ventos que podem atingir até 150 km/h e ondas superiores a 10 metros.

    Após atravessar os Açores, Gabrielle deverá perder intensidade ao encontrar águas mais frias, transformando-se numa tempestade extratropical. Ainda assim, poderá influenciar o estado do tempo em Portugal Continental, incluindo o Algarve.

    Impactos Potenciais no Algarve

    Embora os efeitos mais severos sejam esperados nos Açores e possivelmente no Norte e Centro de Portugal, o Algarve poderá sentir impactos indiretos, designadamente agitação marítima, esperando-se ondas de grande dimensão na costa sul, especialmente em mar aberto.

    O vento poderá apresentar-se de moderado a forte e ser sentido nas zonas costeiras e serranas. Podem registar-se períodos de chuva intensa: Ainda com incerteza na distribuição geográfica, mas possível em algumas áreas do sul.

    Nas zonas zonas ardidas, há a pPossibilidade de cheias rápidas, fluxos de lama e derrocadas em encostas instáveis.

    É recomendado que a população acompanhar os boletins meteorológicos oficiais e avisos da Proteção Civil, evite deslocações junto à orla costeira durante períodos de maior agitação marítima.

    Fontes: www.meteoestrela.pt; sicnoticias.pt; www.tempo.pt e Copilot
  • Castro Marim reforça combate a incêndios florestais com equipa de intervenção

    Castro Marim reforça combate a incêndios florestais com equipa de intervenção

    O Município de Castro Marim ativou a sua Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF) para garantir a vigilância diária e a primeira intervenção contra incêndios rurais durante o período de junho a setembro, com possibilidade de extensão consoante as condições meteorológicas.

    A EMIF, composta por seis operacionais e equipada com uma viatura de primeira intervenção, irá percorrer mais de 16 mil quilómetros em 122 dias, cobrindo todo o território concelhio. A iniciativa, coordenada pelo SEPNA/GNR no âmbito do DECIR, integra o esforço nacional de prevenção de incêndios florestais.

    O dispositivo conta com o apoio de diversas entidades, incluindo Sapadores Florestais, Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, SEPNA, vigilantes da natureza do ICNF e associações de caçadores.

    O município alerta para o elevado risco de incêndio devido ao acúmulo de pasto resultante das chuvas da primavera e apela à população para a adoção de comportamentos responsáveis e redobrados cuidados no uso do fogo durante o verão.

  • Balanço da Campanha «Zero ao Volante»

    Balanço da Campanha «Zero ao Volante»

    A campanha de segurança rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, promovida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre 4 e 10 de fevereiro e teve como objetivo alertar para os riscos da condução sob o efeito do álcool.

    Principais números e ações:

    • 349 condutores e passageiros sensibilizados em cinco ações da ANSR em Viana do Castelo, Castelo Branco e Lisboa, além de ações nos Açores e Madeira.
    • 4,2 milhões de veículos fiscalizados, sendo:
    • 4,1 milhões em controlo de velocidade por radar (3,7 milhões pelo sistema SINCRO da ANSR);
    • 75,4 mil veículos fiscalizados presencialmente pela GNR e PSP.
    • 26 mil infrações registadas, incluindo:
    • 876 infrações por condução sob efeito do álcool (820 no Continente e 56 nas Regiões Autónomas).
    • Destas, 654 detetadas pela GNR e 222 pela PSP.

    Acidentes registados:

    • 2.477 acidentes, com:
    • 7 vítimas mortais (homens entre 14 e 69 anos).
    • 27 feridos graves e 684 feridos leves.
    • Em relação ao período homólogo de 2024:
    • Menos 231 acidentes;
    • Mesmo número de vítimas mortais;
    • Menos 9 feridos graves;
    • Menos 157 feridos leves.
    • Os acidentes mortais ocorreram nos distritos de Braga, Coimbra, Faro, Leiria, Santarém e Setúbal e envolveram colisões, despistes e um atropelamento.

    Plano Nacional de Fiscalização (PNF)

    Esta foi a segunda das 11 campanhas planeadas para 2025. Estão previstas mais nove campanhas ao longo do ano, abrangendo temas como Velocidade, Álcool, Acessórios de Segurança, Telemóvel e veículos de duas rodas a motor, em conformidade com as recomendações europeias.

    Desde 2020, ANSR, GNR e PSP realizam campanhas anuais de sensibilização e fiscalização. Em 2025, 950 pessoas já foram sensibilizadas presencialmente, enquanto 146,3 mil condutores foram fiscalizados presencialmente e 8,9 milhões de veículos foram monitorizados por radar.

    🚗 Objetivo principal: Reforçar a segurança rodoviária e reduzir os acidentes causados pelo consumo de álcool ao volante.

  • Caçadores e associações na prevenção de fogos

    Caçadores e associações na prevenção de fogos

    Associações cinegéticas de Castro Marim recebem apoio do Município para continuar a prevenir incêndios

    Mais de uma dezena de associações cinegéticas do concelho de Castro Marim receberam, no final do ano de 2024, um apoio monetário do Município para continuarem o seu plano de prevenção de incêndios com limpeza de faixas de gestão de combustível e a criação de novas sementeiras.

    A entrega destes apoios decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Castro Marim e contou com a participação do executivo, da Proteção Civil e da Federação de Caçadores do Algarve, que reforçaram a importância desta iniciativa e deste protocolo na defesa do território.

    Este apoio faz parte de um protocolo que prevê a instalação e manutenção de pastagens anuais semeadas de sequeiro em rede de Faixas de Gestão de Combustível integradas nas zonas de caça associativas e municipais do concelho de Castro Marim, sendo uma medida estrutural de Defesa da Floresta Contra Incêndios e a conservação dos solos, que vai contribuir para o controlo da vegetação espontânea.

    Pretende-se ainda que este protocolo permita melhorar a eficácia na mitigação das alterações climáticas e a instalação de uma rede de defesa contra incêndios rurais, através da execução de parcelas da rede de faixas de gestão de combustível, implantadas estrategicamente de acordo com a coordenação dos serviços técnicos florestais do Município.

    Este protocolo com as coletividades cinegéticas e gestoras de zonas de caça associativa ou municipal do concelho de Castro Marim terá continuidade no ano de 2025 com um novo investimento de cerca de 60 mil euros, intervencionando uma área de 51 hectares.

  • Estratégia de prevenção afinada no Algarve

    Estratégia de prevenção afinada no Algarve

    O planeamento do SGIFR está totalmente operacional e o Algarve dispõe de todos os instrumentos estratégicos de prevenção de incêndios aprovados, anunciou a CCDR do Algarve.

    Foia a 16 de dezembro que ocorreu a reunião deliberativa da Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, presidida pela CCDR do Algarve, I.P..

    Nela foram aprovados os 16 Programas Municipais de Execução (PME) elaborados em estreita articulação com os Municípios e as diversas entidades responsáveis em razão da matéria.

    Estes programas são considerados pelas autoridades como fundamentais para a implementação da estratégia de prevenção de incêndios à escala municipal e consolidam a gestão multinível da gestão e prevenção de incêndios no Algarve.

    Estes PMEs são resultado da articulação entre os Municípios e as diversas entidades do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).

    Com a aprovação destes instrumentos, o Algarve passa a ter todos os seus programas devidamente aprovados e preparados para execução.

    Este marco, considera a CCDR do Algarve «representa um avanço decisivo na proteção do território e das comunidades, reforçando o compromisso com o objetivo de um Portugal protegido de incêndios rurais, cujo risco se agrava em resultado das alterações climáticas».

    Os Programas Municipais de Execução adaptam à escala local as diretrizes estabelecidas no Programa Regional de Ação (PRA), publicado em Diário da República a 29 de novembro, alinhado com a estratégia definida pelo Programa Nacional de Ação (PNA).

    Estes programas identificam os projetos prioritários, os locais a intervir, os calendários de execução e os recursos necessários para a sua concretização. Elaborados pelos municípios, em articulação com as comissões municipais, são instrumentos fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada face aos desafios da região em matéria de incêndios rurais.

    Com esta aprovação, o Algarve pretende também afirmar-se como um exemplo de planeamento e execução estratégica, de concertação entre os Municípios e as diversas entidades com competências específicas, liderando o caminho do modelo multinível de gestão integrada dos fogos rurais.

  • Prevenção reforçada em VRSA

    Prevenção reforçada em VRSA

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê precipitação forte, vento com rajadas até 80 km/h e possibilidade de trovoadas.

    Para proteger a população e mitigar os impactos das chuvas intensas, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, e em colaboração com os Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, esta a aplicar várias medidas de prevenção no terreno, designadamente a limpeza intensiva de sarjetas e sumidouros; a inspeção das estações elevatórias e os cursos de água mais vulneráveis.

    Todas as forças de segurança e equipas de emergência estão em prontidão máxima, preparadas para intervir e mobilizar recursos em caso de necessidade.

    No âmbito da coordenação municipal ativa foi instalado um posto de coordenação municipal no Quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, que está em contacto permanente com todas as entidades envolvidas, para responder de forma eficaz a qualquer situação que possa surgir.

    Na tarefa participam as Juntas de Freguesia do concelho.

  • O relatório da sinistralidade


    Segundo o divulgado no Relatório de Sinistralidade a 24 horas e Fiscalização Rodoviária de março de 2024, no primeiro trimestre de 2024, foram registados menos acidentes, menos vítimas mortais e feridos leves. Contudo os feridos graves aumentaram.

    De janeiro a março de 2024 foram registados 8.268 acidentes com vítimas, 105 vítimas mortais, 552 feridos graves e 9.642 feridos leves no Continente e nas Regiões Autónomas.

    Em relação a 2019, o ano de referência para monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves até 2030, fixadas pela Comissão Europeia e por Portugal – registaram-se menos 153 acidentes (-1,8%), menos 15 vítimas mortais (-12,5%) e menos 419 feridos leves (-4,2%). Contudo, apuraram-se mais 19 feridos graves (+3,6%).

    No Continente, registaram-se 7.918 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 103 vítimas mortais, 513 feridos graves e 9.254 feridos leves, durante o período em análise.

    Feita a comparação com o com o período homólogo de 2014, o número de vítimas mortais baixou (-1,9%), tal como o índice de gravidade (-15,5%). Em contrapartida, registou-se um aumento nos feridos graves (+17,1%), feridos leves (+14,4%) e nos acidentes (+16,0%).

    Comparativamente ao período homólogo de 2019, registou-se uma diminuição nos acidentes, nas vítimas mortais e nos feridos leves, com menos 131 acidentes (-1,6%), menos 14 vítimas mortais (-12,0%) e menos 393 feridos leves (-4,1%). Em contrapartida, houve mais 24 feridos graves (+4,9).

    Face ao primeiro trimestre de 2023, observaram-se aumentos em todos os indicadores, exceto no índice de gravidade. Registaram-se mais 251 acidentes (+3,3%), mais duas vítimas mortais (+2,0%), mais 17 feridos graves (+3,4%) e mais 337 feridos leves (+3,8%).



  • Dar ao volante folga ao telemóvel

    Dar ao volante folga ao telemóvel

    A campanha decorre entre os dias 7 e 13 de maio, tendo por objetivo alertar os condutores para «as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução».

    Quando se conduz a 50 km/h, observa a ANSR, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o que equivale a percorrer uma fila de 10 carros.

    A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas.

    A campanha «Ao volante, o telemóvel pode esperar» integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações
    regionais dos Açores e da Madeira.

    Ainda, as operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita ao manuseamento do telemóvel durante a condução.

  • GNR desencadeia Segurança MotoGP

    GNR desencadeia Segurança MotoGP

    A operação tem como princiapl iobjetivo garantir a segurança do evento, manter a ordem pública, assegurar a fluidez do tráfego e prevenir acidentes rodoviários, especialmente envolvendo veículos de duas rodas.

    No ano de 2023, foram registrados 84.600 acidentes na área de responsabilidade da GNR, resultando em 408 mortes e muitos feridos, com destaque para os 7.320 acidentes envolvendo veículos de duas rodas.

    A GNR realiza está a realizar ações de sensibilização em áreas de serviço e nas imediações do Autódromo, enfatizando a importância do uso de equipamentos de proteção pelos motociclistas. Além disso, o espaço aéreo na área do evento está interditado durante o período do MotoGP.

  • Limpeza de sumidouros em Castro Marim

    Limpeza de sumidouros em Castro Marim

    O Serviço Municipal da Proteção Civil de Castro Marim está a realizar trabalhos de limpeza nos sumidouros e sarjetas, que consistem na retirada de resíduos depositados no sifão e que provocam a obstrução da passagem das águas pluviais, podendo gerar mais facilmente problemas de inundações.

    Os trabalhos são periodicamente executados em todas as zonas urbanas com rede pluvial e, neste âmbito os serviços de limpeza pública de Castro Marim, procuram traduzir esforços e investimentos numa área de atuação que tem como objetivo a melhoria da qualidade de vida dos castro-marinenses.

  • Mais de mil acidentes durante a Operação Natal

    Foram divulgados pela PSP os dados provisórios da Operação Natal que revelam 1.101 acidentes, com um morto e 255 feridos. Foram passadas 4.059 autos de contraordenação, dos quais 1.084 por excesso de velocidade.

    Os dados fram ontem divulgados como ainda provisórios a abranger o período entre 19 de Janeiro e o passado domingo. Para além dos acidentes a PSP divulgou os dados intermédios da operação «Polícia Sempre Presente: Festas em Segurança 2022-2023», relativa à segurança rodoviária e que decorre até 02 de janeiro, adiantando que entre 19 e 25 de dezembro realizou também 157 detenções, das quais 79 se deveram a excesso de álcool e 59 a falta da carta de condução.

  • Algarve procura minimizar futuras catástrofes

    Algarve procura minimizar futuras catástrofes

    Três entidades, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e Agência para a Modernização Administrativa (AMA) estabeleceram um protocolo de cooperação que define o Algarve como a região piloto para o projeto, «Região Resiliente 2.0»

    Tiveram em conta a responsabilidade que lhes cabe na participação, à escala regional e local, nos princípios da Estratégia Internacional para Redução do Risco de Catástrofes, instituída pelas Nações Unidas através do Quadro de Sendai 2015-2030.

    O projeto “Região Resiliente 2.0” destina-se a criar «uma solução inovadora para a conceção de plataformas locais para redução do risco de catástrofes» e pretende promover a participação ativa dos cidadãos, das universidades, das empresas e dos serviços públicos nos esforços globais de criação de comunidades mais resilientes.

    Consideram que tal desígnio será obtido através da integração das medidas de redução do risco de catástrofes e de adaptação às alterações climáticas nas políticas locais, em linha com os objetivos da Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva 2030. Vai durar o tempo de um parto, nove meses, e abranger os 16 municípios que integram a AMAL, englobando quatro fases:

    Capacitação: capacitação imersiva para os elementos da equipa do projeto; investigação: trabalho de campo destinado a avaliar os desafios localmente existentes; conceção: desenvolvimento de uma solução em cocriação com todas as partes envolvidas; e experimentação: validação da solução entre todas as partes envolvidas.

    A equipa de projeto é composta por elementos da ANEPC, do Centro para a Inovação no Setor Público da AMA, da AMAL e dos municípios do Algarve.

  • Inferno em Monchique diz a Algarfuturo

    Inferno em Monchique diz a Algarfuturo

    «Infelizmente é o habitual: Calor = Incêndios em Monchique», sublinha a ALGFUTURO que diz ter acompanhado, estudado e proposto soluções, como aconteceu no último incêndio, do qual exibe fotos.

    «Tudo conhecido, mas poderes começam por demorar “séculos” a dar resposta às vítimas ou nunca dão. Medidas de fundo não há: Florestação ;- atração de população ; Incentivos a novas atividades; – Polos de vivência com serviços sociais comuns; Garantir limpezas das matas, recolha e aproveitamento de massa ardida;- Incentivos à reflorestação, etc., etc., etc.»

    Classifica como enorme a incompetência pública, sendo os bombeiros a sacrificar-se para salvar o que a incúria não preveniu. «A serra fica deserta de pessoas e vegetação, a água da chuva vai direta para o mar em vez de se infiltrar para recarga aquíferos, etc.. Mas nada: a causa é o asar!… Tão pequeno que é o Algarve é tudo litoral e turismo a caminho do colapso».

    Declaram-se solidários com a população, sempre com a esperança que, desta vez sem burocracias inventadas e sem falsas promessas, ajudem os prejudicados.

    «Nesta como noutras matérias querem quebrar-nos e calar a nossa voz, por todos os meios, mas nunca o conseguirão. Não baixaremos os braços, nem os nossos gritos de protestos», reiteram.