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Etiqueta: Pontes

  • Atrasos nas obras da Ponte do Vascão em Mértola questionados pelo PS

    Atrasos nas obras da Ponte do Vascão em Mértola questionados pelo PS

    O PS questionou o Governo sobre os «sucessivos atrasos» na obra de reabilitação da ponte da Ribeira do Vascão, no concelho de Mértola, distrito de Beja, lembrando que deveria estar pronta desde 30 de novembro de 2024.

    Numa pergunta entregue na Assembleia da República (AR), ontem quinta-feira, o deputado do PS eleito pelo círculo de Beja, Pedro do Carmo, argumentou que a empreitada, em curso, já foi alvo de dois adiamentos sucessivos e, agora, prevê-se a sua conclusão apenas a 30 de setembro deste ano.

    O parlamentar socialista, no documento dirigido ao ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, lembrou que a ponte da Ribeira do Vascão «constitui um eixo rodoviário entre o Alentejo e o Algarve», devendo a sua reabilitação, «iniciada a 30 de setembro de 2024», ter «sido concluída a 30 de novembro do mesmo ano».

    O prolongamento da obra «tem gerado fortes impactos negativos para a população e [para] os empresários de Mértola, nomeadamente no setor do turismo, da restauração e do comércio», afiançou o deputado.

    No documento, Pedro do Carmo questionou o Governo sobre as medidas a tomar para assegurar a conclusão urgente da obra antes do pico da época alta turística, assim como a previsão de criação de um plano de compensação para o município de Mértola e os empresários locais pelos prejuízos económicos já causados pela interdição prolongada da ponte.

    O socialista alertou ainda para as consequências do desvio do «tráfego para vias municipais sem condições», o que coloca em risco a segurança rodoviária e aumenta a degradação das infraestruturas locais.

    Em maio, por ocasião do último adiamento, a Infraestruturas de Portugal (IP), responsável pela empreitada, justificou que o atraso se devia à «dificuldade no fornecimento atempado de equipamentos necessários para o desenvolvimento da obra».

    Por isso, tornava-se imprescindível manter a interdição da circulação rodoviária na ponte, ao quilómetro 72,816 da Estrada Nacional 122 (EN122), que liga os distritos de Faro e Beja, no sudeste de Portugal.

    ./com Lusa e imagem Infraestruturas de Portugal
     
     
     
     
     
  • Alcoutim e San Lúcar de Guadiana celebram avanços no processo da Ponte

    Alcoutim e San Lúcar de Guadiana celebram avanços no processo da Ponte

    A construção de uma nova ponte internacional sobre o rio Guadiana, ligando Alcoutim, em Portugal, a Sanlúcar de Guadiana, em Espanha, deu um passo significativo em frente, com a aprovação formal do projeto por parte de ambos os governos. Esta infraestrutura, aguardada há décadas, é vista como um marco crucial para o desenvolvimento transfronteiriço, esperando-se que dinamize o turismo, o comércio e a mobilidade entre as duas comunidades.

    Atualmente, a ligação é feita exclusivamente por pequenas embarcações fluviais, o que limita consideravelmente o intercâmbio entre as duas margens. A nova ponte irá resolver este constrangimento, fortalecendo os laços culturais e económicos entre Portugal e Espanha nesta região.


    Próximos Passos e Previsões

    O acordo para a construção da ponte foi assinado na Cimeira Luso-Ibérica em Faro, a 23 de outubro de 2024, e entrou em vigor a 26 de junho de 2025, após a conclusão das formalidades constitucionais em ambos os países. O projeto de execução da ponte está concluído desde agosto de 2024, e o Município de Alcoutim, enquanto dono da obra, afirma ter cumprido todas as etapas sob a sua responsabilidade para o avanço do projeto.

    Para que a obra possa, de facto, arrancar, é essencial a aprovação formal do projeto de execução pelos governos de Portugal e Espanha, após um parecer favorável da Comissão Técnica Mista. Os autarcas de Alcoutim, Paulo Paulino, e de Sanlúcar de Guadiana, José María Pérez Díaz, apelam a que a reunião desta comissão ocorra “o mais brevemente possível”, e que as autoridades nacionais de ambos os países se comprometam com o financiamento e um prazo exequível para a realização da obra.

    Embora ainda não exista uma data exata para o início da construção, a conclusão do projeto de execução e a entrada em vigor do acordo são sinais claros do compromisso em concretizar esta obra. A expectativa é que o financiamento se enquadre nos prazos previstos pelo Plano de Recuperação e Resiliência e pelos contratos de financiamento, dado o caráter estruturante e a longa espera por esta ligação.

    Os próximos meses serão cruciais para a agilização da burocracia final, nomeadamente a reunião da Comissão Técnica Mista e a formalização dos compromissos de financiamento, que permitirão finalmente lançar o concurso para a construção da ponte e dar início às obras no terreno.

    Com GEM-Digi

  • Ponte Alcoutim-San Lucar de Guadiana é de interesse público nacional

    Ponte Alcoutim-San Lucar de Guadiana é de interesse público nacional

    O Governo da República acaba de anunciar que reconhece o relevante interesse público da construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, através do Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.

    Fez publicar o Despacho conjunto que reconhece como «ação de relevante interesse público a viabilização» do projeto de construção da ponte internacional sobre o rio Guadiana, hoje publicado no Diário da República, na sequência de proposta apresentada pelo Município de Alcoutim em articulação com a CCDR ALGARVE.

    O Governo reconhece como ação de relevante interesse público a viabilização, no âmbito do Regime Jurídico da Reserva Ecológica Nacional (REN), do projeto que pretende proceder à construção da ponte internacional entre as localidades de Alcoutim (Portugal) e Sanlúcar de Guadiana (Espanha).

    O Despacho produz efeitos da ocupação de uma área integrada na REN, no concelho de Alcoutim sujeita ao cumprimento das medidas mitigadora enunciadas no parecer da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P. (APA, I. P.), que deverão constar da licença ou autorização do projeto; das medidas de minimização e do programa de monitorização, constantes no parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. (ICNF, I. P.); e, das demais condições estabelecidas nos pareceres e informações estabelecidos pelas demais entidades participantes no processo, bem como às normas legais e regulamentares aplicáveis.

    O projeto da ponte internacional Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana visa estabelecer a interligação das duas margens do rio Guadiana entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola, favorecendo a aproximação cultural, social e económica do eixo inter-regional do Alentejo-Algarve-Andaluzia e, por inerência, o desenvolvimento dos territórios do interior, sendo um investimento que visa também fomentar a coesão territorial.

    O projeto será financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e concretizado pelo Município de Alcoutim (beneficiário final), tendo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve como beneficiário intermediário.

    Confirmando o seu compromisso na implementação da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) e sublinhando o seu impacto na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas nas zonas fronteiriças, os Governos de Espanha e Portugal assinaram na Cimeira de Faro o Acordo para a construção da Ponte Internacional sobre o Rio Guadiana, sendo esta declaração de relevante interesse público mais um passo para a sua concretização, que se traduzirá num investimento de cerca de 15 Milhões de Euros (M€).

    Para a abertura do concurso de empreitada da obra aguarda-se agora a aprovação do projeto de execução por parte da Comissão Mista Luso-Espanhola, conforme previsto no acordo, tendo o Governo da República Portuguesa, através do Ministério da Coesão Territorial já enviado a composição da delegação portuguesa às autoridades do Reino de Espanha. Aguarda-se agora a designação dos representantes das autoridades nacionais, regionais e locais do Reino de Espanha e da Junta de Andaluzia.

    Fonte: CCDR Algarve

  • Socialistas preocupados com a Ponte de Alcoutim

    O Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS), preocupado com a concretização da Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, dirigiu uma pergunta ao Governo sobre se ponte será incluída na agenda da próxima Cimeira Luso-Espanhola

    A lembrar que a ponte, que ligará Alcoutim (Algarve) e Sanlúcar de Guadiana (Andaluzia), é uma reivindicação antiga das populações locais, releva que este investimento não só unirá dois municípios como beneficiará toda a região do interior algarvio, permitindo uma ligação mais eficaz à província de Huelva, através da EN 127, e ao Alentejo, via EN 124″.

    O partido reivindica ao esforço do Grupo Parlamentar do PS”, que fez incluir a obra no Plano Nacional de Investimentos (PNI 2030) e no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), assegurando o financiamento necessário.

    O projeto também consta nas conclusões da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) e em várias cimeiras bilaterais entre os dois países, lembra.

    O Município de Alcoutim já temo projeto de execução finalizado, mas reconhecem os socialistas adiantam que persistem dificuldades relacionadas com os acessos em Espanha e a coordenação institucional.

    O investimento estimado é de 13 milhões de euros, podendo aumentar devido à subida dos custos das obras públicas.

    Jamila Madeira, Jorge Botelho e Luís Graça perguntam ainda se haverá um compromisso definitivo que garanta o cumprimento dos prazos do PRR, assegurando que o projeto se torne realidade.

    O Grupo Parlamentar do Partido Socialista considera que esta obra é fundamental para o desenvolvimento do interior algarvio e para o fortalecimento das ligações com Espanha.

  • Ponte Alcoutim-San Lúcar ligará nas estradas existentes

    Ponte Alcoutim-San Lúcar ligará nas estradas existentes

    O projeto, encontra-se em risco, uma vez que a obra precisa de estar concluída até 2026 para que possa ser garantido o financiamento, ao abrigo no Plano de Recuperação e Resiliência de Portugal, PRR.

    Notícias anteriores indicam que a burocracia tem sido em fator significativo no atraso da resposta espanhola ao início das obras desta ponte como já demos nota nas nossas páginas.

    O apresentou as suas preocupações de que a obra ainda depende de acordo sobre as ligações rodoviárias em território espanhol.

    Segundo conseguimos apurar, o projeto inclui a criação de novas infraestrutura rodoviárias que vão ligar a ponte às estradas existentes em ambos os lados da fronteira, sendo realizadas as respetivas obras de acesso.

    O início

    Foi no dia 8 de setembro de 2021 que a ministra da coesão territorial Ana Abrunhosa participou na assinatura do contrato financiamento da ponte entre Alcoutim e São Lucas de Guadiana, no mesmo dia em que foi assinada a escritura sobre a ponte do rio Sever.

    O acordos somavam 18 milhões de euros e os projetos deveriam ser com realizados pelas câmara Municipais de Alcoutim e Nisa com a intermediação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e do Alentejo, em ligação à estrutura da missão recuperar Portugal.

    Estas ligações entre o Algarve Andaluzia destinam-se a dar um novo impulso ao trabalho desenvolvido no âmbito da EuroregiãoAAA, que inclui também o Alentejo e ocupa 21% da superfície da Península Ibérica.

    Espera-se que a conclusão desse projeto que se melhora qualidade de vida da população e se a segurança rodoviárias portuguesas espanhola, reduzindo cerca de 70 km a ligação entre Alcoutim e São Lucas de Guadiana

    O início do processo remonta à na 21ª Cimeira Ibérica, encontro anual entre os governos de Espanha e Portugal ao mais alto nível que decorreu em 28 de outubro de 2021.

  • Obras na ponte do Guadiana em Serpa

    Obras na ponte do Guadiana em Serpa

    O atraso de três semanas na execução da primeira metade, no sentido Beja – Serpa, ficou a dever-se às condições encontradas nas camadas inferiores do tabuleiro da ponte sobre o Guadiana, tendo sido necessário ajustar as soluções técnicas, previstas para a regularização e repaviment

    Estão a ser desenvolvidos esforços para que o mesmo fique concluído dentro de dias, para depois dar inicio aos trabalhos no lado norte do tabuleiro, no sentido Serpa – Beja, que pretendem concluir até 9 de agosto.

  • Acidente na Ponte do Arade

    Acidente na Ponte do Arade

    Na Ponte do Arade, na manhã de ontem, diz ter sofrido um acidente de viação «em que um jovem embateu violentamente na traseira do meu veículo. O jovem, de apenas 17 anos, ficou em estado crítico, e, como pai de um rapaz da mesma idade, senti-me dilacerado ao vê-lo naquela condição».

    Diz que, durante intermináveis 30 minutos, ligou repetidamente para os serviços de emergência médica e apenas para ouvir uma mensagem gravada em português, espanhol e inglês, que o deixou num desespero absoluto.

    «A incapacidade de obter qualquer tipo de resposta em um momento daqueles é inaceitável e vergonhosa. O sistema falhou de forma abismal e deixou um jovem em perigo sem o socorro que lhe era devido».

  • Menos 30 minutos para chegar a Lisboa

    A nova ponte entre Lisboa (Chelas) e o Barreiro, recentemente aprovada pelo governo português, promete ser um marco significativo na infraestrutura do país.

    Esta ponte não só facilitará o acesso ao planeado aeroporto de Alcochete mas também visa melhorar consideravelmente a capacidade da infraestrutura ferroviária nas ligações ao sul de Portugal.

    Com a promessa de reduzir os tempos de viagem em cerca de 30 minutos nos percursos atuais para o Alentejo e Algarve, e aumentar a frequência dos serviços ferroviários, a ponte representa um avanço significativo para a mobilidade na região.

    A Área Metropolitana de Lisboa beneficiará igualmente, com uma redução de 10 minutos no percurso entre Lisboa e o Barreiro e de 30 minutos para Setúbal.

    Este desenvolvimento permitirá um reforço da oferta ferroviária suburbana nas linhas de Cintura, Sintra e no Eixo Norte-Sul, além de facilitar o tráfego ferroviário de mercadorias sem restrições.

    A ponte também promete aliviar a pressão habitacional sobre Lisboa, contribuindo para a revitalização do Arco Ribeirinho Sul, um projeto que visa reabilitar a zona entre Almada e Alcochete.

    Embora a ponte esteja planeada para suportar tanto o tráfego ferroviário quanto rodoviário, o governo ainda está a analisar se será exclusivamente ferroviária.

    Os próximos passos incluem a conclusão dos estudos sobre as características da ponte, a avaliação do impacto ambiental e a formação de um grupo de trabalho para analisar as acessibilidades ao novo aeroporto.

    Além disso, está em consideração um novo modelo de gestão para as três travessias do Tejo, o que sublinha a importância estratégica deste projeto para a região e para o país.

    O design da nova ponte que ligará Lisboa (Chelas) ao Barreiro é uma questão de grande interesse público e arquitetónico.

    Segundo as informações disponíveis, a ponte será uma estrutura rodoferroviária, integrando-se na Ligação de Alta Velocidade para Madrid. Este projeto ambicioso promete ser não apenas uma solução de infraestrutura prática, mas também um marco visual impressionante.

    A ponte terá uma linha férrea por baixo e uma estrada por cima, uma configuração que visa resolver vários problemas de capacidade e acessibilidade.

    A componente rodoviária complementará as travessias existentes, como as pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, enquanto a componente ferroviária se integrará na Rede Ferroviária Convencional, permitindo uma ligação de alta velocidade entre Lisboa e Madrid.

    Embora os detalhes específicos do design ainda estejam em fase de estudo, espera-se que a ponte seja uma obra de engenharia moderna e eficiente, com uma estética que reflita a sua importância e funcionalidade.

    A ponte não só melhorará a coesão territorial na Área Metropolitana de Lisboa, mas também se espera que se torne um ícone da paisagem urbana, contribuindo para a dinamização económica do Arco Ribeirinho Sul.

    Os estudos relativos às características da ponte estão em andamento, e a definição de um novo modelo de gestão para as três travessias do Tejo em Lisboa incluirá a construção desta nova estrutura. Com o avanço dos estudos e a conclusão dos estudos de impacte ambiental, mais detalhes sobre o design da ponte serão revelados ao público.

    ./com Copilot
  • Separadas por 70 quilómetros, mas à vista

    Separadas por 70 quilómetros, mas à vista

    Trata-se de uma questão de bloqueamento, por questões de enquadramento Internacional, uma vez que existem ainda tês barreiras a superar.

    Existe a necessidade de um entendimento entre os governos da Junta de Andaluzia, liderado por JuanMa Moreno, e o governo nacional de Espanha, conduzido por Pedro Sanchez, acerca dos acessos no lado espanhol. Estas obras implicam expropriações e Madrid considerou ser necessário um acordo entre ambos os países sob a forma de Convenção Internacional.

    Do lado de Portugal está-se a aguardar que o governo espanhol se pronuncie sobre o estudo de impacto ambiental já submetido pelas autoridades portuguesas em outubro passado e transmitidas às entidades espanholas em dezembro recebido pela junta da Andaluzia no passado dia 8 de fevereiro.

    Apolinário considera que do lado de Portugal já foram dados os passos necessários, que este impasse se tem mantido e a CCDR do Algarve tem Estado em contato com a junta da Andaluzia.

    A ponte ligará a uma estrada que é da responsabilidade da deputação provincial do Huelva. A exigência de um novo acordo partiu do lado de Espanha, porque em 2022, na 33ª Cimeira Ibérica já os dois países tinham assinado acordos para que a construção fosse até 2025 quer ada sobre o rio Guadiana entre Alcoutim e San Lucar del Guadiana quer no rio Sever entre Nisa e Cedilho.

    O Presidente da CCDR do Algarve José Apolinário lembrou que há uma verba contratualizada para financiar a construção da ponte, cujo beneficiário final, no lado de Portugal, é a Câmara Municipal de Alcoutim e que tem como prazo o ano de 2025, podendo apenas estender-se até junho de 2026.

    Para aquele dirigente regional, significa que, para que estes prazos possam ser cumpridos, o concurso para a construção da Ponte sobre o Guadiana tem de ser lançado, no máximo até aos próximos 90 dias. A dificuldade será se não conseguir cumprir o prazo, contratualizado no âmbito do PRR.

    Sem a ponte, as localidades fronteiriças de San Lucar del Guadiana, separadas apenas pelo leito do Guadiana, estão distanciadas por 70 quilómetros de estradas.

  • Ponte de Alcoutim receberá parte dos 140 milhões para as ligações transfronteiriças

    Ponte de Alcoutim receberá parte dos 140 milhões para as ligações transfronteiriças

    Naquela cidade beirã foi feita a apresentação e a assinatura das adendas aos contratos de financiamento pelo PRR das Ligações Transfronteiriças, que incluem as ligações Bragança-Puebla de Sanabria (Espanha), Vinhais-Bragança (Estrada Nacional 103), Itinerário Complementar 31 (entre Castelo Branco e Monfortinho), ponte internacional sobre o rio Sever (entre Montalvão e Cedillo) e ponte internacional sobre o rio Guadiana (entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana).

    Esteve presente a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa e o presidente da Recuperar Portugal, Fernando Alfaiate.

    Na sede da Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, foram assinadas as cinco adendas aos contratos de financiamento para as Ligações transfronteiriças.

    «Estas cinco ligações transfronteiriças foram dos primeiros projetos anunciados, porque para nós era fácil porque já estavam identificadas pelos dois governos português e espanhol como prioritários», frisou Ana Abrunhosa.

    A governante, salientou que só na Cimeira Luso-Espanhola da Guarda, que se realizou em 2020,«foi assinado o primeiro documento político daquilo que é uma ligação muito longa».

    «Esse documento político revelou-se importante para as escolhas que fizemos a seguir. A partir daí essa estratégia também passou a ser o nosso referencial para o POCTEP [Programa de Cooperação Transfronteiriça Interreg Espanha-Portugal]. Se há uma estratégia ela é conjunta», declarou.

    Consideradas todas as ligações transfronteiriças «estamos a falar de 110 milhões de euros iniciais, que na reprogramação [do PRR] passou para 140 milhões de euros».

    Esta medida tem como objetivos alavancar o desenvolvimento da mobilidade transfronteiriça e melhorar a competitividade das empresas promovendo, por exemplo, a mobilidade dos trabalhadores

    Fonte: Recuperar Portugal
  • Ponte Alcoutim – SanLúcar de Guadiana vence mais uma etapa

    Ponte Alcoutim – SanLúcar de Guadiana vence mais uma etapa

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    Tendo financiamento assegurado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), este investimento público será concretizado pelo Município de Alcoutim, contando com a intermediação e colaboração técnica da CCDR Algarve, na ligação à Estrutura de Missão Recuperar Portugal e com as diversas autoridades espanholas e andaluzas, constituindo um projeto que mobiliza o Município de Alcoutim e o Ayuntamento de Sanlúcar de Guadiana.

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  • Há dinheiro para a Ponte de Alcoutim mas projeto ainda demora

    Há dinheiro para a Ponte de Alcoutim mas projeto ainda demora

    Muitos encaram este sonho com algum cepticismo, uma vez que em várias vésperas eleitorias, quer para as autarquias locais quer para a Assembleia da República, já ali se colocaram diversas primeiras pedras.

    Desta vez não foi uma primeira pedra o alvo da cerimónia, mas a assinatura dos contratos de financiamento da ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana com as presenças do presidente da câmara Municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves, do alcalde de Sanlúcar de Guadiana, José Maria Perez Dias, presidente da Estrutura de Missão RECUPERAR PORTUGAL, de Fernando Alfaiate, presidente da CCDR Algarve, de José Apolinário, da delegada da Junta de Andalucía em Huelva, Bella Verano Domínguez, e da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

    Portanto, a coisa parece agora mais próxima de se tornar realidade, porém o que está para já assegurado é o financiamento, mas falta a definmição da localização, os estudos preliminares, o estudo de impacto ambiental e a adjudicação da obra, o que significa mais uns anos de espera. Fala-se em 2026, o que significa mais cinco anos, pelo menos.

    A comissão política distrital do PSD/Algarve considerou que a sessão de assinatura de contratos de financiamento para a obra da nova ponte entre Alcoutim e Sanlúcar, ainda sem projeto definido, visa apenas “influenciar” os resultados das Autárquicas.

    “Sucede que não há sequer projeto, nem esboço de projeto, nem estudos ambientais, nem cronograma, o que para o efeito de campanha eleitoral da manipuladora máquina do Estado a favor do PS é irrelevante”, destacam os sociais-democratas, em comunicado.

    Recorde-se, a ministra Ana Abrunhosa, o presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves, e o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, José Apolinário, assinaram na quarta-feira contratos de financiamento relativos à construção da Ponte Internacional de Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    Para o PSD algarvio, a cerimónia não teve outro objetivo que não fosse influenciar as Autárquicas previstas para 26 de setembro, uma vez que «nada foi feito até este momento», tratando-se de um «desrespeito doentio pela democracia».

  • De cara lavada e iluminada a Ponte Internacional do Guadiana faz 30 anos no domingo

    De cara lavada e iluminada a Ponte Internacional do Guadiana faz 30 anos no domingo

    A empreitada de conservação da ponte rodoviária que liga Castro Marim, no Algarve, a Ayamonte, na região espanhola da Andaluzia, tinha sido iniciada em iniciada em meados de 2017, tendo sido pagos nove milhões de euros, valor repartido e suportado em partes iguais pelos dois países, segundo as IP.

    A reabilitação da infraestrutura, cuja conclusão chegou a estar anunciada para 2018, incluiu a substituição integral dos tirantes, um sistema composto por 128 cordões constituídos por sete fios de aço galvanizado entrelaçados, que liga as torres – com cerca de 100 metros de altura – e o tabuleiro rodoviário.

    Veja também a história da ponte e da sua construção

    Além dos tirantes que ajudam a suportar a ponte sobre o rio Guadiana, a intervenção incluiu trabalhos de pavimentação do tabuleiro, arranjos dos passeios e guardas de segurança, reparação dos elementos de betão armado, entre outros.

    As obras, anunciadas em Junho de 2017 pela IP e por Pedro Marques, então ministro do Planeamento e Infraestruturas, tinham inicialmente um prazo de conclusão previsto de 525 dias.

    Meses mais tarde, a IP, confrontada com a incapacidade da empresa adjudicatária da intervenção, a Soares da Costa, SA, de cumprir o prazo delineado para a intervenção, procedendo a uma nova revisão contratual, realizada a 21 de dezembro de 2017.

    Foi também acrescentada uma nova tem agora nova iluminação ornamental, documentada por uma espetacular fotografia de um cidadão espanhol Luís Concepción, captada do lado espanhol, que se tornou viral nas redes sociais, tendo sido partilhada em plataformas como o Facebook ou WhatsApp. A instalação desta nova iluminação faz parte das obras de requalificação que a Ponte Internacional do Guadiana tem sido alvo desde 2019.

  • Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Alcoutim quer Ponte com Espanha e Açude na Foupana

    Também porque vai contribuir para o desenvolvimento do concelho e para assegurar a resiliência do território aos episódios de seca e é de «extrema relevância» a inclusão destes empreendimentos no Plano de Recuperação e Resiliência;

    Nessa mesma proposta o PS aprecia positivamente o facto do PRR enquadrar a intervenção em ligações transfronteiriças, designadamente no que concerne ao concelho de Alcoutim, a Ponte Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana, visando o desenvolvimento da mobilidade transfronteiriça.

    Depois, a moção considera que a Ribeira da Foupana é um dos principais cursos de água do concelho, apresentando-se como um importante ativo na definição de respostas que visem o aumento das reservas de água a nível local e regional e que a construção de um açude no seu curso «contribuirá para o combate à desertificação, melhorando a resiliência do sistema hídrico, através do reforço da capacidade de armazenamento, constituindo uma relevante mais- valia na resposta às necessidades de água da região, sem prejuízo de outras opções complementares».