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Etiqueta: planos

  • São Brás e o plano de apoio ao associativismo

    Dando continuidade ao Plano Municipal de Apoio ao Associativismo, considerado como «uma estratégia motora de desenvolvimento do concelho, por manter o entendimento da premência da cooperação e do reconhecimento do papel único das associações locais na realidade e desenvolvimento sociocultural do concelho e na dinâmica da comunidade», a Câmara Municipal de São Brás de Alportel tem 554.313,50 euros do orçamento municipal de 2024 para o associativismo.

    O Plano Municipal de Apoio ao Associativismo abrange também protocolos de cooperação com outras associações locais de outras áreas, mas de relevante interesse para o município, tais como: a Associação de Agricultores de São Brás de Alportel, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel, a Coração100Dono -Associação de Defesa e Proteção dos Animais Abandonados e a Santa Casa da Misericórdia – Museu do Traje de São Brás de Alportel.

    O Plano Municipal de Apoio ao Associativismo é aprovado e concretizado anualmente pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel privilegia mais o apoio à componente formativa dos clubes desportivos e das associações culturais em detrimento dos eventos, bem como reforçou o montante de apoio às associações que pretendam investir na aquisição de viaturas próprias para a realização das suas atividades, que se cifra agora num montante até 10 mil euros.

  • Seca em Loulé vai ter plano de contingência

    Seca em Loulé vai ter plano de contingência

    Este instrumento de planeamento dotará o município com um mecanismo que lhe permita «lidar de forma eficaz com períodos de seca, garantindo a diminuição dos seus efeitos e danos».

    O plano é elaborado num momento em que a totalidade do território continental vive um período que aponta para uma seca meteorológica e quando o Algarve implementa o «Plano Regional de Eficiência Hídrica».

    O PMCPS de Loulé inclui medidas de preparação, prevenção, contingência e adaptação, com horizontes temporais de curto, médio e de longo prazo, que deverão tornar as diferentes componentes da cadeia de utilização de água mais resilientes e espera-se que «ajude, em termos operacionais, a dinamizar a atualização do cadastro de infraestruturas hidráulicas, a georreferenciação e a renovação do parque de contadores, a revisão da estrutura tarifária, a criação de zonas de medição e controlo e, em momentos de especial severidade do fenómeno, a imposição de condicionamentos ao consumo de água dos maiores consumidores e/ou a suspensão temporária de equipamentos públicos.»

    O município de Loulé está a apela rà participação e envolvimento de todos uma vez que considera ser «este é o momento em que é possível os interessados darem o seu contributo, apresentando sugestões que enriqueçam este instrumento orientador e operacional, podendo fazê-lo através do Portal Participa».

  • Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    Espanha prepara planos contra inundações no Guadiana

    A Confederação Hidrográfica do Guadiana submeteu a informação pública, durante um período de três meses, a documentação correspondente à “Proposta de plano de gestão do risco de inundação”, no valor de 153 milhões de euros, entre 2022 e 2027.

    As inundações em Espanha constituem o risco natural que causa maiores danos, tanto em perda de vidas humanas e danos materiais que têm ocorrido ao longo do tempo e este organismo da vizinha Espanha que atua na bacia do Guadiana entende que o combate aos seus efeitos passa pela implementação de soluções estruturais e não centradas na prevenção, protecção e preparação. 

    Destaca os planos de Protecção Civil e a implementação de sistemas de alerta precoce ( 12,85 milhões de euros), bem como a recuperação de rios e margens (53,33 milhões de euros), e a melhoria da continuidade fluvial, transversal, longitudinal e sedimentar (59,33 milhões de euros).  

    As autoridades costeiras competentes e as autoridades de proteção civil estabelecem objetivos de gestão de risco de inundação para cada Área de Risco Potencial de Inundação Significativa (ARPSI), concentrando sua atenção na redução das potenciais consequências adversas das inundações para a saúde humana, meio ambiente, patrimônio cultural, atividade econômica e infraestrutura.

    O ARPSI foi determinado durante a revisão e atualização da Avaliação Preliminar de Risco de Inundação (EPRI), aprovada em 12 de abril de 2019. Junto com os mapas de perigo e de risco de inundação, relatados pelo Comitê de Autoridades Autoridades Competentes do Distrito da Bacia Hidrográfica em 17 de março , 2020, constituem a informação fundamental em que se baseiam os PGRIs.