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Etiqueta: pintura

  • Faro recebe “Eva

    Faro recebe “Eva

    Exposição de Cláudia Gonçalves em destaque no AP Eva Senses

    O hotel AP Eva Senses, em Faro, abriu as suas portas à arte com a inauguração da exposição “Eva” da artista Cláudia Gonçalves. A mostra, patente até ao dia 12 de abril, apresenta uma coleção de obras que exploram o abstracionismo matérico, um estilo contemporâneo focado na textura e na expressividade dos materiais.

    A inauguração da exposição, que decorreu recentemente no hotel, contou com a presença da artista, amigos, familiares e representantes da direção do AP Eva Senses.

    As obras de Cláudia Gonçalves destacam-se pela utilização de tons neutros e orgânicos, como beges, cremes e brancos. Através de técnicas de aplicação em camadas e efeitos de profundidade, a artista cria composições que procuram transmitir sensações de equilíbrio, serenidade e elegância.

    A exposição “Eva” está instalada num espaço dedicado à promoção de artistas locais, inaugurado no ano passado pelo AP Eva Senses. Esta iniciativa visa reforçar o apoio do grupo AP Hotels & Resorts à cultura da região algarvia.

    O AP Eva Senses, um hotel de quatro estrelas localizado no centro de Faro, oferece vistas privilegiadas para a Marina da cidade e para o Parque Natural da Ria Formosa. A exposição “Eva” surge como mais uma atração para hóspedes e visitantes, consolidando a aposta do hotel na promoção da arte e cultura local.

  • Maria Manuela Santos apresenta exposição de pintura “Florestas Azuis”

    Maria Manuela Santos apresenta exposição de pintura “Florestas Azuis”

    No próximo dia 3 de Julho, às 18:00 horas na Biblioteca Municipal de Vila Real de Santo António, a pintora Maria Manuela Santos, apresenta a exposição «Florestas Azuis» que ficará em exibição até dia 31 de Julho, na qual alerta para a Importância vital dos Ecossistemas Costeiros.

    Uma exposição da artista e arquiteta paisagista Maria Manuela Santos, intitulada “Florestas Azuis”, busca consciencializar sobre o papel crucial dos ecossistemas costeiros na mitigação das mudanças climáticas e na preservação da biodiversidade.

    A mostra, que apresenta obras em diversas técnicas como acrílico e aquarela, explora a beleza e a importância das chamadas Florestas Azuis, manguezais, pradarias marinhas e outros habitats costeiros na captura e armazenamento de carbono, bem como na proteção das zonas costeiras.

    A artista enfatiza a urgência de proteger esses ambientes, alertando para a rápida degradação que sofrem, com consequências graves para a vida marinha, terrestre e a segurança das comunidades costeiras.

    A exposição é um chamado à ação, incentivando uma mudança de atitude em relação à natureza e à valorização desses ecossistemas vitais.

    Maria Manuela Santos, portuguesa radicada no Algarve, combina a sua formação em arquitetura paisagista com uma paixão pelas artes.

    As suas obras são inspiradas nas memórias, experiências e preocupações com o meio ambiente, resultando em composições poéticas e coloridas.

    A artista tem participado em diversas exposições individuais e coletivas em Portugal, Espanha, Cabo Verde e Coreia do Sul, e é membro de associações de arte nacionais e internacionais.

  • Elisabete Guerreiro expõe na Stronddo

    Elisabete Guerreiro expõe na Stronddo

    A Stronddo Art Gallery, localizada no Chiado, Lisboa, está atualmente a exibir as obras da artista portuguesa Elisabete Silva Guerreiro Isabel. Esta colaboração foi recentemente destacada pela galeria, que expressou satisfação em apresentar o trabalho, agora disponível em Stronddo.art.

    Elisabete Guerreiro é pintora e professora de Educação Visual. A sua obra caracteriza-se por cores vibrantes e formas geométricas, refletindo uma abordagem contemporânea à arte visual.

    Além de exposições individuais, participou em eventos coletivos, como a “Luces de Portugal en Sevilla”, uma exposição coletiva no consulado de Portugal em Sevilha, comemorando o centenário da primeira feira Ibero-americana na cidade.

    Entre as suas obras disponíveis na Stronddo Art Gallery destacam-se Cores Tropicais II e Flamenca, que exemplificam a sua exploração de temas culturais e naturais através de paletas de cores intensas e composições dinâmicas.

    A Stronddo Art Gallery é uma plataforma dedicada à convergência artística, oferecendo uma seleção curada de pinturas, esculturas, impressões e fotografias. A galeria visa conectar artistas, entusiastas e a comunidade, celebrando o poder unificador da criatividade.

    Para mais informações sobre a exposição de Elisabete Guerreiro e outras coleções, visite o site oficial da Stronddo Art Gallery.

  • Anas Mendes expõe em Ayamonte e em Faro

    Anas Mendes expõe em Ayamonte e em Faro

    A vila realense Ana Mendes vai expor os seus quadros na Galeria «EL PASSAGE» em Ayamonte, a partir do próximo dia 13 e até 30 de Janeiro de 2025. Entre 1 e 16 de Fevereiro vai estar em Faro no Espaço Cultura do Forum Algarve.

    Ana Mendes iniciou a sua viagem pelas artes plásticas há cerca de três anos, na sequência da convalescença de uma doença e, desde então, já expôs na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António; na Casa André Pilarte, em Tavira; e no IPDJ – Instituto Português, em Faro.

    Conversámos com Ana Mendes que se mostra satisfeita com o acolhimento que está a ter às suas obras, com vontade de prosseguir esta nova vocação e contribuir para a elevação cultural do concelho de Vila Real de Santo António, onde reside.

    Ana Mendes - Passage
  • Maria Manuela Santos expõe em Portimão

    Maria Manuela Santos expõe em Portimão

    A exposição surge das inquietações da artista, no que diz respeito à preservação da biodiversidade. Pretende com a temática dar a conhecer plantas exóticas que são invasoras agressivas e transmitir a mensagem da necessidade de as controlar, pois elas comprometem o ambiente, a economia e a saúde humana.

    «BELAS» salienta as caraterísticas de cada espécie invasora com uma composição onde a imagem feminina é uma constante, em homenagem às mulheres, que silenciosamente constituem os alicerces da sociedade.

    A artista Maria Manuela Santos nasceu em Angola e atualmente vive e trabalha no Algarve. Formou-se em Arquitetura Paisagista na Universidade de Évora. Demonstrou, desde cedo, curiosidade e habilidade para as artes, telas, pincéis e tintas. Aprecia diferentes técnicas artísticas, mas privilegia os acrílicos, o óleo e a aguarela.

    A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 8:30 horas e as 17h00, na área de Atendimento ao Público da EMARP.

    exposições
  • Oficina artística Retratos de Família

    Oficina artística Retratos de Família



    A exploração artística através da ilustração, colagem, desenho e pintura,
    com artista plástica Elisabete Guerreiro decorre no domingo, 20 Outubro, das 14h30 às 18h00 no Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela /CMVRSA, na Antiga Escola Primária de Santa Rita


    Será a partir de retratos de família, que os participantes serão convidados nesta oficina artística a explorar diferentes técnicas de desenho, ilustração colagem e pintura, dando uma nova vida a fotografias antigas.

    Ponto de partida para a oficina, váo ser os registos associados à exposição patente no CIIPC «Mulheres da minha aldeia, Santa Rita». Porém os participantes são desafiados a levar fotografias ou originais ou impressões de antigas fotografias de família.

    A exploração destas técnicas, na oficina e mais tarde em casa, pode dar origem a cartões e ou álbuns de família que serão ofertas especiais em aniversários e datas festivas, anota o CIIPC.

    A oficina será orientada por Elisabete Guerreiro, artista e professora de Educação Visual. Expõe desde os anos 80 em diversos países. Colabora em diversos projectos artísticos e é formadora da APEVT. Tem publicações em revistas de arte e criação da imagem dos cartazes para o Dia Internacional da Mulher em Faro.

  • Van Gogh via mais longe na atmosfera

    Van Gogh via mais longe na atmosfera

    Pintada por Vincent van Gogh em 1889, a obra “A Noite Estrelada” é amplamente reconhecida por sua beleza e impacto visual, anota o site brasileiro Olhar Digital, sobre uma nova interpretação da icónica pintura.

    Trata-se de uma nova análise conduzida por cientistas da Universidade de Xiamen, na China, que revelou a consistência entre as pinceladas de van Gogh na obra com as leis da turbulência atmosférica.

    «A pintura revela uma compreensão profunda e intuitiva dos fenômenos naturais», afirma em comunicado o físico Yongxiang Huang, um dos autores do estudo.

    No entanto, além de ser uma peça icônica do pós-impressionismo e a mais cara da coleção do pintor, estudos recentes sugerem que as pinceladas do artista capturam com precisão fenômenos físicos relacionados à turbulência.

    Ele sugere que o artista captou o movimento das nuvens e a turbulência da atmosfera por meio de observação cuidadosa ou por uma percepção inata de como representar o dinamismo dos céus.

    Fonte: Olhar Digital
  • Ana Mendes expõe em Tavira

    Ana Mendes expõe em Tavira

    «Reflexo da Alma» é o lema da exposição de Pintura que Ana Mendes apresenta esta tarde na Casa André Pilarte, em Tavira e que se encontrará exposta até ao dia 30 de Agosto.

    Acredito piamente no dom que a Ana tem para exprimir sentimentos, na maioria das vezes vindos de um subconsciente muito oculto, através das suas obras. Sou apreciador imparcial de quadros e , na verdade pouco entendido no tema. Tenho mais amigos pintores até reconhecidos a um nível mais alargado de público interessado em investir em arte mas, os olhos dos quadros da Ana são de uma dádiva inata que nenhuma técnica pode imitar. Tenho a felicidade de ser proprietário de algumas obras dela, que me dão sempre essa sensação de expressão pura e especial. É para mim uma aposta muito clara em tema de arte e, sei que irá longe sem qualquer tipo de dúvida. Visitem e apreciem a exposição que hoje tem início
    .É uma viajem com mistura de sentimentos vários à pureza da expressão e um sentir fora da selva do nosso dia a dia apressado. Trabalho de equipa com o Carlos Afonso e o Cani artista e amigo de toda a vida a quem agradeço todo o interesse e entusiasmo genuíno.
    VISITEM!…é o meu modesto conselho.

    Kim Morgado
    Ana Mendes exposição
  • Ana Lima Mendes expõe pintura em Vila Real de Santo António

    Ana Lima Mendes expõe pintura em Vila Real de Santo António

      Ana Lima Mendes, nasceu em 26 de fevereiro de 1968, vive em Vila Real de Santo António, sendo filha de pais algarvios oriundos de famílias humildes que ela própria assinala que lhe transmitiram os bons valores que carrega até aos dias de hoje.

      Assinala que a arte lhe surgiu como forma de expressão, quando as palavras lhe faltavam e constitui um passatempo que lhe surgiu há cerca de dois anos, com o objetivo de manter a mente ocupada, mas que, rapidamente, se lhe apoderou do quotidiano.

      «Como destemida que sou, tentei desenvolver uma nova aptidão, pois acredito que nunca é tarde para continuar a sonhar», revela na sua nota de apresentação, a que FOZ – Guadiana Digital teve acesso.

      Diz que a sua vida se resume em simples palavras «Sou forte, porque já fui fraca, sou destemida, porque já tive medo e sou sábia, porque já fui tonta».

      Nós que bem conhecemos a cidadã Ana Mendes, entendemos que há coisas na vida que sempre nos surpreendem.

    • «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

      «Ficções» é exposição de pintura de José Carlos Barros em Vila Real de Santo António

      Na Biblioteca Municipal Vicente Campinas e com a presença do autor José Carlos Barros, poeta e escritor galardoado com o primeiro prémio da editora Leya, foi ontem, 8 de janeiro, inaugurada a exposição de pintura «Ficções» que estará permanente até ao próximo dia 31 de janeiro.

      A exposição apresenta desenhos a lápis de cor ou a pastel e tinta industrial «quase como se fosse um diário de ausências e memórias do que não existe ou está noutro lugar».  São dezoito quadros, e alguns deles podem ser adquiridos, têm preço que pode ser consultado.

       José Carlos Barros proferiu algumas palavras de apresentação da sua exposição. Começou por dizer que «expormos nem sempre é coisa muito fácil, muito agradável. Depois, ainda por cima, está associado a uma coisa que é, quando nos expomos, é porque achamos que o que fazemos merece o olhar das outras pessoas. E isso, por vezes, também nos deve recomendar alguma prudência. Não deixa de ser sempre um bocadinho, um atrevimento, fazer estas coisas». 

      Acrescentou que «Sejam grandes ou pequenas obras, eu levo a escrita a sério, portanto, quando escrevo um livro, quer dizer o que lá está, enfim, é aquilo que eu consegui fazer e, portanto, investi nisso seriamente». 

      Referindo-se à sua ação nas artes plásticas disse que «o caso do desenho, da pintura, é diferente porque é uma espécie de divertimento e de coisa, que está sempre um bocadinho ao lado. E agrada-me às vezes, embora nem sempre as pessoas percebam isso, porque isto ao referir-se à pintura, também não é uma coisa muito para o público». 

      Depois destas breves palavras, José Carlos Barros apresentou os quadros e explicou os respectivos motivos. «Este aqui chama-se Resident 1909. Eu gosto muito de pintura. E fui apaixonado por um quadro do Kirchner que se chama Dresden. Bem, a partir daí eu fiz um desenho que já não tem nada a ver com o quadro original, mas onde me apeteceu meter 1909. Tem ali umas pessoas do lado direito no quadro. Aqui está a chover. Do outro, não chove e, portanto, são os jogos destes».

      E, mudando para outro «Ficamos sempre um bocado fascinados com Marrocos. Aquilo é uma, enfim, interpretação de Tetuan, que eu fiz com base em algumas fotografias que tirei, especulando de tal maneira que, às tantas, os prédios já são letras. Já é um a um B ou 19, ou umas palavras que estão ali bem escondidas.»

      E ainda outro «Ali está um, a partir de uma fotografia, uma radiografia aos pulmões».

      Falou depois sobre o seu processo de pintura, das tintas mais ou menos baratas que utiliza para a elaboração dos seus quadros, do uso dos materiais reciclados. Deteve-se num quadro «Sítio do Alto», «Uma coisa que eu conheço há muitos anos que passo ali a pé, por razões que me interessam, agora quase diariamente, e ver todos os dias chaminés de mestre a cair. Coisas de boa arquitetura a cair, e nós sabemos depois o que é que vai substituir sempre estas coisas, que é a má arquitetura». 

      Aproveitou, então, para falar da preservação, dizendo que «O património, não é só aquela coisa que vem de trás e nós devemos proteger isto, que é muito bom, sem percebermos muito bem que o património é feito a cada ano. Quer dizer, eles, quando fizeram aquelas coisas, estavam a fazer património e nós, neste momento, não estamos a fazer património para o futuro. Fez-se na primeira metade do século com as multibandas com as chaminés, e neste momento não se está a fazer e, portanto, é uma tristeza»

      Revelou, a seguir, que, quando teve um problema de coração e depois começou a andar a pé, o ter descoberto esse fascínio, que classifica agora como uma coisa maravilhosa. Percebeu também que as coisas são vistas de outra maneira e reparou que nunca as tinha visto, as coisas à volta da sua própria casa. 

      «Anos e anos, nunca as tinha visto. Comecei a ver as abas das chaminés, os pormenores das platibandas, etc. É uma tristeza perceber que quase de quinze em quinze dias cai uma chaminé. Se calhar, caem quatro ou cinco e no Algarve, ao todo, devem cair umas quinze ou vinte por semana ou de 15 em 15 dias. Estão todas a desaparecer. Portanto, a pintura também serve um bocado para isso». 

      José Carlos Barros teve a assistir, para além do público, os responsáveis da Biblioteca Municipal e  todo o staff institucional da cultura, na autarquia de Vila Real de Santo António.

      Fernando Horta, vereador, classificou a exposição e o trabalho do autor como «uma base clara, disruptiva de um processo inquieto de criação, que é de alguém que observa delicadamente, aquilo que anda e aquilo que se encontra à sua volta, e tem esta capacidade, acho que já comparada com Aquilino».

    • Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

      Eurocidade do Guadiana terá dinâmica diferente

      É pelo menos o que se depreende das palavras preferidas por Álvaro Araújo, presidente da câmara Municipal de Vila Real de Santo António, na abertura da exposição de pintura e a escultura «2 MARGENS», inaugurada na passada sexta-feira, 7 de Julho, no centro cultural António Aleixo da cidade de pombalina. «Nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda maior e que sirva as três comunidades por igual»., disse.

      Também o novo executivo de Ayamonte, saído da recentes eleições autárquicas em Espanha, nomeou já uma nova conselheira para a Eurocidade do Guadiana.

      Em breve e no âmbito da rotatividade estabelecida, Vila Real de Santo António a assumirá a presença da Eurocidade do Guadiana e o novo presidente ressaltou já que valorizava o trabalho existente neste território, no objetivo do reunir as duas margens do rio.

      Álvaro Araújo afradeceu aos distritos artistas plásticos e dos poetas do Guadiana, quanto a este desenho transfronteiriço, na pessoa da Ayamontina Ana Feu, sob cuja iniciativa nasceu a exposição, que tem já quatro anos de exibição de distintas obras. Terminou dizendo «nós queremos que a Eurocidade tenha uma projeção ainda melhor e que sirva as três comunidades por igual.

    • CCDR Algarve expõe Rosinda Vargues

      CCDR Algarve expõe Rosinda Vargues

      A inauguração decorreu na segunda-feira, dia 5 de setembro. «Diálogos Cromáticos» é o tema central da exposição de pintura, em acrílico sobre tela. A natureza e a sua preservação, bem como a sua visão sobre o mundo real, ligado às suas memórias, sentimentos e inquietações, são a fonte de inspiração da pintora.

      «A artista pretende sensibilizar a comunidade para um maior envolvimento e consciência em relação ao meio natural, como são exemplo as variações ambientais provocadas pelas Alterações Climáticas. O mar e a Ria Formosa ocupam um lugar de destaque na sua obra», anota a entidade promotora.

      Quem é Rosinda Vargues

      Artista plástica nascida em Olhão (Pechão) e residente em Faro há mais de duas décadas, Rosinda Vargues é licenciada em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Seguiu a carreira profissional de Professora de Educação Visual em Lisboa, tendo regressado ao Algarve passados alguns anos. Exerceu em várias escolas e na Escola EB 2/3 Dr. Joaquim Magalhães, em Faro. Como artista plástica tem vindo a realizar várias exposições individuais e coletivas de pintura e de fotografia.

      A exposição «Diálogos Cromáticos» tem entrada livre e está aberta ao público na CCDR Algarve, na Praça da Liberdade, nº 2, todos os dias úteis entre as 10 e as 17 horas.

    • Arte pelas ruas de Ayamonte encerra hoje

      Arte pelas ruas de Ayamonte encerra hoje

      É um total de 130 artistas ligados, com mais de mil obras, numa exposição ao ar livre, pelas ruas da cidade fronteiriça a Vila Real de Santo António, a magia da Caminhada pela Arte, ausente durante os dois anos, por causa da pandemia da Covid-19.

      Regressaram as grinaldas de lâmpadas às suas estreitas do centro de Ayamonte. Cor, luz, a arte e cultura neste município que leva a arte nas suas idiossincrasia e é berço do grande artistas da pintura e da escultura,

      Lola Martín, irmãos González Sáenz, Rafael e Joaquín, José Vázquez, o ilustrador Prudencio Navarro Pallares ou do escultor que criou o seu próprio estilo no imaginário andaluno do Século XX, Antonio León Ortega.

      Esta nona edição e é organizada pelo workshop de arte La Escalera e pela câmara municipal da cidade fronteiriça, que nutre uma imensa admiração por Joaquín Sorolla, pintor que capturou como nenhum outro a luz do Sul, da Andaluzia.

      A Caminhada pela Arte foi inaugurada na sexta-feira à noite no centro cultural da Casa Grande pela presidente da câmara, Natalia Santos, que, para além dos aspetos relacionados com a atividade artística, destacou o impacto económico deste evento cultural.

      Este ano incorporaram também as atuações da Pulse and Pick Orchestra da Polymnia Association of Ayamonte, e um quarteto de cordas de Huelva, que colocou a nota musical nas duas noites de arte.

      A última edição presencial do Paseo por el Arte contou com obras de cerca de 120 artistas, bem como a presença, segundo o Consistório Ayamontino, de mais de 28.000 visitantes.

      A iniciativa surgiu do entusiasmo dos artistas que compõem o workshop de arte La Escalera, que sempre se convenceram de que é possível reunir profissionais e amadores de arte no mesmo espaço, e que Ao mesmo tempo, também quiseram reconhecer o trabalho de artistas desaparecidos. Outro dos seus objetivos sempre foi apoiar a cultura da sua cidade.

    • Exposição transfronteiriça «2 Margens» no Guadiana

      Exposição transfronteiriça «2 Margens» no Guadiana

      O projeto teve origem em plena pandemia da Covid-19 e, apesar das dificuldades dela decorrentes, consolidou-se como um encontro fixo com a arte no Verão – Programa Cultural em Vila Real de Santo António.

      Há o compromisso da câmara municipal de dar visibilidade aos artistas participantes de ambas as margens do Guadiana, Espanha e Portugal, em que são apresentados trabalhos originais de pintura, escultura e cerâmica.

      Na quinta-feira, 7 de julho, foi inaugurada uma nova edição da exposição multidisciplinar 2 MARGENS no Salão do Centro Cultural António Aleixo, desta vez dedicada à pesca e ao mar. No evento estiveram, presentes o delegado de cultura da Junta de Andaluzia José Correa, o vice-presidente da Eurocidade do Guadiana Ricardo Cipriano, e os vereadores da Cultura de Vila Real de Santo Antônio e Ayamonte, respetivamente São Pires e Remédios Sánchez, assim como os artistas participantes e público.

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      O núcleo de pintoras e as vereações

      O mundo marinho, as artes de pesca, os mares e praias, a indústria conserveira e, em suma, durante muitos anos o sentimento e o modo de vida de um povo, o seu trabalho e sustento, reflete-se em algumas pinturas cheias de força e expressividade , nas cores e texturas, são tantos os estilos quanto as artistas. Um ambiente que o envolve  em tempos passados ​​e presentes.

      Peixes coloridos, cheios de vida e movimento, que foram o foco principal das pintoras da Luz de Mujer, nesta exposição.A disciplina de pintura é representada por mulheres pintoras do coletivo Luz de Mujer, criado em 2019 por Ana Feu, por ocasião do centenário da obra «La Pesca del Atún» pintada por Sorolla em Ayamonte. Este coletivo, realizou inúmeros projetos em Espanha e Portugal, expondo em diversos museus e instituições de ambos os países.

      Num passeio pela exposição, encontramos uma instalação com artes de pesca, redes, cordas ou potes, e numa ilha central da sala, as esculturas de peixes mágicos que nos observam feitas com peças de automóveis recicladas, e as ondas de cerâmica que se movem e parecem nos espiar-nos.

      Participam os pintores Ana Feu, Áura Nobre, Carla Mourão, Elisabete Guerreiro, Karina Mülher, Rosa Gómez, Manuela Santos, Nuria Fuentes, Rocio Romero.

      E, na escultura marca presença João Jesus, e na cerâmica José António Conceição e Nelson Martins.

      A exposição 2 MARGENS, A PESCA E O MAR, pode ser vista no Centro Cultural António Aleixo até o dia 8 de agosto, de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 19:00 horas.