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Etiqueta: perigos

  • Um milhão de animais nas ruas do País

    Um milhão de animais nas ruas do País

    Segundo revela o Jornal de Notícias de hoje, há 931 mil animais a viver nas ruas, de acordo com o Censo Nacional de Animais Errantes.

    De 607 pessoas inquiridas, cerca de 27% já se sentiram ameaçadas por um cão errante.

    Destas, 44 foram atacadas em 2022 e 10 foram mordidas ou viram alguém da sua família ser mordido por um cão errante.

    Quanto aos gatos, os números dos ataques denunciados pelos inquiridos são menores.

    No entanto, 28 pessoas garantiram ter sido atacadas e até mordidas por gatos ou viram alguém da família a ser atacado.

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  • Caravela portuguesa nas costas de Portugal

    Caravela portuguesa nas costas de Portugal

    Foram registadas observações de mais de mil organismos no referido arquipélago e mais de uma centena na área de Peniche.

    Aquele Instituto apresenta o conjunto de cuidados a tomar:

    • Se detetar uma caravela-portuguesa, não lhe toque e informe as pessoas que se encontram nas imediações. Localizadas nos tentáculos, as suas células urticantes são capazes de causar queimaduras severas, mesmo após a morte do animal.
    • Uma vez que esta é a espécie mais perigosa de gelatinosos que ocorre no país, nunca é demais alertar para os cuidados a ter em caso de contacto inadvertido com a mesma. Comece por lavar a zona afetada cuidadosamente com água do mar sem esfregar, remova então possíveis vestígios da pele com uma pinça e aplique compressas quentes (40º C) durante 20 minutos ou vinagre sem diluir. Por fim, dependendo da gravidade da situação, procure um profissional de saúde.
    • O projeto de ciência cidadã GelAvista realiza, desde 2016, a monitorização de gelatinosos em toda a costa portuguesa. Trata-se de um projeto do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que desafia os cidadãos a contribuir para o desenvolvimento da ciência através da comunicação de avistamentos das espécies que ocorrem no país.
    • Só com a colaboração de todos será possível saber a área de ocorrência e estimar a abundância desta e de outras espécies, assim como conhecer melhor os seus padrões de distribuição sazonal e espacial.
    • Participe na monitorização de gelatinosos em Portugal, enviando os seus avistamentos através da aplicação GelAvista ou para plancton@ipma.pt.
    • Mais informamos que estamos disponíveis para qualquer esclarecimento adicional que entendam necessário.