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Etiqueta: percursos

  • Rede de 322 km liga o património geomineiro da Faixa Piritosa Ibérica

    Rede de 322 km liga o património geomineiro da Faixa Piritosa Ibérica

    Uma nova e ambiciosa rede de percursos pedestres e cicláveis acaba de ser lançada no Alentejo, com o objetivo de divulgar a riqueza histórica, natural e geomineira de uma das regiões mineiras mais importantes do mundo: a Faixa Piritosa Ibérica (FPI).

    A Rede de Percursos da Faixa Piritosa Ibérica estende-se por 322 quilómetros, divididos em seis etapas, e atravessa um total de sete concelhos.

    A área de intervenção abrange os municípios de Aljustrel, Castro Verde, Almodôvar, Serpa e Mértola, no Baixo Alentejo, e estende-se a norte até Grândola e Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, ligando assim vastas áreas do território através de rotas dedicadas ao turismo ativo.

    A iniciativa, inspirada no sucesso da Rota Vicentina, foi promovida pela Esdime – Agência de Desenvolvimento Local de Aljustrel, em parceria com a Alentejo XXI, a ADL, a Terras do Baixo Guadiana e a Rota do Guadiana.

    A rede contou ainda com o apoio da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, refletindo um esforço concertado para valorizar esta dimensão do território.

    De acordo com Isabel Benedito, presidente da Esdime, o projeto vai além da simples oferta de um novo produto turístico. O foco está em criar uma rede que valorize a identidade e o território local, destacando a singularidade da sua dimensão geomineira.

    Os percursos incluem antigas zonas de exploração mineira, trilhos naturais e áreas ambientalmente sensíveis, como a Reserva da Biosfera de Castro Verde, classificada pela UNESCO.

    O investimento total no projeto ascendeu a cerca de 200 mil euros, sendo financiado através do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR).

    A apresentação oficial ao público desta nova infraestrutura de turismo de natureza ocorrerá no contexto do Alentejo Walking Fest. Este evento, que decorre entre 30 de outubro e 9 de novembro, irá servir de montra para as múltiplas rotas agora implementadas, garantindo visibilidade e um envolvimento imediato com o público que procura experiências de caminhada e ciclismo no Alentejo.

    O que é a Alentejo Walking Fest

    Alentejo Walking Fest é um festival dedicado a caminhadas, promovendo a descoberta da natureza, cultura, património e gastronomia do Alentejo através de percursos pedestres organizados por toda a região. O evento inclui atividades como conferências, passeios guiados e iniciativas que incentivam um estilo de vida ativo e saudável.

    A iniciativa é promovida pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, com o apoio dos municípios do Alentejo. O festival pretende afirmar o Alentejo como destino de caminhadas, valorizar a rede de percursos pedestres sinalizados e envolver a população local, empresas e entidades regionais.

  • Caminheiros nas margens do rio

    Caminheiros nas margens do rio

    Entre 7 e 9 de março, Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana acolhem a 11ª edição do Festival de Caminhadas – CAMINHEIROS, um evento que convida à descoberta da natureza através dos sentidos, num território marcado pela tranquilidade, hospitalidade das suas gentes e equilíbrio a serra, o rio e a fronteira.

    Este festival, integrado no Algarve Walking Season destaca as potencialidades naturais da região, aliando-as ao património cultural, histórico gastronómico, promovendo um turismo sustentável e autêntico.

    O Caminheiros já se afirma como referência para quem procura experiências únicas, onde a paisagem, gastronom, passeios náuticos, tradições agro-pastoris, astronomia e história se cruzam.

    Aqui, o inverno já dá lugar aos primeiros sinais da primavera, tornando-se o cenário perfeito para momentos de contemplação e aventura.

    As inscrições já estão esta edição, oferece um programa diversificado de caminhadas e atividades complementares, proporcionando imersão na biodiversidade e na cultura local.

    Trilhos emblemáticos dos dois lados do rio Guadiana permitem revisitar histórias de fronteira, como o Contrabando, ou explorar a riqueza da flora local no trilho das Abelhas, destacando a destesinizadores no ecossistema.

    Além disso, o festival proporciona uma experiência única sob o céu estrelado decout que em breve contará com um observatório nos Moinhos da Pate, reforçando o território como um destino privilegiado para o astroturismo. Organizado pelo de Alcoutim e pelo Ayuntamiento de Sanlúcar de Guadiana, com o apoio de diversas entidades locais, o XI Festival de Caminhadas reafirma a identidade partilhada entre estas duas localidades e promove a valorização sustentável território.


  • Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.

    já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.

    A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm

  • Dez anos depois volta  o TT – Trilhos Inter-Vivos

    Dez anos depois volta o TT – Trilhos Inter-Vivos

    O passeio está desenhado para proporcionar lazer e envolvimento familiar, celebra a cultura, a tradição e a gastronomia local. Percorre caminhos entre a serra do Caldeirão e o rio Guadiana, e proporciona aos participantes a oportunidade única de explorar as aldeias pitorescas e vivenciando as tradições autênticas do concelho.

    A novidade deste ano é o «Acampamento Familiar», destinado a haver uma noite especial, repleta de diversão ao redor de uma fogueira, criando memórias para todas as idades.

    A Associação Inter-Vivos revelou que, «ao longo de edições anteriores, acumulou um vasto conhecimento e compreensão das expectativas dos participantes, que cada detalhe foi cuidadosamente considerado, o que permite criar uma experiência refletindo a paixão pela região de Alcoutim. Além do mais, o desejo de «proporcionar momentos memoráveis».

    No passeio TT – Trilhos Inter-Vivos, aqueles que são apaixonados pela aventura, por paisagens deslumbrantes e momentos inesquecíveis «são convidados a participar e onde se reafirma o compromisso com a qualidade, segurança e a experiência inigualável que sempre caracterizaram o evento».

    A organização manifesta o desejo de que os participantes usufruam e façam parte das «maravilhas naturais e culturais», sintam-se parte da celebração e experimentem «hospitalidade única» de Alcoutim.

  • Memorial José Merino no início de março

    Vai ser no domingo, 3 de março, que a quarta edição do Cross «Memorial José Menino», prova organizada pelo Clube Recreativo Alturense, se realizará em simultâneo com a Prova Regional de Corta-mato.

    De acordo com a câmara municipal de Castro Mari, participam nesta competição atletas federados e não federados, de vários escalões femininos e masculinos.

    As provas começam a partir das 10:00 horas, no percurso localizado no terreno anexo ao Pavilhão Municipal de Castro Marim.

    As inscrições para provas, realizadas por iniciativa com o apoio do município de Castro Marim, Juntas de Freguesia de Altura e Castro Marim e Associação de Atletismo do Algarve, podem ser feitas gratuitamente até ao dia 29 de fevereiro.

  • Projeto Entre Serras da Europa Criativa

    Projeto Entre Serras da Europa Criativa

    A primeira parte, decorre na Serra da Estrela, entre junho e julho de 2024. Aqui, segundo explica o site «Aldeias do Xisto» «o artista é convidado a acompanhar a deslocação de um rebanho para uma pastagem a maior altitude, numa viagem de cerca de 12km, com a duração de 5 horas. A segunda parte, acontece nos Alpes de Haute Provence, em datas ainda a confirmar».

    As candidaturas decorrem até 15 de fevereiro de 2024 e os selecionados são conhecidos a 8 de março. Podem candidatar-se todos os artistas contemporâneos, independentemente da idade, género, origem, sexo e ou orientação política, com experiência profissional em instituições de arte contemporânea reconhecidas.

  • Trail «Entre os moinhos do Guadiana»

    Trail «Entre os moinhos do Guadiana»

    Segundo aquele jornal. o trail «Entre os moinhos do Guadiana», proporcionou uma excelente manhã de convívio e competição, mesmo com nevoeiro quando do início da preparação do evento, mas que veio a beneficiar da abertura do Sol, com o passar das horas, proporcionado o cenário ideal para correr ou caminhar.

    O terreno estava bem-sinalizado, os trilhos eram divertidos com alguns sobe e desce e com uma paisagem de «cortar a respiração», junto as margens do Rio Guadiana. Os participantes passaram por moinhos, com muita animação e música durante os percursos das três distâncias

    Cerca de 300 atletas repartidos pelo trail curto, Longo e caminhada conseguiram neste dia duplicar a própria população da aldeia de Quintos.

    veja mais em OPraticante
  • Italiano saiu da Praça Marquês de Pombal para a volta ao Mundo a pé

    Italiano saiu da Praça Marquês de Pombal para a volta ao Mundo a pé

    O italiano de 31 anos, natural de Puglia, no sul de Itália, pretende dar a volta ao mundo a pé, numa viagem pessoal que visa valorizar e divulgar a beleza dos sítios por onde passa e também as gentes locais. Já percorreu todo o perímetro de Itália e de Espanha e chega agora a Portugal, país habitado por muitos italianos, para uma viagem com tempo estimado de seis meses.

    Nazario Nesta tem um projeto de divulgação associado e todo o percurso poderá ser acompanhado nas redes sociais do caminhante, em https://youtube.com/@NazarioNesta ou https://youtu.be/0WqxIz3Y5t0.

  • Via Algarviana já pode ser feita mesmo com mobilidade reduzida

    Via Algarviana já pode ser feita mesmo com mobilidade reduzida

    Esta cadeira pode ser utilizada por crianças ou adultos com o acompanhamento de pelo menos dois guias-condutores e está disponível gratuitamente, a pedido, para explorar os percursos da Via Algarviana.

    Para requisitar a Joelette é necessário ler atentamente o documento com o manual de montagem, manual de utilização e as notas gerais de segurança da Joelette, ler e assinar as normas de cedência e o termo de responsabilidade, que deve ser enviado assinado por email para viaalgarviana@viaalgarviana.org ou entregar-no no momento da recolha da Joelette. O formulário está disponível no site da Via Algarviana.

    A Joelette foi adquirida no âmbito da candidatura «Via Algarviana – (Des)envolvendo o interior do Algarve», integrada no programa «Valorizar, Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior», financiado pelo Turismo de Portugal.

  • Almargem celebra Primavera com caminhada

    Almargem celebra Primavera com caminhada

    São cerca de 10 km, num percurso circular que nos levará ao topo do Cerro do Guilhim e onde podems observar «as bonitas vistas panorâmicas sobre o Algarve?».

    Contam com a presença da Professora Manuela David, da Universidade do Algarve, para ajudar a conhecer melhor a vegetação típica do Barrocal que se encontra ao longo do percurso.

  • Passos Contados é percurso sobre a alfarroba

    Passos Contados é percurso sobre a alfarroba

    A temática é a «Alfarroba, Antigas Tradições e Perspectivas de futuro, a iniciativa do iniciativa do CIIP e a participação do agricultor João Sol.

    Em apoio da sua iniciativa, o CIIP faz notar que no Algarve, «a alfarroba continua com um peso importante na economia familiar e são muitas as famílias, com pequenas e médias parcelas de terreno com Pomar de Sequeiro, que no Verão destinam parte do seu tempo à apanha da alfarroba».

    «A colheita é feita no Verão, quando o calor mais aperta, entre final de Julho e Setembro», explica aquele Centro de Informação e Investigação, de iniciativa da câmara municipal de Vila Real de Santo António

    Tradicionalmente começa pelo ’varejo’, tarefa, que requer habilidade e alguma força, é trabalho dos homens, que usam canas de tamanho e flexibilidade diferentes. As mais compridas, por vezes com 5 metros, usam-se nas árvores maiores para abanar os ramos a partir do chão e as mais curtas para as árvores mais pequenas ou para quando os varejadores têm de subir para alcançar as vagens no topo da copa.

    Após a queda das alfarrobas as mulheres iniciavam a apanha para dentro de canastras de cana sendo depois despejadas para o carro de mulas. Agora usam-se baldes de plástico e o transporte é feito em trator ou carrinha. Completado todo o processo da apanha, a alfarroba é transportada para um armazém onde, permanece até ser vendida.

    Neste passeio, os participantes vão conhecer o tradicional pomar de sequeiro e apanhar alfarroba, enquanto conversamos sobre antigas tradições ligadas a este fruto, sua importância na economia Algarvia e perspectivas de futuro para aquele que tem sido chamado «o ouro algarvio».

  • Treze anos de Via Algarviana

    Treze anos de Via Algarviana

    Para assinalar a data, a Associação Almargem promove um evento que vai juntar entidades e municípios parceiros numa mesa redonda com o tema “13 anos de Via Algarviana: o que mudou nos territórios de baixa densidade?”.

    A sessão inclui ainda um balanço das ações que têm estado a ser desenvolvidas pela equipa de gestão da Via Algarviana e uma antevisão dos novos materiais de divulgação desta Grande Rota junto do público nacional e internacional. A sessão tem início às 09:30, no dia 2 de junho de 2022, na Sala da Assembleia Municipal de Loulé.

    Anabela Santos, coordenadora da Via Algarviana, vai apresentar as ações em curso no âmbito das candidaturas «Revitalizar Monchique, o turismo como catalisador» (financiada pelo Turismo de Portugal) e «Via Algarviana: Pelos Caminhos do Património» (integrada na Operação – 10.2.1.6 – Renovação de aldeias, financiada pelo PDR2020)

    Estas candidaturas incluem, entre outras ações, a implementação de novas rotas pedestres, que irão integrar os mais de 800 km totais de percursos já existentes no território Via Algarviana, e campanhas de divulgação e promoção.

    A sessão prosseguirá com a apresentação dos novos materiais promocionais, desenvolvidos dentro da candidatura “Via Algarviana – (Des)envolvendo o Interior do Algarve”, no âmbito do programa Valorizar, Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior, financiado pelo Turismo de Portugal. Estes materiais vêm dotar a Via Algarviana de um conjunto precioso de ferramentas de divulgação, e trazem aos utilizadores desta Grande Rota novos recursos para explorarem ainda mais o património natural e cultural da região. A forte aposta nos mercados internacionais, cada vez mais presentes, levou à criação de materiais em seis idiomas.

    Às 11:45 hora tem início a mesa-redonda, moderada pela jornalista Elisabete Rodrigues, e que conta com as intervenções de representantes das entidades e municípios parceiros. O impacto da Via Algarviana e as mudanças ocorridas nos territórios de baixa densidade do Algarve desde a criação desta grande rota são o tema de debate. Recorde-se que a GR13 – Via Algarviana percorre maioritariamente territórios de baixa densidade, e que a sua missão passa também pela promoção do património natural e cultural do interior algarvio, favorecendo a dinamização de pequenos negócios.

    A sessão encerra com um momento de celebração, em que será feito um brinde e cortado o bolo de aniversário.

    Este evento tem o apoio da Câmara Municipal de Loulé, d’A Ti Marquinhas, do Portal dos Queijos e da Quinta do Freixo.

    Sobre o Projeto Via Algarviana:   

    A GR13 – Via Algarviana parte de Alcoutim, nas margens do rio Guadiana, e termina no Cabo de São Vicente. Atravessa o interior do Algarve ao longo de cerca de 300 quilómetros, divididos em 14 setores, percorrendo os territórios de Baixa Densidade do Algarve. Além deste eixo principal da Grande Rota, a Via Algarviana inclui uma rede de infraestruturas complementares (pequenas rotas e ligações), cruzando um total de 13 concelhos (Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira e Vila do Bispo).  

    O projeto Via Algarviana tem contribuído para desenvolver uma rede de percursos pedestres no Algarve, devidamente sinalizados e divulgados, e promove o património natural e cultural do interior algarvio, com a dinamização de serviços de alojamento e restauração, levando cada vez mais visitantes, portugueses e estrangeiros, ao “Território Via Algarviana” localizado no interior algarvio.

  • Mais de 36.000 na Ciclovia das Lezírias em 2021

    Mais de 36.000 na Ciclovia das Lezírias em 2021

    A autarquia considera que este número de utilizadores «reflete o grande aporte social e turístico que o investimento traz à região».  Foi possível apurar este valo através da instalação de um sistema de monitorização que contabiliza os utilizadores pedestrianistas, instalado pela Associação Odiana, de base territorial. Porém o mesmo sistema não se encontra habilitado para apurar o número de ciclistas que transitam na mesma via e se calculam na ordem das centenas .

    Pa a autarquia, a ciclovia, além de permitir «uma ligação sustentável da vila castro-marinense à cidade pombalina, a apenas 3km de distância, «oferece uma vista deslumbrante para a Reserva Natural do Sapal e é o primeiro troço de um projeto integrado de sustentabilidade ambiental que o Município de Castro Marim promove como Triângulo Verde». 

    Este triângulo abarca os trajetos Vila Real de St. António – Castro Marim – Praia Verde, cuja segunda fase Castro Marim – Praia Verde deverá avançar já este ano, uma empreitada estimada em cerca de 850.000,00+IVA, enquadrada no PO CRESC Algarve 2020, cofinanciada a 50% pelo FEDER, no âmbito do PAMUS (Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável).

    A obra será ainda objeto de candidatura ao Empréstimo Quadro do BEI e a sua criação está integrada num projeto de valorização da rodovia (E.N. 125-6), nomeadamente no alargamento e repavimentação e na melhoria da drenagem.

    A ciclovia que fechará o circuito do Triângulo Verde é a de Vila Real de St. António até à Praia Verde, um troço da Ecovia do Litoral e do EuroVelo, promovida pela CCDR – Algarve e pela AMAL.

    A sublinhar ainda a parceria transfronteiriça em curso, para a candidatura de um troço da Ciclovia Paco de Lucía, que irá ligar a sede do concelho ao Monte Francisco, à Junqueira, à sede da Reserva Natural e a Ayamonte, através da Ponte Internacional do Guadiana.

  • Via Algarviana convida a percursos em 2022

    Via Algarviana convida a percursos em 2022

    Afirma-se como uma grande rota, que tem também uma rede de pequenas rotas, ligações, percursos áudio guiados e rotas temáticas, por onde é possível descobrir o património do Algarve.

    Existem de 800 km de percursos para diferentes níveis de forma física e interesses pessoais. pela Via Algarviana, uma experiência de descoberta do interior algarvio. Um Algarve mais genuíno, rico em paisagens, cores, aromas, sorrisos, sabores e histórias.

    Aqueles que gostam de percursos pedestres temáticos ou simplesmente de ir à descoberta, sozinhos ou acompanhados, vão encontrar trilhos para todos os gostos e interesses, com diferentes graus de desafio.

    A Via Algarviana é composta pela Grande Rota Pedestre, com cerca de 300 km, e uma rede de 12 Percursos Pedestres complementares, 10 Percursos Áudio Guiados, 9 Ligações e 4 Rotas Temáticas.

  • Observar sapais, salinas, lagoas e aves no percurso de Venta Moinhos

    Observar sapais, salinas, lagoas e aves no percurso de Venta Moinhos

    O circuito interpretado desenvolve-se a sul do edifício permitindo observar, numa pequena caminhada, os diferentes biótopos existentes nesta zona húmida, nomeadamente sapais, salinas e lagoas permanentes e temporárias. O percurso é linear, tem uma extensão de 6 km´s, com valência pedestre e btt.

    O caminho separa os campos de sequeiro a norte (sobretudo alfarrobeiras e manchas esparsas de olival com centeio por subcoberto), da zona húmida, a sul, com os seus habitats de sapal, as salinas tradicionais e o esteiro largo que conduz a água da maré. 

    O Centro de Interpretação encontra-se enquadrado por pinhal e retamal, vegetação característica do litoral no sotavento algarvio. No Centro é possível ver exposições e obter informações ou publicações sobre a reserva. No interior do edifício existem bons locais de observação para os sapais.

    Subindo à Casa Abrigo imediatamente a sul do Centro, abre-se o horizonte sobre o complexo de salinas, a foz do Guadiana, e o ambiente de salgados. Normalmente é possível observar elevado número de aves aquáticas, sobretudo no inverno ou nas épocas de migração, das quais se destacam o pernilongo (símbolo da reserva) o colhereiro, o flamingo, a cegonha-branca, o alfaiate, ou a andorinha-do-mar-anã. Os registos apontam para a ocorrência regular anual de cerca de 170 espécies de aves.

    O caminho até à antiga casa da Guarda-fiscal, sobranceira ao rio que desenha a fronteira com Espanha, atravessa campos de pastagem de gado bovino e caprino e lagoas temporárias que se advinham entre os juncais e bunhais destes terrenos salobros. Junto à casa alcança-se a margem do rio; o estuário do Guadiana e o sapal de Castro Marim destacam-se enquanto locais de abrigo e reprodução para as aves aquáticas e para várias espécies de peixes, de moluscos e de crustáceos.

    O percurso pode ser percorrido todo o ano, segundo a Associação Odiana.

     

  • De Lyon a Granada passou pela Aldeia da Mesquita

    De Lyon a Granada passou pela Aldeia da Mesquita

    É francês e descansou à porta da Venda da Prima Mariana, na Aldeia da Mesquita, Mértola, acompanhado do burro, seu companheiro de viagem de há oito anos.

    É sócio de um empreendimento turístico numa pequena Aldeia de Granada, Espanha. Tem família em Lyon. Deixou-se fotografar e exibe um sorriso de felicidade que até parece contagiar o burro que lhe carrega os pertences das longas viagens que empreendeu. Pediu anonimato do nome.

    Partiu de Lyon a caminho de Santiago de onde desceu pela costa portuguesa até ao Cabo de S. Vicente, fez a costa algarvia e pensava atravessar em Vila Real de Santo António, mas não encontrou transporte para ele e para o burro. Rumou a Alcoutim, mas aí também não lhe foi possível atravessar. Enveredou, então, pela GR15, Caminho de Santiago e descansou por uma hora à porta da Venda da Prima Mariana, que faz parte do empreendimento Mesquita, Turismo na Aldeia.

    Confrontado com a contrariedade, disse não haver problema pois sairia por Mértola, vila histórica que e ainda não conhecia. Os ingleses que ali vivem aproveitaram a oportunidade para fotografar o fotogénico burro.

  • Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    Rota do Barrocal do Guadiana à Costa Vicentina

    O percurso do Barrocal, região situada entre o litoral e a serra algarvia, zona formada tanto por terrenos pouco acidentados como por maciços de calcário, revestidos de vegetação arbustiva e arbórea diversificada, de associação mediterrânea. Nas terras argilosas e férteis do barrocal surgem os pomares mistos de sequeiro, compostos por alfarrobeiras, figueiras,
    amendoeiras e oliveiras.

    No barrocal conservam-se igualmente muitas espécies de fauna, incluindo uma extensa lista de espécies de avifauna. Entre montes, vales e cursos de água, surgem pequenas localidades, aldeias e vilas com muita história, hábitos e costumes cujas populações, orgulhosamente, fazem questão de preservar.
    Pela sua geografia e orografia, com uma altitude média entre 100 e 300 m, viajar pelo barrocal de bicicleta é uma das melhores formas de explorar esta área da região do Algarve, diz o Turismo do Algarve, criador da iniciativa.

    Ficou este percurso do Barrocal estabelecido entre Vila Real de Santo António e Aljezur, que durará cinco dias, sendo em média percorridos 44,5 quilómetros diários. entre as coordenadas 37.19695, -7.41402 e 37.31672,-8802289, num total de 223 quilómetros.