FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Paz

  • Manifestação pela paz em Lisboa

    Realiza-se amanhã, sá­bado, dia 18, entre o Cais do Sodré e o Rossio, em Lisboa, uma a ma­ni­fes­tação sob o lema «É ur­gente pôr fim à guerra! Todos juntos pela Paz!», pro­mo­vida por algumas de­zenas de or­ga­ni­za­ções, estando os transportes a ser organizados em todo o País

    São organizações sin­di­cais, es­tu­dantis, ju­venis, cul­tu­rais e de di­versas ou­tras ti­po­lo­gias, ar­tistas plás­ticos, de­sig­ners e ilus­tra­dores os que de­mons­traram o apoio à ma­ni­fes­tação e aos seus ob­jec­tivos.

    Também per­so­na­li­dades de di­versas áreas da vida na­ci­onal, através de de­poi­mentos di­vul­gados pelo CPPC e MPPM nas redes so­ciais, ape­laram à par­ti­ci­pação.

    Os promotores referem a ur­gência de mo­bi­li­zação por uma causa tão «a­tual e de­ter­mi­nante para sal­va­guardar o pre­sente e o fu­turo da Hu­ma­ni­dade».

    Manifestam-se também preocupados com os de­sen­vol­vi­mentos no plano in­ter­na­ci­onal e a re­a­li­dade dra­má­tica com que estão con­fron­tadas «mi­lhões de pes­soas ví­timas da guerra, o risco de um con­flito de grandes e trá­gicas pro­por­ções, com­provam a ne­ces­si­dade e a emer­gência de pôr fim à con­fron­tação e à cor­rida aos ar­ma­mentos, fa­zendo tudo o que es­tiver ao nosso al­cance para que se abram ca­mi­nhos para a Paz, o diá­logo, a so­lução po­lí­tica dos con­flitos».

  • Pela paz e por Abril – Exposição em Quarteira

    De 10 de dezembro a 1 de fevereiro, a Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, recebe a Exposição coletiva de artes plásticas «Pela Paz, por Abril».

    Assinala o 50.º aniversário do 25 de Abril, destacando-o como um marco de paz que pôs fim à guerra colonial e reconheceu a independência dos povos colonizados. A exposição é organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

    A Revolução de Abril trouxe direitos fundamentais como liberdade, saúde e educação públicas, e a abolição da censura e da polícia política. Em 1976, foram formalmente registados os Estatutos do CPPC, refletindo a luta pela paz e democracia em Portugal.

    O 25 de Abril permitiu conquistas políticas, económicas, sociais e culturais que transformaram Portugal, consagradas na Constituição da República Portuguesa e o CPPC reafirma a importância dos valores da Revolução de Abril, especialmente num contexto global de ameaças à paz e segurança, como guerras e militarismo crescente.

    Esta exposição reflete a ação da organização pacifista na continuidade de promoção da paz, da soberania e da cooperação, colaborando com artistas e organizações para expandir a cultura da paz, em parceria com a associação de Arte algarvia Peace and Art Society.

    A exposição inaugura no passado dia 7 de dezembro, pode ser visitada de terça-feira a sábado, entre as 10:00 e as 13:00 horas e das 14:00 às 18:00 horas.

  • Dia Internacional da Paz celebrado na Vicente Campinas

    Dia Internacional da Paz celebrado na Vicente Campinas

    Estiveram presentes cerca de 60 participantes, entre os idosos dos centros de dia do concelho e uma turma do 8º ano da Escola D. José I.

    As bibliotecas constituem espaços de expressão, diversidade e promoção de igualdade, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    Assim, reveste-se de suma importância alertar, dialogar e expressar valores coniventes com uma cultura de Paz, considerando o contexto atual.

    Na iniciativa ouviram-se momentos musicais, a cargo de José Cruz, André Leite e Igor Agostinho, e de declamação de poemas por alunos da escola, e por Ana Rodrigues, Paula Amaro e Luísa Ferreira.

    Ao mesmo tempo que decorria a sessão, era pintado um «Mural da Paz«, com recurso a diversas formas de expressão, que estará exposto no átrio da biblioteca até dia de amanhã e disponível aos utilizadores que desejem expressar-se no referido mural, através de desenho, pintura, poesia e outros meios adequados.

  • Sindicatos do Algarve e Conselho para Paz querem o fim das guerras

    Sindicatos do Algarve e Conselho para Paz querem o fim das guerras

     Perante uma assistência interessada, a sessão cultural integrou momentos de música, poesia e pintura, para lembrar que, através da arte, é também possível lutar e defende os valores da Paz.

    catarina marques
    catarina marques

    A USAL, pela voz de Catarina Marques, lembrou que a escalada armamentista e as sanções estão a afetar violentamente as condições de vida dos trabalhadores e das populações, enquanto que as multinacionais do armamento, da energia, da alimentação, da distribuição continuam a acumular escandalosos lucros.

    Há a necessidade de travar a guerra na Europa, mas também noutras partes do mundo, reafirmando a urgência de abrir espaço à diplomacia e à solução política dos conflitos.

    Para os organizadores, o Governo Português não deveria contribuir para o agravamento dos conflitos, mas para cumprir a Constituição da República Portuguesa que determina «o respeito pelos direitos dos povos, a solução pacífica dos conflitos internacionais, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e o reconhecimento do direito dos povos à autodeterminação, promovendo a cooperação para a emancipação e progresso da Humanidade».

    sofia costa
    sofia costa

    Já  Sofia Costa, a intervir pelo Conselho Nacional do CPPC afirmou a urgência de parar a confrontação e a guerra, dando uma oportunidade à Paz, seja na Palestina, no Sara Ocidental, na Síria, no Iémen, no Sudão ou na Ucrânia, referindo as trágicas consequências e os sérios perigos que estes e outros conflitos comportam de sofrimento, morte e destruição.

    Referiu, também, que é necessário pôr fim à ingerência, ao militarismo e ao uso, ou à ameaça do uso da força, nas relações internacionais, fazendo um apelo a que, cada vez mais pessoas, se juntem para defender a Paz e indignarem-se com a apologia da guerra, da violência e do ódio.

    Destacou a preocupação que está colocada com o anúncio da realização da Cimeira da Nato na Lituânia, prevista para os dias 11 e 12 de julho, reafirmando que uma Paz duradoura só será possível travando a militarização das relações internacionais, travando o alargamento e o reforço dos blocos político-militares, como a NATO, travando a corrida aos armamentos, nomeadamente na Europa.

    Reforçou a urgência de se trilhar um caminho de diálogo, diplomacia e negociação e fez referência à importância do 25 de Abril – agora que se iniciam as celebrações do 50º aniversário – que consagrou a Constituição da República Portuguesa, que deve ser respeitada e cumprida, e que se constitui como uma ferramenta essencial na orientação que deve ser seguida para procurar a Paz.

  • Encontro literário “Por um tempo de Paz 2023” em Huelva

    Encontro literário “Por um tempo de Paz 2023” em Huelva

    As «Conferências Literárias Por um tempo de Paz», encerraram em Huelva sob a consternação de um grave incêndio numa residência que tirou a vida a três jovens estudantes, encerrou ontem.

    «Três vidas que eram nossas. Agora a dor invade-nos a alma, cabe-nos talvez continuar a naturalizar a vida que eles cuidaram», lamenta o mentor Ramon Llanes.

    Acrescentou que a celebração destes encontros da Plataforma dos Poetas de Huelva pela Paz, por várias razões práticas; a necessária publicação do compromisso dos poetas pela Paz em momentos de tanto déficit dela; o elemento de coesão do grupo; a extensão dos valores humanos a esta realidade dinâmica que há quase oito anos suportamos com dignidade lírica.

    Também como ideal para a difusão dos conceitos de paz e poesia na sociedade de Huelva, como forma de mostrar as novas tendências literárias e culturais, a oportunidade de criar um fórum de debate sobre a Tarefa Perpétua da Paz, da Saúde e da Paz, da Paz na Mídia, da Voz das Crianças sobre a Paz, da Paz como Lei, da Gestão Emocional da Mulher no Público Função, da Gestão Cultural como Meio de Paz, da encenação do pensamento de alunos e professores no Dia Internacional da Paz Escolar, da voz dos atores a favor da Paz, da influência da música na Paz e vice-versa como bem como Paz na Fotografia.

    Foram 14 dias dedicados a estas filosofias, com cerca de 1.200 pessoas assistiram aos eventos. Os participantes foram presenteados com livros e poemas publicados. Livros e sonetos feitos de forma personalizada para as crianças com cadernos e recortes para as montagens.

    Os Poetas de Huelva pela Paz marcamos presença na imprensa, rádio e TV e principalmente nas redes sociais. Têm sido visitados por poetas de quase toda a província e também de Portugal e Sevilha, partilhando debates e poesia. Tem havido vários recitais de poesia, apresentação de livros, recitais de música e pré-formas e foi encenada e estreada uma peça de teatro. Foram partilhados, transmitidos e vividos muitos momentos de Paz.

    «E tudo isso com a magia do poeta; tudo estava no pensamento e um dia estalamos os dedos e a realidade fingida se realizou. Temos a magia de alguns deuses que sempre estiveram ao nosso lado de quem recebemos a melhor empatia e o mais humano dos agradecimentos»., comenta Ramon Llnaes e salienta os numerosos apoios recebidos pela iniciativa:

    Câmara Municipal de Huelva, Deputação Procincial de Huelva, Biblioteca Pública, Manuel A. Vázquez Medel, Casto Márquez Ronchel, Juan Chavez, Miguel Doña, María Ponce, Teresa Herrera, Yolanda Rubio, Pepa Jiménez , Mónica Rossi, Loli Bosque e Jaime de Vicente, às escolas Manuel Siurot, Pilar Martínez, Los Enebrales, Hispanidad, ao grupo de Teatro La Guaracha, Virginia e Gaspar, Alonso Pérez, Manuel Luque, Carlos Llanes e José Luis Pastor, Danieldoce, María Oliva, Quarteto de Violões de Huelva, Ana Vázquez e Carlos Camacho, Jesús Márquez, Javier Jiménez, Niebla, Versatiles, Onuba e Pábilo Editoriais, Livraria La Dama Culta, Marcos Toti, Juan Manuel Fernández, todos e cada um dos poetas. A esses seres do Departamento de Cultura com Daniel, Alberto, Ana, Daza, Fran, Lorca, Javier, José, os do Turismo, os técnicos de som, principalmente esse menino hoje Aarón e Noelia, a Assessoria de Imprensa, o pessoal do Arquivo : Luísa, Capelo, Paço; logicamente Gaby, nosso prefeito. E quantos eu esqueço.
    Enfim, a satisfação aumenta nossos sentimentos e estamos daqui para frente um pouco mais felizes por termos tornado a sociedade da velha Onuba um pouco melhor e mais culta.

    O caminho faz-se caminhando, citaçáo de Antonio Machado

  • Poetas pela Paz encontram-se em VRSA

    Poetas pela Paz encontram-se em VRSA

    Decorreu ontem, na Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo, a apresentação do Livro de Poemas “La Paz como derecho”, no qual participaram os poetas da Tertúlia Poetas de Huelva por La Paz, coordenados por Ramon Llanes Linares e de Poetas do Guadiana, coordenados por António Cabrita. Notou-se a presença de José Carlos Barros, poeta que reside em Vila Nova de Cacela, vencedor do prémio Leya 2021.

    O livro recolhe poemas de poetas das duas margens do Guadiana das províncias do Algarve e de Huelva, Cada um dos poetas presentes leu poemas da sua autoria, a partir do livro que se estava a apresentar e houve também música com a participação de Manuel Duarte com composições da própria autoria.

    Tarde extraordinária, de grande envolvência, assim a classificaram os presentes que tiraram a habitual foto de família.

  • Apelo à paz do CPPC no Algarve

    Apelo à paz do CPPC no Algarve

    Esta iniciativa contou com um momento cultural proporcionado por Luís Galrito e António Hilário. A apresentação foi realizada por dois jovens, Anne Farias e Guilherme Vaz, e as intervenções estiveram a cargo de Tiago Jacinto, membro da Executiva da União dos Sindicatos do Algarve e membro do Conselho Nacional da CGTP-in, e de Sofia Costa da direção do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

  • Iniciativas pela Paz no Algarve

    Iniciativas pela Paz no Algarve

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), em colaboração com o Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), realizou quatro importantes iniciativas de educação para a paz nas escolas EB 2,3 de Montenegro, em Faro, Escola Básica e Secundária de Albufeira e Escola Secundária de Loulé, em que participou Ilda Figueiredo e Carla Sofia Magalhães pelo CPPC e Isa Martins pelo SPZS.

    Nestas iniciativas, muito animadas e de grande significado no momento presente, realizadas nos dias 10 e 11 de março, participaram cerca de 300 alunos e professores, e incluíram debates sobre a importância da defesa da paz, a rejeição do recurso à guerra para resolver conflitos, as alternativas da negociação, da diplomacia, da cooperação, a defesa da Constituição da República Portuguesa, designadamente os seus artigos 13º (igualdade) e 7º (relações internacionais), a solidariedade com o povo ucraniano e todos os povos vítimas das guerras.

    Foi igualmente salientada a importância das iniciativas “Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz!”, que estão a decorrer por todo o país, e a assinatura da petição, que o CPPC promove, visando a assinatura e ratificação por Portugal do Tratado de Proibição das Armas Nucleares, tendo sido distribuídos documentos aos alunos e às escolas.

  • Exposição pela paz Mundial na biblioteca da UALG

    Exposição pela paz Mundial na biblioteca da UALG

    Pela paz, contra as armas nucleares“, no hall da Reitoria da UAlg, durante o mês de Março. A mostra começou a sua itinerância pelo Algarve, no mês de Fevereiro de 2020, em Aljezur e foi interrompida por circunstâncias provocadas pela Covid-19 até Novembro de 2020, quando se realizou essa mostra em Vila Real de Santo António.

    Devido às restrições impostas pela pandemia, não haverá lugar à inauguração. O CPPC realça que «75 anos depois do holocausto de Hiroxima e Nagasaki, em 1945, com centenas de milhares de mortos e efeitos que até hoje perduram, o armamento nuclear continua a ser desenvolvido e hoje apenas um por cento das ogivas nucleares existentes chegaria para destruir a civilização humana. O desarmamento nuclear global é uma questão central na defesa da paz, para a sobrevivência da própria espécie humana e da manutenção da vida sobre a Terra como hoje a conhecemos».

    A questão do armamento nuclear está em “cima da mesa”, avisa o CPPC que tem vindo a promover ações pelo Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    O Tratado de Proibição de Armas Nucleares foi lançado em Julho de 2017 pelos 122 Estados participantes na conferência das Nações Unidas realizada com o objetivo de negociar um instrumento juridicamente vinculativo para a proibição de armas nucleares, que conduza à sua total eliminação: com a ratificação das Honduras, no passado dia 24 Outubro, atingiu-se a marca necessária para a entrada em vigor do Tratado, pelo que o CPPC aproveitou para saudar a ratificação por 50 estados do Tratado de Proibição de Armas Nucleares, que entrará em vigor em Janeiro de 2021.

    Aquele concelho considera que «Este facto constitui uma significativa vitória dos que, em todo o mundo e também em Portugal, se batem há décadas pela interdição deste tipo de armamento. Ao mesmo tempo que aumenta a pressão sobre os restantes Estados para que, com a sua adesão plena ao tratado, contribuam para um mundo livre de armas nucleares».

    O CPPC, que tem em curso uma campanha para que também Portugal se junte ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares: Pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares – Defender a paz é defender a vida.