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Etiqueta: Partidos

  • Reentrada dos partidos políticos

    Os partidos vão regressar à atividade normal com as habituais iniciativas que se espraiam por agosto e setembro, refrescando os ciclos políticos de cada um.

    O PSD tem a sua Festa do Pontal, no Calçadão de Quarteira, com ponto forte no discurso do primeiro-ministro Luís Montenegro e as intervenções de Cristóvão Norte, presidente da distrital.

    0 Chega tem a iniciativa marcada para dia 22 de agosto, em Olhão, no Algarve, durante um jantar no restaurante See Sea Sim Seafood Restaurant, com a intervenção do presidente do partido, André Ventira..

    A Iniciativa Liberal está também no Algarve, em Quarteira, com a festa tradicional “A”gosto da Liberdade” e intervenção de Rui Rocha, música ao vivo, animação e jantar ao ar livre.

    O Bloco de Esquerda., entre 30 de agosto a 1 de setembro, organiza o Fórum Socialismo, em Braga, com a abertura a cargo das eurodeputadas Catarina Martins e Irene Montero (Podemos).

    O PCP tem a festa do Avante no Seixal nos dias 6, 7 e 8 de Setembro. Entre os nomes que vão marcar presença no festival estão Ana Bacalhau, Katia Guerreiro, Luanda Cozetti, Maria João, Rita Redshoes e Sofia Escobar, assim como Sérgio Godinho e Capicua, Bia Ferreira e Dino d’Santiago, Ana Lua Caiano, Branko, Ana Tijoux, The Legendary Tigerman e Valete.

  • Portugueses vão a votos no próximo mês de março

    Portugueses vão a votos no próximo mês de março

    O Presidente da República, Narcelo Rebelo de Sousa, na sequência da queda do Governo, por demissão do Primeiro-Ministro, e depois de ter ouvido os partidos políticos e o Conselho de Estado, vai marcar eleições legislativas para 10 de março de 2024.

    Entretanto, decidiu adiar a assinatura do decreto de demissão, para que o Orçamento de Estado possa ser aprovado, em reunião prevista para 29 de novembro, sendo que existe uma maioria absoluta do Partido Socialista na Assembleia da República que dá garantias de que não será rejeitado.

    Assim, o Orçamento do Estado terá condições para entrar em vigor a 1 de janeiro de 2024.

  • PS e PSD pronunciam-se sobre renúncias e substituições em VRSA

    PS e PSD pronunciam-se sobre renúncias e substituições em VRSA

    É desta forma que é visto pelos socialistas, o anúncio da vereadora de Conceição Pires,  um momento que não tem qualquer outro significado que não seja uma decisão que teve que tomar por razões pessoais, agradecendo o trabalho relevante prestado ao concelho.

    O PS justifica ainda a renúncia da seguinte eleita na lista, Marta Setúbal, considerando que nada tem de relevante do ponto de vista político, uma vez que a senhora já tinha decidido apostar na sua carreira académica, numa lógica de desenvolvimento pessoal e profissional.

     Fernando Horta assumirá as suas funções com todas as condições necessárias. O PS considera que tem créditos reconhecidos e tem desempenhado um importante papel na recuperação financeira da autarquia.

    PSD assinala confusão

    O PSD considera que as renúncias que aconteceram na câmara Municipal de Vila Real de Santo António são um sinal de que algo não vai bem no grupo de pessoas que governa os destinos do concelho.

    Entende como prova o fato de, na  reunião de câmara de 13 de julho de 2023, o PS se ter apresentado apenas com dois eleitos, e que as tarefas da renunciante Conceição Pires ainda não tinham sido distribuídas.

    O PSD lê sinais de que os problemas que se fazem sentir no executivo Municipal “são graves e estão a afetar e a prejudicar a gestão municipal, e ainda nem sequer passaram dois anos”.

  • Expulsaram professores no Estádio de Portimão

      0 Bloco de Esquerda quer saber quem deu ordem de expulsão do Estádio de Portimão a um grupo de professores e de outros profissionais de educação vestidos com blusas com mensagens alusivas à luta pela escola pública.

      Foi um grupo que se deslocou ao estádio do Portimonense, para apoiar o treinador que se tinha solidarizado com a luta pela escola pública. O grupo, constituído por professores, assistentes operacionais, assistentes técnicos, entre outros, foi impedido de entrar no estádio com camisolas com frases alusivas à sua luta, tendo sido obrigado a colocá-las do avesso. Como se não bastasse, uma vez dentro do estádio, foram expulsos, sem razão atendível, apesar de terem bilhete.

      O Bloco de Esquerda considera esta situação inaceitável e exige que se apure responsabilidades. «O protesto no espaço público é legítimo e protegido pela lei e pela Constituição. As instruções dadas às forças de segurança, independentemente da sua origem, que tem de ser apurada, demonstram um absoluto desprezo pelo direito à livre manifestação e pela liberdade de expressão, e revelam tiques ditatoriais».

    • Incêndios são desprezo pelo mundo rural diz o PCP Algarve

      Incêndios são desprezo pelo mundo rural diz o PCP Algarve

      Aquele partido anota a «sobrelotação do litoral e a desvalorização da pequena e média agricultura e pastorícia, fragilizando todas as estruturas que contribuem para a prevenção dos fogos».

      «Face aos incêndios que nos últimos dias têm atingido a região do Algarve, designadamente nos concelhos de Faro e Loulé, e que já destruíram centenas de hectares de florestas e matos, atingiram habitações, provocaram avultados prejuízos económico, o PCP manifesta a mais viva solidariedade para com todas as vítimas destes acontecimentos e um firme apreço por todos os agentes envolvidos no combate», diz aquele partido na sua nota da Direcção Regional do Algarve.

      Prosseguindo a sua análise, afirma que existe «uma política nacional que, no que à floresta diz respeito, não respondeu, nem dá mostras de inversão apesar das consequências trágicas como as que se verificaram mais recentemente na região nos incêndios de 2018 que atingiram de forma significativa o Algarve. Apesar dos muitos relatórios e leis em abundância, os problemas centrais da valorização do preço da madeira, da criação das 500 equipas de Sapadores Florestais previstas na Lei, da dinamização do ordenamento do território e da aposta em espécies autóctones, da elaboração do Cadastro Florestal continua a marcar passo».

      Afirma ainda que se aplica uma política em que «a falta de meios e medidas faz com que prevaleçam os interesses dos grupos económicos no ordenamento florestal e do território em detrimento dos interesses coletivos em termos de proteção civil, de defesa da produção nacional e de desenvolvimento regional».

      E ainda: «uma política que, no quadro da Proteção Civil, continua a registar a descoordenação e dispersão de meios, e a não dar respostas a um seu pilar fundamental, os bombeiros, não assegurando um comando nacional próprio, não garantindo um financiamento estável e que se agravou face aos acréscimos de custos com os combustíveis».

      O PCP dá nota de, perante a dimensão evidente dos prejuízos e dos impactos no território, já ter questionado a Comissão Europeia quanto aos meios que podem ser disponibilizados para apoio ao nosso País e que, quanto às medidas estruturais para prevenir estas situações, «apresentará, na Assembleia da República, propostas que garantam a aplicação de critérios de apoio às vítimas semelhantes aos previstos na Lei de apoio às Vítimas dos Incêndios de 2017, aprovada a partir de uma proposta inicial do PCP, bem como uma proposta no sentido de garantir procedimentos imediatos no que à estabilização de emergência diz respeito».