Este video fpi divulgado pela redação do Área do Campo de Gibraltar, um acontecimento ocorrido em 17 de Agosto, em águas de Tarifa. Segundo testemunhas, de um veleiro dispara contras as orcas que se lhe acercaram em águas do estreito de Gibraltar.
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Marítimo turísticas proibidas de se acercarem a grupos de orcas
Um edital do do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF), estabeleceu com entrada em vigor ontem, dia 11 de Julho a proibição de aproximação ativa a grupos de orcas por parte das embarcações marítimo-turísticas
Aquele organismo, liderado Nuno Miguel Banza, para justificar a medida lembra que «desde 2020 que se têm registado interações entre orcas e embarcações (maioritariamente veleiros) na zona do Estreito de Gibraltar, costa portuguesa e Galiza(Espanha)».
Apesar de não se conhecer ainda a razão para este comportamento recente e repetitivo para com as embarcações, «sabe-se que as interações iniciais, conduzidas por um reduzido grupo de orcas juvenis, são atualmente realizadas por um conjunto mais alargado de animais»
Diz ainda o edital que «para além dos veleiros, têm sido também alvo do interesse das orcas algumas embarcações marítimo turísticas de menores dimensões, licenciadas para a observação de cetáceos. «Atendendo às dimensões dos exemplares adultos de orcas (que podem atingir um máximo de 8 a 9 metros de comprimento e pesar entre 3 e 5 toneladas) facilmente se compreende que uma interação mais intensa com semirrígidos ou outro tipo de embarcações de menores dimensões, utilizadas para a observação de cetáceos poderá ter consequências mais graves.»
O ICNF invoca a legislação nacional que visa a conservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens do território da União Europeia, estabelece a proibição de perturbação das espécies listadas no anexo B-IV.
Outra determinação é que «nos casos em que as orcas se tentem aproximar das embarcações, estas se devem afastar de modo a evitar situações de possíveis interações e, sempre que as orcas se aproximem das embarcações sem que a tripulação se aperceba, a embarcação deverá ser imediatamente parada, se as condições do mar e de segurança o permitirem, deixando no entanto o motor em funcionamento, e o comportamento dos animais deverá ser continuamente vigiado pela tripulação. Só quando as orcas se afastarem poderá ser retomada a navegação».
A proibição vigora até 31 de dezembro de 2023.
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Baleia comum nada entre banhistas em La Antilla
Confundida com uma orca, uma baleia comum nadou esta manhã entre os banhistas conforme documenta um vídeo publicado pelam organização Pesca Huelva. Como vem sendo habitual, a insensibilidade ante um possível perigo, os banhistas correram para a beira da água, para registar o fenómeno no telemóvel. O animal, confundido com uma orca, afastou-se depois para o largo.
Orcas
Durante o Verão, o circuito dos barcos de recreio que entram e saem do Mediterrâneo e os passeios em veleiros pelas costas do Algarve e da Andaluzia, interferem no trajeto da normal migração dos atuns, dos quais a orca é um predador.
Com o aumento das interações entre orcas e veleiros na península Ibérica, onde se registam já mais de 400 episódios relatados, com alguns danos graves às embarcações e até naufrágios, no fim de junho, um vídeo gravado por turistas no Algarve, mostra os ocupantes de um veleiro utilizando explosivos para tentar afugentar os animais nas orcas. Há também relatos de quem já use pedras e pedaços de madeira com o mesmo objetivo.
Nas redes, já são encontradas mensagens incentivando ações mais violentas contra as orcas, que costumam passar por Portugal e Espanha na primavera e no verão, seguindo os fluxos migratórios do atum.
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Orcas continuam a abalroar veleiros
Este incidente teve lugar a 6 de Outubro, tendo ocorrido a três quilómetros da costa e causado danos ao veleiro e incapacitando-o de chegar à costa por meios próprios.
A notícia foi dada pelo diário Correio da Manhã que também relatou que quer o homem de 51 anos quer a mulher de 47 anos não sofreram quaisquer ferimentos.
Conforme temos vindo a acompanhar aqui em Foz – Guadiana Digital, este ano tem sido fértil em ataques destes predadores, quer na costas lestes de Portugal, quer no Algarve, águas atlânticas, quer nas costas da Andaluzia, em águas mediterrânicas.
As orcas são predadores de grande envergadura e alimentam-se de atuns e golfinhos e tubarões. A razão porque atacam ainda não está esclarecida pela comunidade científica.
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Orcas atacam e imobilizam veleiro
Efetivos do Posto de Resgate Marítimo e da Cruz Vermelha do Mar em Isla Cristina, sul de Espanha rebocaram um veleiro para a marina daquela cidade costeira, por ter sofrido danos consideráveis após terem sido alvo de ataque por um grupo de grupo de orcas.
Segundo o «Huelva Costa», a equipe de resgate especificou que a sua intervenção ocorreu na noite de quarta-feira passada, após terem recebido um pedido de socorro pelo canal 16 no Centro de Coordenação de Resgate Marítimo (CCS) de Huelva, para um veleiro de oito metros de comprimento que havia sido objeto de um ataque de um grupo de quatro orcas.
O incidente ocorreu em águas portuguesas, onde devido ao ataque o barco ficou com uma lâmina de leme quebrada e com golpes no golpes no casco. O veleiro danificado rumava a Itália e está na marina Isla Cristina para reparação.
Tem sido mais frequentes estes ataques a veleiros. Os observadores desta espécie não têm ainda uma resposta clara para estes ataques, mas calcula-se que podem ser ataques motivados pelo excesso de circulação no caminho de perseguição destes predadores dos golfinhos. Há outra teoria sobre o treino de ataque das crias, por parte dos adultos desta espécie.
