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Etiqueta: Olival

  • Preços do azeite em baixa

    Preços do azeite em baixa

    Os agricultores espanhóis estão preocupados com a queda acentuada dos preços do azeite, que atribuem a movimentos especulativos no mercado.

    De acordo com os dados mais recentes, o preço do azeite virgem extra caiu 54,1% desde janeiro de 2024, passando de 8,95€ para 4,1€ por litro. O azeite virgem desceu 55%, de 8,5€ para 3,8€, e o azeite normal caiu 57,6%, de 8,5€ para 3,6€ por litro.

    As organizações agrícolas, como a «Coag Andalucía», pediram ao governo espanhol que investigue possíveis práticas anti concorrenciais no setor.

    Em Portugal, a produção de azeite tem mostrado um crescimento significativo. Em 2023, a produção de azeitona para azeite aumentou 25% em comparação ao ano anterior.

    Este aumento deve-se ao aumento da produtividade nos olivais tradicionais e à entrada em produção de novos olivais intensivos. Apesar do aumento da produção, os preços do azeite em Portugal seguem as referências internacionais e não sofreram grandes alterações.

    Portugal é conhecido pela qualidade do seu azeite, com 98% da produção classificada como Virgem ou Virgem Extra. A produção de azeite virgem extra representa mais de 90% do total produzido no país. A região do Alentejo é a principal produtora de azeite em Portugal, responsável por 80% da produção nacional.

    Enquanto os agricultores espanhóis enfrentam uma queda acentuada nos preços do azeite, atribuída a possíveis movimentos especulativos, Portugal tem visto um aumento na produção e mantém a qualidade do seu azeite. A situação em Espanha pode ter impacto no mercado português, mas até agora, os preços em Portugal têm permanecido estáveis.

    Com Copilot
  • EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    Para a empresa, de certa forma, é o símbolo da nova agricultura de regadio da região e a olivicultura portuguesa aumentou drasticamente a sua produtividade, o que já possibilitou um superavit de exportações.

    A EDIA mandou desenvolver um estudo para «caracterizar tecnicamente o setor» e perceber quais os verdadeiros impactos desta cultura, nas vertentes económica, social e ambiental e ainda identificar as condições para promover a sua sustentabilidade.

    O trabalho que contou com a colaboração de vários organismos do Ministério da Agricultura – a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAPALE), o Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária (INIAV) e a Direção Geral de Agricultura e Veterinária (DGAV).

    Os resultados apontam no sentido de que «o olival moderno de regadio pode ser desenvolvido de uma forma sustentável e ecologicamente positiva, dependendo das práticas culturais utilizadas». E que exige Boas práticas como a preservação e o fomento de bolsas de biodiversidade no meio da cultura (galerias ripícolas, bosquetes, quercíneas isoladas, charcos temporários, sebes vivas e entrelinhas multifuncionais) ou a preferência pelo controlo biológico das pragas têm assim um papel decisivo.

    A empresa disponibiliza o resultado do estudo em: