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Etiqueta: Olhão

  • Algarve celebra Dia Nacional do Pescador com homenagens às comunidades marítimas

    Algarve celebra Dia Nacional do Pescador com homenagens às comunidades marítimas

    Seis concelhos algarvios organizaram eventos para reconhecer o contributo dos pescadores locais, com actividades que incluem exposições, degustações gastronómicas e cerimónias de homenagem.

    As comunidades piscatórias do Algarve foram homenageadas durante as celebrações do Dia Nacional do Pescador, com iniciativas promovidas pelos municípios de Olhão, Lagos, Portimão, Loulé, Tavira e Vila Real de Santo António.

    Em Olhão, a autarquia prestou homenagem à comunidade marítima local, reconhecendo a importância histórica e económica da actividade piscatória no concelho. A cidade, conhecida como um dos principais centros pesqueiros da região, destacou o papel fundamental dos pescadores na identidade local.

    Lagos organizou comemorações específicas para assinalar a data, enquanto o Museu de Portimão dedicou actividades especiais ao Dia Nacional do Pescador, aproveitando a ligação histórica da cidade à pesca e às conservas.

    Em Loulé, os visitantes puderam saborear “Petiscos do Pescador”, numa iniciativa gastronómica que promoveu os produtos do mar locais. Tavira prestou homenagem às “gentes do mar”, reconhecendo a tradição marítima que marca o concelho.

    Vila Real de Santo António completou o rol de celebrações regionais, honrando os pescadores locais numa cerimónia que destacou a importância da actividade pesqueira na economia e cultura do concelho fronteiriço.

    As iniciativas reflectem o reconhecimento do sector da pesca como pilar fundamental da economia algarvia e da preservação das tradições marítimas da região.

    CCDR Algarve assinala a iniciativa

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P. assinalou esta data como contributo fundamental dos pescadores, armadores, mariscadores, aquicultores e restantes profissionais ligados ao mar para o desenvolvimento regional, para a preservação do património cultural marítimo e para a sustentabilidade da economia azul.

    Segundo os dados mais recentes da publicados pela Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), referentes ao ano de 2025, Estatísticas da Pesca, as principais lotas algarvias registaram cerca de 14,3 mil toneladas de pescado descarregado.

    Olhão manteve-se como a principal lota algarvia em volume de pescado descarregado, com 5.851 toneladas, seguindo-se Portimão com 4.982 toneladas e Lagos com 2.034 toneladas. Vila Real de Santo António registou 1.289 toneladas descarregadas e Tavira 183 toneladas.

    De acordo com os últimos dados oficiais consolidados do Instituto Nacional de Estatística (INE) (2023), o Algarve continua igualmente a afirmar-se como a principal região nacional da aquicultura, concentrando cerca de 57% da produção portuguesa do setor e aproximadamente 65% do valor nacional das vendas da aquicultura, com especial destaque para a produção de ostras, amêijoas, dourada, robalo e aquicultura offshore.

  • Sismo de magnitude 3.0 registado ao largo de Olhão

    Sismo de magnitude 3.0 registado ao largo de Olhão

    Um sismo de magnitude 3.0 foi detectado hoje às 16h21 a cerca de 55 quilómetros a sul-sudeste de Olhão. O abalo não foi sentido pela população, segundo o IPMA.

    As estações sísmicas da rede do continente detectaram o movimento telúrico com epicentro localizado ao largo da costa algarvia, no distrito de Faro, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera em comunicado.

    O IPMA não recebeu qualquer informação que confirme que este sismo tenha sido sentido pela população. O instituto indicou que emitirá mais informações caso sejam registados novos abalos na região.

    O abalo ocorreu numa zona marítima relativamente próxima da costa algarvia, mas a sua magnitude reduzida e a localização em alto mar impediram que fosse percepcionado em terra.

  • Variante de Olhão abre em breve e há protestos

    Variante de Olhão abre em breve e há protestos

    Em breve será aberta o trânsito a circular de Olhão, uma via que está a ser criticada pelos residentes como mal desenhada, mas que vai retirar tráfego da cidade.

    A maior crítica reside no fato de dificultar o tráfego pedonal entre o Pechão a Olhão, por falta de passeios, passagens para peões, ou ciclovias.

    «Um muro que se atravessa entre duas partes do concelho, no século XXI», diz o senhpr Adelino Canário no deu mural do Facebook, acrescentando: «Até para ir levar o lixo terei que ir pelo meio da rotunda! E não vou mencionar a vida selvagem que também não tem a vida facilitada».

    O foco da Infraestruturas de Portugal (IP) e da autarquia foi, quase exclusivamente, a resolução de um «nó de trânsito». Olhão era, até agora, o grande estrangulamento da EN125 no Algarve.

    A prioridade foi tirar os milhares de veículos diários da frente ribeirinha e da avenida principal, empurrando-os para a periferia o mais rápido possível.

    O “Custo” do Desvio de Tráfego

    Ao focar-se apenas na fluidez dos motores, o projeto ignorou o que o urbanismo moderno chama de Permeabilidade Urbana, metendo a “Via Rápida” dentro de casa: Ao desenharem a variante como uma estrada de fluxo rápido, criaram uma barreira física que “corta” as veias de comunicação tradicionais entre as freguesias do interior (Pechão e Quelfes) e o centro da cidade.

    A ligação a Pechão foi trataada como uma simples interseção rodoviária, quando, na verdade, é um percurso quotidiano de pessoas. Ao não preverem passeios ou passagens pedonais seguras, o projeto diz implicitamente ao cidadão que só lá vai a motor.

    Olhão quer afirmar-se como uma cidade moderna, virada para o turismo sustentável e para a Ria Formosa, mas constrói-se infraestrutura que obriga à dependência do automóvel até para as tarefas mais básicas, como ir ao lixo ou visitar um vizinho do outro lado da estrada.

    A Justeza da Indignação

    É claro que poucos colocam em causa a necessidade de retirar o trânsito pesado do centro, mas requer-se uma forma mais acertiva que aquela que se vai conseguir para ter em consideração as necessidades da população local.

    A variante, indubitavelmente ajudará a resolver um problema de ontem, o trânsito na EN125, mas cria um problema para o amanhã, o de ter uma cidade dividida por um muro de asfalto, onde a mobilidade suave foi sacrificada no altar da rapidez rodoviária.

  • Para requalificação urgente Porto de Pesca de Olhão recebe mais de 700 Mil Euros

    Para requalificação urgente Porto de Pesca de Olhão recebe mais de 700 Mil Euros

    O Porto de Pesca de Olhão, reconhecido como a principal infraestrutura piscatória do Algarve, está prestes a sofrer uma transformação crucial.

    Foi anunciado um investimento superior a 700 mil euros, destinado à reabilitação estrutural e à melhoria geral da segurança e infraestrutura portuária, um passo fundamental para a comunidade marítima local.

    Esta intervenção de vulto surge como resposta à necessidade de modernização das instalações essenciais do porto, garantindo a sua longevidade e funcionalidade para as operações piscatórias diárias.

    O foco principal da empreitada reside na reabilitação das pontes-cais, estruturas vitais para a atracagem e descarga do pescado, que exigem uma intervenção profunda para assegurar a sua integridade.

    Mais do que uma simples reparação, o investimento visa elevar os padrões de segurança no porto. As melhorias planeadas são essenciais para otimizar as condições de trabalho dos pescadores e dos operadores marítimos, contribuindo diretamente para a sustentabilidade e eficiência da atividade económica que Olhão lidera na região.

    O prazo de execução da obra está fixado em 180 dias, contados a partir da data de adjudicação formal. A comunidade espera que, concluída a intervenção, o Porto de Pesca de Olhão ofereça um ambiente mais seguro e robusto, reforçando o seu papel central na economia azul do Algarve.

  • Aguas residuais em Olhão a ser mantidas e reparadas

    Aguas residuais em Olhão a ser mantidas e reparadas

    A Ambiolhão E.M, tornou público que irá proceder à execução dois novos de ramais de ligação à rede de drenagem de águas residuais na Rua Azinhaga da Patinha, em Quelfes.

    A planta anexa, indica a circulação de veículos no local da intervenção. Prevê-se que os trabalhos tenham início hoje, 15/10/2025, a partir das 09:00, e que tenham a duração dois dias

    AmbiOlhão
  • Município de Olhão lança concurso para venda de 104 casas a custos controlados

    A Câmara Municipal de Olhão, através da empresa municipal Fesnima, lançou um concurso para a aquisição de 104 habitações a custos controlados, localizadas no Loteamento da Antiga Litografia. A iniciativa visa proporcionar soluções de habitação acessível a jovens e famílias da classe média no concelho.

    As candidaturas estão abertas até 15 de novembro de 2025 e devem ser submetidas nos canais oficiais da Fesnima, cujo anúncio e documentação completa podem ser consultados no seu site.

    Tipologias e preços acessíveis – O projeto, distribuído por seis blocos de cinco pisos, oferece 104 apartamentos e igual número de lugares de estacionamento. As tipologias disponíveis e respetivos preços de venda são:

    T1: 4 fogos, com o preço de 135.000€; T2: 50 fogos, com o preço de 155.000€: e T3: 50 fogos, com o preço de 185.000€. De acordo com o comunicado da autarquia, as casas terão áreas exteriores cobertas «mais amplas do que o habitual neste tipo de habitação».

    A atribuição das frações será realizada através de um procedimento de concurso por sorteio, dividido em duas fases, conforme estipulado no regulamento do concurso.

    Esta ação enquadra-se na política local de habitação do município, que reforça o seu compromisso em oferecer habitação digna e a preços controlados.

  • Sustos divertidos no ‘Festival Pirata’

    Sustos divertidos no ‘Festival Pirata’

    Prometem muita animação e alguns ‘sustos’ divertidos entre os dias 24 e 27 de julho, das 18h00 às 24h00, no Jardim Patrão Joaquim Lopes, porém, no domingo, 28 de julho, entre as 12h00 e as 18h00, com um ‘assalto’o na Ilha da Armona.

    Nos quatro dias duração, o Jardim Patrão Joaquim Lopes, acolhe um mercado de época com street-food e artesanato, a servir de palco a muitas das figuras fantásticas que povoam o imaginário coletivo e onde não faltam tesouros escondidos, embarcações, marinheiros e outros tripulantes, assim como marceneiros e fogueiros, picheleiros e tanoeiros ou especialistas na arte de calafetar o casco dos barcos.

    Não faltam os espetáculos de fogo e desfiles de ninfas, entre muitas outras atrações.
    Todas as tardes se realizam cortejos e fazem deambulações de mendigos, proscritos e párias, animação de rua e de palco com histórias e lendas sobre monstros marinhos e outros.

    No sábado, 27, durante a manhã, espera-se uma arruada de piratas e corsários nas ruas de comércio e nos Mercados de Olhão.

    No dia 28, domingo, entre as 12h00 e as 18h00, os piratas ‘atacam’ a Ilha da Armona, perante a corajosa defesa de moradores e corsários. Assim se vão viver mais algumas peripécias, antes de se despedirem do concelho de Olhão.

  • Europeu na Marina de Olhão

    A Associação Náutica do Porto de Recreio de Olhão (AMPRO) está a organizar o Marina Fan Fest, que ocorrerá na Marina de Olhão de 14 de junho a 14 de julho de 2024.

    Este evento desportivo celebra o Campeonato Europeu de Futebol de 2024, onde particiap a Seleção Portuguesa.

    O Marina Fan Fest visa proporcionar aos visitantes a oportinudade de assistir a todos os jogos do campeonato num ecrã gigante, com o pano de fundo da Ria Formosa – uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e símbolo do Algarve, criando um ambiente festivo e vibrante, comparável ao de um estádio de futebol.

  • Ecovias do Algarve avançam com Fundos Europeus

    Ecovias do Algarve avançam com Fundos Europeus

    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul, a Ecovia/ Ciclovia da Costa Vicentina e a Ecovia/ Ciclovia da Rota do Guadiana, são as tês ciclovias regionais previstas para o Algarve e que se desenvolvem respetivamente entre Odeceixe e Sagres, entre Sagres e V. Real de Santo António e entre esta cidade e Alcoutim.

    Estas redes de Ciclovias Regionais integram redes internacionais e dão continuidade a uma rede ciclável urbana atravessando e ligando entre si os principais centros urbanos regionais e estão configuradas para acolher as deslocações pendulares diárias, principalmente para a escola e trabalho, mas também por motivos de comércio, lazer e outros.
    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul e a Ecovia/Ciclovia da Costa Vicentina, que integram a Rede Europeia de Ciclovias, rotas EuroVelo, contaram com 3,9 milhões de euros de apoio dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), através do Programa Operacional CRESC ALGARVE 2020.

    Destinadas à prática do Cicloturismo ao longo do continente europeu, mas também uma boa alternativa para mobilidade diária e para lazer de uso local, as rotas EuroVelo contam com 14 rotas cicláveis de longa distância cruzando todo o continente europeu, com um comprimento total de 70.000 Km em 42 países.

    A Ecovia/ Ciclovia do Litoral Sul vai de Sagres a Vila Real de Sto. António, atravessa os 12 concelhos do Litoral Sul do Algarve e 9 das 11 cidades da Região, numa extensão de aproximadamente 250 Kms. Teve um financiamento de 2,5 milhões de euros da Prioridade de Investimento (PI 4.5) do PO Regional (2014-2020).

    Esta rede liga com a Rota do Guadiana, através da qual já é possível chegar até Castro Marim (Município fronteiriço) restando apenas 5 Kms, até ao início da Ponte sobre o Rio Guadiana na fronteira com a Andaluzia, o que permite a sua continuidade para o país vizinho.

    Ponte de madeira em caminho rural ensolarado.
    ecovia olhão bias

    Estas obras de beneficiação foram da responsabilidade das Autarquias (Municípios) e coordenadas através de um modelo de parceria entre a Autoridade de Gestão do PO Algarve (CCDR Algarve), o Turismo de Portugal (TP) e a AMAL (Comunidade Intermunicipal do Algarve), dispondo de financiamento conjugado entre os apoios dos FEEI e o financiamento do Turismo de Portugal.

    Até final do atual Período de Programação, ficarão concretizados cerca de 74 kms dos cerca de 250 kms totais, o que representa aproximadamente 1/3 do traçado total, prevendo-se que o restante venha a ser totalmente executado durante a vigência do Programa Regional ALGARVE 2030.

    A Ecovia da Costa Vicentina tem financiamento do PO aprovado na PI 6.3 e do Turismo de Portugal através do Programa Valorizar. Encontra-se neste momento em curso no concelho de Vila do Bispo e de Aljezur. Dos 108 kms previstos, esta Ecovia encontra-se com 92 kms concretizados, cerca de 85% da rota concluída. O traçado que faz a ligação direta do Alentejo (na Ribeira de Odeceixe) a Sagres (cerca de 91 kms) ficará concluído.

    No concelho de Vila do Bispo compreende uma extensão total de 24 Km, divididos por 3 troços (Limite do Concelho Aljezur/Vila do Bispo – Praia da Cordoama; Praia da Cordoama – EN268); e Cabo de S. Vicente – Sagres. Em Aljezur, compreende uma extensão de 60 Km, divididos por 13 troços entre Odeceixe e o limite do Concelho de Vila de Bispo (EN 268). No conjunto, trata-se de um custo total de 2,6 milhões de euros, com um investimento elegível de 1,9 milhões de euros, comparticipado a 70% pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

    Esta ciclovia do Sudoeste é um projeto estruturante para os concelhos de Vila do Bispo e Aljezur do ponto de vista da mobilidade e da atratividade do território. Irá prover estes 2 concelhos de uma infraestrutura capaz de potenciar o desenvolvimento sustentável de uma oferta turística baseada na valorização do património natural, potenciando a atratividade do território e do produto Cycling & Walking.

    Trilho pedestre e ciclovia entre vegetação com sombra.

    ermite uma mobilidade suave entre as várias localidades ao longo deste Eixo da Costa Vicentina e o contato com a natureza no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina na Região do Algarve.

    No que concerne à Ecovia do Guadiana, com bastante menos maturidade no que respeita ao desenvolvimento dos estudos preparatórios, dispõe apenas de um “Esquema Diretor” esboço de traçado, efetuado em 2006, não dispondo ainda de Estudos Prévios ou Projetos de Execução.

    Ainda segundo a CCDR Algarve, no âmbito do PR ALGARVE 2030, está ainda previsto realizar as principais prioridades de redes cicláveis urbanas em cada Centro Urbano/ Município da Região.

    Para tal os Municípios têm de desenvolver um Plano de Ação de Mobilidade ciclável/ ativa urbana, onde serão identificados e cartografadas os principais corredores de ligações pedonais e cicláveis, entre os principais pontos geradores de tráfego de cada Centro Urbano.

    Têm de estar organizados por prioridades, em função do grau de maturidade, com indicação do respetivo orçamento estimado e da calendarização prevista, de forma a permitir a sua realização faseada, troço a troço, ao longo do período de vigência do Programa Regional.

  • “Ria Solidária” continuará a salvar vidas

    “Ria Solidária” continuará a salvar vidas

    O protocolo, iniciado em 2018 foi renovado no princípio da semana entre os municípios de Faro, de Olhão e o Instituto Nacional de Emergência Médica, ficando garantida a operacionalização, utilização e sustentabilidade da emergência naquele vasto território húmido.

    Os custos desta operabilidade estão repartidos equitativamente entre estas três entidades e ascendem a 21 mil euros anuais, destinados a cobrir as despesas de manutenção e operacionalização. A embarcação foi construída pelo Governo Civil de Faro em 2007 e entregue pela Autoridade Nacional de Proteção Civil à Autoridade Marítima Nacional, AMN, em 2013.

    Auxílio às populações

    O «Ria Solidária» é operado pela AMN a partir da Estação Salva Vidas de Olhão, para, de modo regular, servir as populações dos núcleos da ilha da Culatra, concelho de Faro, e das ilhas da Fuseta e Armona, concelho de Olhão.

    Efetua o transporte logístico de doentes e pessoas com mobilidade reduzida face à inacessibilidade por outros meios com as condições adequadas. Em média, executa 180 evacuações por ano, consideradas como assistência pré-hospitalar às populações destas ilhas.

  • «Estaminé» na Ilha Deserta arde na noite

    «Estaminé» na Ilha Deserta arde na noite

    Deflagrou ao final da noite de ontem e esteve a ser combatido por elementos dos Bombeiros Sapadores de Faro, apoiados por elementos da Polícia Marítima.

    ​​O alerta foi recebido cerca das 22:45 horas, através do proprietário do restaurante, avisado por um pescador.

    Segundo foi possível apurar junto do proprietário, o restaurante estava vazio, pelo que não haverá vítimas a registar.

    Após o alerta, o Capitão do Porto de Faro mobilizou de imediato para o local três embarcações da Polícia Marítima, com elementos dos Bombeiros Sapadores de Faro embarcados, para combater o incêndio utilizando motobombas, para tirar água da Ria Formosa.

    O restaurante onde deflagrou o incêndio é uma construção de madeira e tinha no seu interior três bilhas de gás que explodiram.

    O incêndio foi visível a partir de Olhão e de Faro, com fogo era de “grandes dimensões”. Nada se salvou, tendo as chamas consumido a construção.

  • Virús bate com força em Olhão

    Virús bate com força em Olhão

    O presidente da Câmara Municipal de Olhão, António Pina, lançou um apelo na sua página do Facebook para que os cidadãos compreendam a necessidade de assumirem comportamentos para impedir a propagação do novo coronavirus.

    No apelo em que afirma que a situação de Olhão se está a agravar, António Pina alerta que o concelho entrou em 2021 «em situação de risco elevado, depois de 9 meses em que nos mantivemos em valores muito abaixo da realidade da região e do país».

    Diz o presidente da CM de Olhão que «bastaram poucos dias para sairmos do índice (casos por 100 mil habitantes, nos últimos 14 dias) de 150 e ultrapassar o indice 240, o que nos colocou em situação de risco elevado».

    Confirmando com números, revela que atualmente, o índice subiu a 342.3 e o concelho caminha passos largos para situação de risco muito elevado, se ultrapassar o valor 480.

    «Estes valores são o resultado da presença do vírus na comunidade olhanense e que potencializam o surgimento de surtos, ainda mais quando os concelhos vizinhos apresentam números ainda mais elevados (Faro:370,4 ; S. Brás: 441,6 ; Tavira: 1137,4)».

    Revela ainda que «desde o início do ano tivemos, por dia, 18, 22 e 17 novos casos respetivamente. Atualmente temos 137 casos ativos. A situação é por isso muito negativa e com tendência a agravar-se».

    António Pina dis que a situação só poderá ser revertida «se mudarmos o nosso comportamento e adotarmos as necessárias medidas de segurança já conhecidas de todos: distanciamento, higiene e uso da máscara.Desprezar ou negar a existência do vírus é um ato irresponsável que nos afeta a todos. Compreendo que muitos dos que cumprem se sintam impotentes para travar ou mudar os comportamentos alheios, mas não é possível ter um polícia para cada pessoa e nem sequer retirar a liberdade individual de cada um. Mas a este ritmo de evolução pandémica, essa mesma liberdade poderá ficar em causa, com restrições que nos afetarão a todos, enquanto indivíduos e comunidade. Vencer depende de todos e cada um de nós!», termina na sua nota.

  • AMAL aprovou o orçamento e tem novo presidente

    AMAL aprovou o orçamento e tem novo presidente

    Ágoas da Cruz é o novo presidente da Assembleia Intermunicipal do Algarve, AMAL, eleito hoje, na sequência do pedido de renúncia de Adriano Pimpão. A Assembleia aprovou também o Orçamento e documentos conexos para o ano de 2021.

    Desta vez, reuniu no Auditório Municipal de Olhão, para poderem ser garantidas as condições necessárias de segurança e distanciação dos seus membros, dentro das medidas exigidas pela Direcção Geral de Saúde para combate à Covid-19.

    A AMAL aprovou diversas moções, uma da CDU para que apele às câmaras municipais para que sejam garantidos suplementos de remuneração por trabalho em condições de perigosidade e insalubridade já a partir de 1 de Janeiro de ; duas do BE, uma delas apelando a que os consumos de água de pequenas e médias empresas sejam considerados como consumos domésticos e outra sobre o resgate da concessão da requalificação da EN125, entre Olhão e Vila Real de Santo António. O PAN viu aprovada a sua moção sobre a necessidade de dotar os transportes coletivos com acesso a pessoas com mobilidade reduzida nos transportes públicos do Algarve. A outra, que pedia a suspensão e revogação do Plano de Urbanização das Alagoas Brancas, no concelho de Lagoa foi rejeitada.