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  • Salpas amigas do ambiente regressam a águas algarvias

    Salpas amigas do ambiente regressam a águas algarvias

    Este organismo marinho, parecido às medusas e que raramente surge nas zonas costeiras tem estado a aparecer de novo junto à costa algarvia, sendo a sua presença é inofensiva.

    Apesar de ser um animal oceânico, a salpa tem sido detetada junto à costa do Algarve e Joana Cruz, investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve (UAlg), também corrobora a tese de há dois anos de a presença estar relacionada com as correntes.

    Sendo uma espécie que se alimenta de fitoplâncton e a sua deslocação é influenciada pela movimentação marítima, explicou Joana Cruz, investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve (UAlg), quando prestou declarações à agência lusa, repercutidas em vários jornais.

    O que são as salpas

    As Salpas são criaturas marinhas fascinantes que, embora muitas vezes sejam confundidas com águas-vivas devido à sua aparência transparente e gelatinosa, pertencem a uma classe diferente de organismos conhecidos como Thaliacea.

    Ao contrário das águas-vivas, estes organismos são notáveis pelo seu ciclo de vida único, que inclui as fases solitária e colonial. Na fase colonial, as salpas ligam-se para formar estruturas longas e em cadeia, movendo-se através do oceano de forma sincronizada.

    As salpas desempenham um papel significativo no ecossistema marinho, incluindo a ciclagem do carbono. Alimentam-se de plâncton, que filtram da água, e os seus resíduos podem afundar-se nas profundidades do oceano, removendo eficazmente o carbono das águas superficiais e ajudando a mitigar as alterações climáticas.

    A imagem gerada fornece uma representação visual de uma salpa em seu habitat natural, destacando o seu corpo semitransparente com estruturas internas pouco visíveis e uma característica semelhante à cauda que auxilia em seu movimento através da água.

    com Newsroom Insigth
  • Navio autónomo e solar explora oceanos

    Navio autónomo e solar explora oceanos

    Cer­ca de 400 anos após a pas­sa­gem do May­flower, um navio mercante in­glês que trans­por­taou uma cen­te­na de co­lo­nos pa­ra os Es­ta­dos Uni­dos, pa­ra fun­dar a ci­da­de de Ply­mouth, no estado de Mas­sa­chu­setts, um no­vo, to­tal­men­te au­tó­no­mo May­flower es­tá pron­to pa­ra atra­ves­sar os oce­a­nos pa­ra co­le­tar da­dos pa­ra me­lho­rar o am­bi­en­te ma­ri­nho.

    Equi­pa­do com um motor hí­bri­do mo­vi­do a ener­gia so­lar, com 15 me­tros de com­pri­men­to e cin­co to­ne­la­das, foi lan­ça­do em me­a­dos de se­tem­bro a par­tir do por­to de Ply­mouth, su­do­es­te da In­gla­ter­ra.