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Etiqueta: obras

  • Governo relança concurso para captação de água no Pomarão em junho

    Governo relança concurso para captação de água no Pomarão em junho

    Pomarão -A ministra do Ambiente anunciou o relançamento em junho do concurso para a primeira fase da captação de água do Guadiana no Pomarão, depois do primeiro ter ficado deserto.

    O projeto visa reforçar o abastecimento de água ao Algarve através de uma ligação à barragem de Odeleite.

    Maria da Graça Carvalho fez o anúncio durante uma deslocação ao Pomarão, no concelho de Mértola, onde fez uma viagem pelo rio entre esta localidade e Mértola, antes de inaugurar a Feira do Peixe do Rio.

    O projeto de tomada de água no Pomarão permitirá a captação de mais 60 hectómetros cúbicos de água, na sequência de um acordo alcançado com Espanha.

    Este volume será transferido para a barragem de Odeleite, de onde abastecerá o sotavento algarvio e, em caso de necessidade, o barlavento.

    A ministra revelou que o projeto contará com duas fases, sendo que a segunda está a ser reformulada após ter dado orientações para um novo traçado com menor impacto ambiental e menos oneroso.

    Durante a visita, Maria da Graça Carvalho fez também um balanço dos trabalhos de reparação dos danos provocados pelas cheias registadas entre janeiro e fevereiro, bem como do desassoreamento do rio para garantir a navegabilidade até Mértola.

    O protocolo assinado com Mértola tem um valor de 2,8 milhões de euros, dos quais 1,5 milhões se destinam ao desassoreamento do rio. Os restantes fundos permitirão fazer a limpeza das margens e reconstruir cais danificados, trabalhos já em curso.

    As dragagens encontram-se ainda na fase de projeto, constituindo a parte mais cara e que demora mais tempo. A ministra admitiu que poderá ser necessário reforçar a verba prevista para este objetivo nos próximos anos.

    O presidente da Câmara de Mértola, Mário Tomé, destacou a importância do projeto da dragagem para o desenvolvimento económico e turístico da zona, indicando que será executado nos próximos dois a três anos.

    Mértola e Alcácer do Sal foram os dois primeiros municípios a assinar o acordo que lhes permite receber financiamento do Governo para a recuperação dos danos provocados pelas cheias.

  • Corte de trânsito na N-431 em Ayamonte durante uma semana

    Corte de trânsito na N-431 em Ayamonte durante uma semana

    A estrada nacional 431 estará cortada ao trânsito em Ayamonte a partir de segunda-feira, 25 de maio, durante aproximadamente uma semana.

    O corte deve-se a trabalhos na via e afeta a entrada na localidade, desde o cruzamento conhecido como “el empalme” (La Cobacha).

    Durantente o período de obras, os condutores que pretendam aceder a Ayamonte terão terão de utilizar itinerários alternativos através da denominada “carretera del parador“, seja pela A-49 ou pela N-431, atavés do polígono industrial.

    Para os residentes da zona afetada, o acesso às propopriedades e habitações deverá fazer-se atravé da rotunda localizada junto ao quartel da Guarda Civil.

    O corte de trânsito tem como objetivo permitir a realização de trabalhos de manutenção na calçada, segundo as estimativas iniciais das autoridades locais.

    Fonte: comunicado de imprensa

  • Obras no Caño de la Mojarra restringem acesso pedonal em Punta del Moral

    Obras no Caño de la Mojarra restringem acesso pedonal em Punta del Moral

    As obras de melhoria da infraestrutura viária e pedonal do Caño de la Mojarra começaram hoje e vão durar entre seis e oito semanas. Durante os trabalhos, o acesso pedonal fica restrito e os veículos entre os dois lados do bairro de Punta del Moral devem circular por Isla Canela.

    A intervenção responde a uma reivindicação histórica e visa resolver um problema importante de circulação em Punta del Moral, segundo o comunicado das autoridades locaism.

    As obras afectam tanto a infraestrutura viária como pedonal da zona, obrigando a desvios de trânsito. Apenas pessoas autorizadas podem aceder ao percurso pedonal durante o período de construção.
    As autoridades pediram desculpa pelos eventuais incómodos causados pelos trabalhos de beneficiação.

    Fonte: comunicado de imprensa | 19 de dezembro de 2024

  • Guadiana vai ser Revitalizado emMértola

    Guadiana vai ser Revitalizado emMértola

    Mértola pode Investir 2,8 Milhões na Recuperação do Rio

    O concelho de Mértola prepara-se para levar a cabo uma intervenção significativa no Rio Guadiana, com um investimento de 2,8 milhões de euros destinados ao desassoreamento e recuperação das margens.

    O Contrato-Programa foi formalizado em Alcácer do Sal, numa cerimónia que contou com a presença da Ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, e que envolveu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Fundo Ambiental.

    O projeto, uma resposta aos recentes impactos provocados pelas cheias, visa a limpeza e estabilização das margens do rio, a reposição de equipamentos de apoio à navegação entre Mértola e o Pomarão, e o crucial desassoreamento do troço compreendido entre a foz da Ribeira de Oeiras e a Ribeira de Carreiras.

    “Esta intervenção é fundamental para garantir a segurança e navegabilidade do Guadiana,” explicou fonte da autarquia. “Para além disso, visa a preservação dos valores ambientais e paisagísticos que tornam o rio tão importante para a nossa região.”

    As obras pretendem restabelecer as condições ideais de utilização do rio, tanto para atividades económicas como para o turismo, um setor vital para a região.

    A Câmara Municipal de Mértola realçou a importância da colaboração entre as diversas entidades envolvidas no projeto. A autarquia sublinhou o trabalho das suas equipas e a importância do apoio prestado pelo Ministério do Ambiente, em particular pelos serviços regionais da APA.

    O desassoreamento e a recuperação das margens do Guadiana representam um passo importante para a revitalização deste recurso natural, crucial para a economia e para a identidade da região de Mértola. A expectativa é que esta intervenção traga benefícios duradouros para a comunidade local e para o ecossistema do rio.

  • Ligações rodoviárias de Mértola a Serpa e Amendoeira da Serra recebem novo fôlego

    Ligações rodoviárias de Mértola a Serpa e Amendoeira da Serra recebem novo fôlego

    A Infraestruturas de Portugal (IP) retomou, esta quarta-feira, os trabalhos de requalificação da Estrada Nacional 265 (N265), no troço que liga Mértola a Serpa, segundo a AMM Mértola Informação.

    As obras, que já eram visíveis junto à localidade de Moreanes, na freguesia de Santana de Cambas (Mértola), representam um investimento superior a 1,6 milhões de euros e estão divididas em dois lotes.

    De acordo com a IP, esta intervenção enquadra-se numa estratégia de melhoria contínua da rede rodoviária nacional, visando otimizar as condições de mobilidade e segurança para os utilizadores.

    Simultaneamente, o Município de Mértola anunciou o início da repavimentação da Estrada Municipal 510 (EM 510), no troço que liga Corte Gafo a Amendoeira da Serra. Esta ação insere-se no programa municipal de requalificação das vias rodoviárias, com o objetivo de melhorar as condições de circulação e segurança para os residentes e visitantes do concelho.

  • A Ponte que a Burocracia Espanhola Insiste em Travar

    A Ponte que a Burocracia Espanhola Insiste em Travar

    ALCOUTIM / SANLÚCAR DE GUADIANA – O que deveria ser um símbolo de união e desenvolvimento para o interior do Algarve e da Andaluzia transformou-se num labirinto administrativo de difícil saída.

    A construção da ponte internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, um projeto ambicioso financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), enfrenta agora o seu maior obstáculo: a burocracia do lado espanhol.

    O Bloqueio: Novos Requisitos Ambientais

    Ao contrário do habitual ceticismo em relação à agilidade portuguesa, desta vez o “travão” vem de Sevilha.

    De acordo com informações avançadas pelo jornal Huelva Información e confirmadas por fontes governamentais em março de 2026, a Junta da Andaluzia introduziu novos requisitos ambientais de última hora que estão a paralisar o processo.

    A subdelegação do Governo espanhol em Huelva aponta diretamente para uma “mudança de critério” por parte das autoridades autonómicas andaluzas.

    Estes novos entraves administrativos colocam em risco o financiamento europeu, uma vez que as verbas do PRR exigem prazos de execução extremamente rigorosos, com data limite de conclusão prevista para o segundo semestre de 2027 (já após um prolongamento implícito dos calendários originais de 2025/2026).

    CCDR Algarve: “Demos todos os passos necessários”

    Do lado de cá da fronteira, o sentimento é de frustração contida. A CCDR Algarve, que atua como beneficiário intermediário, tem reiterado que Portugal já cumpriu a sua parte.

    • Projeto de Execução: Concluído e aprovado.
    • Avaliação Ambiental: Validada pelas autoridades portuguesas (APA e ICNF) com reconhecimento de “Relevante Interesse Público”.
    • Financiamento: Garantido e reforçado para cerca de 15 milhões de euros.

    José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, manifestou recentemente confiança de que as dúvidas serão resolvidas, mas a pressão sobre a Comissão Técnica Mista é total. Sem o “luz verde” definitivo para os acessos do lado espanhol — da responsabilidade da Diputación de Huelva e sob tutela ambiental da Junta — a Câmara de Alcoutim não pode avançar com o concurso de empreitada.

    O Risco de Perder o Comboio Europeu

    O deputado andaluz Mario Jiménez (PSOE) foi um dos mais críticos, classificando o atraso como “responsabilidade exclusiva da Junta da Andaluzia”.

    O receio político e técnico é que, se o impasse se prolongar por mais alguns meses, Portugal seja forçado a reallocate os fundos do PRR para outros projetos, deixando Alcoutim e Sanlúcar — separadas por escassos 300 metros de rio — condenadas a mais décadas de isolamento rodoviário.

    Enquanto os gabinetes em Sevilha e Madrid trocam acusações, os habitantes das duas margens continuam a depender de embarcações para cruzar uma fronteira que, no papel, já devia ter caído há 30 anos.

  • Castro Marim vai demolia as construções ilegais

    Castro Marim vai demolia as construções ilegais

    A cãmara municipal de Castro Marim decidiu intensificar a fiscalização urbanística e prepara-se para demolir construções ilegais dispersas pelo concelho, incluindo casas de madeira, contentores e outras estruturas não licenciadas.

    O cerco será apertado em torno das construções ilegais que, segundo a autarquia, têm proliferado no concelho e, no exercício das suas competências em matéria de ordenamento do território, pretende combater a proliferação de operações urbanísticas realizadas sem o devido licenciamento, avançando com processos de demolição.

    Nos últimos anos, a fiscalização municipal contabilizou cerca de 100 autos de notícia relativos a construções e intervenções urbanísticas ilegais. Entre as infrações mais comuns, destacam-se a instalação de casas de madeira, casas móveis pré-fabricadas, casas modulares e contentores marítimos.

    A autarquia reconhece que parte destas infrações são cometidas por cidadãos estrangeiros, quer por desconhecimento da legislação portuguesa, quer por terem sido induzidos em erro. No entanto, sublinha a importância de assegurar uma ocupação do solo planeada, legal e ordenada, garantindo o cumprimento da lei e a defesa do interesse público.

    «Antes de avançar para este tipo de solução habitacional, a instalação destas estruturas está obrigatoriamente sujeita a licenciamento municipal, nos mesmos termos legais aplicáveis à construção de uma habitação convencional», alerta a Câmara Municipal.

    Nos casos em que não haja licenciamento prévio e as construções não reunirem condições para legalização, a autarquia garante que recorrerá a medidas de tutela da legalidade urbanística, procedendo à demolição das edificações ilegais. Caso os infratores não procedam voluntariamente à demolição, a Câmara Municipal executará as obras coercivamente, imputando os custos aos infratores e comunicando os factos ao Ministério Público.

    A autarquia garante que procederá à verificação individualizada de todas as situações identificadas, avançando com as demolições de forma faseada e por lotes, com integral respeito pelos procedimentos legais aplicáveis. Para esse efeito, orçamentará os valores associados às demolições, assegurando uma atuação planeada e financeiramente sustentada.

    Paralelamente, a Câmara Municipal apela ao Governo para que crie um diploma legal específico que regule as novas realidades habitacionais, como casas móveis e pré-fabricadas, definindo as condições de implantação e deslocação destas estruturas.

    A iniciativa do município visa também garantir a segurança e o planeamento urbano adequado, especialmente em situações de emergência, onde a habitação dispersa não legal pode dificultar as operações de socorro.

  • Icónico Hotel Garbe Renasce como “Casa de Sada Beach Resort” em 2026

    Icónico Hotel Garbe Renasce como “Casa de Sada Beach Resort” em 2026

    Armação de Pêra, Silves – O emblemático Hotel Garbe, marco histórico do turismo no Algarve, prepara-se para uma nova vida sob o nome de “Casa de Sada Beach Resort“.

    A reabertura, prevista para junho de 2026, surge após cerca de dois anos de profundas obras de remodelação, conforme anunciado pelo grupo Hilton, proprietário da unidade hoteleira.

    O futuro resort, com 183 quartos, ambiciona revitalizar a oferta turística da região. Para além do alojamento, o complexo incluirá um espaço de 300 m2 para eventos, piscina, restaurantes e bares, prometendo uma experiência completa aos seus futuros hóspedes.

    Apesar da data de reabertura apontada, o ritmo atual das obras levanta algumas dúvidas sobre a sua concretização no prazo previsto. A dimensão da intervenção em curso sugere que ainda há um extenso trabalho a realizar antes da conclusão do projeto. Essa incerteza reflete-se na ausência de abertura para reservas no site do Hilton.

    Construído entre 1959 e 1962, o Hotel Garbe integrou a primeira vaga de desenvolvimento turístico do Algarve. Originalmente com 60 quartos, o edifício foi alvo de duas ampliações ao longo dos anos. Em 2010, após ser vendido, perdeu o seu nome original e passou a designar-se Holliday Inn.

    A transformação para “Casa de Sada Beach Resort” representa um novo capítulo na longa história deste hotel, que assistiu ao crescimento e evolução do turismo na região. A renovação procura, assim, conciliar a tradição do espaço com as exigências do mercado atual, numa aposta que poderá trazer novo dinamismo a Armação de Pêra.

  • Litoral sob Pressão: Obras de 14 Milhões Arrancam em Quarteira com APA em Mudança e Autarquias sem Recursos

    Litoral sob Pressão: Obras de 14 Milhões Arrancam em Quarteira com APA em Mudança e Autarquias sem Recursos

    Por Redação GEM-DIGI | 9 de Janeiro de 2026

    QUARTEIRA — É já na próxima segunda-feira, dia 12 de Janeiro, que se inicia a grande operação de reposição de areia no litoral de Loulé. A intervenção, aguardada com ansiedade num Algarve fustigado por sucessivos temporais, avança num momento de fragilidade institucional: as autarquias clamam por falta de meios e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), dona da obra, atravessa um período de incerteza na sua liderança.

    Uma Operação de Engenharia Global contra a Erosão

    O arranque dos trabalhos incidirá no troço costeiro entre a praia de Quarteira e a praia do Garrão. A empreitada, orçada em cerca de 14,3 milhões de euros, visa a alimentação artificial do sistema costeiro, repondo o perfil de segurança das praias que perderam milhares de metros cúbicos de areia nos últimos invernos.

    Para mitigar o ceticismo local quanto ao cumprimento de prazos, a investigação sobre a adjudicação revela dados concretos sobre a robustez da operação. A obra está a cargo da Dravo S.A., empresa sediada em Madrid que opera como o braço ibérico do Grupo Van Oord.

    Trata-se de uma garantia técnica relevante: a matriz holandesa é uma das líderes mundiais em engenharia marítima e dragagens, com um histórico de execução de obras complexas e elevada capacidade financeira. Este perfil empresarial afasta, à partida, os receios de insolvência ou incapacidade técnica que frequentemente paralisam obras públicas em Portugal, permitindo antever que o areal estará pronto antes do início da época balnear.

    Autarquias “De Mãos Atadas” e o Vazio Central

    Apesar do avanço das máquinas em Quarteira, o enquadramento nacional permanece crítico. O temporal que atingiu a costa algarvia expôs, uma vez mais, a vulnerabilidade de um modelo de gestão centralizado.

    As Câmaras Municipais debatem-se com um duplo constrangimento:

    1. Falta de Competência Legal: A intervenção direta no Domínio Público Marítimo é exclusiva da administração central.
    2. Incapacidade Financeira: Os orçamentos municipais não comportam obras de dezenas de milhões de euros para proteção costeira.

    As autarquias restam, assim, dependentes da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Ministério do Ambiente. Contudo, esta dependência agrava-se com a instabilidade na própria agência. Confirmam-se as movimentações para a substituição da atual liderança da APA, criando um cenário onde a entidade responsável por gerir a crise costeira se encontra, ela própria, em gestão de mudança.

    Num momento em que não foi apenas Quarteira a sofrer danos — com registos de destruição em várias frentes de mar da região — a resposta do Estado surge agora com esta obra de grande envergadura, mas deixa por responder às questões estruturais sobre a agilidade e a estabilidade dos organismos que tutelam o litoral português.

  • Chuva Intensa em Vila Real de Santo António

    Chuva Intensa em Vila Real de Santo António

    A intensa precipitação que se fez sentir nas primeiras horas da manhã em Vila Real de Santo António (VRSA) levou a um esforço concertado de resposta, culminando na rápida normalização da situação no concelho.

    Em menos de duas horas, anuncia a autarquia, a circulação e a segurança nas principais vias públicas foram restabelecidas, demonstrando a eficácia dos planos de emergência.

    O episódio de chuva intensa, que se abateu sobre a região, exigiu uma pronta intervenção das autoridades locais. A rápida atuação permitiu que as consequências fossem mitigadas de forma célere, evitando perturbações prolongadas para os residentes e comerciantes.

    Embora a situação geral esteja resolvida, as equipas municipais mantêm-se no terreno a acompanhar os casos mais pontuais. Em Monte Gordo, na Rua Nova de Lisboa, onde se registaram algumas inundações localizadas, as equipas da Divisão de Habitação e Intervenção Social estão a prestar apoio direto aos moradores, auxiliando na resolução dos constrangimentos causados pelo mau tempo.

    Paralelamente, a Divisão de Atividades Económicas do Município está a proceder à avaliação de eventuais prejuízos no comércio e nos serviços, garantindo que o tecido económico local receba o acompanhamento necessário.

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António fez questão de sublinhar e agradecer o empenho e a coordenação de todas as entidades que participaram na resposta. A mobilização imediata do Serviço Municipal de Proteção Civil, dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e de Castro Marim, da PSP, da GNR, dos Serviços Gerais da Câmara, Ecoambiente, Águas de Vila Real de Santo António e Águas do Algarve, foi crucial para a rápida resolução dos problemas.

    O Município reforçou a importância deste trabalho conjunto – que incluiu também medidas de prevenção nas horas que antecederam o evento meteorológico – e agradeceu a colaboração e compreensão da população durante o período de maior instabilidade, reiterando que a normalidade está plenamente restabelecida em todo o concelho.

  • Câmara Municipal de São Brás de Alportel melhora acessibilidades

    A Câmara Municipal de São Brás de Alportel está a levar a cabo obras de construção de rampas de acesso no Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) localizado na Rua do Colégio.

    Os trabalhos, realizados diretamente pela administração municipal, têm como objetivo principal garantir a acessibilidade ao edifício tanto para os militares e colaboradores da GNR como para todos os cidadãos, independentemente das suas capacidades de locomoção.

    A intervenção é parte de um protocolo de colaboração entre o Município de São Brás de Alportel e a GNR, formalizado após a aprovação da proposta em reunião de câmara a 25 de setembro.

    As instalações, propriedade da GNR e inscritas no património do Estado, serão adaptadas para cumprir a legislação em vigor e promover a acessibilidade como um direito fundamental de cidadania, conforme previsto na Constituição da República Portuguesa.

    Embora o município reconheça a possibilidade de alguns constrangimentos durante a execução das obras, o investimento faz parte de um plano mais abrangente, denominado “São Brás Acessível”, que visa a adaptação gradual de edifícios e espaços públicos no concelho.

    A adaptação do Posto Territorial da GNR às normas técnicas de acessibilidade procura melhorar as condições de acolhimento e conforto dos cidadãos, garantindo a igualdade de acesso a este serviço público. Este projeto representa um passo importante para a construção de uma sociedade mais inclusiva em São Brás de Alportel.

  • Atrasos nas obras da Ponte do Vascão em Mértola questionados pelo PS

    Atrasos nas obras da Ponte do Vascão em Mértola questionados pelo PS

    O PS questionou o Governo sobre os «sucessivos atrasos» na obra de reabilitação da ponte da Ribeira do Vascão, no concelho de Mértola, distrito de Beja, lembrando que deveria estar pronta desde 30 de novembro de 2024.

    Numa pergunta entregue na Assembleia da República (AR), ontem quinta-feira, o deputado do PS eleito pelo círculo de Beja, Pedro do Carmo, argumentou que a empreitada, em curso, já foi alvo de dois adiamentos sucessivos e, agora, prevê-se a sua conclusão apenas a 30 de setembro deste ano.

    O parlamentar socialista, no documento dirigido ao ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, lembrou que a ponte da Ribeira do Vascão «constitui um eixo rodoviário entre o Alentejo e o Algarve», devendo a sua reabilitação, «iniciada a 30 de setembro de 2024», ter «sido concluída a 30 de novembro do mesmo ano».

    O prolongamento da obra «tem gerado fortes impactos negativos para a população e [para] os empresários de Mértola, nomeadamente no setor do turismo, da restauração e do comércio», afiançou o deputado.

    No documento, Pedro do Carmo questionou o Governo sobre as medidas a tomar para assegurar a conclusão urgente da obra antes do pico da época alta turística, assim como a previsão de criação de um plano de compensação para o município de Mértola e os empresários locais pelos prejuízos económicos já causados pela interdição prolongada da ponte.

    O socialista alertou ainda para as consequências do desvio do «tráfego para vias municipais sem condições», o que coloca em risco a segurança rodoviária e aumenta a degradação das infraestruturas locais.

    Em maio, por ocasião do último adiamento, a Infraestruturas de Portugal (IP), responsável pela empreitada, justificou que o atraso se devia à «dificuldade no fornecimento atempado de equipamentos necessários para o desenvolvimento da obra».

    Por isso, tornava-se imprescindível manter a interdição da circulação rodoviária na ponte, ao quilómetro 72,816 da Estrada Nacional 122 (EN122), que liga os distritos de Faro e Beja, no sudeste de Portugal.

    ./com Lusa e imagem Infraestruturas de Portugal
     
     
     
     
     
  • Aumento do número de construções clandestinas

    Um pouco por todo o lado, acima de tudo em nas zonas do interior, para responder a alegada falta de habitação, o número de construções ilegais, ten crescido, segundo uma reportagem da TVI.

    Só em Loulé a Câmara Municipal quer avançar com a demolição de 140 situações irregulares, em particular de casas pré-fabricadas, rulotes, casas modulares, de várias tipologias.

    Nos últimos três anos foram analisados quase 700 casos e a autarquia tem 25 processos para demolição nos próximos meses. Nos últimos três anos, a câmara municipal de Loulé analisou quase 700 caso de detetou que 140 estão irregulares, tendo sido dadas 116 ordens de demolição.

  • Ampliação do cemitério de Cacela Velha

    Ampliação do cemitério de Cacela Velha

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António deu início à empreitada de ampliação do Cemitério Paroquial de Cacela Velha, a qual contempla a construção de 72 jazigos e 48 ossários.

    O projeto é tido como de carácter fundamental para a localidade e, para tanto foi preparado um investimento na ordem dos 103 mil euros, acrescido de IVA.

    A execução da obra está a cargo da empresa BeiraCruz, Lda. e a autarquia justifica-a pelo facto de o cemitério estar próximo da sua capacidade máxima, assegurando resposta às necessidades da freguesia.

    O prazo de execução é de 120 dias, calculando-se que a intervenção possa estar concluída até ao final do primeiro trimestre de 2025.

    A nova área será integrada na estrutura já existente, permitindo «uma ligação harmoniosa entre as infraestruturas».

    A autarquia considera que esta ampliação reflete um dos compromissos assumidos pelo executivo municipal para a freguesia de Vila Nova de Cacela e foi planeada de forma a respeitar o enquadramento histórico e paisagístico de Cacela Velha.

  • Afluência de água salobra diminuirá em Castro Marim

    De acordo com uma nota do município de Castro Marim arrancou a obra na rede de saneamento para reduzir afluências de água salobra, em parceria com as Águas do Algarve.

    A intervenção, consta da colocação de mangas protetoras na rede de saneamento, já está a decorrer na vila de Castro Marim depois de terem sido realizados os trabalhos de diagnóstico e limpeza de condutas.

    A autarquia chama a atenção para a antiquidade da rede de esgotos da vila, já é antiga e próxima ao rio Guadiana, que provoca a existência de várias afluências de água salobra nos coletores de esgotos.

    Para proceder a esta obra, o Município de Castro Marim assinou um protocolo de colaboração técnica com a Águas do Algarve, com o apoio do Fundo Ambiental e homologado pela ministra do Ambiente e da Energia, Maria Graça Carvalho.

    A senhora ministra reconheceu a necessidade urgente, inadiável e de manifesto interesse público nacional da execução da empreitada.

    A salinidade nos esgotos faz com que o tratamento de águas seja mais complicado, prejudicando assim a sua reutilização pelo setor agrícola e nos dois golfes do concelho de Castro Marim, uma das medidas em concretização da Resolução do Conselho de Ministros para combater a seca na região algarvia que tem de ser cumprida e que aprova um quadro de medidas de resposta.

    A primeira fase desta intervenção começou em março do ano passado com uma campanha de medição da salinidade em vários locais da vila de Castro Marim, com limpeza de condutas e deteção de infiltrações, com o diagnóstico realizado com câmaras de vídeo.

    Uma boa qualidade de água é de extrema importância para a rega e para os campos de golfe, cuja reutilização deve incluir um tratamento terciário de remoção de nutrientes, de poluição microbiológica e salinidade, contribuindo assim no combate à seca que afeta o concelho de Castro Marim e a região algarvia.

  • Seis escolas do Algarve a modernizar com investimento de 42 milhões

    Seis escolas do Algarve a modernizar com investimento de 42 milhões

    Seis escolas públicas da região do Algarve vão ser requalificadas e modernizadas graças a um investimento global de 42 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelo Banco Europeu de Investimento (BEI). Este projeto visa melhorar as condições de ensino e aprendizagem em estabelecimentos identificados como prioritários na região.

    Entre as escolas que já têm obras aprovadas estão: EB Manuel do Nascimento (Monchique); EB D. José I (Vila Real de Santo António); EB Dr. José de Jesus Neves Júnior (Faro); EBI de Ferreiras (Albufeira).

    Além destas, foram recentemente aprovadas intervenções para: EB 2+3 D. Afonso III (Faro); EB das Naus (Lagos).

    As obras integram o Programa de Recuperação e Reabilitação de Escolas, que visa modernizar infraestruturas de ensino básico e secundário até junho de 2026. O financiamento é gerido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, sob a presidência de José Apolinário, que destacou a importância deste investimento para a educação na região.

    A requalificação da Escola Básica Integrada de Ferreiras foi assinalada com a cerimónia de lançamento da primeira pedra, organizada pela Câmara Municipal de Albufeira. Esta escola é a primeira do grupo a avançar com as obras, marcando o início do plano de modernização.

    Trata-se de um este esforço conjunto entre municípios, governo e União Europeia que procura refletir o compromisso com a melhoria das condições de ensino e a garantia de um futuro mais promissor para os jovens do Algarve.

  • Castro Marim afina concursos públicos

    Castro Marim afina concursos públicos

    Os concursos públicos agora renovados destinam-se à execução de um Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura; requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim: reparação do Caminho Municipal entre Cabacinhos e o limite do concelho de Tavira; e a requalificação do parque de estacionamento da urbanização Bela Praia, em Altura.

    O novo Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura, segundo a câmara municipal, terá uma extensão de 384 metros, com caixas de visita e ramais domiciliários desde a Rua do Regato até à Estação Elevatória, localizada na Avenida 24 de Junho.

    A primeira fase da requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim vai decorrer no setor nascente, com a execução de infraestruturas de abastecimento de água, drenagem de águas residuais e pluviais, de eletricidade e de telecomunicações e requalificação de pavimentos.

  • Se fosse só por Portugal a ponte já estava a concurso

    Se fosse só por Portugal a ponte já estava a concurso

    Foi o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) que intervindo nas Comemorações do Dia do Município de Alcoutim,. fez o ponto de situação do processo de construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana.

    E assumiu que, caso dependesse apenas das entidades e instâncias regionais previstas na Convenção de Valença de 2002 – CCDR ALGARVE e JUNTA DE ANDALUZIA, o concurso para a obra já tinha avançado.

    José Apolinário destacou o empenho do Governo Português e agradeceu ao alcaide de Sanlúcar de Guadiana o apoio para o avanço da obra.

    Disse também que Portugal inscreveu no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) aquela ponte sobre o rio Guadiana, que se encontra batizada como Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana e tem financiamento assegurado.

    A ponte tem o apoio do atual Governo da República, como teve do anterior Governo e consta das conclusões da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriça (ECDT), de várias Cimeiras bilaterais entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha.

    Foi tema expressamente abordado pelo Primeiro-Ministro Luis Montenegro na sua primeira reunião oficial com o Presidente do Governo do Reino de Espanha Pedro Sanchéz.

    Tem mobilizado os esforços do Governo, em particular os Ministros da Coesão Territorial, dos Negócios Estrangeiros, das Infraestruturas, do Ambiente e Ação Climática, da Embaixada de Portugal em Madrid, da Cônsul de Portugal em Sevilha, no sentido de superar as dificuldades institucionais e a eventual necessidade de financiamento dos acessos do lado de Espanha.

    Há porém uma preocupação, pois «Ultrapassar todos os obstáculos que ainda subsistem pode não ser compatível com os prazos de execução do PRR, mas esta é uma obra que tem de ser executada».

    O Município de Alcoutim tem o projeto de execução concluído e pronto a lançar empreitada, estimando um investimento de 13 Milhões de Euros, porventura um pouco mais em resultado do aumento de custos de obras públicas e esta é uma obra que terá de se executar.

    Por enquanto só se atravessa de barco, ponte pedonal ou funicular.

  • Captações e infraestruturas recebem cinco milhões no Algarve

    Captações e infraestruturas recebem cinco milhões no Algarve

    Maria da Graça Carvalho aprovou um investimento de 5,2 milhões de euros para o Algarve, com o objetivo de apoiar medidas de intervenção após situações de seca na região.

    Este investimento visa promover um uso mais eficiente da água e proteger os recursos hídricos, contribuindo para a sustentabilidade e resiliência do sul do país diante das alterações climáticas.

    O investimento, a ser executado pela Águas do Algarve e financiado pelo Fundo Ambiental, inclui:

    • A criação de novas captações de águas subterrâneas e a reabilitação de captações públicas estratégicas, fortalecendo o sistema de abastecimento público de água, com um investimento de quatro milhões de euros.
    • O reforço temporário de equipes para operar as captações estratégicas, assegurando uma gestão eficiente e um controle de qualidade rigoroso, com um investimento de 700 mil euros.
    • A reabilitação da rede de saneamento de Castro Marim, visando reduzir afluências indevidas e melhorar a eficiência do sistema, representando um investimento de meio milhão de euros.

    «A aprovação deste investimento é um passo essencial para enfrentar os desafios das secas que têm afetado o Algarve. O Governo está empenhado em garantir que as infraestruturas hídricas da região sejam robustecidas e que a gestão da água seja realizada com eficiência», declarou a ministra.

    água
  • Pavimentada a Estrada Real em Tunes

    O Município de Silves já concluiu a pavimentação da Estrada Real, em Tunes, tanto a calçada como o betuminoso e a repavimentação da rua do Armazém.

    Para o município, obra pública destina-se a reforçar os níveis de bem-estar, a melhoria significativa das acessibilidades e segurança rodoviária.

    Tem também por objetivo a preservação dos valores identitários, integrando-se na estratégia mais geral de reabilitação da rede viária e de valorização do património histórico, que a autarquia anuncia estar a desenvolve em todo o concelho de Silves.

    A empreitada abrangeu a construção de rede de drenagem de águas pluviais e a instalação de sinalética rodoviária, investimento no valor de 102 mil euros.