FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Nacional

Added by PressForward

  • APDP apela à criação de um registo nacional da diabetes tipo 1

    APDP apela à criação de um registo nacional da diabetes tipo 1

    A APDP lançou um apelo aos partidos políticos para que desenvolvam propostas legislativas que promovam a criação do registo como um instrumento que fornecerá dados exatos sobre a diabetes tipo 1 em todas as idades e que «facilitará a construção de uma estratégia com real impacto».

    A responsabilidade está, agora, nas mãos dos grupos parlamentares e a APDP pensa reunir com todos, «para que não se perca a oportunidade de desenvolver uma proposta de lei que concretize esta intenção», explica José Manuel Boavida, presidente da APDP.

    A incidência e a prevalência da diabetes tipo 1 está a aumentar e, sendo ainda uma doença pouco conhecida pela população em geral e pelos decisores de políticas de saúde, é crucial que existam dados concretos e atualizados como ponto de partida. Em causa estão entre 30 e 75 mil pessoas de todas as idades que morrem se não injetarem insulina.”, frisa João Filipe Raposo, diretor clínico da APDP

    Esta petição tem o apoio da Associação Mellitus Criança, do Grupo DiabéT1cos, da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, da Secção de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria e do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.

    Sobre a Diabetes tipo 1:

    A diabetes tipo 1 atinge na maioria das vezes crianças ou jovens, podendo também aparecer em adultos e até em idosos. Na diabetes tipo 1, as células ß do pâncreas deixam de produzir insulina pois existe uma destruição maciça destas células produtoras de insulina pelo próprio sistema de defesa do organismo (sistema imunitário) da pessoa.

    Pessoas com diabetes tipo 1 necessitam de terapêutica com insulina para toda a vida porque o pâncreas deixa de a poder fabricar. A causa deste tipo de diabetes não é, ainda, plenamente conhecida e não está diretamente relacionada com hábitos de vida ou de alimentação menos corretos.

    Sobre a APDP

    Fundada em 1926, a APDP é a associação de pessoas com diabetes mais antiga do mundo. Com cerca de 15 mil associados, desenvolve a sua atividade na luta contra a diabetes e no apoio à pessoa com esta doença, tendo sempre como meta a integração das pessoas com diabetes enquanto elementos ativos na sociedade. A APDP tem sido pioneira na prevenção, na educação e no acompanhamento personalizado. Conhecer melhor a doença e explorar novas formas de tratamento são os seus principais objetivos, a par da criação de estruturas capazes de dar resposta aos diversos problemas que envolvem a diabetes.

    Fonte: www.apdp.pt e PlanetAlgarve.

  • AADIC promove Webinar “À Conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca”

    AADIC promove Webinar “À Conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca”

    A Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC), vai agora promover o Webinar “À conversa com Salvador Sobral: o outro lado da Insuficiência Cardíaca” com transmissão exclusiva no Facebook e Site da AADIC, no dia 12 de outubro, pelas 21h00.

    Será uma conversa informal, diz a AADIC sobre Insuficiência Cardíaca (IC) entre a Dra. Maria José Rebocho, Médica Cardiologista e também membro do Conselho Técnico-Científico da AADIC, e Salvador Sobral, músico português e vencedor do Festival Eurovisão da Canção 2017, que aos 27 anos de idade recebeu um transplante cardíaco. A iniciativa é de participação gratuita e é dirigida aos doentes com IC e aos seus cuidadores.

    Vou participar neste Webinar da AADIC para dar o meu testemunho enquanto doente com insuficiência cardíaca que teve de ser submetido a um transplante do coração e aproveitar a ocasião para explicar as medidas que todos devemos tomar para evitar ao máximo o risco de contágio pela covid-19”, explica Salvador Sobral.

    Através desta conversa informal queremos partilhar informações pertinentes sobre a doença, dar conselhos úteis e até dicas que permitam aos nossos doentes retomar a sua vida com normalidade e em segurança, nestes tempos que vivemos causados pela covid-19 e que são de cuidados excecionais para todos, principalmente para os portugueses com insuficiência cardíaca”, conclui a Dra. Maria José Rebocho.

    A Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC) reúne doentes, familiares e amigos, e tem por objetivo promover, incentivar, orientar e dar apoio na área da Insuficiência Cardíaca, nomeadamente através da informação à população e promoção de melhores cuidados de saúde para esta condição. Atualmente é suportada por um conselho técnico científico e por cerca de 100 associados de norte a sul do país, mas mantém a ambição de atingir os 500 sócios até ao final do ano.

    Página de Facebook:

    Site:

  • Seleção prepara estreia na Liga das Nações com todos atletas disponíveis

    Seleção prepara estreia na Liga das Nações com todos atletas disponíveis

    A seleção portuguesa de futebol começou hoje a preparar o duelo de sábado com a Croácia, do arranque da Liga das Nações, com um treino em que Fernando Santos contou com os 25 jogadores convocados.

    De acordo com a Federação Portuguesa de Futebol, na Cidade do Futebol, em Oeiras, o selecionador nacional esteve à sua disposição todos os futebolistas chamados, incluindo o capitão Cristiano Ronaldo e os estreantes Rui Silva, guarda-redes do Granada, e Francisco Trincão, extremo transferido recentemente do Sporting de Braga para o FC Barcelona.

    Antes da sessão, que foi realizada à porta fechada como medida de prevenção contra a pandemia da covid-19, jogadores, treinadores e o restante ‘staff’ da seleção nacional efetuaram testes ao novo coronavírus, com os resultados a serem todos negativos.

    Portugal, atual detentor da Liga das Nações, volta a treinar na terça-feira, novamente na Cidade do Futebol, às 10:30, num apronto que será outra vez à porta fechada.

    Pela primeira vez, todos os 25 jogadores convocados por Fernando Santos estão instalados na chamada ‘Casa dos Atletas’ até viajarem no final da semana para o Porto, onde vão defrontar os atuais vice-campeões mundiais, na primeira jornada do Grupo 3.

    Três dias depois do duelo no Estádio do Dragão, Portugal desloca-se a Solna, nos arredores de Estocolmo, para defrontar a Suécia.

    A seleção nacional ainda não efetuou qualquer jogo em 2020, devido à covid-19. O último encontro aconteceu em 17 de novembro do ano passado, no triunfo por 2-0 no Luxemburgo, que valeu a qualificação para a fase final do Euro2020, que, entretanto, foi adiado para 2021, devido à pandemia.

  • Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    “Caro Leitor, esta é a última presença da Cotovia na Feira do Livro de Lisboa. A editora fecha no final do ano”, lê-se na mensagem publicada pela editora, sobre uma imagem do seu pavilhão, no Parque Eduardo VII. “A partir de amanhã [terça-feira], disponibilizamos livros descatalogados no nosso pavilhão da Feira”, acrescenta a mensagem.

    ‘Crónicas 1974-2001’, de Nuno Brederode dos Santos, e ‘Bucólicas’, de Virgílio, estão entre as mais recentes e derradeiras edições dos Livros Cotovia, assim como textos dramáticos de Federico García Lorca, Giovanni Testori e Witold Gombrowicz, incluídos na coleção ‘Livrinhos do Teatro’, construída em parceria com a companhia Artistas Unidos.

    A Livros Cotovia foi fundada em 1988, por André Fernandes Jorge (1945-2016), com seu irmão, o poeta João Miguel Fernandes Jorge, que abandonou o projeto editorial pouco tempo depois.

    Ao longo de mais de 30 anos, a editora ultrapassou os 700 títulos, de 350 autores, “todos eles relevantes”, para “um público leitor que sabe o que quer”, como escreve no seu ‘site’, e todos eles detentores de uma identidade própria, marcada, na sua maioria, pela imagem gráfica original, desenhada pelo cineasta João Botelho.

    Os portugueses A.M. Pires Cabral, Teresa Veiga, Daniel Jonas, Luís Quintais, Paulo José Miranda, Jacinto Lucas Pires, Eduarda Dionísio, Luísa Costa Gomes, constam do catálogo da Cotovia, assim como o angolano Ruy Duarte de Carvalho e os brasileiros André Sant’Anna, Bernardo Carvalho, Carlito Azevedo e Marcelo Mirisola, entre muitos outros autores de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico.

    Martin Amis, Virginia Wolf, Roberto Calasso, Doris Lessing e Natalia Ginzburg estão entre os autores traduzidos ao longo dos anos pela Cotovia, assim como John Milton, Robert Louis Stevenson e Arthur Schnitzler.

    “Responsável pela edição, pela primeira vez em língua portuguesa, de vários autores de renome internacional, e também pela descoberta e promoção de alguns autores rapidamente reconhecidos como os ‘novos’ da literatura portuguesa, a Cotovia é ainda uma das raras editoras que em Portugal publica regularmente textos dramáticos (portugueses e em tradução)”, descreve, na apresentação que a Cotovia mantém no seu ‘site’.

    Nas coleções de Ensaio, Ficção, Poesia encontram-se autores como Paul Celan, Iosif Brodskii, Luis Cernuda, Doris Lessing, Eric Rohmer, Reiner Werner Fassbinder, Thomas Bernhard, Christa Wolf, José Ortega y Gasset, Simone Weill, Victor Aguiar e Silva, João Barrento e Jorge de Sena.

    Na coleção de clássicos gregos e latinos, a Cotovia publicou Homero, Virgílio, Ovídio, Apuleio, Petrónio, Horácio, entre muitos outros, fazendo com que os seus títulos chegassem ao público em geral, acompanhando-os ainda de estudos e ensaios.

    Após a morte do fundador, em 2016, a direção editorial dos Livros Cotovia ficou entregue a Fernanda Mira Barros, que fazia parte da equipa há mais de 20 anos. Licenciada em Línguas e Literaturas Inglesa e Alemã, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mira Barros fora responsável pela criação do ‘blog‘ da Cotovia, em 2011.

    No passado mês de fevereiro, a Cotovia anunciou o encerramento da sua loja, na rua Nova da Trindade, em Lisboa, situada no edifício projetado por Raul Lino, que acolhera a histórica Livraria Opinião, na década de 1970, e que se apresenta vazio à espera de licenciamento de obras.

    O encerramento da loja foi então marcado para 13 de março, poucos dias antes da declaração do estado de emergência, por causa da pandemia. Na altura, a editora transferiu a venda de livros para o seu ‘site’.

    Quanto à Feira do Livro de Lisboa, lê-se na mensagem da Livros Cotovia: “Estamos (péssima localização, mas não dependeu de nós) a abrir o corredor mais perto do relvado central, quando se desce o Parque pela ala direita”.

    A mensagem acrescenta que a Livraria Flâneur representa a editora, no Porto. E conclui: “Obrigada a todos os nossos leitores”.

    Ao longo dos meses de confinamento, o setor livreiro foi um dos mais afetados pelas medidas de contenção destinadas a travar a propagação do novo coronavírus, com o encerramento de livrarias por todo o país, e a paralisação do mercado editorial.

    As perdas financeiras chegaram a atingir os 45,9%, ou 1,07 milhões de euros, segundo o painel de vendas Gfk, para a semana 4 e 10 de maio, a primeira após a possibilidade de reabertura, prevista no plano de desconfinamento, iniciado em 1 de maio.

    Seja sempre o primeiro a saber.
    Acompanhe o site eleito pelo quarto ano consecutivo Escolha do Consumidor.
    Descarregue a nossa App gratuita.

    Apple Store Download Google Play Download

     

    Source: Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade