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Etiqueta: Museus

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  • Tavira vai desenvolver projeto sobre os bairros SAAL

    Tavira vai desenvolver projeto sobre os bairros SAAL

    A cerimónia de entrega do contrato decorreu, no Museu de Marinha, em Lisboa., tendo estado presentes, em representação do Município de Tavira o vice-Presidente da câmara municipal, Eurico Palma, e a diretora de Departamento de Desenvolvimento Sociocultural, Cristina Neto.

    O valor aatribuido do financiamento é de €32.956,24 e corresponde a 60% do valor elegível da proposta apresentada. Em Tavira foram criados dois bairros, no pós-25 de Abril e no seguimento do SAAL – Serviço de Apoio Ambulatório Local, o «Amigos Unidos de Cabanas», na comunidade piscatória em Cabanas de Tavira e a “1º de Maio”, no centro histórico da cidade, na Bela Fria, numa antiga propriedade rústica, na margem direita do rio Séqua.

    A câmara municipal dirigiu uma nota de reconhecimento às comissões de moradores, essenciais na apresentação da candidatura e futuramente na execução do projeto de investigação multidisciplinar que tem como resultados uma exposição temporária de exterior, multi situada, e uma publicação.

  • Sessenta anos de Museu do Algarve

    Sessenta anos de Museu do Algarve

    Este museu esteve, desde sempre associado ao pintor farense Carlos Porfírio, seu dinamizador e diretor nos primeiros oito anos de existência. O Museu Etnográfico Regional abriu as portas ao público em 15 de dezembro de 1962, materializando uma aposta institucional na dinamização da Cultura através da «Promoção de Museus, Arquivos e instituições culturais».

    Carlos Porfírio como pintor associado a movimentos futurista nacionais e europeus, artes cinematográficas jornalista, e etnógrafo, aproveitando aquele objetivo da recém-criada Junta Distrital de Faro (Lei-n.º 2.100 de 29 de agosto de 1959), funda o Museu a partir do próprio espólio reunido durante a primeira metade do séc. XX onde se destacam objetos sobre a atividade de pesca e agricultura, mobiliário, utensílios domésticos e dezenas de peças de «arte popular».

    No entanto, diz-nos a CCDR-Algarve, «seria redutor se não mencionássemos a série de quadros a óleo que o próprio concebeu para o museu sobre memórias, saberes e tradições do “povo algarvio”, bem como um conjunto de obras de pintores algarvios que pela primeira vez tiveram espaço para serem apresentados».

    Ao longo destes sessenta anos muitas foram as dinâmicas socioeconómicas que foram realizadas e várias gerações passaram ou visitaram as suas instalações, adaptadas aos tempos presentes já no início do séc. XXI dando-lhe uma nova visibilidade social, o que tem permitido preservar o espírito conceptual do seu fundador, mas ao mesmo tempo evidenciar uma nova modernidade na compreensão e sensibilização, sobretudo as gerações mais novas que diariamente atravessam as suas portas e descobrem que a sua história não começou nos seus pais.

  • A Cor do Património exposta em Mourão

    A Cor do Património exposta em Mourão

    Esta mostra, que pode ser visitada até 29 de Janeiro do próximo ano, foca essencialmente temas do património arquitetónico alentejano, mas também de outros pontos do país, incluindo das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Com um «tratamento rigoroso da arquitetura e a utilização de harmonias cromáticas vibrantes, os trabalhos de Duarte Botelho chamam a atenção para a riqueza do nosso património histórico-arquitetónico».

    A pintura de Duarte Botelho «tem tido uma ampla aceitação e divulgação internacional, sobretudo através dos canais institucionais dirigidos a um turismo de cariz cultural». Iniciou o curso de pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, transitou posteriormente para o Departamento de Arquitetura, onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

    É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes, da Sociedade Portuguesa de Autores e da Ordem dos Arquitetos.

    O Museu da Luz integra a Rede Portuguesa de Museus e está aberto de terça a domingo.

  • Mértola presente no Museu dos Lanifícios

    Mértola presente no Museu dos Lanifícios

    A técnica Guilhermina Bento, a Tecedeira Maria de Fátima Mestre e a Aprendiz de Tecedeira Nazaré Fabião, estiveram presentes no V Encontro Indústria, História, Património. que se realizou no passado fim de semana no Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

    Tratou-se de um evento organizado pelo Fórum Indústria, História, Património e pelo História, Territórios e Comunidade, um polo na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, do Centro de Ecologia Funcional – Ciências para as Pessoas e o Planeta da Universidade de Coimbra, em parceria com o Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, a Câmara Municipal da Covilhã e o LabCom/UBI.

    As comunicações apresentadas abordaram temas relacionados com a história da indústria, dando especial enfoque às comunidades que, direta ou indiretamente, se relacionaram com os processos de industrialização. Do programa fizeram também parte visitas guiadas ao património industrial da Covilhã, a inauguração da exposição de fotografias “património da Covilhã. Um outro olhar” de Manuel F. Rodrigues e a apresentação do ebook com alguns dos trabalhos apresentados no IV Encontro Indústria, História,

  • Museu Islâmico de Mértola faz 20 anos

    Museu Islâmico de Mértola faz 20 anos

    Para a autarquia, não é nada que altere aqueles que são os pressupostos iniciais dos seus mentores, ao nível dos conteúdos e do discurso: «O projeto de arquitetura e a museografia realçam as caraterísticas do próprio edifício e marcam nas linhas, nas cores e nas formas a presença da herança islâmica e criam um discurso lógico e coerente».

    E faz notar que, recentemente, realizou uma intervenção de manutenção do edifício «com o objetivo de corrigir anomalias resultantes do passar dos anos, a par do desenvolvimento de ações que visam uma maior eficiência energética e a criação de condições ambientais adequadas aos que aqui trabalham, aos que visitam e à conservação da coleção exposta».

    E apela a que se visite, ou revisite o Museu de Mértola e, neste aniversário, dê uma especial atenção ao Núcleo de Arte Islâmica e se veja para além do objeto e pense nas mãos por onde passou, até chegar à excelência de uma vitrine.

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    O núcleo museológico de Arte Islâmica, inaugurado há 20 anos, em 21 de dezembro de 2001, é exemplo do trabalho que tem vindo a realizar-se em Mértola. A coordenação, conceção e conteúdos são da responsabilidade de Cláudio Torres e Santiago Macias que, com uma vasta e diversificada equipa, desenvolveram, ao longo de anos, um trabalho de «excelência na investigação, estudo, inventário e conservação».

    A arqueologia, principalmente a intervenção desenvolvida pelo Campo Arqueológico de Mértola na Alcáçova, permitiu reunir uma importante coleção de objetos representativos do quotidiano de um passado longínquo, que tem ecos em formas, técnicas, costumes e saberes-fazer que ainda reconhecemos e nos são próximos.

    Para acolher este lote excecional de materiais foi escolhido um antigo armazém do século XVIII, localizado em pleno Centro histórico, na zona da antiga Porta da Ribeira, propriedade da Câmara Municipal e reabilitado com um projeto do Arquiteto José Alberto Alegria, financiado pelo Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo, pela Direção Geral de Ordenamento do Território e pela Autarquia, integrado no Projeto Integrado de Mertola.

    A câmara anuncia que, ela segurança de todos, neste Natal está encerrado nos dias 24, 25 e 26 de dezembro, reabrindo no dia 28.

  • Lugares – Museu do Rio – Guerreiros do Rio

    Lugares – Museu do Rio – Guerreiros do Rio

    Situado a 8 Km a sul de Alcoutim, na localidade de Guerreiros do Rio, encontra-se o Museu do Rio. “Olhar o Guadiana Por Dentro” é a temática da exposição: o Rio Guadiana, a sua história, a ligação ao minério através do transporte fluvial, o património natural e cultural que lhe estão ligados, nomeadamente os tipos de pesca artesanal, a gastronomia e a atividade do contrabando durante o período do Estado Novo.

    Em destaque, a exposição permanente (desde outubro de 2008) “Barcos Tradicionais do Baixo Guadiana”, da autoria do Sr. José Murta. Trata-se de uma série de réplicas, em miniatura, dos barcos que circularam no baixo Guadiana, nas mais variadas atividades, até meados dos anos 60 do século XX.

    Horário (aberto de terça a sábado):

    1 de outubro a 31 de março09h00 – 13h0014h00 – 17h00
    1 de abril a 30 de setembro10h00 – 13h0014h00 – 18h00
    O bilhete de entrada dá acesso a outos museus municipais. Chega-se por Estrada Marginal, EN 122 e acesso fluvial pelo Rio Guadiana
  • Nova imagem para o Museu de Alcoutim

    Nova imagem para o Museu de Alcoutim

    Exibe agora um novo símbolo, representante das serras, do rio Guadiana e do “M” de Museu. Esta imagem é utilizada como promocional nas redes sociais da Câmara Municipal, e no sítio WEB. Este novo sítio na Internet permite conhecer a sua história, núcleos, estrutura, equipa, atividade, espaços e coleções e obter indicações sobre localização, horários, preços, visitas e novas ações.

    A apresentação ocorreu no dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus. A comemoração deste dia, criado pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), com o objetivo de promover junto da sociedade uma reflexão sobre o papel dos museus no seu desenvolvimento faz-se desde 1977.

    As mudanças sociais impulsionadas pela pandemia COVID-19 e a missão social dos museus influenciou a escolha do tema «O futuro dos museus: recuperar e re-imaginar» pelo ICOM Internacional para as comemorações em 2021, desafiando «os museus e os seus profissionais e as comunidades a criar, imaginar e compartilhar novas práticas de (co)criação de valor, novos modelos de negócio para as instituições culturais e soluções inovadoras para os desafios sociais, económicos e ambientais do presente».

  • Mértola reabre museus

    Mértola reabre museus

    Os núcleos museológicos do Museu de Mértola reabrem ao público no dia 6 de abril de 2021 em primeira fase, de 6 a 30 de abril, com os horários das 9h15 às 12h30 e das 14h00 às 17h15 horas e encerramento ao domingo e segunda-feira.

    Será possível visitar o Castelo, a Alcáçova, a Igreja Matriz, a Oficina de Tecelagem, a Basílica Paleocristã, a Casa Romana e a Arte Sacra, nesta fase com limitações relativamente à lotação do espaço.

    Mértola garante estarem asseguradas todas as condições para receber os visitantes em segurança.