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Etiqueta: minério

  • Ayamonte será sede de empresa mineira

    Ayamonte será sede de empresa mineira

    Este terreno será usado para a construção de sua sede, um centro de treino em mineração e um centro de tecnologia ou «data center».

    O presidente Alberto Fernández anunciou que as instalações vão estar localizadas num terreno de 19.000 metros quadrados, na área da urbanização Costa Esuri, a norte da cidade, onde também serão desenvolvidas instalações desportivas, um módulo social e uma área de estacionamento.

    Acompanhado pelo delegado do Governo da Junta em Huelva, José Manuel Correa, e pelo presidente da Emerita Resources, Joaquín Merino, destacou que, se tudo correr conforme o planejado, daqui a um ano a Emerita poderá iniciar a construção do projeto.

    Entretanto, o início do projeto depende ainda da obtenção de todas as autorizações e autorizações pendentes da Junta de Andaluzia para a atividade principal designadamente a extração de mineração em Puebla de Guzmán e Paymogo, onde foi descoberto um veio de 20 milhões de toneladas de minério, zinco, chumbo e prata.

    A Emerita Resources é uma empresa canadiana de exploração mineral e está interessada no projeto IBW (Iberian Belt West) em Paymogo, Andaluzia. Este projeto envolve a exploração de depósitos de minerais como zinco, chumbo e prata. A empresa acredita que esta área tem um grande potencial devido à sua localização na Faixa Piritosa Ibérica, uma das regiões mais ricas em minerais do mundo.

    O projeto IBW é visto como uma oportunidade significativa para o desenvolvimento económico e social da região, com a previsão de criação de entre 200 e 250 empregos durante a fase de exploração. Além disso, a Emerita Resources está comprometida com práticas de mineração sustentável, alinhadas com a Estratégia para uma Mineração Sustentável em Andaluzia 20302.

    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!

  • Metal puro será produzido em Riotinto

    Metal puro será produzido em Riotinto

    Foi já outorgada a Autorização Ambiental Integrada (UAA) ao projeto de construção de um nova planta industrial para a produção de metal puro que promove, sendo que os recursos apresentados por Ecologistas en Acción e a Fundação Montescola não foram admitidos.

    Segundo vimos no Huelva Información, esta planta de produção de metais de alta pureza passou pelo processo de Autorização Ambiental Integrada, porque parte dos processos que aí decorrem estão expressamente contemplados na Lei Integrada de Prevenção e Controlo da Poluição.

    Consiste basicamente numa planta industrial para produção de cátodos de cobre e zinco dentro do Projeto de Mineração Riotinto (PRT), a partir de concentrados minerais obtidos no atual processo de beneficiação, que ocupará uma área aproximada de 0,63 hectares.

    Foi projetada a produção de um máximo de 10.000 toneladas de zinco e ou ou cobre metálico, na forma de cátodo, embora também seja possível produzir um produto intermediário de precipitado (hidróxido ou carbonato) de zinco e ou cobre. A partir da concessão da autorização, que estabelece uma série de condições e limites relativos a emissões para a atmosfera, ruído, emissões luminosas, águas e resíduos. A Atalaya tem um prazo de cinco anos para iniciar a atividade.

    Vai utilizar tecnologia E-LIX, classificada como «um inovador processo de extração eletroquímica», desenvolvido pela Lain Technologies, da espanhola Eva Lain, doutora em eletroquímica, que patenteou e desenvolveu o sistema, após seis anos de pesquisas e testes e com o apoio financeiro da mineradora.

    O sistema E-LIX é uma novidade mundial que também oferece vantagens no aspecto ambiental, sendo «uma tecnologia sustentável e segura, pois tem descarga zero e, ao contrário do habitual, funciona à temperatura ambiente e sem pressão atmosférica».

  • MOSANA não quer a mineração na Serra Algarvia

    MOSANA não quer a mineração na Serra Algarvia

    Inclusivamente, já criaram uma petição, que em breve vai ser disponibilizada online e em formato físico, onde expressam «grande preocupação e forte oposição às atividades de mineração propostas no projeto designado por FERRARIAS».

    É que a empresa Emisurmin Unipessoal Lda, requereu os direitos de prospecção e pesquisa de «depósitos minerais de ouro, prata, cobre, chumbo, zinco e minérios associados» nos concelhos de Alcoutim e Castro Marim numa área de 494 quilómetros quadrados, nas Freguesias de Alcoutim e Pereiro, de Martim Longo e de Vaqueiros (Alcoutim) e de Azinhal e Odeleite (Castro Marim).

    Para o MOSANA, Movimento de Salvaguarda do Nordeste Algarvio, a exploração e extração de minério representa ameaças ambientais, sociais e culturais significativas que superam em muito quaisquer benefícios económicos daí decorrentes.

    E está convicto que um contrato de pesquisa e prospecção mineira, pela possibilidade de acesso automático à fase de exploração, de acordo com a lei em vigor, constitui de igual modo uma ameaça à integridade da região.

    Estão a apelar ao Governo e autoridades competentes para darem prioridade à preservação do património natural, garantindo um futuro sustentável para a atual e próximas gerações.

    Leia a Carta Aberta em no site MUROS, de Susana de Sousa