A Associação de Defesa do Património de Mértola, neste final do ano, sinónimo de festividades, aproveitou o último dia de 2024 para partilhar, em jeito de balanço, alguns dos momentos mais emblemáticos do se trabalho do ano.
As escolhas são dos seus colaboradores, tantos que optou por não os referenciar.
Chamam a atenção para o lançamento do projeto da Plataforma de OSC (organizações da sociedade civil), para Gestão Delegada, em São Tomé e Príncipe, do Novos Horizontes, em Moçambique.
Há também o EcoRaízes, em Cabo Verde, a reabilitação, em Mértola, do antigo posto da guarda fiscal e criação da exposição do património natural e cultural do Rio Guadiana.
Passa pelos diversos workshops, dias abertos, ações de demonstração e ações de capacitação sobre boas práticas agrícolas.
Sentem que podem afirmar que acabam 2024 com o sentimento de missão cumprida e expressam o seu profundo agradecimento a quem com esteve com a Associação ao longo desses momentos, em Portugal, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe.
Esta iniciativa surge em resposta à aprovação condicionada do projeto pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que autorizou a transferência de água com restrições específicas, como a captação apenas entre outubro e abril, limitada a 30 hectómetros cúbicos anuais, para salvaguardar o caudal ecológico do rio.
A “Amigos da Formôa”, escreve o Observador, expressa preocupações significativas quanto aos potenciais impactos ambientais e sociais do projeto, incluindo a possível salinização do estuário do Guadiana e efeitos adversos nas comunidades locais.
Estas preocupações são partilhadas por outras organizações, como a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, que contesta o projeto, argumentando que o aumento da oferta de água não deve servir consumos insustentáveis.
De acordo com o Jornal do Algarve o projeto de transvase, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência com um investimento superior a 61 milhões de euros, visa reforçar a disponibilidade hídrica no Algarve, região frequentemente afetada por escassez de água.
No entanto, enfrenta oposição de várias entidades que alertam para os riscos ambientais e questionam a sua sustentabilidade a longo prazo.
A ação judicial da “Amigos da Formôa” reflete a crescente preocupação da sociedade civil em relação à gestão dos recursos hídricos e à necessidade de equilibrar o desenvolvimento regional com a preservação ambiental.
O desfecho deste processo poderá estabelecer precedentes importantes para futuros projetos de captação e transferência de água em Portugal.
Este encontro realizado em Faro, como noticiámos, abordou soluções para as controvérsias que surgem em torno da transferência de água, especialmente considerando as diferentes perspetivas dos agricultores e das comunidades locais.
Descontentamento dos Agricultores Alentejanos
A transferência de água do Alentejo para o Algarve tem gerado descontentamento entre os agricultores alentejanos. Eles expressam preocupações sobre como isso poderia impactar suas colheitas e a sustentabilidade a longo prazo da agricultura na região. A gestão cuidadosa dos recursos hídricos é fundamental para garantir a produção agrícola e a segurança alimentar, algo que os agricultores desejam que seja considerado nas discussões.
Reações na Província de Huelva
O acordo estabelecido na cimeira apresenta três regimes de uso e volumes, permitindo que, em períodos secos, se possam utilizar por captura 30 hectómetros cúbicos por ano, em períodos intermédios 60; e, nos períodos chuvosos, o volume das bacias hidrográficas não é limitado, chegando até onde Huelva pode bombear.
A Associação das Comunidades de Regante de Huelva, Huelva Riega, entende que o caudal representa, agora, um máximo de 42 hectómetros cúbicos por ano.
Em declarações prestadas ao Huelva Información, dizem que «agrava a situação do sistema hídrico de Huelva por ser um volume total insuficiente para os utilizadores de água – consumo humano, agricultura, indústria e turismo – e não tem em conta o défice de 80 hectómetros cúbicos que a província tem».
Porém permite que seja consolidada a utilização de Bocachanza, uma captação à saída da barragem do Chança, que bombeia água para Huelva e cuja utilização foi interdita no acordo de Albufeira.
Por outro lado, o novo acordo permite – e, portanto, reconhece – a utilização do sistema de bombagem de Bocachança entre os meses de outubro e abril sem ter de estar em situação de necessidade, como tem vindo a acontecer até agora. A entidade considera ser “uma boa notícia”, «porque consolidamos a utilização de Bocachanza para o sistema de Huelva».
O risco de se fazer um acordo que envolvesse esta captação sempre foi um cavalo de batalha das organizações ecologistas que velam pela saúde ecológica do rio.
Quanto à ferrovia é notório o descontentamento pelo calendário de construção das ferrovias desejadas para unir Faro e Huelva.
Entre as principais atrações, destacam-se a Demonstração de Cobro na Água com Retrievers, a Demonstração com Cães de Rasto de Sangue, o Concurso de Pombos de Vara e a Exposição de Avifauna. A exposição fotográfica «#AlimentadasPorCaçadores» também será um dos destaques, realçando o trabalho dos caçadores em prol da biodiversidade.
O parque exterior contará com um lago de maiores dimensões. A autarquia explica que este lago é capaz proporcionando um espaço ideal para observar fauna aquática e assistir a demonstrações com raças de cães de caça.
Os visitantes podem explorar exposições de fauna viva, matilhas de caça maior, viaturas 4×4 e um ecossistema único recriado com materiais reciclados.
O parque de demonstrações incluirá atividades como tiro ao alvo com arco e besta, demonstrações de cães coelheiros, demonstrações de falcoaria e muito muito mais.
A câmara municipal de Mértola anunciou a realização para os dias 25 a 27 de outubro, no Pavilhão Multiusos Expo Mértola da XV Feira da Caça.
Uma vez mais celebra um evento que classifica de imperdível por celebrar a paixão, a tradição cinegética, a natureza e a biodiversidade.
O certame, tem vindo a afirmar-se como um dos principais do setor e visa promover as «potencialidades turísticas e económicas da região, atraindo entusiastas e visitantes de todo o país».
Na edição de 2024, os visitantes terão a oportunidade de participar em diversas novidades, como a Demonstração de Cobro na Água com Retrievers, a Demonstração com Cães de Rasto de Sangue, o Concurso de Pombos de Vara.
Vai também apresentar uma exposição com fotografias de alta resolução de espécies captadas no concelho de Mértola, intitulada de «AlimentadasPorCaçadores», com o objetivo de realçar o trabalho que os caçadores exercem 365 dias por ano em prol da biodiversidade
A XV Feira da Caça terá também novidades na organização do parque exterior, que contará com um lago com uma dimensão superior, proporcionando um espaço ainda mais alargado para os visitantes observarem alguma fauna aquática e demonstrações com raças de cães de caça.
Estas iniciativas prometem enriquecer o evento, oferecendo momentos de grande interesse para todos os entusiastas de caça e natureza.
Os visitantes podem explorar diversas exposições, que incluem fauna viva, matilhas de caça maior, viaturas 4×4, um ecossistema recriado com materiais reciclados entre muitas outras atividades e animações.
O parque de demonstrações de atividades cinegéticas incluirá ainda tiro ao alvo com arco e besta, uma demonstração de cães coelheiros e a já tradicional demonstração com falcões.
Durante os três dias da feira, estarão disponíveis várias jornadas de caça, como o Campeonato de Caça de Salto, a Prova de Santo Huberto, largadas de caça menor e duas montarias de caça maior.
Para os amantes da natureza, atividades como BirdWatching e percursos de observação de fauna e flora em territórios cinegéticos complementam o programa, permitindo uma experiência enriquecedora em contacto com a riqueza natural da região.
Adicionalmente, todos os visitantes terão a oportunidade de se habilitar a ganhar dezenas de prémios relacionados com caça, bastando para isso adquirir o bilhete de entrada pela módica quantia de 1€, releva ainda a autarquia.
O Festival é promovido pela Entidade Regional de Turismo ao Alentejo e Ribatejo, tendo por objetivo dinamizar a plenitude da rede de percursos pedestres, reforçando a região enquanto Destino de Caminhadas.
Nos primeiros dias do Festival, realiza-se a «Conferência de Turismo de Passeios Pedestres», Montemor-o-Novo – 10 outubro, a organização de um Percurso Pedestres Promocional de grande participação, Arraiolos – 12 de outubro, e ainda um passeio pedestre em Cabrela – 13 de outubro) sob a temática Turismo Literário.
No fim de semana seguinte, nos dias 19 e 20 de outubro, acontece a iniciativa «TODO O ALENTEJO A CAMINHAR» com a organização de caminhadas em simultâneo, por todos os municípios do Alentejo.
Com este novo Festival, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, pretende dinamizar e promover o Turismo de Caminhada no Alentejo através da valorização dos percursos pedestres da região.
O objetivo é incentivar a descoberta da «rica biodiversidade, cultura e património da região, e proporcionando experiências de bem-estar e conexão com a natureza para os participantes».
Começam hoje as festas organizadas pela junta de freguesia do Espírito Santo, concelho de Mértola, logo às 21:30 horas.Vai haver baile com Cláudio Rosário.
Amanhã, sábado, às 8:30 horas,realiza-se a Feira da Aldeia. A iniciativa inclui, ainda, uma caminhada, uma mostra de cozinha e concurso doces tradicionais. A animação de rua estará a cargo do Trio Alvoroço, Calema e Vento Sul, Etnográfico de Santo António de Arenilha, Cantadores do Alentejo. Fecha com baile com Manuel João.
O encerramento das festas é no domingo com missa e procissão, a partir das 18:00 horas. Na noite, António Manuel faz o baile.
Esta é uma das relizações mais aguardadas pelos caçadores do concelho de Mértola, depois dos bons resultados alcançados na edição de 2023, segundo informou a autarquia.
O «Dia do Caçador» inclui um variado programa de atividades ao longo do dia, com destaque para as «caçadas aos pombos torcazes, caçadas aos patos e as caçadas de salto aos coelhos».
O evento tem por objetivo principal proporcionar um encontro enriquecedor entre caçadores naturais e residentes do concelho de Mértola, oferecendo-lhes a oportunidade de participar em caçadas e promover a troca de ideias e experiências que visam o desenvolvimento do setor.
No final das caçadas, os caçadores têm a oportunidade de se reunirem ao almoço, permitindo desta forma a troca de ideias acerca do estado atual do setor, a partilha de experiências nas suas zonas de caça e a promoção da camaradagem entre os amantes da caça.
O interior das salas dos dois edifícios entretanto recuperados terá patente um conjunto de painéis expositivos sobre os ecossistemas ribeirinhos associados ao Rio Guadiana, bem como às artes e à comunidade piscatória da Vila de Mértola.
Segundo a ADPM, Associação de Defesa do Património de Mértola, pretense-se aproximar os visitantes ao património cultural e natural, transmitindo conhecimento de uma forma simples, num local propício à observação do Rio Guadiana, tendo sido criado ainda, um percurso sonoro que complementa os conteúdos da exposição.
A iniciativa é promovida pela ADPM no âmbito do UÁDI ANA – projeto de Valorização Turística do Parque Natural do Vale do Guadiana, cofinanciada pelo Fundo Ambiental, e com a parceria de entidades como o ICNF, a Câmara Municipal de Mértola e a Câmara Municipal de Serpa.
A recente entrevista de José Serrano, ao Diário do Alentejo, com Maria de Fátima Palma, arqueóloga e coordenadora científica do projeto Iacam, que, com a devida vénia, resumimos e partilhamos com os nossos leitores, revelou detalhes fascinantes sobre a quarta campanha de escavações na aldeia da Mesquita, em Mértola.
O projeto, uma colaboração entre a Universidade de Granada e o Campo Arqueológico de Mértola, trouxe à luz novos dados que enriquecem o entendimento do local.
Foram identificadas três fases distintas: uma necrópole do século X com sepulturas cristãs, uma casa medieval islâmica do século XII ao XIII com um pátio central e vários compartimentos, e uma necrópole do século XVI próxima à ermida de Nossa Senhora das Neves.
Estes achados sublinham a importância da Mesquita como um sítio de valor arqueológico e histórico, fornecendo uma janela para o passado da região e reforçando o vínculo da comunidade com sua herança cultural.
A obra foi executada e o furo está concluído, conforme documenta a fotografia do morador Rogério Silva.
O que é um furo artesiano
Um furo artesiano é uma perfuração no solo que permite o acesso a um aquífero confinado, de onde a água pode ser extraída naturalmente devido à pressão existente.
Este método de captação de água subterrânea é uma alternativa viável e econômica ao abastecimento público, sendo utilizado tanto para consumo humano quanto para atividades agrícolas ou industriais.
A água de um furo artesiano geralmente possui um alto grau de pureza, mas ainda assim recomenda-se a realização de análises periódicas para garantir sua qualidade e segurança para o consumo.
Os locais principais serão o Parque Desportivo e de Lazer Municipal e o Cais do Guadiana, onde ocorrerão atuações memoráveis.
A festa começa no dia 14 de junho no Parque Desportivo e de Lazer Municipal, com uma noite voltada para os jovens. Às 21h00, dá-se início ao 40.º Troféu Serrão Martins, e a partir das 23h00, Vado Más Ki Ás, um ícone do rap crioulo, juntamente com DJ Moza, prometem animar a noite.
Em 15 de junho, às 23h00, o grupo Baila Maria, conhecido pelo seu estilo musical enérgico que combina ritmos tradicionais com energia contemporânea, vai fazer o público dançar e cantar, seguido de um animado baile com RP Som.
As celebrações no Cais do Guadiana começam no dia 21 de junho, com a performance de Nininho Vaz Maia às 22h30. O artista traz ao palco seu estilo distinto, energia vibrante e melodias cativantes. A noite prossegue com Ricardo Glória e seu repertório de música popular.
No dia 22 de junho, às 22h30, os lendários Xutos & Pontapés apresentam-se para uma noite memorável de Rock Português, com um baile posterior animado por Manel João.
No dia 23 de junho, também às 22h30, Sérgio Rossi vai encantar o público com suas baladas românticas, seguido de um baile com Tomás Faísca.
As festividades encerram em 24 de junho, às 19h00, com a tradicional Sardinhada no Cais do Guadiana, um momento de convívio para a comunidade. A noite termina com um baile animado por Tiago Catarino.
Além da música, as Festas da Vila de Mértola contam com outras atrações. No dia 28 de junho, às 21h00, no Polidesportivo do Parque Desportivo e de Lazer Municipal, o Grupo Mértola AcroGym apresentará seu espetáculo final.
Na ausência de tratamento de dados e redação do relatório, os responsáveis descrevem esta nova intervenção em 2024 como muito satisfatória.
«Foram dias de trabalho, calor e esforço, mas também de convivência e aprendizagem. Certamente aprendemos com todos e vice-versa», observaram.
Mesquita, foto de familia
Os qrqueólogoa agradeceram às instituições que tornaram possível a campanha, o Campo Arqueológico de Mértola, a Câmara Municipal, o Projecto de I&D Maqbara, Sociedade Recreativa Mesquitenses, os técnicos, arqueólogos estagiários do mestrado em Arqueologia da UGR/US, voluntários e outros colaboradores.
Agora, o Campo Arqueológico de Mértola, a Câmara Municipal de Mértola, a Sociedade Recreativa Mesquitense e o proyecto I+D Maqbara (Ministerio de Ciencia, Innovación y Universidades + Universidad de Granada) estão a agradecer todos os patrocinadores e instituciones colaboradoras.
Prometem continuar a prestar informações sobre as as principales novedades, visitas y eventos relacionados con el projecto, previsto até à primeira quizena de Agosto, como habitualmente,
Esta iniciativa decorreu no âmbito do projeto «Contributing to Land Degradation Neutrality (LDN) Target Setting by Demonstrating the LDN Approach in the Upper Sakarya Basin for Scaling up at National Level GCP/TUR/065/GFF».
Neste fórum estiveram envolvidos diretores de vários departamentos do Ministério de Agricultura e Florestas da Turquia, elementos da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), especialistas nas áreas da desertificação e erosão dos solos, direção técnica do ICNF, e técnicos da ADPM, assim como o proprietário.
Tendo como referência o território contexto da região superior da bacia hidrográfica do rio Sacaria (Turquia), ‘foi feita a observação e discussão in situ dos resultados de práticas promovidas no contexto dos projetos Mais SOLO Mais VIDA e LIFE Desert-Adapt, em particular, sementeira-direta, proteção da regeneração natural e gestão adaptativa do pastoreio‘.
Esta oportunidade foi facilitada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas no papel de ponto focal de Comissão de Combate à Desertificação das Nações Unidas (UNCCD), sublinham.
O principal objetivo desta visita, foi proporcionar aos alunos uma experiência in loco das aldeias que serão o foco dos projetos académicos a serem desenvolvidos, durante o curso.
mártola alunos
O grupo era composto por 39 alunos e alunas provenientes de diversas partes do mundo, incluindo países como Líbano, Irão, China, Turquia, Equador, Uruguai, México, Argentina, Itália, Espanha, entre outros e esteve acompanhado por dois respeitados professores.
O programa da visita incluiu uma palestra-aula enriquecedora, onde renomados arquitetos partilharam conhecimentos e perspetivas acerca de questões de sustentabilidade e inovação.
Entre os palestrantes estavam a Arquiteta Lívia Tirone, especialista em conceitos de sustentabilidade, João Soares, diretor do curso de arquitetura do Departamento de Arquitetura da Universidade de Évora, Filipa Frois Almeida do estúdio FHAR e Filipe Paixão do estúdio Corpo Atelier.
Após esta sessão, cada grupo de alunos apresentou as primeiras propostas de trabalho para as seis aldeias selecionadas: Corte Sines, Corte do Pinto, Pomarão, Mesquita, S. Miguel do Pinheiro e Namorados.
Este programa de parceria com o Instituto Politécnico di Milano está na segunda edição e encontra-se alinhado com a estratégia Mértola, Laboratório para o Futuro, que visa fortalecer as conexões entre Mértola e instituições académicas, centros de investigação, inovação e criatividade em todo o mundo.
A vereadora da câmara municipal de Mértola, Rosinda Pimenta coordenará a informação e os contatos por telefone, em 961 024 874, e por correio eletrónico em rosindapimenta@cm-mertola.pt
No encontro foi feita a avaliação de projetos de cooperação transfronteiriça, de fortalecendo laços e do delinear de iniciativas conjuntas para o desenvolvimento sustentável da região.
Os representantes das entidades envolvidas partilharam ideias, discutiram desafios comuns e exploraram oportunidades de colaboração.
A sinergia entre Alcoutim, Mértola e a Mancomunidad Beturia demonstra o compromisso comum de promover o crescimento económico, social e cultural, numa perspetiva transfronteiriça.
As obras já foram iniciadas na localidade de Góis, situada na União de Freguesias São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Sólis e São Sebastião dos Carros, e representam «um passo decisivo na melhoria da qualidade de vida dos habitantes desta localidade».
A concluão está prevista para o mês de novembro de 2024, constanto de infraestruturas vitais para permitir «que todas as residências locais se conectem às redes de abastecimento de água, drenagem de águas residuais domésticas e pluviais. Além disso, o projeto contempla a pavimentação dos arruamentos, garantindo assim condições de mobilidade mais adequadas e confortáveis para os moradores».
A autasrquia consideran que o objetivo principal desta obra é oferecer condições sanitárias e de higiene adequadas, proporcionando acesso a serviços básicos essenciais para a comunidade de Góis.
«Ao possibilitar o acesso a estas redes, a autarquia reforça o seu compromisso em promover o bem-estar dos residentes, criando um ambiente mais saudável e sustentável para todos», e a câmara municipal de Mártola afirma reiterar o seu «compromisso com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dos cidadãos, prosseguindo com determinação na concretização de projetos que beneficiem a população e promovam o progresso do concelho».
O penúltimo dia de trabalhos foi dedicado a perfilar sondagens, documentar espaços e a realizar as primeiras medidas de consolidação e conservação das estruturas.
No último domingo esteve ali presente Miguel Rego, técnico arqueólogo na Direcção Regional de Cultura do Alentejo, para, em primeira mão, conhecer os resultados da campanha, em visita oficial.
Foi bem acolhida a visita do poeta mesquitense, António Afonso e a equipa de Al-Andalus tem um apreço especial por José Ribeiro, a quem consideram «o nosso voluntário mais fiel», dado que os tem acompanhado desde a primeira campanha, tanto em trabalhos de campo como na resolução de dúvidas e referências sobre a história contemporânea da Mesquita.
Agradeceram a «sua amável e sempre desinteressada contribuição para o projeto IACAM. «Sabemos que o seu trabalho exemplar é para recuperar a memória da sua aldeia e, com ela, a do território de Mértola, Alentejo, Portugal e a Península Ibérica», observaram os participantes da equipa.
Os resultados prolongam-se para além das escavações.
A iniciativa decorre no Pavilhão de Usos da sede do concelho que está de entrada renovada no novo Parque Exterior.
No calendário da feira e com a ação de participantes, constam a Observação da Fauna, em zona de caça com linces, em percurso a pé com guia, dia 21; uma montaria com javalis, veados e gamos, a 12ª Taça Ibérica Stº Huberto, Torneiro de Tiro aos Pratos, no campo de tiro «O Alhinho; dia 22; Caçada de Falcoaria, caça de salto, Observação da Fauna, em zsona de caça com linces, desta vez com jeep; o 10º Campeonato de Caça de Salto «Fernando Pereira», dia 23.
Os colóquios estão previstos para o dia 22, a partir das 14 horas. Ao mesmo tempo