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Etiqueta: medicina

  • Algarve Recebe Luz Verde Para Contratar 117 Médicos Especialistas

    Algarve Recebe Luz Verde Para Contratar 117 Médicos Especialistas

    A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve foi autorizada pelo Governo a contratar 117 médicos especialistas, um reforço considerado “histórico” pela instituição e que visa colmatar as carências de profissionais de saúde que afetam a região.

    A autorização surge através de um despacho conjunto dos ministérios da Saúde e das Finanças.

    O pacote de contratações, que representa o maior número de vagas alguma vez atribuído ao Algarve, destina-se a reforçar a capacidade de resposta dos serviços de saúde regionais.

    Das 117 vagas, 17 são para Medicina Geral e Familiar (MGF), 96 para especialidades hospitalares e quatro para Saúde Pública.

    Um aspeto particularmente relevante é a existência de 19 vagas consideradas “carenciadas”, às quais está associado um regime remuneratório mais atrativo.

    Este incentivo tem como objetivo fixar médicos em especialidades e zonas geográficas onde a escassez de profissionais é mais acentuada, como é o caso do Algarve.

    Esperamos que a contratação destes 117 profissionais permita melhorar a resposta assistencial na região, reduzindo a pressão sobre os serviços e aumentando o acesso da população a cuidados de saúde diferenciados e de proximidade“, referiu o conselho de administração da ULS em comunicado, citado pela Agência Lusa.

    A ULS do Algarve, responsável pela gestão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos, bem como dos cuidados de saúde primários e de saúde pública nos 16 centros de saúde da região, espera que este reforço de pessoal melhore significativamente os serviços prestados à população.

    Este anúncio surge no contexto de um esforço nacional para reforçar o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

    Na segunda-feira, o Governo autorizou a abertura de concurso para mais de 2.500 vagas para médicos recém-especialistas a nível nacional, distribuídas por diversas especialidades, incluindo MGF e Saúde Pública.

    Ainda que este reforço seja significativo, importa recordar que, segundo dados divulgados em janeiro pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), no concurso de segunda época de 2025, mais de 60% das vagas abertas a nível nacional ficaram por preencher.

    Resta agora saber qual a taxa de ocupação destas novas vagas no Algarve e qual o impacto real na melhoria dos cuidados de saúde prestados à população.

    com

    Lusa

  • António Setúbal prestigiado a nível internacional

    António Setúbal prestigiado a nível internacional

    De Vila Real de Santo António para o Palco Mundial: António Setúbal Distinguido na MISAC no Porto.


    ​O cirurgião António Setúbal, natural de Vila Real de Santo António, foi recentemente homenageado como Presidente Honorário durante o prestigiado evento MISAC (Minimally Invasive Surgery Academy) – The Winners Legacy, realizado na cidade do Porto.

    ​A distinção, que celebra uma vida dedicada à excelência clínica e académica, coloca o médico algarvio num patamar de reconhecimento global, partilhando o palco com figuras cimeiras da medicina moderna.

    O Reconhecimento da Excelência em Laparoscopia
    ​António Setúbal foi distinguido pelo seu contributo ímpar no campo da laparoscopia, com especial enfoque no tratamento da endometriose e da dor pélvica — áreas onde é considerado uma autoridade internacional.

    ​Numa nota partilhada pelo próprio, Setúbal sublinhou o peso institucional desta distinção, realçando o facto de ter sido homenageado ao lado do Professor Arnaud Wattiez, um dos nomes mais influentes do mundo na cirurgia minimamente invasiva.

    ​”Quando esta distinção é atribuída no contexto de colegas internacionais, torna-se ainda mais relevante. Ser entregue ao Prof. Arnaud Wattiez e a mim próprio torna-a ainda mais importante,” referiu o cirurgião.


    Um Percurso com Raízes no Algarve
    ​Apesar da projeção internacional, António Setúbal mantém a ligação às suas origens, sublinhando com orgulho a sua naturalidade de Vila Real de Santo António. O seu percurso é marcado por:

    ​Pioneirismo na implementação de técnicas avançadas de cirurgia laparoscópica em Portugal; ​Educação, na dedicação à formação de novas gerações de cirurgiões através da MISAC: e impacto clínico, no foco constante na melhoria da qualidade de vida de mulheres que sofrem de patologias pélvicas complexas.


    ​O Que é a MISAC?
    ​A Minimally Invasive Surgery Academy (MISAC) é uma instituição de referência dedicada à formação e ao desenvolvimento da cirurgia minimamente invasiva.

    O encontro The Winners Legacy serve como um fórum de elite para os maiores especialistas da área discutirem avanços tecnológicos e celebrarem o legado daqueles que moldaram a especialidade.


    Nota do Editor: A distinção de António Setúbal reforça o papel de Portugal como um centro de excelência na medicina robótica e laparoscópica, provando que o talento local continua a liderar a inovação científica a nível global.

    Com F. Pesquisa

  • ULS abre candidaturas para recrutar várias categorias profissionais

    A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve abriu candidaturas para bolsas de recrutamento de enfermeiros, assistentes técnicos e operacionais e técnicos superiores, anunciou hoje a unidade hospitalar que integra os hospitais públicos de Faro, Portimão e Lagos.

    As bolsas de recrutamento visam “reforçar de forma mais rápida e eficaz” os recursos humanos dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, bem como das unidades de cuidados primários em todos os concelhos do Algarve, refere a ULS em comunicado.

    A iniciativa pretende assegurar o funcionamento diário dos serviços e promover uma maior proximidade com os utentes, através de uma gestão mais eficiente dos recursos, aponta a administração hospitalar.
    As candidaturas devem ser submetidas no portal oficial da ULS/Algarve, onde constam os requisitos específicos e os procedimentos de seleção para cada categoria profissional.

    As bolsas terão duração variável, consoante as necessidades identificadas, servindo como base para futuras contratações dentro da rede de saúde algarvia.

    ./com Lusa
  • Falta de pediatras em Faro e Portimão

    O Sindicato dos Médicos da Zona Sul está a exigir a intervenção urgente da ministra da Saúde devido à falta de médicos pediatras nos hospitais de Faro e Portimão.

    Em comunicado, o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS-FNAM) diz que o Ministério da Saúde é responsável por não travar a falta de médicos pediatras na Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, levando à limitação do funcionamento das urgências pediátricas e dos blocos de partos.

    Para além do mais o Sindicato exigiu uma reunião com o Conselho de Administração da ULS do Algarve, para a qual não obteve qualquer resposta.

    Trata-se da limitação do número de pediatras disponíveis que tem obrigado à concentração de funções da urgência noturna num único médico pediatra escalado no serviço de medicina intensiva pediátrica e neonatal, ficando responsável por cinco postos de cuidados intensivos neonatais, 12 de cuidados intermédios e ainda três postos de cuidados intensivos pediátricos.

    Para além do mais, este médico é cumulativamente responsável pelo atendimento contínuo ao bloco de partos, apoio aos recém-nascidos internados no puerpério, e orientação do transporte inter-hospitalar pediátrico.

    «Em situações limite, este único médico poderá ter de escolher entre socorrer um recém-nascido que necessite de reanimação, receber um doente crítico na sala de emergência ou atender uma situação de doença complexa na enfermaria“, refere o Sindicato.

  • Greve de dois dias de médicos e enfermeiros


    A partir de dia 18, tem início uma greve nacional dos profissionais de saúde que dura em dois dias. Será marcada por uma manifestação de médicos, no primeiro dia, e por uma concentração de enfermeiros, no segundo, ambas frente do ministério da Saúde em Lisboa.

    Para o presidente dos sindicatos portugueses José Carlos Martins e da Federação Nacional dos Médicos, Redondo Sá as razões que levaram a marcar a paralização têm a ver com administração do descontentamento que existe na área.

  • Transplantam rim de cerdo em humano

    Transplantam rim de cerdo em humano

    A cirurgia já tinha ocorrido no sábado, 16 de março, tendo durado quatro horas. Antes de ser transplantado foram aplicadas 69 edições no genoma.

    De acordo com aquele centro, este procedimento marca um marco importante na busca por fornecer órgãos com mais facilidade aos pacientes.

    O rim foi proporcionado por eGenesis de Cambridge, Massachusetts, e editado geneticamente utilizando tecnologia CRISPR-Cas9, para eliminar genes porcinos daninhos e agregar certos genes humanos para melhoras a compatibilidade.

    O paciente, Richard ‘Rick’ Slayman, está a recuperar bem e deve receber alta em breve.

    Slayman, foi diagnosticado de diabetes tipo 2 e hipertensão, e já tinha antes recebido o transplante de um doador humano. Este rim começou a falhar cinco anos depois, tendo o paciente sido de novo submetido a diálise.

    Só neste hospital americano, 1.400 pacientes estão na lista de espera para transplante de um novo rim.

  • Canábis medicinal perto da produção no Algarve

    Canábis medicinal perto da produção no Algarve

    Nas antigas instalações onde funcionou a Gráfica do Sul, em Vila Real de Santo António, a Cannprisma já investiu também no seu próprio laboratório de extração de 5000 m2 em instalações e equipamento

    Esta empresa algarvia é uma das cerca de 20 licenciadas, segundo o Observatório Português de Canábis, embora a cofundadora Elsa Pereira, em entrevista ao Dinheiro Vivo aponte para um número possivelmente maior devido às múltiplas licenças que a própria Cannprisma detém.

    A firma já investiu aproximadamente 25 milhões de euros, parte deste montante proveniente de fundos europeus, como o programa CRESC Algarve 2020, para desenvolver estufas de alta segurança e laboratórios farmacêuticos com tecnologia avançada, visando iniciar a sua produção em junho de 2024 com a expectativa de colher entre três e seis toneladas de flor de canábis seca.

    O processo de estabelecimento, segundo a fundadora revelou-se, complexo e demorado, envolvendo quase três anos «apenas para a instalação do complexo de produção».

    Elsa Pereira descreve àquele jornal o desafio de navegar por múltiplos licenciamentos e a colaboração com diversas entidades, desde ministérios ao Infarmed e autoridades policiais.

    Atualmente, a empresa possui sete estufas dedicadas ao cultivo de várias estirpes de canábis, adequadas para diferentes patologias, ocupando um complexo de nove hectares em Castro Marim, equipado com instalações de alta segurança.

    A Cannprisma espera alcançar um volume de negócios significativo em seu primeiro ano de produção e também planeia expandir a sua atuação para o segmento de óleos de canábis até 2025.

    A iniciativa visa atender a uma gama mais ampla de pacientes, incluindo crianças pequenas e idosos, que podem enfrentar dificuldades com a vaporização.

    Com uma equipe de sócios-fundadores especializada e uma estratégia de investimento contínuo, incluindo a possibilidade de concorrer a programas do Algarve 2030, a Cannprisma se posiciona como uma empresa inovadora e integral na cadeia de valor da canábis medicinal, buscando oferecer soluções e produtos diversificados para cultivo, distribuição, fabricação e pesquisa.

    “Entretanto, a Cannprisma já investiu também no seu próprio laboratório de extração – 5000 m2 de instalações e equipamento state-of-the-art em Vila Real de Santo António.”

  • Réplicas digitais de pacientes podem ajudá-los a ficar saudáveis

    Réplicas digitais de pacientes podem ajudá-los a ficar saudáveis

    Mas não são pessoas reais sob um bisturi – é o seu duplo digital projetado num ecrã de computador, cada um refletindo a composição bioquímica individual da pessoa. E poderá abrir a porta para a próxima fronteira da medicina: cuidados de saúde personalizados.

    Paciente dobra

    Ao testar métodos e medicamentos em «gémeos digitais», a equipa médica pode determinar os melhores cursos de tratamento para os próprios pacientes. No caso de Biancolini, a sua equipe está investigando aneurismas, que são protuberâncias ou inchaços anormais nas paredes dos vasos sanguíneos.

    «Definitivamente não queremos fazer tentativa e erro no paciente, mas com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes», disse Biancolini, professor associado de design de máquinas na Universidade de Roma.

    Lidera um projeto de investigação que recebeu financiamento da UE para formar investigadores em início de carreira na gama potencialmente ampla de utilizações de gémeos digitais para o tratamento e prevenção de aneurismas. Essas doenças podem estar presentes nas pessoas desde o nascimento ou resultar de condições que incluem pressão alta, placas de gordura e traumas.

    Chamado  MeDiTATe , o projeto de quatro anos e meio decorre até junho de 2024. Reúne 25 parceiros académicos e industriais de Itália, França, Grécia, Noruega e Suíça.

    Debilitação mortal

    Os aneurismas  ocorrem em cerca de 3% da população mundial, e muitas pessoas nem sabem que têm a doença até que seja tarde demais.

    Quando um aneurisma se rompe, as consequências são graves. Cerca de 35% das pessoas que sofrem uma ruptura de aneurisma morrem e apenas um terço pode voltar a uma vida normal depois.

    Com um gêmeo digital podemos tentar a cirurgia muitas vezes.

    Marco Evangelos Biancolini, MeDiTATe

    Com uma condição tão potencialmente debilitante, que pode atacar a qualquer hora e em qualquer lugar do sistema circulatório do corpo, está em andamento a busca por maneiras de salvar mais vidas. Os gêmeos digitais podem melhorar a detecção de sinais de alerta precoce nos pacientes reais, permitindo medidas preventivas mais rápidas.

    Os investigadores do MeDiTATe esperam aumentar as taxas de sobrevivência das pessoas que têm aneurismas, bem como melhorar a detecção precoce e a prevenção dos mesmos. Se um paciente for diagnosticado ou houver suspeita de ter um aneurisma, um gêmeo digital poderá ser criado com base na própria fisiologia da pessoa. Os especialistas médicos podem então realizar testes para chegar a um tratamento personalizado.

    Como a coleta de dados do próprio corpo de uma pessoa é difícil sem procedimentos invasivos, os pesquisadores também estão imprimindo réplicas de pacientes em 3D para coletar as informações necessárias para que os gêmeos digitais sejam o mais completos possível.

    «Combinar o paciente, a réplica e o gêmeo digital completa o ciclo», disse Biancolini.

    Fácil de usar

    Embora os gêmeos digitais já sejam usados ​​para pesquisa, o MeDiTATe visa torná-los mais fáceis de usar para profissionais médicos. A equipe tem trabalhado com hospitais e coletado opiniões de profissionais de saúde. O objetivo é entender o que eles precisam de um gêmeo digital para poder tirar uma conclusão sobre o aneurisma de um paciente.

    Pretende tornar comercialmente viáveis ​​​​gêmeos digitais para o tratamento de aneurismas e os membros do consórcio MeDiTATe já registraram uma série de patentes. Biancolini acredita que os gêmeos digitais serão o futuro da saúde à medida que se tornarem mais confiáveis ​​e precisos, tornando menos necessárias réplicas tradicionais de partes do corpo humano.

    «O número de protótipos físicos caiu muito nas últimas décadas porque a precisão das simulações digitais é agora tão alta que você pode confiar nelas», disse ele.

    Fibrilação atrial, acidente vascular cerebral

    Outros investigadores financiados pela UE estão a recorrer ao mundo digital em busca de uma forma diferente de ajuda em matéria de cuidados de saúde.

    O  projeto MAESTRIA está a construir uma plataforma para a recolha de conjuntos de dados que ajudarão os médicos a compreender e tratar a fibrilhação auricular – um batimento cardíaco irregular – e o AVC nos pacientes. A iniciativa de cinco anos vai até fevereiro de 2026.

    «Você consegue ter uma identificação de risco muito precisa e precisa para cada indivíduo».

    Professor Stéphane Hatem, MAESTRIA
    Os pesquisadores procuram biomarcadores específicos que sinalizem o risco de ambas as doenças. 

    A equipe está desenvolvendo ferramentas digitais baseadas em uma nova geração de biomarcadores que integram processamento de inteligência artificial e big data de imagens de ponta, eletrocardiografia e tecnologias ômicas para refinar o diagnóstico e o tratamento individual dos pacientes. 

    Na UE, o AVC é a  segunda causa de morte mais comum e uma das principais fontes de incapacidade em adultos.

    «Quando uma pessoa tem fibrilhação auricular e sofre um acidente vascular cerebral, é o resultado de um processo patológico que começou muitos anos antes», disse Stéphane Hatem, professor de fisiologia cardíaca no Instituto de Cardiometabolismo e Nutrição na capital francesa, Paris.

    Ele pensa que, através do MAESTRIA, os investigadores serão capazes de mostrar que o tecido adiposo no coração é um biomarcador chave para a fibrilhação auricular e o acidente vascular cerebral. Espera-se que a disponibilidade de um amplo conjunto de dados que examine ambos os fatores nas patentes permita tal conclusão.

    Recrutamento e testes

    Hatem, que coordena o projeto, e sua equipe estão se preparando para testar a plataforma central do projeto. Os investigadores estão a recrutar pacientes de países europeus, incluindo França, Alemanha e Espanha. Os testes serão feitos ao longo de dois anos e meio.

    Se o teste for bem sucedido, pessoas de fora da Europa também serão incluídas. Isso porque quanto mais refletem o espectro populacional, mais úteis são os conjuntos de dados. «Para ser útil nos cuidados clínicos, é extremamente importante validar o algoritmo numa população ampla, não apenas nos países da Europa Ocidental», disse Hatem.

    A plataforma que estão desenvolvendo estará disponível para outros profissionais médicos. Pessoas com diferentes conjuntos de dados poderiam adicioná-los à plataforma e contribuir para as conclusões que podem ser tiradas. Assim, por exemplo, um investigador que investigue os acidentes vasculares cerebrais na capital da Letónia, Riga, poderia fornecer dados e, em troca, obter acesso a toda a informação contida na plataforma.

    O resultado global seria uma maior compreensão dos biomarcadores por parte dos médicos especialistas e tratamentos mais direcionados – e, por extensão, mais eficazes – para os pacientes.

    Tal como Biancolinii, Hatem acredita que as tecnologias digitais são vitais para melhorar os cuidados de saúde. “Medicina personalizada significa que você é capaz de ter uma identificação muito precisa e precisa do risco para cada indivíduo”, disse Hatem.

    A investigação neste artigo foi financiada pela UE, incluindo, no caso do MeDiTATe, através das Ações Marie Skłodowska-Curie (MSCA). As opiniões dos entrevistados não refletem necessariamente as da Comissão Europeia. Se você gostou deste artigo, considere compartilhá-lo nas redes sociais.

  • Internos recebidos na nova Unidade Local de Saúde do Algarve

    Internos recebidos na nova Unidade Local de Saúde do Algarve

    Os responsáveis pela ULS manifestaram a sua esperança de que todos possam ficar naquela que consideram a verdadeira restruturação da prestação dos cuidados de saúde do SNS, que deu origem à ULS Algarve.

    No âmbito da Formação Especializada, e numa aposta consistente na idoneidade formativa das várias especialidades os médicos internos foram colocados nas unidades de Faro e Portimão, nas seguintes especialidades: Anestesiologia (2), Cardiologia (1), Cirurgia Geral (2), Cirurgia Pediátrica (1), Doenças Infeciosas (1), Gastrenterologia (2), Ginecologia/Obstetrícia (4), Imunoalergologia (1), Medicina Física e Reabilitação (5), Medicina Intensiva (2), Medicina Interna (3), Nefrologia (1), Neurologia (2), Neurorradiologia (1), Oncologia Médica (1), Patologia Clínica (1), Pediatria (2), Pneumologia (2), Psiquiatria (3), Radiologia (3), Saúde Pública (1), Urologia (1).

    No que respeita à Formação Geral, por forma a aprofundar os seus conhecimentos em diversos contextos clínicos, os internos vão desenvolver a sua formação, de forma tutelada, em diferentes especialidades e serviços nas unidades hospitalares de Faro e Portimão (112) e ainda nos Centros de Saúde da região (23).

    A área da Farmácia Hospitalar da Unidade Local de Saúde do Algarve recebeu quatro novos residentes farmacêuticos que vão cumprir o seu programa de formação nas unidades algarvias.

  • Alunos de medicina da UALG realizaram intervenção comunitária em municípios algarvios

    Alunos de medicina da UALG realizaram intervenção comunitária em municípios algarvios

    No âmbito da unidade curricular «Saúde e Intervenção Comunitária», do 3º ano de medicina da Universidade do Algarve, foi criado o projeto «MovIMento». Para transformar hábitos e promover a mudança.

    O objetivo foi de permitir que o estudantes daquele estabelecimento de ensino superior «percebam o impacto que a intervenção em saúde tem na comunidade», segundo Manuela Castro, criadora do projeto e regente da unidade curricular.

    A ligação aos municípios, através da unidade curricular, foi materializada do “MovIMento”  e já vai na segunda edição. Realizou-se, este ano, nos municípios de Albufeira, Faro, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão e Tavira.

    Porém, a docente responsável afirma que se pretende-se que a iniciativa tenha expressão nos 16 municípios do Algarve de forma equitativa.

    Se esta iniciativa permite aos estudantes adquirir aptidões no âmbito da intervenção na comunidade, é uma mais-valia «enraizá-los no Algarve desde o início do MIM, não só porque queremos que fiquem na região, mas também porque muitos deles vêm de outras regiões e esta é uma forma de os integrar, fazendo-os sentir parte desta comunidade».

    Os trabalhos de intervenção comunitária dos alunos da UAlg assentaram, na prevenção e identificação dos fatores de risco, reforçando os modificáveis, e na identificação dos primeiros sinais e sintomas do AVC. Foi também dinamizada uma sessão de SBV com todos os participantes. Estas sessões foram desenvolvidas na Universidade do Algarve para a Terceira Idade, Universidade Sénior da Cruz Vermelha Portuguesa, Junta de Freguesia de Tavira, Associação Nossa Senhora dos Navegantes (Ilha da Culatra), Escola de Trânsito de Albufeira, Danças do Mundo Sul, Clube Surf de Faro, Moto Clube de Faro, GNR Tavira, Colégio Oficina Divertida, Escola Profissional Gil Eanes, Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, Escola Secundária de Tavira e Escola Secundária de Loulé.

    A iniciativa é uma parceria do MIM UAlg e do Algarve Biomedical Center (ABC) para as comunidades do Algarve, que este ano contou com o apoio do INEM, do projeto “Kid on Top” e com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) e da Sociedade Portuguesa de AVC (SPAVC).

    Alunos de Medicina realizam 21 trabalhos de intervenção comunitária em municípios

    Esta aproximação do MIM à comunidade realiza-se no

    Para melhor transmitir a mensagem que se pretendia criou-se

    No âmbito da unidade curricular «Saúde e Intervenção Comunitária», do 3º ano de medicina da Universidade do Algarve, foi criado o projeto «MovIMento”». Para transformar hábitos e promover a mudança.

    O objetivo foi de permitir que o estudantes daquele estabelecimento de ensino superior «percebam o impacto que a intervenção em saúde tem na comunidade», segundo Manuela Castro, criadora do projeto e regente da unidade curricular.

    A ligação aos municípios, através da unidade curricular, foi materializada do “MovIMento”  e já vai na segunda edição. Realizou-se, este ano, nos municípios de Albufeira, Faro, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão e Tavira.

    Porém, a docente responsável afirma que se pretende-se que a iniciativa tenha expressão nos 16 municípios do Algarve de forma equitativa.

    Se esta iniciativa permite aos estudantes adquirir aptidões no âmbito da intervenção na comunidade, é uma mais-valia «enraizá-los no Algarve desde o início do MIM, não só porque queremos que fiquem na região, mas também porque muitos deles vêm de outras regiões e esta é uma forma de os integrar, fazendo-os sentir parte desta comunidade».

    Os trabalhos de intervenção comunitária dos alunos da UAlg assentaram, na prevenção e identificação dos fatores de risco, reforçando os modificáveis, e na identificação dos primeiros sinais e sintomas do AVC. Foi também dinamizada uma sessão de SBV com todos os participantes. Estas sessões foram desenvolvidas na Universidade do Algarve para a Terceira Idade, Universidade Sénior da Cruz Vermelha Portuguesa, Junta de Freguesia de Tavira, Associação Nossa Senhora dos Navegantes (Ilha da Culatra), Escola de Trânsito de Albufeira, Danças do Mundo Sul, Clube Surf de Faro, Moto Clube de Faro, GNR Tavira, Colégio Oficina Divertida, Escola Profissional Gil Eanes, Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres, Escola Secundária de Tavira e Escola Secundária de Loulé.

    A iniciativa é uma parceria do MIM UAlg e do Algarve Biomedical Center (ABC) para as comunidades do Algarve, que este ano contou com o apoio do INEM, do projeto “Kid on Top” e com o patrocínio científico da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) e da Sociedade Portuguesa de AVC (SPAVC).

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  • O estado da arte da prática clínica a ser debatido em Albufeira

    O estado da arte da prática clínica a ser debatido em Albufeira

    Tem como principal lema o contribuir para a partilha de conhecimentos e de experiências em diversas áreas da saúde tanto no panorama nacional como internacional, incentivando a criação de sinergias entre o CHUA e outros centros de conhecimento, como sejam Hospitais ou Universidades, em áreas relevantes da atualidade da saúde, sob o lema ´«Prática Clínica: Estado da Arte».

    Especialistas nacionais e internacionais vão apresentar, durante dois dias, os diversos temas de interesse para a comunidade da saúde e para a população em geral, entre os quais, a «Saúde da Mulher e da Criança», «Medicina Cardiovascular», «Oncologia», «Cuidados Paliativos», «Medicina Intensiva» e «Cirurgia».

    Através da realização de eventos desta natureza, o objetivo é reforçar a identidade do CHUA como Centro Hospitalar Universitário apostando no aprofundamento da cooperação internacional, como aliás faz parte da sua missão.

  • A morte trágica do médico João Rosa

    A morte trágica do médico João Rosa

    João Rosa morreu em acidente de moto em Faro, após colisão com automóvel. O trágico acidente ocorreu por volta da meia noite e meia hora , na estrada do Moinho da Palmeira, situada nas traseiras do Colégio do Alto em Faro, entre as bombas de combustível Auchan e a zona de Bom João.

    João Rosa ainda foi transportado para a unidade hospitalar onde trabalhava, mas não resistiu aos graves ferimentos. Para unas era considerado como um anjo da guarda para tantas e tantas famílias de Faro e para outros o melhor médico que estava na neonatologia do Hospital de Faro.

  • Jogos Mundiais da Medicina e da Saúde em V R S António

    Jogos Mundiais da Medicina e da Saúde em V R S António

    A cerimónia de abertura realizou-se esta segunda-feira, na Praça Marquês de Pombal da cidade onde esteve presente presidente do Simpósio Médico Internacional, André Monroche, e o presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo, acompanhado pelo vice-presidente, Ricardo Cipriano e o vereador com o pelouro do desporto, Álvaro Leal.

    A iniciativa reúne, anualmente, cerca de 2000 participantes de mais de 45 países e é o principal evento desportivo dedicado aos profissionais de saúde. As atividades realizam-se maioritariamente no Complexo Desportivo de VRSA.

    Na presente edição, são propostas mais de 20 modalidades desportivas, nomeadamente futebol, golfe, ténis, natação, meia maratona, judo e atletismo. Está ainda prevista a realização de um Simpósio Internacional de Medicina Desportiva (ISMS), evento que irá atrair profissionais de todo o mundo.

    Os Medigames constituem uma oportunidade única para os participantes representarem as cores dos seus países, através da prática dos seus desportos favoritos, num ambiente de amizade e espírito olímpico.

  • Laboratório Colaborativo no Algarve

    Laboratório Colaborativo no Algarve

    Deste laboratório fazem parte fazem parte o Algarve Biomedical Center, as câmaras municipais de Loulé e Albufeira, a Universidade do Algarve, o ISCTE, o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, as empresas Vodafone, Algardata, Garvetur, Premivalor, Sea4Us e o Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS).

    É o primeiro Laboratório Colaborativo (CoLAB) na área da saúde, título atribuído ao ABC CoLAB, dedicado ao estudo e apresentação de soluções integradas para o envelhecimento e rejuvenescimento.

    O objetivo deste laboratório, desenvolvido pelo ABC – Algarve Biomedical Center, passa por «promover a investigação e conhecimento que permitam avaliar e desenvolver o envelhecimento ativo e saudável, adequando as prioridades e o tipo de respostas nas áreas da saúde, da ação social, da educação e da formação ao longo da vida, do trabalho e da participação cultural e cívica em função do território, das necessidades e das dinâmicas da população».

    O ABC CoLAB pretende potenciar e acelerar a investigação na área do envelhecimento, através da criação de produtos ou sistemas de maior valor acrescentado, orientando as suas atividades para a criação de emprego qualificado e de valor económico e social no espaço intermédio do sistema de inovação. A atribuição do título ABC CoLAB vai permitir a contratação de diversos investigadores qualificados nos próximos cinco anos.

    Os CoLAB, presume-se que outros possam a vir a ser formados, visam promover a colaboração entre instituições de ciência, tecnologia e ensino superior e o tecido económico e social, designadamente as empresas, o sistema hospitalar e de saúde, as instituições de cultura e as organizações sociais, assim como a criação, direta e indireta, de empregos de alto valor acrescentado em Portugal, através da implementação de agendas de investigação e de inovação orientadas para a criação de valor económico e social.

  • O perigo das bactérias resistentes

    O perigo das bactérias resistentes

    Segundo o estudo, em 2019, mais de um milhão de pessoas morreram em todo o mundo por causa de infeções bacterianas comuns que se tornaram resistentes aos antibióticos. Os investigadores acreditam que outras cinco milhões de mortes podem estar associadas a estas infeções, mesmo que não tinham sido a causa direta dos óbitos.

    Para Ramanan Laxminarayan, professor no Centro de Dinâmica, Economia e Política de Doenças, em Washington, é preciso prevenir infeções, em primeiro lugar, através da vacinação. A segunda etapa, diz, é utilizar os antibióticos de forma sensata, já que 70% dos antibióticos são utilizados na alimentação dos animais. Segundo este investigador, a terceira fase é desenvolver novos antibióticos, porque há muito poucos em teste e as bactérias estão sempre à procura de uma forma de se tornarem resistentes.

  • Canábis Medicinal nas antigas instalações da Gráfica do Sul

    Canábis Medicinal nas antigas instalações da Gráfica do Sul

    A CANNPRISMA é uma empresa constituída em 2018 com capital 100% português, e afirma ter a sua estratégia integrada num modelo vertical que abrange o cultivo, a transformação, a produção, a “marca branca”, a distribuição e a investigação.

    Foi criada com o objetivo de atender às necessidades emergentes da indústria farmacêutica relacionadas ao campo da cannabis medicinal. O seu principal objetivo é disponibilizar produtos GACP e GMP à base de cannabis medicinal, inovadores e de referência no mercado que ´«contribuam para melhorar a qualidade de vida do maior número possível de pessoas».

    Autorização definitiva

    A autorização definitiva que permite o cultivo, importação e exportação de cannabis medicinal foi concedida após vistoria in loco pelo INFARMED e a PSP e está publicada no Diário da República.

    Foia a situação de pandemia, desde o início do ano passado, que atrasou o processo de obtenção da licença definitiva, mas que agora se encontra concluído com a fiscalização in loco bem sucedida do INFARMED, explica a empresa no seu site público.

    Cultivo em Castro Marim

    A unidade de cultivo e beneficiação da CannPRISMA, tem 10 hectares, está localizada em Castro Marim e inclui cerca de 3.000 m2 de estufas e infraestruturas de apoio com «tecnologia de ponta, respeitando todos os padrões de qualidade exigidos (obedecendo sempre aos requisitos GMP) que permite obter flores de alta qualidade», informam.

    Até o final de 2021, está prevista a conclusão da construção da fábrica de Vila Real de Santo Antónioque tem estado a ser alvo de obras de adaptação e beneficiação, unidade fabril de GMP, já com decisão de aptidão do INFARMED. Estas novas instalações para a indústria farmacêutica, juntamente com a obtenção desta licença definitiva, vão ao encontro da estratégia da empresa de «estar presente em toda a cadeia de valor do negócio da cannabis medicinal, bem como na verticalidade do negócio da empresa (I&D, cultivo e colheita, secagem, embalagem, processamento, extração, cristalização de API, fabricação de medicamentos, engarrafamento e rotulagem».

    No dia 20 de setembro, a CANNPRISMA inaugurou as suas instalações de cultivo e processamento de cannabis medicinal, localizadas no concelho de Castro Marim, com a presença de Francisco Amaral, presidente da autarquia local e José Apolinário, presidente da CCR Algarve e o CEO João Nascimento.