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Etiqueta: internacional

  • Vila Real de Santo António promoveu-se em Bilbao

    Vila Real de Santo António promoveu-se em Bilbao

    O objetivo foi divulgar o melhor tem para oferecer a aproveitado o facto de no próximo Varão serem retomados os voos de ligação entre Faro e aquela cidade interrompidos em 2020, devido à pandemia.

    A autarquia considera que a participação do concelho neste certame constituiu uma oportunidade para o promover como destino turístico, cultural, natural e desportivo.

    A autarquia de Vila Real de Santo António participou no Bilbao Exhibition Centre (BEC), através de um espaço integrado no stand do Turismo do Algarve, que incluiu também os municípios de Albufeira, Aljezur, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão e Tavira, assim como um espaço da Região de Turismo do Algarve.

    Ricardo Cipriano, que ali esteve em representação do município chamou a atenção para as possibilidades da oportunidade única em que participavam «para promover o destino no mercado espanhol e atrair ainda mais visitantes, fortalecendo assim o setor turístico local e contribuindo para o desenvolvimento económico da região».

    A «Expovacaciones 2023» reuniu uma vasta oferta turística, nesta 43ª edição, com todo o tipo de alternativas, tais como desporto, aventura, experiências gastronómicas, turismo acessível, natureza e praia, entre muitas outras propostas e a participação de milhares de visitantes.

  • Guitarras em concurso internacional em Lagoa | Algarve

    Guitarras em concurso internacional em Lagoa | Algarve

    O evento está previsto para os dias de 31 de março a 2 de abril de 2023 e os organizadores classificam-no como «único a sul do Tejo. O município de Lagoa, pretende oferecer «uma manifestação cultural de excelência, de grande nível nacional e internacional e proporcionador de estímulo e motivação a jovens e profissionais do nosso País e do estrangeiro».

    A razão de ser deste Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Lagoa – Zé Gregório é o valorizar os jovens músicos e facilitar a sua integração no meio artístico; promover os jovens intérpretes e a sua paixão pela guitarra; divulgar as criações de grandes compositores; proporcionar o diálogo e a apresentação de trabalhos universitários sobre a música em geral – e a música para guitarra em particular – assim como do património musical mundial.

    Em paralelo, está prevista a criação do “Prémio Cidade de Lagoa” para o melhor guitarrista algarvio a concurso visando promover e incentivar o gosto pelo instrumento nos jovens músicos da nossa região. O Concurso encerrar numa grande final do nível profissional (nível VI) onde decorrerá a entrega dos prémios aos vencedores, nos diversos níveis etários a concurso.

  • Seleção prepara estreia na Liga das Nações com todos atletas disponíveis

    Seleção prepara estreia na Liga das Nações com todos atletas disponíveis

    A seleção portuguesa de futebol começou hoje a preparar o duelo de sábado com a Croácia, do arranque da Liga das Nações, com um treino em que Fernando Santos contou com os 25 jogadores convocados.

    De acordo com a Federação Portuguesa de Futebol, na Cidade do Futebol, em Oeiras, o selecionador nacional esteve à sua disposição todos os futebolistas chamados, incluindo o capitão Cristiano Ronaldo e os estreantes Rui Silva, guarda-redes do Granada, e Francisco Trincão, extremo transferido recentemente do Sporting de Braga para o FC Barcelona.

    Antes da sessão, que foi realizada à porta fechada como medida de prevenção contra a pandemia da covid-19, jogadores, treinadores e o restante ‘staff’ da seleção nacional efetuaram testes ao novo coronavírus, com os resultados a serem todos negativos.

    Portugal, atual detentor da Liga das Nações, volta a treinar na terça-feira, novamente na Cidade do Futebol, às 10:30, num apronto que será outra vez à porta fechada.

    Pela primeira vez, todos os 25 jogadores convocados por Fernando Santos estão instalados na chamada ‘Casa dos Atletas’ até viajarem no final da semana para o Porto, onde vão defrontar os atuais vice-campeões mundiais, na primeira jornada do Grupo 3.

    Três dias depois do duelo no Estádio do Dragão, Portugal desloca-se a Solna, nos arredores de Estocolmo, para defrontar a Suécia.

    A seleção nacional ainda não efetuou qualquer jogo em 2020, devido à covid-19. O último encontro aconteceu em 17 de novembro do ano passado, no triunfo por 2-0 no Luxemburgo, que valeu a qualificação para a fase final do Euro2020, que, entretanto, foi adiado para 2021, devido à pandemia.

  • Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

    “Caro Leitor, esta é a última presença da Cotovia na Feira do Livro de Lisboa. A editora fecha no final do ano”, lê-se na mensagem publicada pela editora, sobre uma imagem do seu pavilhão, no Parque Eduardo VII. “A partir de amanhã [terça-feira], disponibilizamos livros descatalogados no nosso pavilhão da Feira”, acrescenta a mensagem.

    ‘Crónicas 1974-2001’, de Nuno Brederode dos Santos, e ‘Bucólicas’, de Virgílio, estão entre as mais recentes e derradeiras edições dos Livros Cotovia, assim como textos dramáticos de Federico García Lorca, Giovanni Testori e Witold Gombrowicz, incluídos na coleção ‘Livrinhos do Teatro’, construída em parceria com a companhia Artistas Unidos.

    A Livros Cotovia foi fundada em 1988, por André Fernandes Jorge (1945-2016), com seu irmão, o poeta João Miguel Fernandes Jorge, que abandonou o projeto editorial pouco tempo depois.

    Ao longo de mais de 30 anos, a editora ultrapassou os 700 títulos, de 350 autores, “todos eles relevantes”, para “um público leitor que sabe o que quer”, como escreve no seu ‘site’, e todos eles detentores de uma identidade própria, marcada, na sua maioria, pela imagem gráfica original, desenhada pelo cineasta João Botelho.

    Os portugueses A.M. Pires Cabral, Teresa Veiga, Daniel Jonas, Luís Quintais, Paulo José Miranda, Jacinto Lucas Pires, Eduarda Dionísio, Luísa Costa Gomes, constam do catálogo da Cotovia, assim como o angolano Ruy Duarte de Carvalho e os brasileiros André Sant’Anna, Bernardo Carvalho, Carlito Azevedo e Marcelo Mirisola, entre muitos outros autores de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico.

    Martin Amis, Virginia Wolf, Roberto Calasso, Doris Lessing e Natalia Ginzburg estão entre os autores traduzidos ao longo dos anos pela Cotovia, assim como John Milton, Robert Louis Stevenson e Arthur Schnitzler.

    “Responsável pela edição, pela primeira vez em língua portuguesa, de vários autores de renome internacional, e também pela descoberta e promoção de alguns autores rapidamente reconhecidos como os ‘novos’ da literatura portuguesa, a Cotovia é ainda uma das raras editoras que em Portugal publica regularmente textos dramáticos (portugueses e em tradução)”, descreve, na apresentação que a Cotovia mantém no seu ‘site’.

    Nas coleções de Ensaio, Ficção, Poesia encontram-se autores como Paul Celan, Iosif Brodskii, Luis Cernuda, Doris Lessing, Eric Rohmer, Reiner Werner Fassbinder, Thomas Bernhard, Christa Wolf, José Ortega y Gasset, Simone Weill, Victor Aguiar e Silva, João Barrento e Jorge de Sena.

    Na coleção de clássicos gregos e latinos, a Cotovia publicou Homero, Virgílio, Ovídio, Apuleio, Petrónio, Horácio, entre muitos outros, fazendo com que os seus títulos chegassem ao público em geral, acompanhando-os ainda de estudos e ensaios.

    Após a morte do fundador, em 2016, a direção editorial dos Livros Cotovia ficou entregue a Fernanda Mira Barros, que fazia parte da equipa há mais de 20 anos. Licenciada em Línguas e Literaturas Inglesa e Alemã, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mira Barros fora responsável pela criação do ‘blog‘ da Cotovia, em 2011.

    No passado mês de fevereiro, a Cotovia anunciou o encerramento da sua loja, na rua Nova da Trindade, em Lisboa, situada no edifício projetado por Raul Lino, que acolhera a histórica Livraria Opinião, na década de 1970, e que se apresenta vazio à espera de licenciamento de obras.

    O encerramento da loja foi então marcado para 13 de março, poucos dias antes da declaração do estado de emergência, por causa da pandemia. Na altura, a editora transferiu a venda de livros para o seu ‘site’.

    Quanto à Feira do Livro de Lisboa, lê-se na mensagem da Livros Cotovia: “Estamos (péssima localização, mas não dependeu de nós) a abrir o corredor mais perto do relvado central, quando se desce o Parque pela ala direita”.

    A mensagem acrescenta que a Livraria Flâneur representa a editora, no Porto. E conclui: “Obrigada a todos os nossos leitores”.

    Ao longo dos meses de confinamento, o setor livreiro foi um dos mais afetados pelas medidas de contenção destinadas a travar a propagação do novo coronavírus, com o encerramento de livrarias por todo o país, e a paralisação do mercado editorial.

    As perdas financeiras chegaram a atingir os 45,9%, ou 1,07 milhões de euros, segundo o painel de vendas Gfk, para a semana 4 e 10 de maio, a primeira após a possibilidade de reabertura, prevista no plano de desconfinamento, iniciado em 1 de maio.

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    Source: Editora Livros Cotovia vai encerrar após três décadas de atividade

  • Depois de levantada a emergência Hokkaido regista novos casos

    Depois de levantada a emergência Hokkaido regista novos casos

    Agora que os portugueses vão começar a aliviar com medidas de que lhe permitem começar a sair de casa, o exemplo da ilha japonesa de Hokkaido, a enfrentar uma segunda vaga de novas infeções provocadas pelo novo coronavírus, deve estar presente

    Esta ilha levantou as restrições em 19 de março, para que as empresas e escolas pudessem reabrir, numa ocasião em que apenas se registavam um ou dois casos por dia. Passados 26 dias, a ilha está a reimplementar algumas regras, depois de terem sido registados 135 novos casos, em apenas uma semana, o que levou Kiyoshi Nagase, presidente da Associação Médica de Hokkaido, d dizer à revista Time. «não devíamos ter levantado o primeiro estado de emergência»