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Etiqueta: infraestruturas

  • Mértola faz balanço do apoio europeu

    Mértola faz balanço do apoio europeu

    Observa que, nas últimas décadas, tem procurado «melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços de abastecimento de água e de tratamento de águas residuais em várias localidades do concelho, promovendo igualmente a requalificação urbanística das mesmas».

    Desde 2016, a autarquia apresenta candidaturas ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR) 2014-2020, tendo conseguido obter a aprovação de 7 operações, num total de investimento elegível de 2.256.750,00 €, com financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 1.988.886,00 €.

    Através de quatro empreitadas de obras públicas realizadas entre 2016 e 2021, foi feito um investimento total de 3.221.776,00 €. A Câmara Municipal de Mértola recebeu, até o momento, 1.764.199,00 € do Fundo de Coesão, representando 55% do investimento total em requalificação urbana e infraestruturas de abastecimento e saneamento nas localidades de Alcaria Longa, João Serra, Montes Altos e Picoitos.

    Cada projeto incluiu a criação de sistemas de abastecimento de água (dois autónomos e dois conectados ao sistema da AGDA) e sistemas autónomos de tratamento de águas residuais (quatro no total), além da requalificação viária das quatro localidades, visando melhorar a mobilidade e segurança dos residentes.

    Escavadora em obra de canalização rural.
    redes de saneamento e aguas 1 alcaria longa

    Esses investimentos são um avanço importante para a qualidade de vida dos habitantes e visitantes das localidades do concelho de Mértola, refletindo o compromisso da Câmara Municipal de Mértola e da União Europeia com a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades locais.

    Em Alcaria Longa, os investimentos abrangeram o sistema de abastecimento de água, o tratamento de águas residuais e pluviais e a requalificação urbana, totalizando 950.044,06 €, com um financiamento aprovado pelo Fundo de Coesão de 546.046,34 €, o que corresponde a uma taxa de cobertura de 57% para uma população de 46 habitantes.
    POSEUR-03-2012-FC-000431 | Sistema de Abastecimento de Água de Alcaria Longa
    Custo total elegível: 380.985,94 €
    Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 235.656,52 €

    POSEUR-03-2012-FC-000428 | Sistema de Saneamento de Águas Residuais de Alcaria Longa
    Custo total elegível: 395.128,09 €
    Apoio financeiro da União Europeia: Fundo de Coesão – 310.389,82 €

    Em João Serra, foram efetuados investimentos no sistema de abastecimento de água e no tratamento de águas residuais e pluviais, além da requalificação urbana, num valor de 642.175,28 €,

    Portão verde e edifício branco em paisagem montanhosa.
    etar picoitos

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  • A UE e a regeneração dos portos

    A União Europeia (UE) reconhece a importância vital dos portos fluviais e marítimos para o comércio e a economia dos seus Estados-Membros. Com uma visão estratégica para 2030, a UE está comprometida em contribuir significativamente para a regeneração e sustentabilidade destas infraestruturas essenciais.

    Os portos são pontos nevrálgicos para o comércio, com 74% do comércio externo de mercadorias da UE e 37% do tráfego intra-UE de mercadorias a passarem por eles. Além disso, são responsáveis por um impacto económico significativo, contribuindo diretamente para o emprego, o investimento interno e o crescimento do PIB.

    A estratégia da UE para os portos inclui uma série de medidas que visam não só a regeneração física das infraestruturas, mas também a melhoria do desempenho ambiental. A proposta prevê uma maior flexibilidade para se ter em conta o desempenho ambiental dos portos, incentivando a utilização de tecnologias ecológicas nos navios e nas infraestruturas portuárias.

    Além disso, a UE está atenta aos desafios ambientais enfrentados pelo setor marítimo. Um relatório da Agência Europeia do Ambiente destaca os progressos realizados no sentido da sustentabilidade e sublinha a necessidade de mais esforços para preparar a procura crescente e garantir o bem-estar dos ecossistemas e zonas costeiras.

    A Estratégia Nacional para o Mar 2021-2030 de Portugal, por exemplo, reflete o compromisso da UE com a gestão sustentável dos seus recursos marítimos, que constituem uma parte significativa das águas marinhas sob jurisdição dos Estados-Membros da UE.

    Em suma, a UE está a tomar medidas proativas para assegurar que os portos fluviais e marítimos dos países membros sejam regenerados de forma sustentável, contribuindo para o crescimento económico e a criação de emprego, ao mesmo tempo que se protege o ambiente e se promove a sustentabilidade a longo prazo.

    Uma cor­re­ção cli­má­tica chega por bar­caça
    Para redu­zir as emis­sões de car­bono nas auto-estra­das, a Europa está a recor­rer a uma solu­ção cen­te­ná­ria
    POR LIZ ALDERMAN · 30 mar 2024

    Enquanto a luz pálida da manhã tre­me­lu­zia pelo Sena, o Capi­tão Freddy Badar diri­gia a sua enorme bar­caça flu­vial, Le Bosphore, pas­sando por pito­res­cas aldeias da Nor­man­dia e bos­ques cer­ca­dos de neve, esta­be­le­cendo um curso para Paris.
    A bordo esta­vam con­ten­to­res cheios de mobi­li­á­rio, elec­tró­nica e ves­tu­á­rio car­re­ga­dos na noite ante­rior de um car­gueiro que atra­cara em Le Havre, o porto marí­timo do Norte de França.
    Se a carga con­ti­nu­asse por estrada, 120 cami­ões teriam obs­tru­ído as auto-estra­das. A uti­li­za­ção do Le Bosphore e da sua tri­pu­la­ção de qua­tro pes­soas impe­diu a entrada de tone­la­das de emis­sões de car­bono na atmos­fera.
    “O rio é parte de uma solu­ção mais ampla para um trans­porte mais limpo e o meio ambi­ente”, disse o Capi­tão Badar, com os olhos exa­mi­nando outros navios que trans­por­tam mer­ca­do­rias para cima e para baixo do Sena. “Mas há muito mais que pode­rí­a­mos estar fazendo.”
    À medida que a União Euro­peia inten­si­fica a sua bata­lha con­tra as alte­ra­ções cli­má­ti­cas, tem de des­car­bo­ni­zar o trans­porte de mer­ca­do­rias, res­pon­sá­vel por um quarto das emis­sões glo­bais de gases com efeito de estufa.
    Para lá che­gar, volta-se para uma solu­ção cen­te­ná­ria: os seus rios. Com 23.000 milhas (37.000 qui­lô­me­tros) de vias nave­gá­veis que abran­gem a União Euro­peia, as auto­ri­da­des vêem um enorme poten­cial para aju­dar a levar cami­nhões — A maior fonte de emis­sões de frete — para fora das estra­das. O acordo Verde Euro­peu, o plano de des­car­bo­ni­za­ção da União Euro­peia, trans­for­ma­ria os rios em auto-estra­das e dupli­ca­ria o trá­fego de bar­ca­ças até 2050.
    Há muito espaço para melho­rias. Actu­al­mente, os rios trans­por­tam menos de 2% do frete da Europa. Em com­pa­ra­ção, cerca de 6,5 milhões de cami­ões atra­ves­sam as estra­das da Europa, repre­sen­tando 80% do trans­porte de mer­ca­do­rias. Os cami­nhos-de-ferro repre­sen­tam cerca de 5%.
    Para que os rios movi­men­tem mais trá­fego, grande parte da infra-estru­tura flu­vial da Europa, com déca­das de exis­tên­cia, inclu­indo por­tos e eclu­sas, terá de ser melho­rada. Um pla­neta em aque­ci­mento con­tri­bui para o Desa­fio: as secas dos últi­mos anos ater­ra­ram alguns trans­por­tes no Reno e repre­sen­tam ris­cos para o Sena.
    Embora o Sena não seja o rio mais tra­fi­cado da Europa — ou seja, o Reno, que atra­vessa a Ale­ma­nha e os Paí­ses Bai­xos—, a ambi­ção é trans­formá-lo num dos prin­ci­pais cen­tros expe­ri­men­tais para a tran­si­ção cli­má­tica.
    “Esta­mos a tra­ba­lhar numa trans­for­ma­ção para fazer com que as empre­sas mudem mas­si­va­mente as suas rotas logís­ti­cas”, disse St,
    o pre­si­dente do prin­ci­pal ope­ra­dor por­tu­á­rio de França, Haropa, que está a inves­tir mais de 1 mil milhões de euros (ou 1,1 mil milhões de dóla­res) no esforço do Sena.
    ATRAIR TRÁFEGO PARA O RIO
    Antes de Par­tir De Le Havre para Paris, quando uma forte neve caiu no escuro, a tri­pu­la­ção do Le Bosphere emba­lou os con­têi­ne­res fir­me­mente no porão de carga, veri­fi­cando um mani­festo enquanto um guin­daste de pór­tico balan­çava sobre a cabeça.
    Le Bosphore, parte de uma frota de 110 bar­ca­ças admi­nis­trada pela Soges­tran, A maior empresa de trans­porte flu­vial da França, seguirá para Gen­ne­vil­li­ers, um porto a cinco milhas de Paris que é um cen­tro de dis­tri­bui­ção para os 12 milhões de con­su­mi­do­res da região da capi­tal. A via­gem levará cerca de 30 horas.
    O Sena pode trans­por­tar muito mais bar­ca­ças como o Le Bosphore, que é mais longo do que um campo de fute­bol e eco­no­miza 18.000 via­gens de cami­nhão por ano entre Le Havre e Paris. O governo espera atrair qua­tro vezes mais carga para o rio do que as 20 milhões de tone­la­das métri­cas que lida agora a cada ano.
    Para o con­se­guir, a Haropa tem vindo a ace­le­rar a expan­são do porto de Le Havre, que fica na foz do Sena, numa ten­ta­tiva de atrair navios dos por­tos mai­o­res de Roter­dão, nos paí­ses bai­xos, ou de Antu­ér­pia, na Bél­gica. A carga depo­si­tada nes­ses por­tos é então trans­por­tada para França em cami­ões.
    Em seus outros cinco ter­mi­nais por­tu­á­rios no Sena, Haropa está adi­ci­o­nando esta­ções elé­tri­cas que per­mi­tem que os navios se conec­tem enquanto anco­ra­dos, em vez de ope­rar moto­res.
    Embora grande parte da frota de bar­ca­ças da Europa ainda seja movida a die­sel, uma pequena mas cres­cente parte está sendo adap­tada para bio­com­bus­tí­veis. Bar­cos elé­tri­cos estão che­gando ao mer­cado. Estão tam­bém a ser desen­vol­vi­dos pro­tó­ti­pos de bar­ca­ças movi­das a hidrogé­nio.
    Empre­sas como a Ikea e as start-ups de trans­por­tes flu­vi­ais estão a aju­dar a impul­si­o­nar o movi­mento. Eles estão desen­vol­vendo ser­vi­ços de entrega de última milha sem car­bono para atrair os con­su­mi­do­res — e para se ante­ci­par às rígi­das regras ambi­en­tais que as cida­des euro­peias estão impondo para limi­tar veí­cu­los pesa­dos e polu­en­tes.
    UMA CADEIA DE”TRANSPORTES MAIS LIMPOS”
    Oito horas depois de nave­gar de Le Havre, Le Bosphore parou em Rouen, uma grande parada para carga flu­vial de e para Paris. Por volta das 10h, uma nova tri­pu­la­ção de qua­tro pes­soas, lide­rada pelo Capi­tão Badar, embar­cou para um turno de uma semana, e a via­gem para Paris foi reto­mada.
    O trá­fego de bar­ca­ças no Sena aumen­tou ape­nas 5% em rela­ção a uma década atrás. Enquanto o governo está ten­tando pro­je­tar uma ace­le­ra­ção,” os rios foram negli­gen­ci­a­dos por muito tempo”, disse o Capi­tão Badar, a ter­ceira gera­ção de capi­tães de bar­cos flu­vi­ais de sua famí­lia.
    Ele está entre uma raça rara. Mui­tos capi­tães de bar­cos flu­vi­ais na Europa estão a apro­xi­mar-se da Idade da reforma e há uma escas­sez de pes­soal qua­li­fi­cado, um pro­blema que corre o risco de tra­var o cres­ci­mento espe­rado do trá­fego flu­vial.
    Durante sécu­los, obser­vou o Capi­tão Badar, os rios eram pra­ti­ca­mente a única maneira de trans­por­tar mer­ca­do­rias pela França: o antigo sím­bolo de Paris é um barco. Mas as vias nave­gá­veis caí­ram em desuso quando cami­nhões e trens domi­na­ram o trans­porte no século 20, espe­ci­al­mente após a Segunda Guerra Mun­dial, quando as rodo­vias e fer­ro­vias se expan­di­ram por todo o con­ti­nente.
    Os gover­nos apoiam essas indús­trias” por­que têm lob­bies e sin­di­ca­tos pode­ro­sos”, disse o Capi­tão Badar, pas­sando por um cas­telo medi­e­val cons­tru­ído por Ricardo Cora­ção de Leão enquanto o sol ilu­mi­nava o céu da tarde.
    “Agora esta­mos come­çando a falar sobre o meio ambi­ente, e seria melhor ver o rio como parte de uma cadeia mais ampla de trans­porte mais limpo.”
    ARMÁRIOS E GRÃOS DE CAFÉ
    Le Bosphore desem­bar­cou no porto de Gen­ne­vil­li­ers na manhã segu­inte, antes do ama­nhe­cer, atra­cando ao lado de outras bar­ca­ças car­re­ga­das de mer­ca­do­rias para empre­sas pari­si­en­ses. Uma grua des­car­re­gou três cama­das de con­ten­to­res do porão, colo­cando-os no cais, onde empi­lha­do­res os empi­lha­ram para o lado. Ape­sar da carga volu­mosa, o Le Bosphore con­su­miu o com­bus­tí­vel de ape­nas cerca de qua­tro cami­ões em toda a sua via­gem.
    Do outro lado do Porto, estava em curso uma expe­ri­ên­cia para tor­nar a última milha de entrega mais amiga do ambi­ente: um arma­zém gigan­tesco, cri­ado num acordo de 2022 entre a Haropa e a Ikea, a gigante sueca do mobi­li­á­rio, para criar uma forma neu­tra em car­bono de entre­gar mer­ca­do­rias uti­li­zando o Sena.
    Pale­tes emba­la­dos com armá­rios de cozi­nha e sofás Ikea, enco­men­da­dos on-line menos de 48 horas antes, foram car­re­ga­dos em uma bar­caça que os leva­ria ao cen­tro de Paris. Lá, eles seriam colo­ca­dos em cami­nhões elé­tri­cos e entre­gues aos cli­en­tes.
    O pro­cesso não está com­ple­ta­mente des­car­bo­ni­zado, mas o acordo per­mi­tiu à Ikea reti­rar o equi­va­lente a 6.000 cami­ões das ruas de Paris no ano pas­sado, disse Emi­lie Car­pels, direc­tora do pro­jecto River da Ikea.
    Outros empre­en­di­men­tos pre­ten­dem ser mais ino­va­do­res.
    A pri­meira bar­caça flu­vial movida a hidro­gê­nio da Europa, a Zulu, deve come­çar a ope­rar na pri­ma­vera. Pro­je­tado por Soges­tran, pode trans­por­tar até 320 tone­la­das métri­cas, ou o con­te­údo de cerca de 15 cami­nhões. “Esta­mos nos movendo em dire­ção a um futuro de trans­porte cada vez mais limpo”, disse Flo­rian Leva­rey, dire­tor do pro­jeto.
    Para a Flu­dis, uma start-up Fran­cesa, esse futuro já está pró­ximo. Seu pre­si­dente, Gil­les Manu­elle, fun­dou a empresa em torno de dois bar­cos que fun­ci­o­nam com bate­rias elé­tri­cas e uma frota de bici­cle­tas elé­tri­cas.
    Por volta da 7 numa manhã recente, uma dúzia de tri­pu­lan­tes car­re­gou uma das peque­nas bar­ca­ças com cai­xas de grãos de café, Papel de foto­co­pi­a­dora, Toa­lhas de cozi­nha e outros bens a serem entre­gues a bis­trôs e empre­sas fran­ce­sas. Enquanto o barco pas­sava silen­ci­o­sa­mente pelo Lou­vre para sua pri­meira des­cida, os tra­ba­lha­do­res a bordo car­re­ga­vam suas bici­cle­tas com ordens e cor­riam para as ruas assim que o capi­tão atra­cava.
    “Esta­mos come­çando peque­nos”, disse Manu­elle. “Mas são peque­nas solu­ções como esta que podem cres­cer muito mais e aju­dar a desem­pe­nhar um papel na rever­são do aque­ci­mento glo­bal.”
    De volta a Gen­ne­vil­li­ers, a tri­pu­la­ção do Le Bosphore encheu o porão agora vazio com pro­du­tos fran­ce­ses para expor­ta­ção: fari­nha, madeira ser­rada, bol­sas de luxo e cham­pa­nhe. Por volta das 2 da tarde, come­ça­ria um cru­zeiro de volta a Le Havre, onde a tri­pu­la­ção des­car­re­ga­ria e depois Come­ça­ria tudo de novo.
    “Eu sei há muito tempo que o rio era o meio de trans­porte mais eco­ló­gico”, disse o Capi­tão Badar, vol­tando ao leme. “Agora pre­ci­sa­mos que os for­mu­la­do­res de polí­ti­cas real­mente façam isso acon­te­cer”, acres­cen­tou. “O poten­cial é enorme.”
    Le Bosphore, uma bar­caça flu­vial, eco­no­miza 18.000 via­gens de cami­nhão por ano entre Le Havre e Paris.

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  • Pista de Atletismo renovada em VRSA

    Pista de Atletismo renovada em VRSA

    A renovação da pista de atletismo do Complexo Desportivo de Vila Real de Santo António representa um marco significativo para a comunidade desportiva local. Com investimentos em infraestruturas modernas e adaptadas às necessidades dos atletas, o complexo promete ser um polo de atração para eventos desportivos de grande escala.

    As novas instalações incluem uma pista de última geração, que cumpre com os rigorosos padrões internacionais, garantindo assim condições ideais para o treino e competição. Além disso, foram implementadas melhorias significativas em termos de segurança e conforto, tanto para os atletas como para os espectadores.

    Este projeto não só revitaliza um espaço importante para o atletismo nacional, mas também contribui para o desenvolvimento desportivo da região, oferecendo novos desafios e oportunidades para todos os envolvidos.

  • Campo de jogos beneficiado em São Pedro do Coval

    Campo de jogos beneficiado em São Pedro do Coval

    A presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, Marta Prates, visitou no passado dia 21 de novembro a Escola Básica de São Pedro do Corval, para a entrega simbólica da obra finalizada da cobertura do Campo de Jogos, uma proposta incuída pelo município no Orçamento Participativo de 2018

    Estava acompanhada pelo diretora do Agrupamento de Escolas de Reguengos de Monsaraz, Luzia Barroso, pelo presidente da Junta de Freguesia de Corval, António Cartaxo e pela Coodenadora de Estabelecimento, professora Rute Gomes.

    Cobertura metálica em pátio escolar com baliza de futebol.
    s. pedro do tojal

    A autrquia investiu 20.283,04€ para a colocação da cobertura que vsi beneficiar beneficia todos os alunos do Pré-Escolar e 1ª Ciclo que frequentam aquele estabelecimento de ensino, «protegendo-os da chuva e do sol e garantindo-lhes todas as condições de segurança quer para a prática desportiva, quer para o recreio».

    O campo de jogos já havia sofrido beneficiações através da parceria entre a Junta de Freguesia de Corval, na construção da base de betão, e o Município de Reguengos de Monsaraz, na colocação do piso técnico do recinto.

  • Nova variante de Olhão já a concurso

    Nova variante de Olhão já a concurso

    Decido ao crescimento do tráfego na cidade de Olhão, a travessia, até à conclusão da obra, continuará a ocupar muito do tempo da viagem e, após a conclusão, quem tiver mais vagar para atravessar Olhão, em vez de contornar, encontrará certamente trânsito mais fluido.

    A Infraestruturas de Portugal investirá 20 milhões de euros, na freguesia de Quelfes, o prazo inicial da execução do contrato é de 540 dias, a contar da data da adjudicação, e no aviso do concurso não constam pedidos de previsão de renovações. São seis quilómetros de desvio, com seis novas rotundas. A nova via, terá nove metros de largura, com duas vias de rodagem de 3,5 metros, e bermas de um metro.

    O Anúncio de procedimento n.º 19657/2023, data de 20 de novembro e está publicado no Diário da República nº 224/2023, Série II de 2023-11-20.

  • Quase um milhão para saneamento na aldeia de Góis

    Quase um milhão para saneamento na aldeia de Góis

    As obras já foram iniciadas na localidade de Góis, situada na União de Freguesias São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Sólis e São Sebastião dos Carros, e representam «um passo decisivo na melhoria da qualidade de vida dos habitantes desta localidade».

    A concluão está prevista para o mês de novembro de 2024, constanto de infraestruturas vitais para permitir «que todas as residências locais se conectem às redes de abastecimento de água, drenagem de águas residuais domésticas e pluviais. Além disso, o projeto contempla a pavimentação dos arruamentos, garantindo assim condições de mobilidade mais adequadas e confortáveis para os moradores».

    A autasrquia consideran que o objetivo principal desta obra é oferecer condições sanitárias e de higiene adequadas, proporcionando acesso a serviços básicos essenciais para a comunidade de Góis.

    «Ao possibilitar o acesso a estas redes, a autarquia reforça o seu compromisso em promover o bem-estar dos residentes, criando um ambiente mais saudável e sustentável para todos», e a câmara municipal de Mártola afirma reiterar o seu «compromisso com o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dos cidadãos, prosseguindo com determinação na concretização de projetos que beneficiem a população e promovam o progresso do concelho».

  • Cordão humano em Cabanas de Tavira pela ponte pedonal

    Cordão humano em Cabanas de Tavira pela ponte pedonal

    Historiando o problema, lembram que «Há duas dezenas de anos que a população de Cabanas de Tavira, reivindica um acesso pedonal à sua praia, à qual outrora acedia de forma pedonal, possibilidade que lhe foi retirada quando foi politicamente decidido dragar a ria, apesar do local não constituir canal de navegação e a circulação para nascente ser interdita». 

    Notam depois que, na impossibilidade de se aceder à praia a pé, a travessia da ria começou a ser feita exclusivamente por barco e que tal resultou num «negócio, com destaque para uma delas, a qual, para além da travessia, explora o restaurante da praia, os bares e enorme extensão de palhotas, e à qual a autarquia, à revelia da população, pretende entregar a exclusividade da travessia por mais 25 anos». 

    Notam que estás medidas acontecem na área de Reserva Natural que goza da mais elevada protecção ambiental e está classificada no POOC como Zona Lagunar de Uso Restrito, e o canal tem «águas pouco profundas com tendência ao assoreamento e apenas duzentos metros a separar os cais entre margens, que antes da referida dragagem era uma muito aprazível praia fluvial». 

    A decisão da autarquia levou, há pouco mais de três anos, os cabanenses a constituíram o Movimento Cívico «Por uma Ponte Pedonal para a Ilha de Cabanas», o qual tem vindo a lutar pela construção de um passadiço pedonal à praia, «tendo esbarrado na decisão autárquica de intensificação da travessia marítima, em regime de exclusividade, em notório concluio com a referida empresa». 

    Dizem acreditar, que em causa estão «a defesa de interesses privados com prejuízo do interesse público, fortes indícios de tráfico de influências, um quadro passível de gestão danosa, grave atentado ambiental e desprezo por valores democráticos que nos são caros e certos de que esta questão tem muita matéria para uma investigação jornalística que há muito nos é devida, apelamos à vossa presença neste evento».

  • Aviso de candidaturas para infraestruturas escolares


    A Autoridade de Gestão do Programa Regional do Algarve apresenta esta quinta-feira, dia 29 de dezembro, nas instalações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve, o primeiro aviso para candidaturas no âmbito do Acordo de Parceria PORTUGAL 2030, que visa financiar infraestruturas escolares.

    Este aviso é publicado ao abrigo do Mecanismo Extraordinário de Antecipação do PORTUGAL 2030, especialmente dedicado a candidaturas para medidas de política com impacte relevante na melhoria da coesão social e territorial e da competitividade, nos termos do regime normativo em vigor constante do Portugal 2020, para posterior integração nos Programas do PORTUGAL 2030.

    Por outro lado, no quadro da transferência de competências da Administração Central para as Autarquias Locais e para as Entidades Intermunicipais, o Governo assumiu o compromisso de realizar investimentos de requalificação ou reabilitação de um conjunto de escolas cuja propriedade foi transferida para os Municípios, criando para o efeito o programa apropriado, no âmbito do acordo setorial estabelecido com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), celebrado em 22 de julho de 2022.

    A CCDR – Algarve recomendou a consulta dos avisos abertos no âmbito do Programa Regional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020, com o apoio dos fundos da União Europeia.

  • Menos 25 minutos de Lagos a Vila Real de Santo António

    Menos 25 minutos de Lagos a Vila Real de Santo António

    Na cerimónia de assinatura compareceu o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos. Salientou que o País, em matéria de ferrovia, está a fazer um grande investimento e que o Governo quer reduzir a década de atraso que estima Portugal tenha neste setor.

    Pedro Nuno Santos defendeu “um novo ciclo de investimentos” no desenvolvimento e atualização da ferrovia em Portugal e a importância dos comboios elétricos como transporte coletivo “com ganhos evidentes”, sobretudo ambientais.

    O presidente da câmara municipal de Lagos, Hugo Pereira lembrou que o início das obras de eletrificação dos 45 quilómetros do troço de ferrovia se faz 100 anos após a chegada do comboio àquela cidade em processo moroso e difícil, considerando que há um impacto visual negativo devido à construção de catenárias com sete metros de altura na linha situada paralelamente à Meia-Praia.

    O vice-presidente da IP, Carlos Fernandes, afirmou que os investimentos na Linha do Algarve vão assegurar vantagens ao nível da qualidade do serviço de transporte ferroviário de passageiros em toda a região algarvia, em termos de maior rapidez, eficiência e sustentabilidade.

    O contrato para a eletrificação do troço da Linha ferroviária do Algarve entre Tunes e Lagos, que serve os concelhos de Silves, Lagoa, Portimão e Lagos, foi assinado com o consórcio formado pelas empresas Comsa Instalaciones y Sistemas Industriales SAU, FERGRUPO – Construções Técnicas Ferroviárias, S.A. / COMSA, S.A..

    A obra é desenvolvida no âmbito do programa de expansão e modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia 2020 e envolve o investimento de 25,4 milhões de euros, comparticipado pela União Europeia no âmbito do programa COMPETE 2020.

  • Aeroporto de Beja como alternativa a Faro e Lisboa

    Aeroporto de Beja como alternativa a Faro e Lisboa

    A moção sobre o Aeroporto de Beja foi proposta pela coligação Beja Consegue (PSD/CDS-PP/PPM/IL/Aliança) e aprovada por unanimidade pelos eleitos das diversas forças políticas.

    Os eleitos lembram que o Aeroporto de Beja encontra-se certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil e é um dos quatro aeroportos portugueses que podem receber voos internacionais, tanto de passageiros como de carga.

    Consideram urgente rentabilizar esta infraestrutura aeroportuária, através do empreendimento do Alqueva, do Porto de Sines, do turismo, das fábricas de componentes aeronáuticos que a Embraer possuía em Évora e que, agora, são da espanhola Aernnova e da captação de mais investimento nesta área.

    Dizem ainda que a aposta nesta infraestrutura aeroportuária, poderá tornar possível criar uma Zona Franca com características fiscais especiais, onde se praticassem taxas alfandegárias reduzidas. Contudo a Assembleia Municipal de Beja considera que dificilmente a infraestrutura dificilmente será um aeroporto complementar ao de Lisboa.