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Etiqueta: indústria

  • Edifícios devolutos problemas da Fábrica Ramirez

    Edifícios devolutos problemas da Fábrica Ramirez

    As antigas fábricas de conservas da Ramirez estão em estado de devolutas em Vila Real de Santo António, Matosinhos e Leça da Palmeira situação que incomoda as autarquias e a população pelo estado de degradação que se acentua.

    Há dez anos, a Conserveira mudou produção de Leça da Palmeira para Lavra, também em Matosinhos

    A vizinhança da antiga Ramirez, em Leça da Palmeira, relata ao Jornal de Notícias que «já se falou num hotel e em hipermercados» para o futuro do edifício, sendo ainda aventada a hipótese de um centro empresarial.

    A Câmara Municipal de Matosinhos indicou ao jornal que, «até hoje, não deu entrada nenhum pedido de informação ou licenciamento».

    Adiantou que o imóvel está incluído na proposta aprovada pela Câmara, em 2021, como edifício a classificar como conjunto de interesse municipal.

    Fundada em 1853, em Vila Real de Santo António, pelo andaluz Sebastian Ramirez, é a mais antiga conserveira em laboração. O neto, Emílio, deslocou a principal unidade para o concelho de Matosinhos.

    A Ramirez é hoje gerida pela quinta geração da família. A unidade industrial de Lavra obedece aos mais modernos conceitos tecnológicos e de robotização industrial.

    Veja a reportagem do DN

  • Maricultura em Vila Real de Santo António

    Maricultura em Vila Real de Santo António

    A proposta é da pela empresa MSP – Mariculture Systems Portugal Unipessoal Lda e está disponível para consulta pública, sendo que as opiniões e sugestões serão consideradas e apreciadas, desde que apresentadas por escrito e dirigidas ao presidente do Conselho Diretivo da APA.

    Há, assim a possibilidade de refutação administrativa, através de reclamação ou recurso hierárquico facultativo, nos termos do Código do Procedimento Administrativo, e contenciosamente, nos termos do Código de Processo dos Tribunais Administrativos.

    O que é a Maricultura

    A Maricultura é o ramo da aquicultura que se dedica ao cultivo de organismos marinhos em ambientes controlados. Inclui o cultivo de peixes, crustáceos, moluscos, algas e outras espécies aquáticas em áreas costeiras, baías, estuários e mar aberto.

    A Maricultura é praticada em diversos países ao redor do mundo, com diferentes graus de desenvolvimento e tecnificação. Entre os principais produtores de maricultura, estão a China, com salmão, ostras e algas marinhas, o Japão, atum, salmão, ostras e pérolaso Chile, a Noruega, o Chile, Maior produtor de salmão do mundo, além de cultivar outros peixes como truta e mexilhão, a Noruega, salmão, truta e bacalhau, Indonésia, camarão, carpa e algas marinhas; Vietnam, camarão, peixe-gato e pangasius

    Em Portugal, a Maricultura também está presente, com destaque para o cultivo de algas marinhas, rincipalmente na região do Algarve, para produção de biocombustíveis, alimentos e produtos farmacêuticos; bivalves como mexilhão, amêijoa e ostra, principalmente na Ria Formosa e na Ria de Aveiro; peixes, como a dourada, robalo e salmão, em várias regiões do país, com destaque para a região Centro; crustáceos:, como o camarão e a lagosta, em algumas regiões do país, como a Ria Formosa e o Algarve.

    A Maricultura destina-se a produção sustentável de alimentos, podendo ajudar a suprir a crescente procura por alimentos de origem marinha, de forma mais sustentável do que a pesca tradicional, à criação de empregos em comunidades costeiras, diversificação da economia, porque pode diversificar a economia de regiões costeiras, que muitas vezes dependem da pesca tradicional.

    Como não há bela sem senão, a Maricultura também apresenta alguns desafios, como o impacto ambiental, sendo importante que a Maricultura seja praticada de forma responsável, o minimizar.

    Salenta-se que as culturas marinhas podem ser suscetíveis a doenças e parasitas, que podem causar perdas significativas e conflituar com outras atividades costeiras, como a pesca tradicional e o turismo, embora se lhe assinale um grande potencial para contribuir para a segurança alimentar, o desenvolvimento económico e a sustentabilidade ambiental.

    Fontes consultadas: Jornal do Algarve e Google Bard.
  • Turismo Industrial conta também com VRSA

    Turismo Industrial conta também com VRSA

    A autarquia de Vila Real de Santo António comentou a sua participação na 3.ª edição da iniciativa «À Descoberta do Turismo Industrial», entre os dias 16 e 30 de março de 2024.

    O município de Vila Real de Santo António esteve presente no 3.º Encontro da Rede Portuguesa de Turismo Industrial, realizado no Parque Mineiro de Aljustrel, tendo sido representada no certame pelo chefe da Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves, durante o qual foi apresentada a Agenda Nacional «À Descoberta do Turismo Industrial».

    A exposição, visita, pretende dar a conhecer todo processo de produção de conservas desde a captura do pescado até à cravação dos tampos das latas de conserva, destacando os diversos aspetos relacionados com a indústria conserveira, nomeadamente a litografia. São também abordados aspetos do quotidiano das fábricas e da sociedade na qual se enquadram.

  • Turismo industrial combaterá a sazonalidade

    Turismo industrial combaterá a sazonalidade

    A apresentação dessa rede nova pode ser na BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa, já em fevereiro de 2025, podendo o turismo industrial, pela diversidade das experiências e atividades, ser um produto muito interessante, porque dá muita diversidade, dá muita integração territorial e deve ser trazido para cima de uma forma mais vigorosa.

    A intenção de criar uma Rede Regional de Turismo Industrial no Alentejo e Ribatejo surge na sequência do trabalho desenvolvido pelo Grupo Dinamizador da Rede Portuguesa do Turismo Industrial, estrutura informal coordenada pelo Turismo de Portugal, que integra as cinco ERT do país, entre as quais a do Alentejo e Ribatejo, assim como a Direção Regional de Turismo dos Açores, a Associação Portuguesa de Património Industrial e o Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal.

    A estes juntam-se a Fábrica Vista Alegre e a New Hand Lab – Associação Cultural, da Covilhã, assim como os municípios de São João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra (todos no distrito de Aveiro), Vila Nova de Famalicão (Braga), Marinha Grande (Leiria), Santo Tirso e Vila do Conde (Porto).

    No Alentejo e Ribatejo são 27 os parceiros que integram esta rede nacional, número que a ERT pretende aumentar com a criação da rede regional.

    Para este ano, está previsto o desenvolvimento de um guia digital de todas estas experiências e atividades [ligadas ao turismo industrial], assim como uma brochura física.

    A entidade regional do turismo começará a trabalhar no apoio à comercialização de todas estas experiências, em conjunto com a Associação das Agências de Viagem de Portugal, visando a sua inserção em circuitos e programas turísticos mais vastos que possam ser vendidos no Alentejo.

  • CCDRs com as competências do licenciamento industrial

    CCDRs com as competências do licenciamento industrial

    As CCDR do País vão assumir o papel de entidade coordenadora de licenciamento dos estabelecimentos industriais, nas atividades indicadas no Anexo III do SIR e para os estabelecimentos industriais classificados nas tipologias 1 e 2.
    Vão ser também entidades coordenadoras de licenciamento das Zonas Empresariais Responsáveis (ZER).

    Esta medida está em vigor desde o princípio do em curso e a transição de competências será operacionalizada na plataforma de licenciamento industrial, encaminhando os novos pedidos de licenciamento à respetiva CCDR, IP, quando aplicável.

    Está garantido igualmente que os pedidos em curso no IAPMEI e nas DRAP serão também entregues às CCDR, IP, que assegura a continuidade da tramitação e emissão de decisão.
    Havendo, paralelamente, a necessidade de garantir que esta transição ocorra de forma articulada entre todas as entidades, a CCDR Algarve fez já saber que o canal de apoio disponibilizado fica no endereço eletrónico, sir@ccdr-alg.pt