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Etiqueta: Imprensa

  • Marcelo Rebelo de Sousa Apoiou a Comunicação Social, Afirma APImprensa

    Lisboa – A Associação Portuguesa de Imprensa (APImprensa) veio a público reconhecer o papel que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, desempenhou na defesa da comunicação social portuguesa ao longo dos seus mandatos. A associação destaca o “compromisso inabalável” do Chefe de Estado com um setor que considera um “pilar da democracia”.

    Em comunicado, a APImprensa sublinha a atuação de Marcelo Rebelo de Sousa como um “farol de esperança” num setor marcado por dificuldades económicas. A iniciativa de 24 de abril de 2020, que envolveu uma série de audiências com associações, sindicatos e administrações para debater o impacto da pandemia de Covid-19, é apontada como um gesto de grande simbolismo. Na ocasião, o Presidente terá enfatizado a importância de uma imprensa financeiramente saudável para a liberdade de expressão.

    A associação elogia também o apelo do Presidente a um “acordo de regime” para que o jornalismo seja encarado como um serviço público essencial. Esta iniciativa visava garantir a existência de uma comunicação social livre e independente nos próximos 50 anos de democracia.

    A preocupação de Marcelo Rebelo de Sousa com a luta contra os “desertos de notícias”, especialmente no que toca à imprensa regional, também foi destacada. A APImprensa refere que o Presidente alertou repetidamente para o facto de que a fragilidade dos media representa um obstáculo à democracia e que a sustentabilidade do setor é crucial para evitar o silenciamento de comunidades.

    A homenagem à APImprensa como Membro Honorário da Ordem do Mérito, a 25 de abril de 2017, no Palácio de Belém, foi outro momento recordado. Na ocasião, o Presidente prestou também tributo aos títulos de imprensa com mais de um século de história, reconhecendo o seu papel na garantia do pluralismo em Portugal.

    Em suma, a APImprensa considera Marcelo Rebelo de Sousa um “aliado fundamental” para a independência da comunicação social e, em particular, da imprensa em Portugal.

  • Em defesa do jornalismo

    Em defesa do jornalismo

    A Associação Portuguesa de Imprensa, à qual FOZ – Guadiana Digital se encontra associado, integra a campanha internacional World News Day/Dia Mundial do Jornalismo 2025, assinalada a 28 de setembro.

    Participamos por considerar fundamental para reforçar a visibilidade desta iniciativa de dimensão mundial, mostrando o compromisso do setor português com a ética, a verdade e a responsabilidade no jornalismo.

  • História e o Humor na Imprensa de Tavira

    História e o Humor na Imprensa de Tavira

    A apresentação do livro A História e o Humor na de Tavira, uma antologia de crónicas de jornais locais e regionais compiladas por Luís Horta e Ofir Chagas, destacou a importância da imprensa tavirense ao longo de mais de um século.

    O evento contou com a presença de diversas personalidades ligadas à cultura e à história da cidade, incluindo o vice-presidente da Câmara Municipal de Tavira, o professor Eurico Palma, e outros autores e colaboradores da imprensa local.

    O livro reúne crónicas de dez jornalistas que marcaram a imprensa tavirense entre 1901 e 2009, preservando a memória e o legado de figuras emblemáticas como António Rosa Mendes, Sebastião Leiria, Arnaldo Anica, Liberto Conceição, entre outros.

    A obra não apenas revisita a história da cidade e da região, mas também evidencia o papel do jornalismo local como veículo de crítica, reflexão e registo dos acontecimentos.

    Durante a apresentação, Ofir Chagas e Luís Horta explicaram que a motivação para esta compilação surgiu da necessidade de homenagear os antigos cronistas e perpetuar a sua influência no jornalismo e na identidade cultural de Tavira.

    Destacaram ainda a independência editorial e o compromisso com a verdade, valores que sempre caracterizaram a imprensa regional.

    O evento foi também uma oportunidade para recordar episódios históricos, como a relevância de Tavira na Primeira Invasão Francesa e a transformação do seu património ao longo dos séculos.

    Alguns excertos das crónicas foram lidos, incluindo textos de humor e de análise crítica sobre a sociedade e a política, sublinhando a riqueza e diversidade do jornalismo tavirense.

    O vice-presidente da Câmara Municipal encerrou a sessão reforçando a importância da obra para a preservação da memória local e agradecendo o contributo dos autores na valorização do património cultural da cidade.

    O livro foi apresentado como um registo essencial para compreender Tavira e a sua história através das palavras dos que a escreveram e testemunharam ao longo das décadas.

  • Faleceu Helder Nunes fundador do «Barlavento»

    Faleceu Helder Nunes fundador do «Barlavento»

    Faleceu esta manhã, em Portimão, vítima de doença prolongada, o grande jornalista algarvio Hélder Nunes, fundador do jornal Barlavento, aos 75 anos.

    Foi responsável por uma grande transformação na imprensa regional do Algarve, à qual dedicou 40 anos da sua vida, sendo muito respeitado e, até, temido pela classe política regional.

    Transmitimos à família, à direção do Barlavento, novo corpo redatorial e aos seus leitores a nossa mais profunda consternação, por saber que desapareceu uma figura pública, um lutador pela liberdade de informação, um amigo do Algarve e do seu desenvolvimento, uma grande portimonense.

    Durante os anos que tive oportunidade de com ele conviver a partilhar experiências jornalísticas, as mais das quais enquanto chefe da Redação do Jornal do Algarve, constatei a sua dedicação, determinação, pioneirismo, camaradagem, firmeza, espirito de luta e amor à nossa região.

    Não será esquecido.

    ./José Estêvão Cruz, diretor

    Leia a notícia completa no BARLAVENTO

  • Diocese do Algarve e município de Faro impulsionam Museu da Imprensa

    Diocese do Algarve e município de Faro impulsionam Museu da Imprensa

    A autarquia associará este espaço expositivo, centrado nas leituras da memória da imprensa na região, à rede museológica municipal, ficando a responsabilidade da gestão e do seu funcionamento à guarda da autarquia e do Museu Municipal de Faro.

    O protocolo tinha sido assinado no passado dia 7 de setembro, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade, prevendo a instalação desta estrutura no antigo espaço da Tipografia União, com caráter permanente.

    Assim, será assegurada a salvaguarda, valorização e divulgação do património gráfico resultante da oficina Tipografia União, dando a conhecer, ao mesmo tempo, o facto de ter sido Faro a cidade-berço da imprensa em Portugal, com a impressão do livro Pentateuco, em língua hebraica, a 30 de junho de 1487.

    O estudo para a criação do museu foi adjudicado à Universidade do Algarve, e já foi realizada a recolha e inventariação do espólio documental e industrial e posterior programa expositivo preliminar com definição de conteúdo e sugestão de peças, uma proposta de espaços e funcionalidades, orçamentos e recursos.

  • Hemeroteca Digital do Algarve

    Hemeroteca Digital do Algarve

    «Estas publicações, que fisicamente se encontram dispersas por todo o país, muitas vezes pouco acessíveis e em elevado estado de degradação ou até em risco de perda, vão estar reunidas, preservadas do ponto de vista do conteúdo e disponíveis a qualquer pessoa, em qualquer lugar e de forma gratuita» explica Salomé Horta coordenadora técnica da Biblioteca da Universidade do Algarve e coordenadora executiva do projeto.

    A Hemeroteca Digital do Algarve resultou de uma ideia de Luís Guerreiro, cofundador e primeiro presidente da Fundação Manuel Viegas Guerreiro. Foi apresentada a votação no âmbito do Orçamento Participativo de Portugal de 2017 (OPP2017), tendo sido a ideia mais votada na região algarvia (703 votos). A sua concretização permite reunir, num único ponto de acesso, uma coleção que se encontra fisicamente dispersa por várias bibliotecas, arquivos e museus de Portugal.

    Para a coordenadora executiva do projeto, «nesta publicação está expressa a história do Algarve, os jornais são fontes de informação importantíssimas na investigação da história dos factos, mas também da história social, económica, dos lugares e das pessoas».

    A UAlg executou o projeto no âmbito de um protocolo assinado com a Direção de Cultura do Algarve. A Biblioteca da Universidade coordenou o projeto e contou internamente com a colaboração dos Serviços de Informática.

    «Contamos também com a colaboração das várias instituições e particulares detentoras dos jornais; com a parceria da Biblioteca Nacional de Portugal que assumiu os trabalhos de digitalização da sua coleção (a maior) e das coleções provenientes dos outros parceiros; com duas empresas na área do design e software que desenvolveram o logotipo, a página web e a base de dados que suporta esta coleção», explica Salomé Horta.

    A Hemeroteca está alojada no domínio UAlg, é a partir daqui que estará disponível. A UAlg responderá pelo funcionamento e irá fazer a sua gestão futura.

  • Sul Informação tem parceria digital com o CCV Lagos

    Sul Informação tem parceria digital com o CCV Lagos

    Este espaço é dedicado à divulgação de conteúdos digitais, produzidos no âmbito dos projetos PaNReD – Património Digital transformado em Recursos Didáticos Digitais e SciTour – Turismo Científico, promovidos com o apoio dos Fundos Europeus geridos no Algarve.

    «Sabe a Ciência» é o nome da nova secção do Sul Informação, que passa pela publicação, num espaço dedicado, de conteúdos produzidos em forma de texto, podcasts, vídeos, infografias e outros conteúdos multimédia, abordando a divulgação e proteção do património natural da Região, da geologia à arqueologia, passando pela biologia e paleontologia.

    A secção «Sabe a Ciência» foi inaugurada com o artigo «Geodiversidade, a modesta parceira da biodiversidade», da autoria de Nathália Lima, técnica superior do CCV Lagos, passando a integrar uma “verdadeira plataforma digital de divulgação dos conteúdos audiovisuais e multimédia”, garantindo-lhes maior alcance e audiências mais variadas, e promovendo “uma maior literacia da Ciência”.

    Os dois projetos têm apoio do Programa Operacional Regional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020, beneficiando de verbas do Fundo Social Europeu (FSE) e do e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica, geridas na Região.

  • Debate sobre o jornalismo de causas

    Debate sobre o jornalismo de causas

    Organizado pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, pela Escola Superior de Educação e Comunicação (ESEC) da Universidade do Algarve (UAlg) e pelo Jornal do Algarve e inserido nas comemorações do 65º aniversário deste jornal algarvio, realiza-se em Vila Real de Santo António, no Centro Cultural António Aleixo um debate sobre o papel atual da informação em geral e do jornalismo de causas em particular.

     «A imprensa assume um papel fulcral no desenvolvimento das sociedades democráticas. De que modo o eco da sua ação se fez sentir em Portugal e, em particular, na região do Algarve?» propõe a câmara municipal como reflexão de partida que servirá de base para os quatro painéis que estruturam o colóquio.

    A sessão de boas vindas, que contará com a presença do Presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo, e da vereadora com o pelouro da Cultura, Conceição Pires, com a primeira intervenção a versar sobre o próprio título do simpósio e será o ponto de partida dos trabalhos.

    A introdução está a cargo do jornalista e comunicador Neto Gomes, seguindo-se a intervenção do jornalista, professor universitário e político Alberto Arons de Carvalho.

    Às 11:15 horas terá lugar o painel «Jornalismo de causas», cujo tema será introduzido pela jornalista Luísa Travassos e a moderação será conduzida pelo jornalista José Cruz. Serão convidados a intervir Horácio Neves (turismo), Eurico Gomes (saúde), Adriano Pimpão (educação) e Fialho Anastácio (infraestruturas e ambiente).

     A tarde inicia-se com o painel «Desafios do jornalismo para o desenvolvimento regional», apresentado e moderado por Neto Gomes. Irão intervir neste bloco João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, José Apolinário, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, Adriana Nogueira, Diretora Regional de Cultura do Algarve, e Rui Lourenço, Professor Convidado do Departamento de Ciências Biomédicas e Medicina – Universidade do Algarve.

    O simpósio encerra com a mesa redonda «A importância da comunicação social do Algarve no futuro da região» cuja moderação será assegurada por Bruno Silva, Diretor do Curso de Ciências da Comunicação da UAlg, e Joana Palminha Professora de Comunicação Social na ESEC.

    Este momento de debate irá contar com a presença dos jornalistas convidados Luísa Travassos, Filipe Vasconcelos Romão, Elisabete Rodrigues, Hugo Matias e Paulo Dentinho.

    Os estudantes de Comunicação Social da Universidade do Algarve irão também participar de forma ativa neste painel.

    O simpósio tem entrada livre e está aberto ao público em geral.

  • Jornal do Algarve cumpriu 65 anos

    Jornal do Algarve cumpriu 65 anos

    Um periódico que nasceu a 30 de março de 1957, depois de terem começados as emissões regulares da RTP, na Feira Popular de Lisboa e o papel noticioso, de debate e participação escrita na vida, economia, desenvolvimento e cultura da região é motivo de orgulho para os atuais proprietários, herdeiros de Fernando Reis e «mudou o Algarve, assim como a Televisão mudou o País», assinala a edição distribuída hoje.

    A 30 de março de 1957, fruto do entusiasmo do jornalista José Barão (1904-1966), então articulista do diário lisboeta «O Século» e da participação um grupo de comerciantes de Vila Real de Santo António, viu a luz do dia o número de estreia do que se viria a assumir como o mais emblemático e influente jornal da região.

    O Jornal do Algarve é herdeiro de uma tradição de Imprensa com raízes em Vila Real de Santo António, de que o expoente máximo foi o periódico “Notícias do Algarve”, o JORNAL do ALGARVE procurou o seu caminho entre várias “bandeiras” e reivindicações de uma região até então atrasada, desprezada e longe dos símbolos de modernidade de que haveria um dia de ser apanágio.

    Como primeiro imperativo, o jornal dedicou-se à “Operação Algarve Turismo”, logo em 1960, altura em que a região ainda não tinha uma unidade turística decente. Inspirada no I Congresso Nacional de Turismo, liderada por António Quadros, do Serviço Nacional de Informações, a “Operação Algarve Turismo” viria posteriormente a resultar nas primeiras unidades turísticas classificadas, a pioneira das quais o Hotel Vasco da Gama, inaugurado em 1 de agosto de 1960, investimento da família Sousa Uva apadrinhado por José Barão e pelo JORNAL do ALGARVE.

    Para os primeiros anos de jornal, o fundador contava com jornalistas e cronistas de primeira água, como Torcato da Luz, Encarnação Viegas, Maria de Olhão e Mário Zambujal.

    Após a morte de José Barão, em 30 de agosto de 1966, a direção do jornal foi assumida pelo filho, José Barão, com o apoio do chefe de redação José Manuel Pereira e de articulistas como Marcelino Viegas, João Leal e José Cruz (que também foi chefe de redação, de 1979 a 1983), entre outros.

    A partir de 1983, após alguns anos de indefinição, o semanário é adquirido e a direção do jornal é assumida por José Manuel Pereira. Mais tarde, já sob o comando de Fernando Reis, a redação é renovada, expandindo o jornal e mantendo as principais “bandeiras” para o desenvolvimento do Algarve.

    «Foram quatro décadas de profundo desenvolvimento e expansão do jornal, até ao falecimento do diretor, no passado dia 4 de dezembro de 2021. Desde então, o histórico diretor Fernando Reis – agora “Diretor In Memorian” – foi substituído pela sua esposa, Maria Luísa Travassos na direção do jornal», assinala o editorial da semana.

  • Serviço de jornais digitais nas bibliotecas do Algarve

    Serviço de jornais digitais nas bibliotecas do Algarve

    O serviço desta plataforma digital que dá acesso a jornais e revistas online ficará disponível para os leitores da Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Algarve (BIBAL) de forma gratuita. Permite ler ou descarregar para ler mais tarde, mais de 7.000 publicações nacionais e estrangeiras.

    A proposta de aquisição deste serviço foi aprovada, por unanimidade na Reunião do Conselho Intermunicipal da AMAL tendo os presidentes reconhecido a importância da medida para as comunidades da região.

    Os autarcas do Algarve pretendem incentivar a leitura e acreditam que esta iniciativa universaliza e democratiza o acesso à informação e ao conhecimento. Para além disso, tratando-se de um serviço online, fazem-no de forma sustentável, global e fácil, no âmbito da missão das bibliotecas públicas.

    A Press Reader é uma plataforma digital, distribuída em Portugal pela WECUL e disponibiliza o acesso direto e integral a publicações periódicas de mais de 150 países e em mais de 60 línguas, através de uma interface com várias funcionalidades, entre elas a pesquisa por título, país, língua ou categoria. O acesso à plataforma será feito através de uma aplicação com as credenciais de utilizador da biblioteca.

    Aqui em FOZ – Guadiana Digital já utilizamos este serviço há dez anos, pelo que podemos atestar a qualidade, a diversidade e a maleabilidade para arquivo e recorte.