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  • PCP Algarve Assinala Dia da Mulher

    PCP Algarve Assinala Dia da Mulher

    Críticas à «Política de Direita»

    O Partido Comunista Português (PCP) no Algarve assinalou o Dia Internacional da Mulher, a 8 de Março, com duras críticas às políticas do governo PSD/CDS e aos partidos IL e Chega, acusando-os de promoverem uma “agenda reaccionária” que coloca em risco os direitos das mulheres. Em comunicado, o partido afirmou que as “opções neoliberais” do governo representam “novos perigos para os direitos das mulheres enquanto trabalhadoras, mães e cidadãs.”

    O PCP Algarve reiterou o seu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, destacando as suas iniciativas políticas e institucionais “visando a prevenção e o combate à exploração, às desigualdades, às discriminações, pela igualdade e emancipação.” O partido sublinhou a importância de valorizar a luta das mulheres por direitos e defendeu um “Portugal soberano, de justiça social e promotor da Paz.

    As comemorações do Dia Internacional da Mulher no Algarve contaram com diversas iniciativas, incluindo a “Semana da Igualdade” organizada pela CGTP, que decorreu de 2 a 8 de Março em empresas e locais de trabalho. A Comissão de Igualdade da União de Sindicatos do Algarve e vários sindicatos participaram nas ações, sob o lema “A igualdade que Abril abriu. Reforçar direitos, cumprir a Constituição“.

    O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) também marcou presença com uma Manifestação Nacional de Mulheres em Faro. O desfile percorreu a Avenida Calouste de Gulbenkian e culminou com um espetáculo cultural no Teatro das Figuras.

    Segundo o PCP, o desfile do MDM, organizado pela primeira vez em Faro, contou com mais de 200 participantes, integrando-se nas manifestações realizadas em outras 18 cidades do país e regiões autónomas. A manifestação teve como lema “Vida com dignidade, direitos com igualdade. Enquanto não existirem na vida exigem-se na rua.

    O espetáculo cultural no Teatro das Figuras, que esgotou a sala, foi descrito como “de grande qualidade”, com uma forte componente política e reivindicativa em torno do Dia da Mulher.

    A Direção da Organização Regional do Algarve do PCP saudou todas as mulheres e todos os que se associaram às comemorações do Dia Internacional da Mulher na região. O partido reafirmou o seu compromisso com os direitos das mulheres, pela igualdade e emancipação.

  • No Mar Shopping Algarve mulheres ocupam maioria dos quadros de topo

    Por ocasião do Dia Internacional da Mulher a Inka Centres Portugal revelou que Sandra Monteiro, Ana Antunes, Ana Machado, Sónia Martins ou Mónica Costa fazem parte das 61,5% de colaboradoras mulheres da Ingka Centres Portugal e que todas elas ocupam cargos de topo.

    Sandra Monteiro e Ana Antunes são, respetivamente, diretoras do MAR Shopping Matosinhos e do MAR Shopping Algarve. Ana Machado é communication business partner para os mercados de Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Portugal, Itália e Croácia. Sónia Martins é diretora financeira e Mónica Costa diretora de leasing, ambas para Portugal. Todas foram promovidas no seio do Grupo Ingka que, em 2019, lançou o seu Plano de Igualdade global e estabeleceu objetivos para a igualdade de género.

  • Sandra Pereira viu aprovado relatório sobre igualdade homem e mulher

    Sandra Pereira viu aprovado relatório sobre igualdade homem e mulher

    O documento foca a desigualdade entre homens e mulheres, dentro e fora do local de trabalho, que não pode ser dissociada das políticas públicas neoliberais impostas pela União Europeia (UE), que provocam aumento do desemprego, a desregulamentação do mercado de trabalho e do horário de trabalho, o aumento da precariedade laboral e a baixa remuneração, que afectam as mulheres de forma desproporcional, de acordo com o comunicado dos deputados pelo PCP no parlamento europeu.

    «Esta situação vem juntar-se às múltiplas formas de desigualdade e discriminação, em consequência dos cortes nos serviços públicos, em especial nos domínios da saúde, da educação e dos benefícios sociais».

    Entre as dezenas de medidas assinaladas para promover o combate à desigualdade de género está, por exemplo, a defesa dos direitos de maternidade e paternidade, que melhoram os períodos de licença equitativa e totalmente remunerada, o «reforço dos serviços de saúde que garantam cuidados de saúde de alta qualidade bem como o acesso à saúde sexual e reprodutiva».

    Identificada está também a necessidade de que todos os estados-membos estabeleçam «programas destinados a identificar melhor o risco e a prevenir incidentes recorrentes de violência doméstica e reincidência, bem como medidas para erradicar todas as formas de violência».

    O documento insta, nas suas consideraçõs finais, a Comissão Europeia «a integrar a perspectiva de género na elaboração de todas as políticas e a realizar avaliações de impacto em função do género aquando da definição de novas políticas destinadas a garantir uma resposta política da UE mais coerente e devidamente fundamentada aos desafios da igualdade de género» e os estados-membros a adoptar medidas correspondentes a nível nacional.