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  • Algarve lidera expansão hoteleira em 2026

    Algarve lidera expansão hoteleira em 2026

    Cinco grandes aberturas de luxo e lifestyle

    A região sul do país prepara-se para um ano de forte dinamismo no setor turístico. Entre hotéis de marca internacional e a reconversão de unidades emblemáticas, o Algarve será o grande protagonista do mapa hoteleiro nacional em 2026.

    O setor hoteleiro em Portugal projeta para 2026 um ano de crescimento expressivo, com o Algarve a posicionar-se como um dos principais eixos de investimento. Segundo dados avançados pelo meio especializado Travel News, a região terá pelo menos cinco grandes inaugurações que reforçam a aposta nos segmentos de luxo, lifestyle e residencial turístico.

    O movimento de renovação e expansão será marcado pela chegada de marcas globais e pela transformação de ativos já existentes em Vilamoura, Armação de Pêra e Carvoeiro.

    As novidades no Sul: De Vilamoura a Carvoeiro

    O arranque do ano no Algarve será marcado pela abertura do Nomad Bay Algarve – Carvoeiro, prevista para fevereiro. O projeto da Amazing Evolution contará com 69 apartamentos focados em estadias prolongadas. Logo em seguida, em março, a Guia recebe o Wine & Books by the Sea Algarve Resort (PBH Group). Esta unidade, resultante da reconversão profunda do antigo Vidamar Algarve, disponibilizará 250 quartos.

    Vilamoura é outra das zonas com maior investimento. No primeiro trimestre de 2026, o antigo Dom Pedro Vilamoura reabrirá como Hyatt Regency Vilamoura Algarve, com 257 quartos. Já no final do ano, no quarto trimestre, o edifício do antigo Dom Pedro Marina dará lugar ao Canopy by Hilton Vilamoura Algarve, introduzindo um conceito de design e experiências locais com 155 quartos.

    Ainda no segundo trimestre, Armação de Pêra verá nascer o Casa de Sada Algarve Beach Resort, Curio Collection by Hilton, uma unidade premium com 183 quartos que reforça a presença da marca de luxo da Hilton no litoral algarvio.

    Expansão nacional: Dinamismo de norte a sul

    Embora o Algarve concentre algumas das aberturas mais mediáticas, o restante território português mantém um ritmo de crescimento sustentado, embora com projetos mais dispersos.

    • Lisboa e Cascais: A capital continua a atrair marcas internacionais, com destaque para o Hampton by Hilton Lisbon Baixa e unidades como o The Standard e o Andaz Lisbon. Em Cascais, a reabertura do antigo Onyria como Kimpton Quinta da Marinha e o novo Residence Inn by Marriott são as principais notas.
    • Norte e Porto: No Porto, destacam-se o Debrais Boutique Hotel (Avenida da Boavista) e o 705 Ora Porto Hotel. No interior, o grupo Água Hotels abrirá o Terra Fria em Bragança, num investimento de sete milhões de euros.
    • Alentejo e Ilhas: O Baixo Alentejo receberá o Hotel Rural da Torre Vã (Ourique), enquanto nas ilhas o destaque vai para o Pestana Dunas, em Porto Santo, e novos projetos de pequena escala nos Açores.

    O panorama para 2026 reflete, assim, uma tendência de valorização do património e uma aposta clara na diversificação de conceitos, consolidando Portugal como um destino de referência para o turismo de alta gama.

  • Hoteleiros do Algarve pedem Ministério do Turismo

    Hoteleiros do Algarve pedem Ministério do Turismo

    A AHETA argumenta que um secretário de estado não é suficiente, dada a importância do turismo para a economia nacional. Em uma carta aberta aos candidatos a primeiro-ministro, a associação apresenta várias outras reivindicações, incluindo a revisão das 4.300 taxas que, segundo eles, estão afastando investidores devido à burocracia.

    «A competição hoje é global. Enquanto aqui o investidor espera até 30 anos para ver uma primeira pedra, em outros lugares, após seis meses, ele pode estar construindo», afirma Hélder Martins, presidente da AHETA. A associação também destaca que o processo de licenciamento de um hotel demora cerca de sete anos.

    A falta de soluções para a seca crónica no Algarve e a falta de habitação, que impede a fixação de mão de obra, são outras grandes preocupações dos hoteleiros.

    A AHETA reivindica uma bolsa de terrenos onde as empresas possam construir casas para os funcionários e critica o peso dos impostos. Com a carta aberta, os hoteleiros esperam garantir que suas reivindicações não sejam esquecidas após as eleições de 10 de março

  • Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    Medidas de acesso aos estabelecimentos turísticos são exagero segundo a AHETA

    A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) criticou a obrigação de ser apresentado um teste negativo ou um certificado de vacinação para aceder aos estabelecimentos turísticos, considerando que se trata de um exagero e pede ao Governo a revogação imediata da medida.

    “Um exagero desnecessário, uma medida impraticável e de eficácia duvidosa. Ao contrário do que o Governo afirma, de que promove o desenvolvimento, vem restringir ainda mais a disponibilidade das pessoas para fazer férias e contribuir decisivamente para que muitos portugueses optem por passar férias no estrangeiro, em vez de optarem por fazê-lo no próprio país”, afirmou presidente da AHETA. Elidérico Viegas à agência noticiosa Lusa.

    De acordo com o responsável, os “profissionais dos hotéis não são profissionais de saúde, nem forças de segurança, nem autoridades sanitárias” e “não estão habilitados nem têm condições para dar cumprimento à medida que foi anunciada pelo Governo”.

    Os hotéis estão a ser bombardeados com telefonemas a toda a hora de todas as pessoas que tinham feito reservas, indignadas com esta decisão, alertou, esclarecendo que, por enquanto, ainda não se assiste ao cancelamento de reservas, embora considere que a decisão “não vai motivar pessoas a fazer férias no país”.

    Além da hotelaria, em Portugal continental, também a restauração está obrigada a exigir certificado COVID-19 ou teste para ingressar no interior, mas apenas nos concelhos de risco elevado e muito elevado, entre as 19h00 de sexta-feira e aos fins de semana e feriados, o que permite que os estabelecimentos de concelhos de risco muito elevado deixem de encerrar às 15h30, fechando portas às 22h30.

  • Mais de três milhões perdidos pela hotelaria nacional

    Mais de três milhões perdidos pela hotelaria nacional

    Segundo a Associação da Hotelaria de Portugal, a hotelaria nacional terá perdido em 2020, 3,27 mil milhões de euros em receitas.

    A quebra representa uma diminuição de 73% face ao ano de 2019, sendo correspondente a uma queda de 65% das dormidas, informação relativa ao seu mais recente inquérito Balanço 2020 & Perspetivas 2021, realizado entre 04 e 28 de fevereiro do ano em curso.

    Com a praça hoteleira encerrada na maioria do ano, a taxa de ocupação foi de 25,97%, no cômputo nacional, uma descida de 43,03 pontos percentuais, na comparação com 2020. As regiões com pior performance neste indicador foram, a Região Autónoma dos Açores (17,71%) e Lisboa (21,69%).

    O Alentejo apresentou ocupação de 41,60%, a melhor a nível nacional, e foi também o destino que vendeu mais caro com um preço médio de 110,71 euros por quarto.

    Dos cerca de 500 inquiridos pela AHP, 89% referiu que o mercado nacional liderou as estadias, seguindo-se o mercado espanhol e o francês.

    Os estabelecimentos hoteleiros, de turismo de habitação e resorts, autorizados pelo Governo a operar  temporariamente como escritórios, showrooms e centros de dia, na sua a maioria não o fizeram e 76% dos hotéis inquiridos pela AHP, revelaram que não deram outra utilidade à unidade. Apenas 17%, cedeu o alojamento a profissionais de saúde.

    Já quando ao lay off simplificado, 96% das unidades aderiram e 75% utilizaram o Apoio à Retoma Progressiva. Apenas um por cento dos inquiridos afirmaram não ter recorrido a nenhum tipo de apoio.