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Etiqueta: hotelaria

  • Problemas de policiamento no centro da cidade pombalina

    Problemas de policiamento no centro da cidade pombalina

    Para aquele responsável hoteleiro de alojamento e restauração local, o «motor da economia local, grande dinamizador de postos de trabalho assim como uma marca já presente no imaginário do cliente espanhol, continua sem policiamento sem uma atenção de segurança sem um olhar controlador da mendicidade dos grupos organizados de ladrões , e dos vendedores de fruta e outros artigos furtados».

    Diz ainda Luís Camarada, em representação dos associados que continuam «à deriva e ao deixa andar e assim já foram furtados centenas de euros com os comerciantes locais armados em polícias e perseguidores desta gentuça que para além de serem subsidiodependentes se dedicam ao roubo contínuo por detrás da revenda de artigo já roubado».

    A Associação de Empresários de Vila Real de Santo António diz já ter tido a oportunidade de denunciar, em várias reuniões este facto, «tão perturbador e desestabilizador da atividade comercial», estando a aguardar medidas consideradas urgentes e necessárias para travar «tamanha catástrofe».

  • Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Hoteleiros acreditam que medidas do alojamento vão ser revistas

    Aquele organismo ligado aos hoteleiros algarvios discorda da tentativa de resolver o problema da habitação do país recorrendo a medidas que abrangem o alojamento local.

    Diz ainda que o necessário são medidas que fomentem e fortaleçam a atividade económica e que proporcionem ao governo as receitas para construir habitação a custos controlados e o consequente arrendamento a valores suportáveis pelos mais desfavorecidos.

    A AHETA diz ser imperativo garantir alojamento para conseguir contratar mais recursos humanos para as empresas e que os empresários algarvios querem dar melhores condições de habitabilidade aos seus colaboradores, construindo residências, mas que «o que não conseguem em virtude da classificação dos terrenos disponíveis»

    E dizem aceitar e até sugerem que sobre essas residências seja imposta uma cláusula de proibição de que as mesmas sejam vendidas, ou usadas para outro fim, durante 50 ou 100 anos.

    A associação também questiona a decisão do Governo de colocar fim que considera o corte abrupto dos Vistos Gold «que permitiram trazer para o país muitos milhões de euros de investimento, e impostos, especialmente na imobiliária».

    Considera que, mais uma vez «vamos perder investimentos vitais, para outros países, que continuam a ter várias formas apelativas de captação de investimento estrangeiro».

    A AHETA está convencida que as medidas agora aprovadas e divulgadas serão revistas, de imediato, antes de entrarem em vigor, «a bem do Algarve e da qualidade do turismo».

  • Dirigentes da AHETA  limitados a três mandatos

    Dirigentes da AHETA limitados a três mandatos


    Em caso da delegação da representação nas Assembleia Gerais, essencialmente as eleitorais, um associado não poderá representar mais que três outros associados, quando, até agora, um só associado podia representar todos os restantes associados, que em si delegassem o poder de representação, o que deixou de parecer muito ético.

    Há agora um regulamento eleitoral da associação, documento que não existia, mesmo fazendo parte da matéria estatutária. Estas alterações foram promessa eleitoral de Hélder Martins e da sua lista que venceu as ultimas eleições da AHETA, a dois anos de novo processo eleitoral na associação.

  • Ginásio de Tavira e Farense juntos com hotelaria em projeto internacional

    Ginásio de Tavira e Farense juntos com hotelaria em projeto internacional

    Em entrevista à Rádio Gilão, Marcelino Teixeira presidente do clube tavirense salientou a importância deste acordo, para alcançar conseguir notoriedade a nível nacional e até internacional.

    Marcelino Teixeira escalreceu que «o clube muda de denominação para AP Hotéis Resort Tavira CS Farense, que é maO Farense e o Clube de ciclismo, de Tavira, a equipa de ciclismo profissional mais antiga do mundo, e o Farense, principal clube de futebolda capital algarvia assinaram um acordo de parceria válido por três anos anos, sob a égide de uma empresa hoteleira.is que uma parceria, pois são dois clubes de uma região como o Algarve, onde o Farense ostenta muitas vitórias e o Ginásio Clube de Tavira tem vitórias em quatro Continentes, tem cinco vitórias na Volta a Portugal, mais três pódios».

    Revelou que, nos meses de Janeiro e de Fevereiro têm a exposição na EuroSport para 150 países. «Daqui para a frente, tanto o Clube de Ciclismo de Tavira como o Farense comungam da ideia bastante importante sobrfe a formação, pelo que é uma mais valia para a toda a região do Algarve».

    O contrato começa já para o próximo ano e dura até 2025.

  • Inscrições para formação hoteleira em Lagoa

    Inscrições para formação hoteleira em Lagoa

    No Centro Cultural Convento São José, nos dias 7, 8 e 10 de novembro, pelas 10h00, vai decorrer, por iniciativa do município de Lagoa e em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão – EHTPtm a terceira ação de formação, prevista para o mês de novembro e integrada no projeto Formação + Próxima, com o tema «Projetos de Investimento».

    A participação é gratuita estando sujeita a inscrição obrigatória e limitada às vagas disponíveis, sendo uma «oportunidade de adquirir e conhecer novas ferramentas e recursos que irão certamente contribuir para o aumento da sua produtividade e organização. Esta formação certificada é a terceira de um total de cinco previstas até final de 2022, que foram definidas em articulação com o tecido empresarial de Lagoa», segundo os promotores.

    A autarquia diz ter garantido o envolvimento das empresas na origem do processo, «de forma a atingir uma efetiva capacitação da indústria do turismo e outras conexas, acrescentando valor aos recursos humanos que são a hospitalidade do concelho e da região».

  • Só o Algarve não cresceu em dormidas no mês de Julho

    Só o Algarve não cresceu em dormidas no mês de Julho

    Comparando com julho de 2019, apenas o Algarve registou um decréscimo (-4,5%). Os aumentos mais expressivos ocorreram na RA Madeira (+21,0%), Norte (+14,9%) e Centro (+10,6%).

    Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o setor do alojamento turístico registou 3,0 milhões de hóspedes e 8,6 milhões de dormidas em julho de 2022, correspondendo a aumentos de 6,3% e 4,8%, respetivamente, face a julho de 2019, ano antes da pandemia.

    Os proveitos totais aumentaram 131,9% para 682,1 milhões de euros e os proveitos de aposento atingiram 535,0 milhões de euros, refletindo um crescimento de 27,6% em ambos os indicadores comparativamente a julho de 2019.

    O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 86,1 euros em julho e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 127,2 euros. Em relação a julho de 2019, o RevPAR aumentou 23,0% e o ADR cresceu 19,0%.

    Em julho, o mercado interno contribuiu com 2,9 milhões de dormida e os mercados externos totalizaram 5,7 milhões. Face a julho de 2019, o mercado interno cresceu 15,8% e os mercados externos atingiram o mesmo nível de 2019.

    No conjunto dos primeiros sete meses de 2022, as dormidas aumentaram 194,3% (+58,5% nos residentes e +406,2% nos não residentes).

    Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 4,4%, consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-9,4%), dado que as de residentes cresceram 7,8%.

    Os proveitos acumulados no período de janeiro a julho de 2022 cresceram 239,4% no total e 242,9% nos relativos a aposento (+10,0% e +11,0%, face a igual período de 2019, respetivamente).

    Relativamente às dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, destacando-se a RA Madeira (+78,6%), Centro (+22,4%), Norte (+21,2%), AM Lisboa (+12,7%) e Alentejo (+12,6%). As dormidas de não residentes aumentaram no Norte (+11,3%), RA Madeira (+11,1%), AM Lisboa (+2,8%) e RA Açores (+0,2%), tendo-se observado as maiores diminuições no Algarve (-8,3%) e Alentejo (-7,4%).

  • Os 50.000 trabalhadores que fazem falta ao turismo

    Os 50.000 trabalhadores que fazem falta ao turismo

    Tal significa que a identificação das carências do turismo nacional, entre 45 mil a 50.000 trabalhadores, só poderá ser ultrapassada no próximo ano, ao abrigo do regime de entrada e permanência de trabalhadores em Portugal, já aprovado.

    A missão da comitiva empresarial terá de identificar trabalhadores interessados em vir para Portugal e que os serviços consulares tramitarem favoravelmente os vistos.

    No Algarve, onde se assinala uma substancial retoma do setor do turismo, existe uma grande falta de gente para trabalhar no setor, atribuída por muitos não apenas aos baixos salários, que isso está ao nível de toda a sociedade portuguesa, mas à tremenda carga horária e condições de trabalho impostas na hotelaria, bem como a precariedade dos postos de trabalho, segundo assinalam os sindicatos.

    A fasquia de qualificação desses trabalhadores introduz ainda a necessidade de formação à altura dos desafios de garantir a qualidade de serviços no turismo. A secretária de Estado, Rita Marques assinalou a preocupação sobre a os imigrantes serem adequadamente formados e capacitados para manter uma prestação de «serviços de excelência», envolvendo as escolas de hotelaria e turismo nacionais.

  • Salários baixos são causa de falta de mão de obra hoteleira

    Salários baixos são causa de falta de mão de obra hoteleira

    O valor que está a ser pago não permite aos trabalhadores fazerem face às suas necessidades básicas e tem de se acrescentar outras razões como os horários cada vez mais desregulados e as longas jornadas de trabalho, que não permitem conciliar vida profissional com a vida pessoal e familiar.

    Os empresários do setor afirmam que apesar de haver milhares de pessoas no setor a receber o subsídio de desemprego no âmbito de medidas implementadas durante a pandemia de covid-19, quando são chamadas para entrevistas de trabalho recusam-se a regressar às empresas.

    Há ainda a considerar a precariedade generalizada em todo o setor, com recurso a empresas de trabalho temporário, contratos a prazo na sua maioria ilegais, falsa prestação de serviços ou estagiários a ocupar postos de trabalho permanentes.

    O Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria e Similares do Algarve também elenca nas causas da falta de atratividade da profissão o encerramento dos estabelecimentos na época baixa que considera que se destina a evitar vínculos efetivos, quando os trabalhadores precisam de viver o ano inteiro.

    Tiago Jacinto, dirigente do Sindicato denunciou a existência de assédio laboral e de repressão, principalmente sobre os trabalhadores que exigem o cumprimento dos direitos e a melhoria salarial, entre outras. Não sendo contra a contratação de trabalhadores estrangeiros reitera que o que está a afastar os trabalhadores do setor do turismo são principalmente as razões apontadas pelo seu sindicato.

    Existe uma série de medidas que deveriam ser implementadas, como um aumento mínimo de 90 euros dos salários ou um salário mínimo nacional de 800 euros a partir de 01 de julho, pois que, para um turismo de qualidade, é indispensável valorizar o trabalho e os trabalhadores e repartir com eles a riqueza criada de forma justa e dar-lhes melhores condições.

  • Moncarapacho tem Hotel para a saúde

    Moncarapacho tem Hotel para a saúde

    O projeto nasce de uma finlandesa, Eva Orsmond, proprietária do projeto e médica de profissão, que nasceu na Finlândia e morou na Irlanda por mais de 22 anos.

    O Solar Alvura foi pensado como um lugar para cuidar do corpo e da mente e promove facilidades e suporte para os que os hóspedes «possam experienciar e adotar hábitos para uma vida com mais qualidade e felicidade».

    A diferenciação começa na chegada, quando os hóspedes são avaliados por Eva Orsmond,. A longo da estadia, têm à disposição uma programação que inclui aulas de yoga e de fitness, massagens, tratamentos de Spa, passeios guiados pelas ilhas e trilhas da região, workshops de cozinha saudável e introdução a atividades de autoconhecimento e de desenvolvimento pessoal, como sessões de meditação e de prática dos «cinco ritos tibetanos».

    Além de proporcionar o bem-estar, o objetivo do projeto «é oferecer ferramentas de reeducação
    alimentar e de equilíbrio físico, mental e emocional para que os clientes possam aplicar nas
    suas rotinas diárias, após a estadia
    », de acordo com o comunicado de imprensa.

    O Solar Alvura Health Hotel, afirmam, «é a realização de um sonho que demorou cinco anos a materializar-se. As instalações da antiga propriedade foram modernizadas para garantir praticidade e conforto, mas preservam a inspiração na atmosfera da construção original, de 1868, como é possível observar pelo restauro de uma prensa de oliveiras apresentada no lobby, ao lado de um grande e vistoso piano

    A beleza natural do Algarve foi uma das principais fontes de inspiração, deste novo projeto que aposta na união de serviços de excelência e instalações exclusivas com a beleza das praias e o clima Algarvio, que são amplamente invejados por toda a Europa.

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  • Meia centena de vagas para captação de talentos na hotelaria

    Meia centena de vagas para captação de talentos na hotelaria

    É uma iniciativa da United Investments Portugal (UIP) com o objetivo de preencher cerca de 580 vagas, disponíveis nas citadas unidades do grupo. A ação de recrutamento tem início a partir dos dias 26 e 28 de fevereiro, no Pine Cliffs Resort, em Albufeira. As contratações na zona da Grande Lisboa será de 5 a 7 de março, em local ainda a confirmar, e entre 11 e 12 de março, no Sheraton Cascais Resort. No Porto, acontece no YOTEL Porto, em principio a dia 7 de abril, mas a data ainda não está confirmada.

    Estão disponíveis vagas para as áreas de receção, concierge, cozinha, bares e restauração, housekeeping, spa, manutenção, sendo as pré-inscrições são recomendadas através do site onde também estão disponíveis mais informações sobre a ação de recrutamento.

  • Comunicar com impacto em Lagoa

    Comunicar com impacto em Lagoa

    O Município de Lagoa, em parceria com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portugal, irá promover a primeira ação de formação integrada no programa «Formação + Próxima» no próximo dia 26 de Fevereiro, com o tema Storytelling: Comunicar com impacto.

    A ação de formação terá a duração de 12 horas e decorre no Centro Cultural Convento de São José. É composta por cinco módulos em horário pós-laboral que terminam no dia 19 de março.

    A participação é gratuita estando sujeita a uma inscrição obrigatória e a um número limitado de participantes, no âmbito do protocolo celebrado com o Turismo de Portugal, por intermédio da Escola de Hotelaria e Turismo de Portimão,.

    O objetivo do protocolo é capacitar a cadeia de valor da indústria do turismo e conexas com a implementação do programa de Formação + Próxima que reunirá várias ações de formação ao longo dos próximos 2 anos.

    Os interessados em participar na formação deveem efetuar o registo na Academia Digital das Escolas de Turismo de Portugal.

  • Fim do ano com cancelamentos na hotelaria

    Fim do ano com cancelamentos na hotelaria

    Ainda existe o reservar, mas esfumaram-se as previsões mais otimistas, não se confirmando, também por causa do aumento dos casos de Covid-19. Porém, ainda mais afetados que os hotéis encontram-se os similares, como restaurantes que tentavam organizar os seus próprios reveillons.

    Elidério Viegas, presidente da AHETA diz que o Governo tem excesso de zelo e que as mais recentes medidas anunciadas para a contenção da pandemia na época festiva estão desajustadas da realidade.

    Entre 25 de dezembro e até dia 09 de janeiro há a obrigatoriedade de a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para aceder a hotéis e estabelecimentos de alojamento turístico. O acesso a restaurantes, casinos e festas de passagem de ano vai também exigir a realização de um teste negativo nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro.

  • Formação de guias-intérprete volta ao Algarve

    Formação de guias-intérprete volta ao Algarve

    Foi a necessidade de revitalizar e credibilizar esta profissão levou a Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve a associar-se à AGIGARVE- Associação de Guias-Intérpretes do Algarve para a criação deste curso.

    A Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve comunicou que a edição de 2021 arrancou em junho passado, mas o recomeço intenso da atividade turística na região levou à interrupção do curso para o qual ainda existem vagas, vai ser retomado em 14 de

    O curso tem um total de 600 horas, divididas em regime online e presencial, sendo destinado a desenvolver as competências necessárias ao desempenho da profissão, através de módulos como Atendimento Turístico, Comunicação Digital, Itinerários e Circuitos Turísticos, História e Cultura Portuguesa, História da Arte em Portugal, Geografia do Turismo, Património Natural e Cultural, Inglês e Francês Técnico, entre outras áreas do conhecimento.

    Para a AGIGARVE, é o envelhecimento dos atuais profissionais que se encontram no mercado e a falta de preparação dos mais jovens, que atualmente não são obrigados a qualquer formação que torna premente a retoma desta formação na região do Algarve.

    Possuir o 12º ano de escolaridade e ter o domínio básico de dois idiomas estrangeiros são os requisitos essenciais de acesso a esta formação, que decorrerá em período pós-laboral, das 18:30 às 22:30 horas, de segunda a sexta-feira. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 1 de outubro.

  • Six Senses tem plataforma de reserva gratuita de bagagem

    Six Senses tem plataforma de reserva gratuita de bagagem

    Os hóspedes da Six Senses podem desfrutar da possibilidade de viajar com pouca bagagem e enviar as suas malas com antecedência para qualquer uma das propriedades da marca em todo o mundo, anunciou a marca hoteleira que possui uma unidade no rio Douro.

    A marca hoteleira, que tem uma unidade no Douro – o Six Senses Douro Valley , estabeleceu uma parceria com a Luggage Free, através da qual podem despachar e retirar a bagagem no aeroporto. O serviço de transporte porta a porta também cobre uma ampla variedade de itens, incluindo tacos de golfe e pranchas de snowboard, entre outros. A Luggage Free também preenche todos os documentos alfandegários necessários para viajar para o exterior.

    A parceria com a Luggage Free permitirá que os nossos hóspedes comecem suas férias antes mesmo de chegar ao destino Six Senses”, afirmou Bryan Gabriel, diretor comercial da Six Senses Hotels Resorts & Spas, indicando que o foco principal da empresa é o bem-estar e hospitalidade e a Luggage Free é apenas «uma outra forma dos nossos hóspedes agilizarem a sua viagem até ao seu destino».

  • Hoteleiros querem certificados externos à União Europeia

    Hoteleiros querem certificados externos à União Europeia

    A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) considera importante a aceitação de certificados de vacinação de países de fora da União Europeia. Segundo o comunicado divulgado, consideram em primeira análise a aceitação de certificados digitais de vacinação a turistas dos EUA, Canadá, Israel e Espaço Schengen, mercados tidos po muito importantes para o país e também porque o estádio de vacinação em que se encontram esses países o permite.

    O presidente da AHP, Raul Martins reconhece que a decisão não depende apenas do Governo português, devido *a regra europeia da reciprocidade no reconhecimento que consideram estar a ser «muitíssimo prejudicial e a atrasar a recuperação económica»,. Ainda assim, entendem que cabe a Portugal pressionar pelo seu lado e, inclusive, «tomar uma posição de abrir o caminho e decidir por si». e observam que é o que vários países europeus estão a fazer.

  • Hotel em Évora inspira-se no Cante Alentejano

    Hotel em Évora inspira-se no Cante Alentejano

    No próximo dia 15 de junho, abrirá um hotel dedicado ao Cante Alentejano. É um quatro estrelas que pretende homenagear este género musical tradicional do Alentejo, foi construído de raiz e resulta de um investimento privado de uma empresa da região, a Universacontece.

    O Hotel O Cante tem a oferta de 50 quartos em quatro categorias: classic, deluxe, studio com kitchnette e suites, restaurante e bar e um lobby bar, um spa, uma piscina um pool bar e uma sala de reuniões. O novo hotel alentejano terá ainda garagem privada.

    É um hotel contemporâneo mas assente na tradição do Alentejo. O nome do Hotel O Cante presta tributo ao Cante Alentejano, expresso através de estrofes de canções nos quartos com fotografias que retratam a vida e os costumes dos alentejanos. 

    As fardas dos rececionistas e restaurante são inspiradas nas vestimentas dos grupos do Cante são tentativa de emprestar genuinidade e originalidade ao serviço e hotel. 

    Além do recurso às plantas autóctones nos vários espaços exteriores e interiores do hotel, a cortiça está presente em variados espaços, as cores da decoração são em tons terra, madeira, cortiça e amarelo das planícies alentejanas. Além da presença de vários apontamentos como peças simbólicas da vida no campo” deslinda a administração da unidade.

    O objetivo é captar vários segmentos, considerando as facilidades oferecidas, nomeadamente o turista de lazer e o corporate.

    Créditos: Revista de Hotelaria/Publituris
  • Novo hotel em Vale da Velha – Castro Marim

    Novo hotel em Vale da Velha – Castro Marim

    O «The Prime Praia Verde» será edificado numa área considerada de excelência de excelência, entre a serra e o mar, na zona do Vale da Velha, entre o cruzamento da Praia Verde e S. Bartolomeu.

    Integra uma oferta turística diferenciada, «onde a natureza de um Algarve ainda selvagem, tranquilo e simples se mistura com o espaço. Trata-se da valorização e ampliação de uma área já construída, na modalidade de “Casa de Campo” convertida para a modalidade de hotel rural de quatro estrelas.

    Terá 42 quartos e 4 suites, um SAL Spa, com um tanque de água aquecida e piscina ao ar livre, numa conexão com o Sal de Castro Marim, com tratamentos e massagens à base da flor de sal. Os quartos vão ser inspirados pela natureza circundante e interligados à tradição arquitetónica da região, com a utilização de materiais como a cal, tijoleira e telha Santa Catarina, bem como a sua decoração, recorrendo a artesãos locais, esclarece a autarquia.

    Com o objetivo de «promover a sustentabilidade e a economia local, a gastronomia inspirar-se-á nos conceitos “farm-to-table” e forno de lenha, abrindo-se aos produtores locais. Com a mesma orientação e compromisso, irá também recorrer às amenities feitas à base de produtos naturais, sem recurso ao plástico, ou ainda o uso de painéis fotovoltaicos e solares e tanques de reaproveitamento de águas pluviais para rega».

  • Estabelecimentos hoteleiros com novas funções

    Estabelecimentos hoteleiros com novas funções

    O diploma enquadra-se nas medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da doença covid-19,. Trata-se de uma autorização excecional e temporária que abrange os empreendimentos turísticos, cuja classificação inclui estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos turísticos, apartamentos turísticos, conjuntos turísticos resorts, empreendimentos de turismo de habitação, empreendimentos de turismo no espaço rural e, ainda, parques de campismo e de caravanismo.

    Das medidas excecionais aplicáveis aos empreendimentos turísticos, introduzidas pelo decreto-lei que entrou em vigor hoje, dia seguinte ao da sua publicação, contam a possibilidade de disponibilizar a totalidade ou parte das unidades de alojamento que compõem estes empreendimentos para outros usos compatíveis.

    E o diploma define os novos usos temporários: alojamento prolongado, com ou sem prestação de serviços; escritório e espaços de cowork; reuniões, exposições e outros eventos culturais; ‘showrooms’; ensino e formação e salas de convívio de centros de dia ou outros grupos ou organizações.

    O diploma atribui às entidades exploradoras dos empreendimentos turísticos o número de unidades de alojamento a disponibilizar e que a afetação de parte ou da totalidade das unidades de alojamento pelas entidades exploradoras não implica a perda da qualificação como empreendimento turístico.

  • Queda acentuada da ocupação hoteleira no Algarve

    Queda acentuada da ocupação hoteleira no Algarve

    É o registo mais baixo desde sempre para o mês de março, de acordo com os dados divulgados pela AHETA, no dia  6 de abril.

    O volume de vendas das unidades algarvias seguiu a mesma tendência de quebra, registando uma diminuição de 29,8%. Os mercados que mais que registaram maiores descidas foram o nacional (-54,5%), o alemão (-51,7%) e o britânico (-48,9%). Desde o início do ano a taxa de ocupação quarto regista uma descida média de 13,8% e o volume de vendas uma descida de 1,4%.

    Ao longo do mês de março, cerca de 60% da oferta disponível encerrou devido à pandemia do COVID-19. Cerca de 10% encerrou em 1 de abril, enquanto a generalidade da restante oferta preparava-se para o fazer, refere a associação.