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Etiqueta: greves

  • CGTP convoca greve geral para 03 de junho

    A CGTP, através do seu secretário-geral, Tiago Oliveira, convocou hoje, quando se assinala o Dia do Trabalhador, uma greve geral para 03 de junho.

    A CGTP vai convocar hoje, no 1.º de Maio, todos os trabalhadores para aderirem a uma grande greve geral no próximo dia 03 de junho”, declarou Tiago Oliveira em entrevista à RTP Notícias.

    Vamos realizar uma grande greve geral. Vamos continuar a trilhar este caminho de denúncia, mas também de luta por uma vida melhor. Vamos continuar a trilhar este caminho de exigência da retirada do pacote laboral”, declarou ainda o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses.

    O líder da CGTP estava a referir-se ao pacote laboral que o Governo pretende apresentar ao parlamento para introduzir mudanças na Lei do Trabalho.

    com Lusa

  • Greve na Algar

    Os trabalhadores estão em greve para forçar a administração da empresa a satisfazer as suas principais reivindicações.

    Os trabalhadores consideram ridículo o aumento de salário proposto, no valor de 2%, e a recusa do aumento do subsídio de refeição, nem a resposta a outras matérias do Caderno Reivindicativo 2025.

    Neste caderno é proposta a criação do subsídio de insalubridade, penosidade e risco; aumento dos valores do trabalho suplementar; negociação da tabela salarial e das carreiras, entre outras matérias.

    A greve começou paralizou os serviços da Triagem de Faro, Portimão, UTM de Portimão e a CVO de São Brás do Alportel.

    Os trabalhadores concentraram-se na Estação de Tratamento de São João da Venda (Faro) e no Aterro Sanitário do Barlavento. As fortes chuva não desmobilizaram as concentrações. Em São João da Venda a chuva era tal que forçou os trabalhadores a abrigarem-se sob o telheiro do serviço da entrada da Estação.

    Esteve presente o Grupo Laboral do BE/Algarve, a coordenadora da USAL, Catarina Marques e o dirigente do Site-Sul, António Hilário.

  • Greve de estivadores no leste dos EUA

    Pela primeira vez, desde 1977, três dúzias de portos dos EUA estão em greve, desde ontem. Os 36 portos afetados têm capacidade combinada para lidar com metade de todos os volumes de comércio dos EUA.

    A União não conseguiu chegar a um acordo com a United States Maritime Alliance antes do término do contrato em 30 de setembro. Este é apenas o começo do que pode se tornar um evento verdadeiramente catastrófico para a economia dos Estados Unidos.

    O chefe da União prometeu permanecer em greve pelo tempo que for necessário. Para referência, o congestionamento de embarques resultante de uma greve longa e fraca levaria cerca de um mês para ser resolvido.

    À meia-noite de 1º de outubro, as remessas de contentores e carros pelos portos foram interrompidas.

    Segundo Harold Daggett, presidente da International Longshoreman’s Association o mundo de hoje está a mudar para o futuro. Eles não estão mais ganhando milhões. Eles estão ganhando bilhões. E estão a gastar rápido enquanto ganham.

    A União dos sindicatos dos estivadores está a pedir aumentos na ordem dos 70% para os seus homens, a lembrar que quando eles ganharam mais dinheiro foi durante a COVID, quando os homens homens tiveram que ir trabalhar todos os dias, enquanto todos ficaram em casa.

    Foram a trabalhar doentes e alguns morreram com o vírus, diz Harold, a justificar a necessidade de compensação do sacrifico.

    Dizem não estar a pedir o Mundo e porque os empresários não corresponderam às reivindicações, foram para a rua lutar pelo que entendem merecer por direito.

    «Essas pessoas hoje não sabem o que é uma greve. Certo. Quando meus homens forem para as ruas do Maine ao Texas, todos os portos serão fechados. Você sabe o que vai acontecer?»

    O que pode acontecer

    Na Primeira semana, estar em todas as notícias a cada nove, bum, bum, bum. Na segunda semana, os que vendem carros não podem vender carros, porque os carros não estão a chegar aos navios. Eles são demitidos. Na terceira semana, os shoppings começam a fechar. Não podem obter os produtos da China, não podem vender roupas. Harold lembra que, nos Estados Unidos tudo chega por navio.

    A greve está fecha cinco dos 10 portos mais movimentados da América do Norte e um total de 36 portos ao longo das costas leste e do Golfo. A última vez que algo muito, muito semelhante aconteceu foi há mais de duas décadas, em 2002.

    Naquela época, uma greve de 11 dias na Costa Oeste causou à economia dos Estados Unidos perto de US$ 1 bilhão com um B, bilhões de dólares todos os dias, mas essa nem é a pior parte.

  • Enfermeiros da privada em greve

    Enfermeiros da privada em greve

    Os enfermeiros trabalham nas instituições representadas pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e estão a reivindicar a criação de um Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que lhes assegure melhores condições laborais e salariais.

    A greve de hoje abrange os enfermeiros dos distritos de Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

    Amanhã, 10 de julho, a greve será realizada pelos enfermeiros dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Leiria e Coimbra. A concentração está marcada para as 10:30 junto ao Hospital CUF Porto, na Estrada da Circunvalação.

    Os enfermeiros do setor privado lutam pelo estabelecimento de um CCT que garanta horários regulados, uma carga horária de 35 horas semanais, aumento dos salários, melhoria dos valores das horas penosas e compensação adequada pelo trabalho por turnos.

  • Estudantes em protesto nacional

    Os estudantes do ensino superior vão manifestar-se em Lisboa, no dia 21 de março, em protesto contra o aumento do custo do alojamento estudantil, anunciaram as associações e federações académicas.

    O protesto foi convocado pelas associações de Coimbra, Açores, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Madeira, Trás-os-Montes e Alto Douro e pela Federação Académica de Lisboa.

    Consideram as nítidas as dificuldades sentidas pelos agregados familiares portugueses para suportar a «inflação desmedida no mercado imobiliário ponderado no momento de decidir investir na carreira dos seus educandos»
    O Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior poderia ajudar a ultrapassar esta barreira, mas a sua concretização está demasiado demorada, avaliam.

    A concentração terá por mote «Teto e habitação, um direito à educação», estando a concentração agendada para as 14:30, no Rossio, de onde os estudantes vão seguir até à Assembleia da República.
    Três dias depois, será o «Dia Nacional do Estudante», 24 de março.

  • Greves no Algarve no Hotel Portbay Falésia

    Greves no Algarve no Hotel Portbay Falésia

    Anunciaram a decisão de avançar para a greve a todos os feriados até ao fim do ano, incluindo o de 1 de Janeiro de 2024 e primeiro dia protesto teve lugar na passada quinta-feira, 5 de Outubro, com a adesão à greve a rondar os 70% e a afectar o funcionamento de quase todas as secções.segundo o Sindicato da Hotelaria do Algarve (CGTP-IN).

    O piquete de greve com cerca de 20 trabalhadores à porta do hotel deu visibilidade pública ao protesto, segundo o Sindicato da Hotelaria do Algarve afeto à CGTP-IN.

    Os trabalhadores da unidade hoteleira algarvia lutam por um aumento salarial de 10%, com um mínimo de 100 euros e com efeitos a 1 de Janeiro de 2023; pela reposição do pagamento do trabalho prestado em dia feriado com o acréscimo de 200%; pela redução do horário para as 35 horas semanais, sem perda de remuneração, e pela integração no quadro de todos os trabalhadores com vínculos precários que respondem a necessidades permanentes do hotel.

    Queixam-se que o patronato quer aumentar os lucros à custa da exploração e anunciam greve aos feriados.

    Sendo a versão sindical «O patronato queixa-se da falta de trabalhadores mas continua a recusar o aumento significativo dos salários e a melhoria das condições de trabalho e dos direitos. Na verdade, o que o patronato quer é continuar a aumentar os seus lucros à custa do aumento da exploração e da degradação das condições de trabalho e de vida dos trabalhadores».

    «Em vez de aceitarem uma melhor distribuição da riqueza que é criada pelos trabalhadores, optarem por, com a ajuda do Governo, ir buscar trabalhadores a outros países onde a mão-de-obra é mais barata, sujeitos a níveis de exploração ainda maiores e, assim que conseguem, acabam por se ir embora à procura de uma vida melhor».

    O Sindicato da Hotelaria do Algarve sublinha a justeza da luta dos trabalhadores do Hotel Portobay Falésia, e apela à sua intensificação e ao fortalecimento da unidade, lembrando que é possível alcançar melhores condições de vida e de trabalho.

    Deu como exemplo a conquista, em 2021, de um aumento geral dos salários que já não acontecia há cerca de 14 anos, bem como a passagem de 30 trabalhadores com vínculos precários, contratados através de empresas de trabalho temporário, para o quadro de efetivos do hotel.

  • Rascunho automático

    Rascunho automático

    A luta, centra-se na defesa das reivindicações, apresentadas num abaixo assinado em 4 de Julho passado, e pelo aumento de 100 euros ainda em 2023.

  • Greve na Cofaco de Maio a Agosto

    As operárias da unidade de transformação da Cofaco, detentora das marcas Bom Petisco, Tenório e Pitéu, vão fazer greve às segundas e sextas-feiras, e às horas extraordinárias, de 1 de Maio a 28 de Agosto.

    À paralisação que agora se anuncia junta-se a luta das 35 horas de horário de trabalho semanal. Segundo um dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Alimentação, Bebidas e Similares, Comércio, Escritórios e Serviços, Hotelaria e Turismo dos Açores (SITACEHT Açores/CGTP-IN), citado pelo Diário dos Açores, na sua edição de 20 de Abril, revelou recentemente que esta reivindicação vai ser alargada a outras empresas e sectores.

  • Greves na Algar e na Amarsul por melhores salários

    Greves na Algar e na Amarsul por melhores salários


    O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE Sul/CGTP-IN), de acordo com a informação prestada pela Fiequimetal, deu visto bom aos pré-avisos de greve e ao trabalho de mobilização para a luta pela valorização dos salários e demais reivindicações, após decisões tomadas em plenários pelos trabalhadores da Amarsul e da Algar, entre outros.

    As empresas fazem parte do Grupo EGF (Mota-Engil), responsável pela recolha, transporte, tratamento e valorização de resíduos urbanos em grande parte do País.

    Luta no Algarve

    Na Algar, a greve terá lugar nos dias 29 e 30 de Novembro e abrange também o trabalho suplementar, entre 27 de Novembro e 1 de Dezembro.

    As causas desta paralisação têm a ver com o descontentamento e mal-estar dos trabalhadores face à recusa de aumentos salariais e ao fato da administração ter decidido reclassificações e enquadramentos só para alguns, revelou o sindicato ao anunciar que estava formalizada a convocação da greve, que havia sido decidida em plenários realizados nos dias 25, 26 e 27 de Outubro.

    A administração da Algar deu ainda um «cartão reconhecimento» de 60 euros, para gastar em lojas do Continente, medida que o SITE Sul considera injusta, defendendo que esse valor deveria ser incluído nos salários.

    Para os dois dias da luta foram marcadas concentrações à entrada da estação de transferência Faro-Loulé e do aterro sanitário do Barlavento, em Portimão, às 7:00 horas.

  • Trabalhadores protestam hoje em todo o País

    Isabel Camarinha, secretária-geral da CGTP-IN, estará pelas 10:00 horas com os trabalhadores da DHL, em Vialonga, em greve neste dia, em luta pela discussão do caderno reivindicativo para 2021. Uma hora depois junta-se à concentração dos trabalhadores da hotelaria, junto à AHRESP, em Lisboa.

    O dia será marcado também por uma manifestação que partirá às 15h do Cais do Sodré, em direção à Assembleia da República, onde haverá intervenções.

    A Intersindical, considera desequilibradas as medidas do Governo para responder aos problemas económicos e sociais causados pelo surto epidémico, porque não responderam às necessidades e exigências que se colocam aos trabalhadores, fragilizam ainda mais a sua situação e agravam um conjunto de problemas estruturais, como a precariedade, os baixos salários, o direito a horários regulados.

    A Intersindical defende que deve ser encontrada resposta para os problemas pela via da valorização do trabalho e dos trabalhadores e pela efetivação dos direitos.