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Etiqueta: fiscalização

  • Polícia Marítima em fiscalização nas Cabanas de Tavira e Quatro Águas

    Polícia Marítima em fiscalização nas Cabanas de Tavira e Quatro Águas

    Os elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Tavira realizaram na tarde, 21 de agosto, uma ação de fiscalização dirigida à prática da condução de embarcações sob o efeito do álcool, na zona de Cabanas de Tavira e de Quatro Águas.

    Durante a ação de fiscalização, os elementos da Polícia Marítima realizaram cerca de duas dezenas de testes de alcoolemia aos mestres de embarcações de transporte de passageiros, entre as quais de tráfego local, marítimo-turísticas e táxis, não tendo sido registados valores superiores aos previstos por lei.

    Estiveram empenhados nove elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Tavira, apoiados por duas viaturas e uma embarcação.​

  • Apreensão de artigos contrafeitos em Monte Gordo

    Apreensão de artigos contrafeitos em Monte Gordo

    O Comando Territorial de Faro, através do Posto Territorial de Vila Real de Santo António, identificou no dia 12 de janeiro, dois homens de 43 e 48 anos por contrafação, tendo apreendido cerca de 100 artigos, na localidade de Monte Gordo.

    No âmbito de uma ação de fiscalização a estabelecimentos, os militares da Guarda detetaram e apreenderam 95 artigos expostos para venda, que ostentavam logótipos e imagens de diversas marcas conceituadas no mercado. Entre os artigos apreendidos incluem-se peças de vestuário, brinquedos e mochilas. Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Real de Santo António.

    O objetivo principal deste tipo de ações é salvaguardar os direitos da propriedade industrial, visando essencialmente o combate à contrafação, imitação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos, assim protegendo as regras da livre concorrência do mercado e os direitos do consumidor.

    Fonte: 𝙂𝙪𝙖𝙧𝙙𝙖 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡 𝙍𝙚𝙥𝙪𝙗𝙡𝙞𝙘𝙖𝙣𝙖 e Arenilha TV©️2025

  • Apreensão de amêijoa Japonesa em Castro Marim

    Apreensão de amêijoa Japonesa em Castro Marim

    No decorrer de uma operação conduzida pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR em Castro Marim, foi realizada uma apreensão significativa de amêijoa-japonesa, totalizando 1.368 quilos.

    Este episódio ilustra a necessidade de monitoramento rigoroso das atividades de pesca e comercialização de bivalves neste território.

    O valor comercial estimado para a amêijoa-japonesa apreendida é considerável, refletindo tanto a procura deste molusco nos mercados internos quanto a sua relevância nas exportações.

    O valor de mercado desta espécie tem vindo a aumentar, o que torna imprescindível assegurar que as atividades associadas à sua captura estejam em conformidade com a legislação em vigor.

    A ação de fiscalização que teve lugar em Castro Marim partiu de uma denúncia recebida sobre o transporte irregular de molúsculos bivalves, particularmente a amêijoa-japonesa, espécie cuja extração e comercialização estão sujeitas a regulamentações rigorosas.

    A informação sobre a possível atividade ilícita foi prontamente analisada pelas autoridades competentes, levando à mobilização de uma equipa especializada para abordar a situação de maneira eficaz.

    Durante a operação, foi identificado um indivíduo que transportava os molúsculos de forma ilegal, sem apresentar os documentos obrigatórios que comprovassem a sua origem e a legalidade da captura.

    Essa infração é grave, uma vez que a pesca não regulamentada pode comprometer os ecossistemas locais e a sustentabilidade das espécies marinhas.

    Os militares da GNR procederam imediatamente à fiscalização, que incluiu a verificação do estado da carga e a confirmação da ausência de documentação pertinente, essencial para garantir a rastreabilidade dos produtos do mar.

    A equipe responsável pela fiscalização foi composta pelo subdestacamento de controle costeiro de Vila Real de Santo António, em colaboração com o destacamento de ação fiscal de Faro.

    O transporte irregular de espécies exóticas, como a amêijoa-japonesa, pode representar um risco significativo para a segurança alimentar e a biodiversidade. Assim, ações de fiscalização como esta são fundamentais para assegurar a proteção das espécies nativas e garantir que os recursos marinhos sejam geridos de maneira sustentável.

    O papel da Unidade de Controlo Costeiro e da Autoridade de Segurança Alimentar é, portanto, primordial no fortalecimento da legislação que protege os ecossistemas e a saúde pública.

    A análise minuciosa dos dados e a pronta atuação diante de irregularidades destacam a importância das ações colaborativas na promoção do cumprimento das normas e no fortalecimento da segurança alimentar, contribuindo, assim, para a preservação dos ambientes marinhos e dos recursos que deles dependem.

    As consequências legais associadas a este tipo de infração podem ser severas.

    O infrator pode enfrentar potenciais coimas, que variam consoante a gravidade da infração e o volume dos bivalves apreendidos. Além das sanções financeiras, este tipo de ação reflete um esforço contínuo das autoridades para desencorajar atividades ilegais que possam pôr em risco a biodiversidade da região e a saúde dos consumidores.

    A apreensão de amêijoa-japonesa revela a importância da vigilância constante e da aplicação das normas pesqueiras estabelecidas, que visam proteger os recursos marinhos e a economia local.

    Impactos da Espécie Invasora

    A amêijoa-japonesa (Ruditapes philippinarum), é classificada como uma espécie invasora e tem gerado preocupações significativas em diferentes partes do mundo, especialmente nas regiões costeiras da Europa.

    A introdução de organismos não nativos como este bivalve pode acarretar efeitos profundos na biodiversidade e na estrutura ecológica dos ambientes que habitam.

    A presença dessa espécie em Castro Marim, por exemplo, levanta preocupações quanto à ausência de rastreabilidade dos bivalves apreendidos, o que dificulta o controle das populações e a assessoria dos impactos ambientais decorrentes de sua introdução.

    Além disso, a destruição dos bivalves apreendidos pelas autoridades, medida tomada em conformidade com a legislação vigente, destaca a necessidade de ações mais rigorosas para a gestão de espécies invasoras.

    Embora a destruição seja uma solução imediata para evitar que esses organismos se espalhem ainda mais, ela não resolve as consequências já ocasionadas à biodiversidade local.

    Os bivalves invasores como a amêijoa-japonesa competem por espaço e recursos com espécies nativas, o que pode levar à diminuição das populações locais e, em casos extremos, à extinção de algumas delas.

    Os riscos associados à invasão biológica são amplos e complexos. A competição por recursos com os organismos nativos altera a dinâmica dos ecossistemas, afetando não apenas a biodiversidade, mas também a funcionalidade dos habitats.

    Nesse contexto, a monitorização e o controle das introduções de espécies exóticas tornam-se essenciais. Medidas proativas, como campanhas de conscientização e investimentos em pesquisa, podem ajudar a mitigar os impactos adversos da amêijoa-japonesa e proteger as comunidades biológicas locais, assegurando que a diversidade e a resiliência dos ecossistemas sejam preservadas.

    Riscos à Saúde Pública

    O consumo de moluscos bivalves, como a amêijoa-japonesa, apresenta riscos significativos à saúde pública, particularmente quando esses alimentos não possuem rastreabilidade adequada.

    Os bivalves têm a capacidade de acumular microrganismos patogênicos e substâncias químicas prejudiciais que estão presentes nas águas onde habitam.

    Isso ocorre devido à sua alimentação, que consiste na filtração de água, onde agentes contaminantes podem estar presentes, refletindo a qualidade da água do ambiente marinho. Assim, a condição de salubridade das águas é um fator determinante para a segurança dos frutos do mar que consumimos.

    Entre os perigos associados ao consumo de bivalves, destacam-se as biotoxinas marinhas, que são substâncias tóxicas produzidas por determinadas espécies de algas.

    Essas toxinas podem contaminar os moluscos e causar intoxicações severas em pessoas que os consumirem. Os sintomas podem variar de gastrenterite a condições mais graves, como a paralisia ou até a morte, dependendo da quantidade ingerida e da toxicidade da biotoxina específica.

    O caso mais recorrente é a síndrome de intoxicação por mariscos, que é desencadeada pelo consumo de bivalves contaminados, evidenciando a necessidade de um controle rigoroso sobre o mercado de frutos do mar.

    Diante desses riscos, é essencial que a população tenha consciência da importância da fiscalização e do consumo responsável de moluscos e outros frutos do mar.

    A escolha de produtos que apresentem garantias de qualidade e que sejam provenientes de fontes confiáveis é fundamental para prevenir possíveis intoxicações alimentares.

    A implementação de boas práticas na comercialização de bivalves não só protege a saúde pública, mas também contribui para a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos.

  • Mais vigilância europeia sobre as capturas de pescado

    Mais vigilância europeia sobre as capturas de pescado

    São propostas que remontam a 30 de maio de 2018, apresentadas pelo executivo comunitário e que ficam provisoriamente fechadas pelos colegisladores. O objetivo é garantir que apenas sejam capturadas as quantidades de peixe autorizadas, que os dados de gestão das pescas sejam recolhidos e que os Estados-membros e a Comissão cumpram o seu papel em tempo oportuno.

    Estas regras são para serem aplicadas a todas as pescarias, com sanções harmonizadas em todos os Estados-membros da UE e que a rastreabilidade da cadeia de abastecimento seja garantida «da rede ao prato», no Âmbito da Política Comum das Pescas (PCP).

    Uma vez formalmente adotada pelos colegisladores, a nova política de controlo das pescas prevê que todos os navios de pesca serão seguidos por meio de um sistema de monitorização de navios, ainda que, para determinados navios de menor porte, estas regras sejam aplicáveis a partir de 2029). As capturas terão se ser registadas através de meios eletrónicos.

    Por outro lado, as embarcações com 18 ou mais metros, que representem um risco de incumprimento, deverão dispor de sistemas de monitorização eletrónica remota, o que pode incluir televisão em circuito fechado (CCTV). Os sistemas de monitorização remota serão ainda usados para assegurar que todas as capturas, incluindo as acessórias, são desembarcadas.

    A pesca recreativa que vise espécies específicas será objeto de registo, devendo as capturas ser registadas e comunicadas mediante um sistema eletrónico.

    A UE é o maior mercado do mundo de peixe e marisco, e a pesca desempenha um importante papel económico, social e cultural em muitos países da UE.

    A PCP estabelece princípios para ajudar a manter unidades populacionais saudáveis nas águas da UE, apoiando simultaneamente as comunidades piscatórias. Esses princípios incluem quotas para evitar a sobrepesca, restrições à potência do motor dos navios e obrigações de devolver espécies sensíveis, como os tubarões, à água.

  • Lancha supostamente abandonada na Culatra

    Lancha supostamente abandonada na Culatra

    Após ter sido alertado o piquete do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, por volta das 06:30 horas a informar da presença de uma embarcação encalhada na ilha da Culatra, foram ativados para o local elementos da Polícia Marítima e da Capitania do Porto de Olhão.

    À chegada ao local, os elementos da Polícia Marítima constataram que se tratava de uma embarcação de alta velocidade, supostamente abandonada e com diverso material no seu interior, não tendo sido possível remover a embarcação do local devido às condições meteorológicas que se faziam sentir.

    Os elementos da Polícia Marítima estão a monitorizar a situação e acompanhar a evolução das condições meteorológicas até que seja possível remover a embarcação do local em segurança. Entretanto, foi contactada a Polícia Judiciária..

  • Polvo apreendido em Tavira

    Polvo apreendido em Tavira

    Foram detectadas duas embarcações de pesca, com seis pescadores a bordo que se encontravam a acondicionar pescado no interior de duas viaturas, que abandonaram de seguida o porto de pesca de Santa Luzia.

    As duas viaturas foram interceptadas posteriormente pelos elementos da Polícia Marítima que procederam à elaboração dos respetivos autos de notícia aos mestres das embarcações por fuga à lota e captura de polvo subdimensionado.

    Como medida cautelar, foram apreendidos cerca de 312kg de polvo, que será vendido em lota, com o valor a reverter para o processo, bem como cerca de 25kg polvo subdimensionado que será entregue a uma instituição de solidariedade social.

    Nesta ação estiveram empenhados cinco elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Tavira, apoiados por uma viatura.

  • Bivalves apreendidos  e devolvidos ao mar

    Bivalves apreendidos e devolvidos ao mar

    Durante esta ação, foram detetadas e fiscalizadas cinco embarcações de pesca em plena atividade de captura de bivalves, com recurso a uma arte de pesca denominada de “ganchorra rebocada”, cujos pescadores a bordo se encontravam em situação de infração por operarem fora do horário definido por lei e por não envergarem os coletes de salvação.

    Foram elaborados os respetivos autos de notícia, tendo os elementos da Polícia Marítima apreendido, como medida cautelar, cerca de 180kg de amêijoa pé-de-burrinho e cerca de 80kg de conquilha que, por ainda se encontrarem vivos, foram devolvidos ao seu habitat natural.

    Nesta ação estiveram empenhados sete elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Tavira, apoiados uma embarcação e duas viaturas.