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  • Tragédia no Guadiana com lancha suspeita de tráfico de droga

    Tragédia no Guadiana com lancha suspeita de tráfico de droga

    Um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) perdeu a vida e outros três ficaram feridos na noite na sequência de uma violenta colisão entre uma embarcação da força de segurança e uma lancha civil no rio Guadiana, perto de Alcoutim. O incidente ocorreu durante uma operação de patrulhamento e interceção.

    As vítimas são todas militares da GNR. Além do agente que morreu, um dos militares sofreu uma fratura no braço, enquanto os restantes dois ficaram com ferimentos ligeiros e escoriações, segundo confirmou uma fonte da Proteção Civil à agência Lusa.

    O embate aconteceu quando uma patrulha do Controlo Costeiro de Olhão se encontrava a averiguar a lancha civil. Ao tentarem a abordagem, a embarcação da GNR foi abalroada. De acordo com fontes da GNR, as características da embarcação civil — uma lancha de alta velocidade — levam a crer que estaria envolvida em atividades de tráfico de droga.

    Após a colisão fatal, a lancha de alta velocidade suspeita foi localizada a arder a cerca de duas milhas náuticas (quase quatro quilómetros) do local do acidente. As autoridades confirmaram que os ocupantes da lancha suspeita fugiram do local imediatamente após o embate e de terem provocado o incêndio para destruir possíveis provas.

    O Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve mobilizou uma resposta robusta. No local estiveram 35 operacionais, apoiados por 14 viaturas, incluindo meios de socorro e segurança.

    A investigação para apurar as circunstâncias exatas do incidente, bem como para identificar e localizar os ocupantes da embarcação civil, está agora a cargo da Polícia Judiciária (PJ), conforme indicado pela Guarda Nacional Republicana.

  • São Brás de luto municipal por Orlando Sobral da Silva

    São Brás de luto municipal por Orlando Sobral da Silva


    Orlando Sobral da Silva, personalidade singular e exemplar na história da democracia são-brasense, faleceu no dia 30 de janeiro, aos 88 anos de idade,

    Por constituir uma «imensa perda para o Município e a comunidade são-brasense» e por não ter sido possível, em tempo útil, reunir extraordinariamente a Câmara Municipal, o presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel utilizou uma prorrogativa legal e decretou um dia de luto municipal, publicamente manifestado, através do erguer a bandeira do Município a meia haste, no dia 1 de fevereiro, no edifício dos Paços do Concelho.

    Reconhecido como são-brasense de coração, Orlando Silva foi desde sempre um cidadão ativo na vida da comunidade, a nível político, cultural e desportivo, sendo «uma figura singular e exemplar da nossa memória e história local».

    Defensor e leal aos seus ideais político, Orlando Silva foi membro da Assembleia Municipal de São Brás de Alportel eleito em quatro mandatos, nomeadamente: de 1983 a 1985 e de 1986 a 1989, enquanto eleito pela Aliança Povo Unido; de 1994 a 1997 e de 2002 a 2005 enquanto eleito pela Coligação Democrática Unitária.

    Cidadão exemplar na sua participação cívica, Homem de muitas paixões e interesses com especial foco no desenvolvimento da comunidade, foi um dos fundadores do Grupo de Música Popular Portuguesa «Veredas da Memória« e um «entusiástico defensor das tradições locais e da promoção da cultura. Também se destacou pelo seu envolvimento pioneiro na prática desportiva das marchas e caminhadas, mantendo sempre viva a sua paixão pela natureza», releva a autarquia.

    Em dezembro de 2024, tinha já recebido da câmara e ds Assembleia Municipal, um voto de louvor, numa «justa homenagem pelo seu envolvimento na vida democrática do concelho, numa iniciativa integrada nas comemorações do 50.º Aniversário da Revolução de 25 de Abril de 1974».

    O presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Vitor Guerreiro, apresentou, em nome da Câmara Municipal, dos seus órgãos eleitos, de todos os seus trabalhadores e colaboradores, em representação da comunidade são-brasense, «os mais sentidos pêsames à sua família enlutada, bem como a todos os seus amigos num reconhecido tributo à sua Vida».

  • Morreu o jornalista António Vinagre

    O jornalista António Vinagre, delegado do Diário de Notícias no Algarve, nos anos 80 e 90, morreu este sábado, depois de alguns dias internado no Hospital de Portimão.

    António Lança Vinagre, de 77 anos, era alentejano de nascimento. Nasceu em Cuba, no Alentejo. Depois de ter feito o liceu no seminário de Évora, estudou Filosofia e Teologia em Lisboa, onde começou a trabalhar, na revista Flama. Trabalhou ainda no vespertino A Capital e na ANOP (Agência Noticiosa de Portugal).

    Mais tarde, nos anos 80, veio para o Algarve, primeiro como delegado da ANOP, depois como delegado do Diário de Notícias em Portimão, onde fundou a delegação em 1989. Mais tarde, com a extinção da delegação do DN em Portimão, passou a chefiar a delegação desse jornal nacional em Faro.

    Consultar notícia completa em SUL INFORMAÇÂO

  • A morte trágica do médico João Rosa

    A morte trágica do médico João Rosa

    João Rosa morreu em acidente de moto em Faro, após colisão com automóvel. O trágico acidente ocorreu por volta da meia noite e meia hora , na estrada do Moinho da Palmeira, situada nas traseiras do Colégio do Alto em Faro, entre as bombas de combustível Auchan e a zona de Bom João.

    João Rosa ainda foi transportado para a unidade hospitalar onde trabalhava, mas não resistiu aos graves ferimentos. Para unas era considerado como um anjo da guarda para tantas e tantas famílias de Faro e para outros o melhor médico que estava na neonatologia do Hospital de Faro.

  • Faleceu Fernando Rosa em Mértola antigo presidente da câmara

    Faleceu Fernando Rosa em Mértola antigo presidente da câmara

    Considerando-o como um homem bom e autarca exemplar, a CDU de Mértola manifestou a sua “profunda consternação” ao tomar conhecimento da morte inesperada de Fernando Ribeiro Rosa, e apresentou a todos os familiares e em particular à sua filha, Joana Rosa, as mais profundas e sentidas condolências.

    “Para a CDU e em particular para o PCP, partido de que foi militante até ao último dia da sua vida, é uma honra ter podido contar com a participação de um ser humano extraordinário, que ocupou no nosso Concelho os mais altos cargos políticos, sempre com o único e nobre propósito de servir as populações”.

    Fernando Rosa foi vereador da Câmara Municipal de Mértola entre janeiro de 1980 e março de 1982, data em que assumiu as funções de Presidente da Câmara, que exerceu até dezembro de 1993, tendo ainda sido Presidente da Assembleia Municipal, entre janeiro de 1997 e dezembro de 2001.

    “De assinalar o quadro político particularmente difícil, quando em 1982 passou a dirigir a equipa da então APU no Concelho de Mértola, cargo que exerceu sempre com elevação e competência”, considera aquela força política que sua passagem pelos diferentes órgãos do poder local, fica marcada, “não só pela vasta obra por todo o concelho, mas também por uma relação de proximidade com os cidadãos, onde imperou sempre a disponibilidade para ajudar todos os munícipes, do mais humilde ao mais destacado, mas também por uma gestão serena, firme nos objetivos, e de uma enorme honradez”.

    Partiu assim um Homem de palavra, que será sempre recordado pelos seus camaradas e pela população do concelho, como um ser humano extraordinário. Um homem bom e honrado.