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Etiqueta: etnografia

  • Vila Real de Santo António recebe Festival de Folclore

    Vila Real de Santo António recebe Festival de Folclore

    Vila Real de Santo António será palco, no próximo dia 16 de agosto, da XXXI edição do Festival de Folclore do Grupo Etnográfico Santo António de Arenilha.

    O evento, que terá lugar na Praça Marquês de Pombal às 21:00 horas, contará com a participação de grupos folclóricos de diversas regiões de Portugal.

    Além do grupo anfitrião, o Grupo Etnográfico Santo António de Arenilha, atuarão o Grupo de Danças e Cantares de Santo Estevão das Galés (Mafra), o Rancho Típico dos Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos), o Rancho Folclórico S. Vicente do Irivo (Penafiel) e o Rancho Folclórico Flores de Serpins (Lousã).

    O festival é organizado pela Associação Cultural de Vila Real de Santo António, com o apoio da Câmara Municipal, da Junta de Freguesia e do comércio local.

    fonte: Município VRSA
  • Tradição da Levada na Praia da Lota

    Tradição da Levada na Praia da Lota

    No próximo domingo, 𝟐𝟕 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, entre as 𝟏𝟎:𝟎𝟎 e as 𝟏𝟐.𝟎𝟎 horas, a Praia da Lota, Manta Rota, Vila Real de Santo António, recria a histórica da prática piscatória artesanal conhecida como «galapé».

    A iniciativa, partiu das pelas associações «A Manta» e «Associação Desportiva Praia da Manta Rota», com o apoio da Câmara Municipal, que está a convidar à participação numa experiência viva de património imaterial.

    A técnica antiga utilizava usava uma rede de cerca de 40 metros e envolvia entre três a cinco pescadores, em zonas de pouca profundidade. Os chamados calão de fora entravam no mar, enquanto os calão de terra puxavam a rede da praia. Quem estiver na praia poderá juntar-se ao esforço, recriando o ambiente comunitário de outrora.

    Profundamente enraizada na na memoria coletiva das comunidades piscatórias, a “levada” é hoje um gesto simbólico de identidade, entreajuda e ligação ao mar.

    Fonte: Município de VRSA

  • Etnografia das amendoeiras em flor

    Etnografia das amendoeiras em flor

    Mais logo, no dia de hoje, pelas 21:30, Altura, Castro Marim, acolhe o «9º Encontro Etnográfico Amendoeiras em Flor ‘Tributo ao Povo« – Apanhadores de Frutos Secos».

    Trata-se, segundo os organizadores, de «um tributo às mulheres e homens que noutros tempos se dispunham pela força do calor a apanhar os frutos secos como as amêndoas; alfarroba; figos entre outros que serviam para armazenamento e posterior consumo», de acordo coma organização.

    Nesta edição, vão subir ao palco o Grupo Etnográfico Amendoeiras em Flor – Castro Marim – Algarve; o Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos de Azambuja – Azambuja – Ribatejo; o Rancho Folclórico Sampaense – Oliveira do Hospital – Beira Alta.

    O encontro é organizado pela Associação Cultural Amendoeiras em Flor, com o apoio da Câmara Municipal de Castro Marim, Junta de Freguesia de Altura, Junta de Freguesia de Castro Marim, Junta de Freguesia do Azinhal, Junta de Freguesia de Odeleite, Federação do Folclore Português.

  • Sessenta anos de Museu do Algarve

    Sessenta anos de Museu do Algarve

    Este museu esteve, desde sempre associado ao pintor farense Carlos Porfírio, seu dinamizador e diretor nos primeiros oito anos de existência. O Museu Etnográfico Regional abriu as portas ao público em 15 de dezembro de 1962, materializando uma aposta institucional na dinamização da Cultura através da «Promoção de Museus, Arquivos e instituições culturais».

    Carlos Porfírio como pintor associado a movimentos futurista nacionais e europeus, artes cinematográficas jornalista, e etnógrafo, aproveitando aquele objetivo da recém-criada Junta Distrital de Faro (Lei-n.º 2.100 de 29 de agosto de 1959), funda o Museu a partir do próprio espólio reunido durante a primeira metade do séc. XX onde se destacam objetos sobre a atividade de pesca e agricultura, mobiliário, utensílios domésticos e dezenas de peças de «arte popular».

    No entanto, diz-nos a CCDR-Algarve, «seria redutor se não mencionássemos a série de quadros a óleo que o próprio concebeu para o museu sobre memórias, saberes e tradições do “povo algarvio”, bem como um conjunto de obras de pintores algarvios que pela primeira vez tiveram espaço para serem apresentados».

    Ao longo destes sessenta anos muitas foram as dinâmicas socioeconómicas que foram realizadas e várias gerações passaram ou visitaram as suas instalações, adaptadas aos tempos presentes já no início do séc. XXI dando-lhe uma nova visibilidade social, o que tem permitido preservar o espírito conceptual do seu fundador, mas ao mesmo tempo evidenciar uma nova modernidade na compreensão e sensibilização, sobretudo as gerações mais novas que diariamente atravessam as suas portas e descobrem que a sua história não começou nos seus pais.