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Etiqueta: escrita

  • ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

    ‘Ser Frágil’ de Luísa Currito no dia bissexto

    … Frágil é procurar a verdade quando se vive no mundo de mentiras…

    … um lindo poema um livro pode ter nascido de contemplação de morada de um pôr de sol…

    … noutra vida teremos oportunidade de Agir de outra forma, se ela existir…

    Maria Luísa Currito nasceu em 8 de dezembro de 1952, em Vila Real de Santo António onde reside. Formou-se no Magistério Primário de Faro em 1972. Em 1995 licenciou-se em história na Universidade Nova de Lisboa. Foi como professora que teve a sua principal atividade e, no âmbito da educação, desempenhou, ainda, o cargo de Delegada Escolar e o presidente do Agrupamento de Escolas.

    Foi durante várias décadas membro da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco em Vila Real de Santo António. Exerceu vários carros políticos e regionais.

    Valoriza a família e sempre a teve como a sua prioridade. Ler e escrever são complementos essenciais à vida. Sempre viu na escrita um interlocutor passivo e recetivo a todos os sonhos, anseios, reflexões, frustrações e motivações.

    Pela sua recetividade e cumplicidade considera a escrita a forma ideal e fácil para libertar a criatividade e as emoções.

  • Francisca Guerreiro vence em Silves «Desafios d’Escrita»

    Francisca Guerreiro vence em Silves «Desafios d’Escrita»

    O concurso «Desafios d’Escrita, redação sobre a temática Liberdade, promovido pela Câmara Municipal de Silves, destinado a promover o gosto pela leitura, tem como vencedora Francisca Guerreiro, do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra, de Silves.

    Em segundo lugar ficou o texto realizado por Maria Clara Soares, do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra, e o terceiro lugar foi atribuído a Joaquina Guerreiro, do Polo de Educação ao Longo da Vida de São Marcos da Serra..

  • Oficina de Microcontos em Loulé

    Oficina de Microcontos em Loulé

    A iniciativa decorre entre as 15:00 e as 16:30, horas com Fernando Guerreiro que dedica uma sessão ao público adulto onde irá apresentar algumas ferramentas para ajudar a escrever mais e melhor.

    Às 21:00 horas haverá espetáculo de narração oral feito de histórias breves e pequenos instantâneos da vida real envolvidos em música. «Cada micro conto ajuda a construir um puzzle que nos revela como a vida é uma grande aventura feita de pequenas histórias«

    Os “Micro Contos” apresentam uma forma inovadora de promover e mediar a leitura, através de uma linguagem direta e atual. Recorrem a histórias repletas de humor, jogos de palavra e exercícios lúdicos, são apresentados exercícios e ferramentas criativas que levam à criação de textos breves e despertado o gosto pela escrita e pela leitura.

    Nestas oficinas e sessões de contos, desmistifica-se  a ideia de que é difícil, complicado e moroso escrever ou inventar novas histórias. Destas ações de promoção e mediação da leitura são apresentados livros de vários autores e géneros literários que servem de despertadores para a vontade de ler.

  • Loulé valoriza antas e escrita do Ameixial

    Loulé valoriza antas e escrita do Ameixial

    O projecto em curso visa o refiorço da singularidade da Serra e do interior do Algarve e integra a estratégia da câmara municipal para a valorização e divulgação dos recursos culturais deste concelho, através do seu património cultural.

    O projeto abrange a Anta do Beringel e a Anta da Pedra do Alagar, monumentos megalíticos pré-históricos com cerca de 7000 anos, bem como os sítios arqueológicos onde foram encontrados alguns exemplares das estelas com escrita do Sudoeste datadas da Idade do Ferro, com cerca de 2500 anos. Distingue-se ainda por ter uma estratégia integrada entre o conhecimento científico dos monumentos e sua a classificação.

    Entre outros aspetos, pretende-se investigar os monumentos e as estruturas ali existentes, conhecer a história desses sítios, mas também compreender o modo de vida das populações antigas que aqui viveram e com quem tinham contactos culturais e comerciais.

    As escavações arqueológicas, fundamentais para o conhecimento científico destes sítios, vão igualmente permitir identificar as ações necessárias à conservação e restauro dos monumentos que, por sua vez, irão garantir condições de proteção e segurança dos próprios monumentos e de quem os visita.

    «As soluções técnicas resultantes dos estudos arqueológicos e de conservação serão deste modo o alicerce para um arranjo paisagístico que se pretende minimalista e integrado na paisagem natural da Serra. Desta forma, para além de se salvaguardar o sítio arqueológico, a sua valorização irá contemplar conteúdos para a visita do público em geral numa linguagem acessível, mas também o reforço da sinalética na rede rodoviária facilitando assim o acesso ao local.

    Por último, para além da sua divulgação em eventos com o envolvimento da comunidade local e da integração no projeto Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, a Autarquia encontra-se a diligenciar o processo de classificação dos sítios que vão ser alvo de valorização.

    A Câmara Municipal de Loulé pretende, com este trabalho, promover não apenas a identidade dos lugares através da valorização destes monumentos do Ameixial, mas também diversificar e potenciar a atratividade do interior do Algarve em termos turísticos, criar condições para a sua visitação, estimular o conhecimento do passado e a visita ao território serrano, e contribuir para a dinamização da economia e atratividade deste território.

    O projeto de valorização da escrita do Sudoeste e das antas do Ameixial conta com fundos comunitários do Plano de Ação de Desenvolvimento de Recursos Endógenos (PADRE), integrado no Programa Operacional Regional do Algarve (PO CRESC ALGARVE 2020), cuja entidade promotora é a Associação de Municípios do Algarve (AMAL).