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Etiqueta: EN125

  • João Oliveira no cruzamento de Santa Rita

    Após a visita à Ria Formosa e contatos com a população no centro de Faro, João Oliveira e a comitiva da CDU realizaram uma ação pela requalificação urgente da EN 125.

    No cruzamento de Santa Rita e Cacela Velha, o candidato da CDU João Oliveira ouviu as preocupações de moradores e comerciantes afetados pela falta de requalificação dos troços entre Olhão e Vila Real de Santo António.

    Foi verificado que a solução ali existente não serve os moradores de Santa Rita e volvou a vir ao de cima a necessidade da construção de uma rotunda, como é desejo dos moradores locais.

  • Acidentes nos cruzamentos da EN125 não param

    Acidentes nos cruzamentos da EN125 não param

    Um despiste de um motociclista em Vila Nova de Cacela, concelho de Vila Real de Santo António, provocou um ferido grave. A vítima de 35 anos é de nacionalidade portuguesa e foi transportada de helicóptero do INEM para o Centro Hospitalar da Universidade do Algarve em Faro.

    O despiste ocorreu por volta das 6h45 desta manhã. O trânsito foi cortado por volta das 8h00 horas, para permitir a aterragem do helicóptero em plena Estrada Nacional 125, para uma evacuação mais rápida da vítima.

    Estiveram no local do acidente 15 operacionais, auxiliados por 4 viaturas.

    Imagem Arenilha TV
  • Mais um acidente no cruzamento da Praia Verde

    Mais um acidente no cruzamento da Praia Verde

    Uma vez mais ocorreu um acidente que mobilizou os serviços de emergência, na fatídica EN125, no cruzamento da Praia Verde, concelho de Castro Marim, num local onde as autoridades locais insistem na necessidade de construção de uma rotunda.

    Um ligeiro de mercadorias e uma mota colidiram . O motociclista foi imobilizado por precaução, embora não apresente ferimentos graves, apenas ferimento ligeiro no braço esquerdo, sendo transportado para o Centro Hospitalar Universitário do Algarve em Faro.

    No local do acidente, estiveram onze operacionais, auxiliados por quatro viaturas, dos Bombeiros de Vila Real de Santo António, SIV (Suporte Imediato de Vida) e GNR.

    Foto cedida por ArenilhaTV (Facebook)

  • Obras paradas enchem bolsos de accionista na EN125 diz o PCP/Algarve

    Obras paradas enchem bolsos de accionista na EN125 diz o PCP/Algarve

    Feita a pergunta, considera que «Fica claro o embuste e o roubo que representam as chamadas Parcerias Público Privadas tal como as responsabilidades políticas de quem as promoveu e promove.».

    Para este partido e perantea a situação, adianta que se impõe «desde logo aprender a lição e abolir as Parcerias Público Privadas como opção de investimento, que têm sugado e estão a sugar importantes recursos públicos do País, como se verifica também na Via do Infante e na cobrança de portagens».

    Ao mesmo tempo, diz o PCP, «o Estado Português e os seus órgãos de soberania, não podem aceitar a actuação do concessionário privado da EN 125 que quer receber centenas de milhões de euros sem fazer a obra que foi contractualizada. E por fim, impõe-se que o Governo PS assuma a necessidade urgente de retomar a requalificação da EN125 – cujas condições de segurança se agravaram nos últimos anos – ultrapassando o actual problema e mobilizando os instrumentos necessários para a sua concretização, em vez de continuar a adiar o problema».

    Historiando, lembra o PCP/Algarve que em 2009, « por decisão do Governo PS de então, a requalificação da EN 125 foi concessionada em regime de Parceria Público Privada sob o argumento de que, sem o envolvimento dos grupos económicos privados, não seria possível executar a obra. Onze anos depois, com a actuação negligente e submissa ao poder económico dos sucessivos Governo PS e PSD/CDS, a EN 125 não só continua por requalificar, nomeadamente no traçado entre Olhão e Vila Real de Santo António, como se aprofunda um imbróglio jurídico com consequências desastrosas para o erário público e para as Infraestruturas de Portugal».

    Papel das Infraesdtrutras de Portugal

    No final do mês de Março, por decisão do Tribunal Arbitral, a empresa pública Infraestruturas de Portugal (que herdou as Estradas de Portugal e é responsável pela EN 125) foi condenada a pagar no imediato mais de 30 milhões de euros à concessionária – RAL (que tem a Elevo, a Conduril e a Tecnovia como accionistas), acrescido de um valor mensal de quase 1,2 milhões de euros até à decisão da causa principal.
    «Esta decisão do Tribunal Arbitral, só possível na base de leis e contratos – da responsabilidade de PS, PSD e CDS – que protegem os interesses do grupos económicos privados em vez dos nacionais, decorre da contestação por parte da RAL do processo de renegociação do contracto de concessão efectuado durante o Governo PSD/CDS e de decisões do Tribunal de Contas, bem como, da atitude de submissão do Governo PS que, não só tem cedido à chantagem da RAL, como continua a deixar o Algarve sem a obra que precisa. Acresce que, a procissão ainda vai no adro, pois a RAL, para além de tudo quanto já recebeu, está ainda a reclamar mais 445 milhões de euros ao Estado».