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Etiqueta: empresas

  • Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Estrutura de aquicultura saiu a barra do Guadiana para o mar de pesca

    Arrastava parte significativa da estrutura que vai conformar os tanques que se destinam ao projeto da aquicultura de dourada e corvina da empresa Jerónimo Martins, à qual, espera-se, segundo informações já divulgadas pelo munícipio de Vila Real de Santo António, se venha a associar uma unidade de elaboração de pescado com destino em especial aos supermercados do grupo.

    Este projeto está a criar alguma expectativa quanto à possibilidade do renascimento, em termos apropriados à tecnologia do século, de uma atividade industrial para a qual a cidade teve a competência adequada no passado.

  • Assinalado dia das mais pequenas empresas

    Assinalado dia das mais pequenas empresas

    Deram conta de que, em Portugal, a realidade é que 98% das empresas existentes são micro, pequenas e
    médias, responsáveis por mais de 80% dos postos de trabalhos. Responsáveis efetivos da produção nacional, num país com profundas desigualdades, onde são na maior parte das vezes, o verdadeiro motor da economia e em muitos locais assumem o último elemento de coesão territorial.

    Este ano comemora-se o 5.º aniversário do Dia das Micro, Pequenas e Médias Empresas com o tema «Resiliência e Reconstrução», com o objetivo de salientar o papel das MPME para o desenvolvimento sustentável na vanguarda da reconstrução e dos impactos que os empreendedores enfrentam devido à COVID-19, à crise climática e aos conflitos.

    A CPPME aproveitou a oportunidade para saudar «todos estes homens e mulheres que dedicam a sua vida a ser empresários de forma quase heroica, dotados de uma resistência enorme».

    «Os tempos que correm são difíceis e não trazem a alegria que a data devia proporcionar. Em Portugal depois de dois anos de uma crise pandémica que afetou gravemente este sector, que sobreviveu quase sem apoios ou quando existiram foram tardios. Muitas atividades viram-se reduzidas a nada milhares de famílias sem sustento. Agora com a situação internacional viram as matérias-primas e custos de contexto subirem para patamares nunca antes vistos».

    Afirmam que se mantêm firmes com a responsabilidade de ser quem, diariamente, de forma
    digna produz contribuindo para que Portugal possa recuperar.

    Estas empresas que representam no mundo mais de 90% do total das empresas,
    também lideradas por mulheres e por jovens empreendedores, são a espinha dorsal da
    maioria das economias do mundo e desempenham um papel fundamental nos países em
    desenvolvimento. As MPME criam 7 em cada 10 empregos nos mercados emergentes.
    De acordo com diversos estudos, as pequenas empresas são responsáveis por mais de
    70% de todos os empregos em todo o mundo e dois terços dos empregos do sector
    privado, observam.

  • Candidatura independente recusa reunião com a ECOAMBIENTE em VRSA

    Candidatura independente recusa reunião com a ECOAMBIENTE em VRSA

    «Em relação à ECOAMBIENTE preferimos que o Sr. Presidente nos envie cópia do contrato que terá sido assinado com a empresa e que brevemente possamos ter informação na BASE GOV em relação a este contrato, bem como a outros contratos relativos a adjudicações que tenham sido feita ou à contratação dos assessores que já trabalham na CM há alguns meses», foi a resposta dada à autarquia

    Na sequência da divulgação pública desta informação considerando que tinha sido apenas um convite para colocar perguntas a um fornecedor de serviços da CM, agradeceram «os bons ofícios do Senhor Presidente para uma reunião com uma entidade privada sem que a tenhamos solicitado, mas informamos que quando pretendermos questionar um fornecedor de bens ou serviços da Câmara Municipal seremos nós a solicitá-lo».

    Alegam que na Base Gov não consta qualquer contrato e a autarquia «não publicou nada desde o passado dia 9 de Dezembro, apesar de algumas obras terem sido realizadas e concluídas depois dessa data, bem como a contratação a título de prestação de serviços de numerosos candidatos não eleitos»

    No seu comunicado querem «esclarecer o presidente da CM que em democracia quem responde às dúvidas da oposição não são as empresas que vendem bens ou serviços à autarquia, mas sim o executivo e nos órgãos próprios da autarquia, nas sessões de câmara e nas reuniões da Assembleia Municipal».

  • Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Quatro milhões do PRR para o acolhimento empresarial em Lagos

    Constan do projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor aproximado de 4,14 milhões de euros.«, para o plano de investimentos a financiar pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

    A Área de Acolhimento Empresarial de Lagos integra projeto de decisão final com uma proposta de financiamento no valor de 4,14 milhões de euros,

    O Aviso N.º 01/C7-i01/2021 – publicado a 30 de junho de 2021 no portal da Estrutura de Missão Recuperar Portugal e das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) – para apoio à reconversão de Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) existentes para uma dimensão mais resiliente, mais verde e mais digital, previu um procedimento de seleção em duas fases.

    A primeira fase constituiu um processo aberto e competitivo de Manifestação de Interesse, após o que o júri constituído pelas cinco CCDR e verificadas as condições previstas, propôs a lista final de promotores aptos a passar à segunda fase, um procedimento concursal limitado aos projetos constantes da lista final aprovada, segundo informa a Comissão de Coordenação da Região do Algarve.

    O Aviso nº 02/C07-i01/2021 correspondeu à segunda fase, entre as candidaturas dos promotores qualificados como aptos na sequência dos resultados apurados na primeira fase. Procedeu o Júri à hierarquização das 21 candidaturas, de acordo com a metodologia prevista no ponto 10 do Aviso, tendo em vista identificar as que reúnem condições para serem selecionadas para apoio.

    As intervenções previstas enquadram-se nos domínios da produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis destinados ao autoconsumo e às Comunidades de Energia Renovável, mobilidade sustentável (elétrica), cobertura com soluções de comunicação 5G e medidas ativas de prevenção e proteção contra incêndios.

    A candidatura apresentada pelo Município de Lagos «demonstrou ter a capacidade para fornecer as necessidades de consumo das empresas instaladas na AAE e, de modo integrado,  a utilização do excedente de energia no sistema de carregamento elétrico de viaturas e na alimentação dos sistemas de comunicação 5G e equipamentos contra incêndios».

    Quanto à mobilidade sustentável (elétrica), a racionalidade do investimento previsto em pontos de carregamento elétrico de viatura prevê o efeito integrado de fatores como o volume de postos de trabalho na AAE, mais de setecentos postos de trabalho – que, segundo os pressupostos do PRR, valida a instalação de pelo menos 14 pontos de carregamento individuais (2 por cada 100 trabalhadores) e a capacidade de produção de energia através de fontes renováveis, prevista na proposta, tendo em consideração o fornecimento das necessidades de consumo da ilha de carregamento e dos vários pontos de carregamento individuais ao longo da AAE e ainda um cenário de aumento de viaturas elétricas/híbridas a 2 anos, quer ao serviço das atuais 84 empresas instaladas quer dos próprios trabalhadores.

    O investimento na solução de reforço da cobertura em 5G da AAE está alinhado com os custos de referências das estruturas e equipamento da mesma tipologia e integrado na estratégia do município de fomento dum empreendedorismo de valor acrescentado tecnológico, fruto das ligações com o sistema regional de I&D/Inovação, na qual está delineada a possibilidade do município vir a desenvolver um polo de inovação digital (DIH), em que Lagos pretende ser polo aglutinador dum desenvolvimento empresarial mais inovador e baseado nas tecnologias digitais, conforme políticas locais explanadas na candidatura e projetos concretos de expansão da AAE a curto/médio prazo.

    A Área Empresarial de Lagos encontra-se localizada numa área com uma envolvente marcadamente florestal e rural, nas proximidades do Perímetro Florestal do Barão de S. João.

    A AAE não dispõe ainda de qualquer tipo de mecanismo de prevenção global contra incêndios pelo que as intervenções previstas para reduzir o risco de incêndio são bastante diversificadas e formam um conjunto interligado de soluções “inteligentes” que poderão ser replicadas para outras AAE do país.

    Como salienta o Município de Lagos na sua candidatura a fundamentação baseia-se «nos impactos ambientais e energéticos altamente positivos no médio-longo prazo, da maior atratividade do território em termos empresariais, dum ecossistema natural e biodiversidade mais protegido de incêndios rurais e de um ambiente social e demográfico mais favorável à qualidade de vida».

  • A rede de empresas de Castro Marim

    A rede de empresas de Castro Marim

    O Mercado Local de Castro Marim acolheu o primeiro encontro da Rede de Empresas de Castro Marim, onde estiveram presentes mais de 40 pessoas ligadas ao empreendedorismo local, prevendo-se agora o novo encontro para abril de 2022, confirma a autarquia em comunicado.

    No primeiro encontro da «Castro Marim – Rede Local de Empresas» estiveram representantes de cerca de 30 empresas, pequenas e média, mas também grandes empreendimentos que atualmente investem no território.

    Entre as empresas presentes, o Município refere a singularidade da Cannprisma, que se dedica ao cultivo e transformação de cannabis para fins medicinais, empresas de aquacultura, autocaravanismo, empreendimentos de golf, empreendimentos hoteleiros, turismos rurais, alojamentos locais, restauração, salinicultura, entre outras áreas.

    O executivo da Câmara Municipal de Castro Marim, também esteve presente, referindo que tem procurado adaptar a orgânica dos seus serviços internos para que a resposta e o apoio aos investidores seja de maior celeridade e proximidade. O Município iniciou recentemente um regulamento de incentivos fiscais para as famílias e empresas, que visa apoiar quem tem residência própria e permanente, as pequenas empresas e as empresas geradoras de emprego liquido.

    O principal objetivo da iniciativa foi a criação de uma rede de contactos entre os empresários, para que possam, de agora em diante, partilhar conhecimentos e experiências, e, paralelamente, constituir uma plataforma para o incremento de uma estratégia multidisciplinar e unificada em prol do desenvolvimento do território, lê-se no mesmo documento.

  • Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Empresas têm Gabinete de Apoio à Crise em V.R.S.António

    Segundo a autarquia todas as empresas do concelho terão ajuda de forma gratuita através desta nova ferramenta com a qual pretende «prestar aconselhamento e informação aos empresários e trabalhadores independentes, agora que se aproximam novas medidas restritivas em virtude da decretação de mais um Estado de Emergência, sendo previsível um novo abrandamento da atividade económica”.

    O gabinete presta apoio no processo de candidatura e acesso a linhas de crédito do Governo. O Gabinete de Apoio à Crise presta ainda informações jurídicas acerca dos normativos e diplomas que venham a ser decretados, como as limitações do funcionamento do comércio e empresas durante o Estado de Emergência, além de promover o encaminhamento psicológico e social, para «promover ferramentas que possam preservar a capacidade produtiva das empresas e os postos de trabalho, garantindo que estas tenham a liquidez suficiente para satisfazer as suas obrigações com os fornecedores, os clientes, trabalhadores e o Estado».

    O novo gabinete está disponível de segunda a sexta-feira, entre as 10:00 e as 13:00, sendo a equipa constituída por funcionários da autarquia.

  • Startups e empresários do turismo algarvio conversam a bordo

    Startups e empresários do turismo algarvio conversam a bordo

    A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, vai participar numa operação de incentivo à entrada de “startups” no turismo do Algarve e do Baixo Alentejo.

    A 14 de outubro, na Marina de Albufeira, Rita Marques vai falar a 35 startups e a mais de três dezenas de investidores, parceiros e potenciais clientes que integram a “Net Me Up”, iniciativa para impulsionar a retoma do setor do turístico na região algarvia, procurando que se torne mais inovador e competitivo.

    Para a apresentação a bordo de um barco estão os programas de apoio 3.ª edição da Call Tourism, lançada em 30 de setembro pela Portugal Ventures e pelo Turismo de Portugal, dispondo de 10 milhões de euros para investimento em projetos tecnológicos e não tecnológicos na área do turismo até janeiro de 2021. 

    Source: Startups vão tornar o turismo algarvio mais inovador e mais competitivo – PlanetAlgarve