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Etiqueta: EDIA

  • Alqueva: Governo aperta uso de água para salvar agricultura no Alentejo e Algarve

    Alqueva: Governo aperta uso de água para salvar agricultura no Alentejo e Algarve

    O Governo de Portugal aprovou um novo pacote de medidas para a gestão e utilização da água no Empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva (EFMA), numa resposta direta à pressão hídrica que afeta o sul do país.

    As novas diretrizes, que visam garantir a sustentabilidade do recurso a médio e longo prazo, foram já detalhadas pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), a entidade responsável pela gestão operacional do maior reservatório da Europa.

    As medidas agora em vigor impõem uma gestão mais rigorosa dos volumes disponíveis, priorizando a eficiência e o uso racional da água, essenciais para a sobrevivência das culturas no Alentejo.

    Embora os pormenores específicos das quotas variem consoante os setores e as necessidades regionais, o objetivo principal é claro: proteger a reserva estratégica e evitar cortes drásticos que poderiam comprometer as campanhas agrícolas futuras.

    Segundo as autoridades, a implementação destas regras é crucial para proteger a resiliência do setor primário.

    O Alqueva não serve apenas o regadiu alentejano, mas também desempenha um papel vital no abastecimento de água para consumo humano e para o apoio à agricultura de valor acrescentado, que tem prosperado na região nos últimos anos.

    A gestão cautelosa é vista como um balanço necessário entre as necessidades imediatas dos agricultores e a garantia de que haverá água disponível em períodos de seca prolongada.

    Um dos benefícios esperados é a estabilização da atividade agrícola nas áreas de regadio mais críticas.

    O Governo e a EDIA esperam que, ao otimizar a distribuição de água, se consiga mitigar os impactos da seca que se tem sentido intensamente, sobretudo nas culturas de maior rendimento e naquelas que empregam um maior número de pessoas na região.

    Esta ação coordenada procura também fornecer maior previsibilidade aos agricultores, permitindo um melhor planeamento das sementeiras e colheitas.

    Adicionalmente, as novas medidas de gestão no Alqueva trazem alívio indireto ao Algarve, uma vez que a capacidade de Alqueva em manter a irrigação no Alentejo reduz a pressão sobre os recursos hídricos algarvios, que têm enfrentado desafios severos.

    A EDIA será agora responsável pela fiscalização rigorosa do cumprimento destas novas regras, assegurando que o uso do recurso hídrico se pauta pela máxima responsabilidade em prol da economia regional.

  • Centro Alqueva abre portas a educadores

    Centro Alqueva abre portas a educadores

    O Centro Alqueva, um novo espaço educativo e interativo situado junto à barragem de Alqueva, recebeu hoje professores de diversos agrupamentos escolares e escolas profissionais da área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.

    A visita guiada teve como objetivo apresentar este centro, que integra ciência, território e sustentabilidade na interpretação do projeto de Alqueva.

    O espaço oferece uma perspetiva educativa e interativa sobre a importância e o impacto do empreendimento na região.

    Durante o evento, no auditório do Centro Alqueva, a EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A.) apresentou a sua oferta educativa para o ano letivo 2025/2026, integrada no programa “Alqueva vai à Escola”.

    A abertura do Centro Alqueva vem reforçar este programa, proporcionando novas oportunidades de aprendizagem e exploração para os alunos da região.

    O Centro Alqueva pretende ser um ponto de referência para o conhecimento sobre o projeto Alqueva, promovendo a educação ambiental e a consciencialização sobre a importância da gestão sustentável dos recursos hídricos.

  • Dezembro deu mais mil milhões de m3 ao Alqueva

    Dezembro deu mais mil milhões de m3 ao Alqueva

    Mil milhões de metros cúbicos é quanto a barragem de Alqueva armazenou com as chuvas de dezembro, subindo hoje, às 7:00 horas, para a quota de 148,80, anunciou a EDIA.

    Este valou representa um volume armazenado de 3.580 hm3 e corresponde a quase 87% do armazenamento total da barragem, sendo que, desde o dia 1 de dezembro, a albufeira de Alqueva subiu perto de 5.5 m e encaixou cerca de 1000 hm3 de água.

    A empresa lembra que o nível pleno de armazenamento da barragem de Alqueva é de 4.150 hm3, à cota máxima de 152 m.

  • EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    EDIA divulga estudo sobre o olival no Alqueva

    Para a empresa, de certa forma, é o símbolo da nova agricultura de regadio da região e a olivicultura portuguesa aumentou drasticamente a sua produtividade, o que já possibilitou um superavit de exportações.

    A EDIA mandou desenvolver um estudo para «caracterizar tecnicamente o setor» e perceber quais os verdadeiros impactos desta cultura, nas vertentes económica, social e ambiental e ainda identificar as condições para promover a sua sustentabilidade.

    O trabalho que contou com a colaboração de vários organismos do Ministério da Agricultura – a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAPALE), o Instituto Nacional de Investigação Agrícola e Veterinária (INIAV) e a Direção Geral de Agricultura e Veterinária (DGAV).

    Os resultados apontam no sentido de que «o olival moderno de regadio pode ser desenvolvido de uma forma sustentável e ecologicamente positiva, dependendo das práticas culturais utilizadas». E que exige Boas práticas como a preservação e o fomento de bolsas de biodiversidade no meio da cultura (galerias ripícolas, bosquetes, quercíneas isoladas, charcos temporários, sebes vivas e entrelinhas multifuncionais) ou a preferência pelo controlo biológico das pragas têm assim um papel decisivo.

    A empresa disponibiliza o resultado do estudo em:

  • EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    EDIA vai identificar larvas nas bacias do Guadiana e do Sado

    Segundo o Diário Campanário, o concurso apresenta um valor base de 100 mil euros e prazo de execução de 7 sete meses, prevendo a prestação de serviços de captura e identificação de larvas de peixe em massas de água das referidas bacias hidrográficas, bem como, o tratamento e apresentação de resultados para caracterização da comunidade de larvas e avaliação do grau de dispersão.

    Os trabalhos terão lugar nos concelhos de Aljustrel, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Alandroal, Montemor-o-Novo, Portel, Vendas Novas, Arronches, Elvas, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela e Santiago do Cacém.