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Etiqueta: ecologia

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  • Esforço nacional para salvar espécie rara de carvalho

    Esforço nacional para salvar espécie rara de carvalho

    Universidade do Algarve lidera recuperação nacional do Carvalho-de-Monchique

    O carvalho-de-monchique, uma das árvores autóctones mais raras e ameaçadas de Portugal, está a receber uma nova esperança de sobrevivência através de um projeto nacional ambicioso, impulsionado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A Universidade do Algarve (UAlg) juntou-se a este esforço, desempenhando um papel crucial na conservação ex situ desta espécie em declínio.

    A iniciativa, parte do programa TransForm e coordenada pelo RAIZ em colaboração com o BIOPOLIS e outras universidades, visa criar uma rede nacional de mini-arboreta para a preservação do carvalho-de-monchique ( Quercus canariensis Willd. ), anunciou aquela instituição de ensino superior no Algarve.

    A ação tem por base uma extensa investigação desenvolvida pelo grupo de Biogeografia e Geobotânica Aplicada (BEPE) do BIOPOLIS/CIBIO-InBIO (Universidade do Porto).

    A participação da UAlg foi facilitada pela professora Manuela David, curadora do Herbário da instituição, que apoiou a integração da universidade no projeto e acompanhou todo o processo.

    Recentemente, no campus da UAlg, foi realizada uma plantação de exemplares de carvalho-de-monchique, numa iniciativa que visa integrar a conservação da espécie na gestão dos espaços verdes da universidade.

    Esta plantação está plenamente alinhada com a visão estratégica da Reitoria para a promoção de campi mais sustentáveis, saudáveis e resilientes», explica Vânia Serrão de Sousa, pró-reitora para as Ciências da Sustentabilidade da UAlg.

    Carvalho-de-Monchique: Universidade do Algarve lidera «Ao integrar a conservação de uma espécie autóctone ameaçada, estamos a contribuir para a adaptação às alterações climáticas, promovendo a biodiversidade, o sombreamento e os serviços de ecossistema, com impacto positivo no bem-estar da comunidade académica.»

    A iniciativa visa igualmente reforçar o compromisso da UAlg com «soluções baseadas na natureza» para os desafios ambientais. A plantação e o acompanhamento dos exemplares contam com a colaboração de José Monteiro, José Bidarra e Helena Rodrigues.

    A Universidade do Algarve comprometeu-se a monitorizar o crescimento e desenvolvimento das árvores, consolidando o seu papel na conservação da biodiversidade e na construção de um campus mais resiliente face aos impactos das alterações climáticas.

    Este projeto pretende sublinha a importância da colaboração entre instituições de ensino superior e entidades de investigação para a proteção do património natural português.

  • A importância dos tubarões e outros predadores

    A importância dos tubarões e outros predadores

    De acordo com uma reportagem publicada em Greensavers, de que deixamos o endereço abaixo, sustenta-se que Portugal está entre os países que mais tubarões e raias capturam, apoiado-se num relatório da organização conservacionista portuguesa ANP|WWF, de 2021, intitulado «Tubarões e raias: Guardiões do oceano em crise».

    O nosso país é o terceiro na Europa com mais capturas desses elasmobrânquios: uma média de 4.340 toneladas por ano.

    Estima-se que em águas portuguesas existam 117 espécies distintas de tubarões, raias e quimeras, que, no seu conjunto, representam 89% de toda a fauna existente nos mares da Europa e 9% de todas as espécies do mundo.

    Fomos avaliar o papel que os grandes predadores desempenham no equilíbrio ecológico e soubemos que eles ajudam a manter as populações de presas sob controle, evitando a superpopulação e a consequente degradação do habitat.

    Tendem a caçar os indivíduos mais fracos ou doentes, promovendo uma população de presas mais saudável e geneticamente robusta e mantêm a biodiversidade ao controlar as populações de presas, permitindo que outras espécies coexistam, mantendo a diversidade do ecossistema.

    A presença ou ausência de grandes predadores pode ter efeitos em cascata em todo o ecossistema, afetando várias outras espécies e processos ecológicos. Por exemplo, a ausência de tubarões pode levar ao aumento de espécies de nível trófico inferior, que por sua vez podem sobre explorar recursos como corais e algas, resultando em um ecossistema desequilibrado.

    Pesca responsável é fundamental para evitar extinção de tubarões, raias e quimeras, alerta relatório

  • Pedra do Valado com medidas de compensação

    Pedra do Valado com medidas de compensação

    Contudo, o Governo reconhece que a pesca comercial enfrentará desafios devido às novas restrições.

    Para mitigar o impacto, um mecanismo de compensação, regulamentado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2024 e o Despacho n.º 2182/2024, que exige licenças específicas para a pesca comercial dentro do parque.

    Este mecanismo visa equilibrar a conservação com as necessidades econômicas dos pescadores afetados.

    É importante que os interessados em concorrer às compensações leiam atentamente toda a legislação aplicável para entender completamente os critérios e processos envolvidos.

  • Restauro da Ribeira do Vascão é interesse europeu

    Restauro da Ribeira do Vascão é interesse europeu

    Alegam que essa recuperação servirá para «diminuir os impactos da seca e favorecer a biodiversidade»

    A ribeira, também designada como rio Vascão, nasce na serra do Caldeirão, entre o Alentejo e o Algarve, desagua no rio Guadiana e está incluída no relatório Rivers2Restore.

    Este relatório, já pela ANP/WWF, em associação com a WWF, inclui 11 projetos de recuperação de rios em Portugal, Áustria, Finlândia, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Países Baixos, Roménia, Eslováquia e Espanha.

    A intervenção que propõem proposta para estes rios europeus dizem que permite diminuir o impacto da seca, beneficiar as pessoas e a biodiversidade.

    O modo sugerido é através de uma ação imediata desde a nascente até à foz para eliminar as barreiras existentes, restaurar os rios da Europa e ajudar a cumprir os objetivos de recuperação da natureza recentemente acordados pela União Europeia (UE).
    Segundo a coordenadora de água da associação, Maria João Costa, a bacia do Guadiana é uma das mais áridas e propensas à seca na Europa e alberga várias espécies ameaçadas cujos habitats precisam de ser recuperados.

    Eliminar 17 barreiras

    O projeto previsto para o rio Vascão prevê a eliminação de 17 barreiras fluviais consideradas obsoletas «ao longo da totalidade do seu trajeto», uma vez que a ausência de barreiras favorece o «funcionamento do ecossistema fluvial através do restauro da conectividade ecológica e aumento da disponibilidade de habitats».

    Procuram melhorar as rotas migratórias dos peixes, e proporcionar habitats para outras espécies, como a lontra europeia, melhorando a qualidade e disponibilidade de água, fatores que, destacou, podem depois incentivar a criação de mais emprego e mais receitas de turismo.

    A associação sublinhou que a execução dos 11 projetos propostos para Portugal, Áustria, Finlândia, Alemanha, Grécia, Itália, Letónia, Países Baixos, Roménia, Eslováquia e Espanha permitem alcançar os 2.200 quilómetros de rios restaurados e quase 10% do objetivo da Estratégia da UE para a Biodiversidade.

  • Prémio de Eco-Poesia Ponte do Guadiana

    Prémio de Eco-Poesia Ponte do Guadiana

    Presentes, estiveram Vitor Cardeira, em representação da Casa Álvaro de Campos, de Tavira, que participou no projeto, do lado português e falou sobre a sua experiência como membro do júri do prémio.

    Nuno García López, o autor, natural de Linhaceira, no concelho de Tomar, agradeceu o prémio e leu alguns poemas do seu livro.

    Santiago Abadé Landero, da Associação Santiago Abadé do Landero, promotora do concurso, falou sobre a importância da poesia e da cultura para unir os povos. O público presente fez perguntas ao autor.

    O prémio Deco-Poesia Ponte do Guadiana, foi publicado na Coleção de Poesia Lusófona, e destaca a importância da cultura para unir os povos. O livro “Corações de Musgo” é uma obra bilingue, em português e espanhol. É um prémio luso-espanhol de poesia, com que a Associação Santiago Abadé Landero, Em Huelva, Espanha, promove a cultura luso-espanhola.

  • Descarga no Alqueva criticada no Alentejo

    Descarga no Alqueva criticada no Alentejo

    Em defesa da sua crítica a FAABA alega que esta descarga foi efetuada quando o sul do país enfrenta deficiências hídricas significativas e com restrições já anunciadas para aplicação no futuro próximo, principalmente para a região do Algarve.

    Aquela Federação, entende que se trata de «um enorme desperdício de água e de má gestão dos recursos hídricos disponíveis» por parte do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva.

    A operação envolveu a libertação de um total de 45 hectómetros cúbicos (hm3) de água a partir da Barragem de Pedrógão, no concelho de Vidigueira (Beja), integrada no EFMA, como tinha sido previamente anunciado pela EDIA, não apenas para efetuar um simulacro de cheias, mas também essencial para limpeza e manutenção dos ecossistemas ribeirinhos no leito do rio Guadiana até à foz, visando garantir o cumprimento do regime natural do rio internacional.

    Contudo, a FAABA argumentou que estes 45 milhões de metros cúbicos (m3) – ou 45 hm3 – de água, se forem somados ao caudal libertado no ano passado, em ano de seca severa, também a partir do Alqueva, corresponde a uma albufeira do Roxo completamente cheia.

    A FAABA entende que, desde a conclusão da Barragem do Alqueva e como consequência dos caudais ecológicos que são necessários manter, o leito do rio Guadiana «se encontra com fluxos de água mais elevados e mais estabilizados ao longo do todo o ano», para salientar que a libertação desta água não se justifica.

    As queixas que a empresa EDIA já rebateu, derivam do facto de esta ser uma ocasião em que oss agricultores «se debatem com cortes de água às suas explorações agrícolas, sempre que ultrapassam as dotações preestabelecidas pela EDIA, em que se impõem barreiras à restruturação de culturas e à distribuição da água aos regantes precários, bem como à sua integração, sempre na perspetiva de reduzir o consumo de água do EFMA».

    A FAABA está a sugeror uma rápida e urgente revisão do compromisso entre a EDIA e o Estado, que implica a libertação de caudais do Alqueva para o Guadiana, caso se conclua que o acordo não está adequado à realidade territorial e de gestão dos recursos hídricos da região.

  • Hotelaria e Agricultura no Guadiana em Alandroal

    Hotelaria e Agricultura no Guadiana em Alandroal

    A propriedade dispõe de 500 hectares junto ao rio Guadiana, tendo-se tornado um marco na agricultura,na ecologia, e mo emprego de três dezenas de pessoas.

    No ano de 2025 esperam inaugurar um hotel rural em 2025, empreendimento que refletirá o luxo e conforto da herdade e o turismo sustentável, com a reconexão das pessoas com a natureza de uma forma natural.

    A capacidade é de 20 camas e procura criar um refúgio que ofereça uma experiência de luxo e conforto aos hóspedes, destacando-se pelas suas práticas sustentáveis na indústria hoteleira.