FOZ – Guadiana Digital

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  • Revolução digital em Castro Marim

    Revolução digital em Castro Marim

    A Câmara Municipal de Castro Marim anunciou uma ofensiva estratégica para modernizar os seus serviços de urbanismo e licenciamento.

    O município está a investir fortemente na desmaterialização de processos e na formação avançada dos seus funcionários, visando aumentar a eficácia, reduzir os tempos de resposta e garantir um melhor serviço a todos os requerentes e promotores.

    Este esforço foca-se na melhoria e sistematização das plataformas de gestão e comunicação.

    A autarquia tem disponibilizado formação contínua a todos os técnicos e funcionários envolvidos no processo administrativo e de licenciamento, garantindo que a transição para o ambiente digital seja fluida e eficiente.

    O objetivo primordial é a desmaterialização total do processo urbanístico. Castro Marim já disponibiliza gratuitamente as plantas digitais, e a meta imediata é que a submissão de todos os processos passe a ser integralmente digital, permitindo que o acompanhamento e a gestão sejam realizados exclusivamente em suporte eletrónico.

    A autarquia entende que o aumento da eficácia e a melhoria dos tempos de resposta dependem de uma base sólida. Para tal, é fundamental um trabalho prévio de sistematização de formulários e a criação de plataformas de ligação robustas entre a Câmara Municipal, as entidades externas e os promotores. Esta interligação é vista como essencial para otimizar o fluxo de trabalho.

    Esta opção estratégica não se limita à formação. Implica também um investimento significativo em infraestruturas de suporte, nomeadamente em servidores.

    Esta medida garante a segurança e a integridade de todos os elementos essenciais da dinâmica urbanística do concelho de Castro Marim ao longo dos anos, prevenindo a perda de documentação vital.

    Em paralelo, o município reforçou a sua estrutura técnica e administrativa. A equipa foi complementada com mais técnicos na área de urbanismo, funcionários dedicados ao apoio administrativo e suporte à fiscalização, e a integração de um técnico especializado em Sistema de Informação Geográfica (SIG) e Geografia.

    Este reforço humano é crucial para cimentar a aposta na gestão de processos digitais e para assegurar que Castro Marim se posiciona na vanguarda da gestão urbanística moderna.

  • O Reino Unido pondera o uso de uma moeda digital

    O Reino Unido pondera o uso de uma moeda digital

    Mas o que exatamente é uma moeda digital e como funcionaria? Em essência, seria uma forma de dinheiro eletrônico emitido pelo banco central e equivalente à moeda física. Isso significa que teria o mesmo valor que as notas e moedas em circulação, mas existiria apenas em formato digital.

    A adoção de uma moeda digital poderia oferecer várias vantagens, como maior eficiência nas transações financeiras e redução dos custos com a produção de dinheiro físico. Além disso, poderia aumentar a segurança das transações, já que cada unidade da moeda digital seria rastreável e não poderia ser falsificada.

    No entanto, há também preocupações legítimas sobre privacidade e segurança cibernética que precisam ser cuidadosamente consideradas. A implementação de uma moeda digital requereria um sistema robusto para proteger contra fraudes e garantir a privacidade dos utilizadores.

    O Banco da Inglaterra está atualmente explorando os benefícios e riscos associados a uma moeda digital. Se decidir seguir em frente com essa ideia, o Reino Unido juntar-se-ia a um grupo crescente de países que estão considerando ou já adotaram as suas próprias versões de moedas digitais.

    A discussão sobre a moeda digital no Reino Unido está apenas a começar, mas é claro que o potencial para mudança é significativo. Será interessante acompanhar os próximos passos dessa jornada rumo à inovação financeira.

  • «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    «Centro Comercial a Céu Aberto» tem candidatura aprovada para bairro digital

    O anúncio foi efetuado, ontem, numa cerimónia realizada no Palácio da Bolsa, no Porto, em sessão organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas que contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    A iniciativa representa um investimento global de 1,5 milhões de euros, dos quais 895 mil euros são elegíveis para financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    A sessão foi organizada pela Direção-Geral das Atividades Económicas – na qual foi efetuada a apresentação dos «Bairros Comerciais Digitais» aprovados – e contou com a presença do Ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo, e do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

    O município de VRSA esteve representado pelo Chefe de Divisão de Atividades Económicas, Turismo e Comunicação, José Gonçalves.

    O Bairro Digital de VRSA resulta de uma parceria estabelecida com a Associação de Empresários do Concelho de VRSA, tendo a candidatura sido promovida e instruída pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

    Para a câmara municipal, «Esta valorização, desenvolvida em conjunto com os empresários locais, tem como objetivo estruturar e defender a identidade do comércio vila-realense, tornando-o ainda mais atrativo e resiliente, e posicionando-o como uma clara alternativa às grandes superfícies comerciais. Por outro lado, procura reforçar ainda mais a sua visibilidade no contexto da vizinha Andaluzia, já que os visitantes espanhóis são um dos seus principais clientes».

    A constituição de um Bairro Digital na zona comercial do centro de Vila Real de Santo António, que o município afirma ser uma das maiores aposta, «torna-se possível porque – ao contrário de muitas cidades e vilas – ali já existe um «centro comercial a céu aberto», com uma identidade única e inovadora, mobiliário e sinalética próprios e uma ampla diversidade de lojas e serviços».

    Os Bairros Comerciais Digitais procuram que sejam projetos dedicados à valorização do comércio e serviços, recuperando o conceito de urbanismo comercial para a vertente digital.
    É dadp como exemplo que se pode melhorar a experiência de consumo através da integração de soluções digitais, da digitalização dos modelos de negócio, ou do aumento das competências digitais dos trabalhadores, estimulando o empreendedorismo nas áreas do comércio e dos serviços.

    À semelhança do que já está a ser dinamizado noutras cidades, o Bairro Digital de VRSA «pretende alavancar a presença dos estabelecimentos comerciais em websites na Internet ou em plataformas de comércio tipo marketplace, em conjunto com uma ótica de promoção e divulgação assente nas redes sociais ou na agregação de circuitos turísticos que possam valorizar o comércio».

  • Eu sou digital com a CCDR Algarve

    Eu sou digital com a CCDR Algarve

    A CCDR da Região do ALGARVE tornou-se entidade parceira do Programa EU SOU DIGITAL no no Fórum Nacional das Competências Digitais, que decorreu no ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, em cerimónia presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa.

    Ali assinou um protocolo de colaboração com o Programa MUDA, tendo sido representada pela vice-presidente Elsa Cordeiro e assumido o compromisso de desenvolver esforços, tendo em vista a realização de iniciativas que permitam atingir os objetivos traçados no Programa EUSOUDIGITAL, nomeadamente dinamizar a realização de parcerias entre os municípios, freguesias e associações da região e a A2D Consulting, na qualidade de entidade executora do MUDA, para a implementação de uma ampla rede de Centros EUSOUDIGITAL.

    Mais de 80% da população portuguesa já está online, mas cerca de 16% dos portugueses nunca utilizou a internet, quando a média europeia é bastante inferior a 10.  

    Portugal será um País mais produtivo, mais avançado e mais inclusivo se em conjunto conseguirmos incrementar as condições e vantagens proporcionadas pelos serviços digitais disponibilizados pelas empresas e pelo Estado, afirma esta CCDR.

    O Programa EUSOUDIGITAL destina-se a todos os portugueses que nunca usaram a internet, em particular adultos acima dos 45 anos que pretendam adquirir competências digitais básicas essenciais ao dia-dia, permitindo uma melhor adaptação às novas realidades de emprego que dependam do acesso à internet, combater o isolamento através de ferramentas digitais de comunicação e como aprender a usar o email e outras ferramentas de comunicação, pesquisar na internet e usar as redes socias, assim como os aspetos essenciais da utilização da internet em segurança.

    As entidades signatárias do referido protocolo reconhecem a importância do aumento da inclusão digital em Portugal nos próximos anos e corporizam a vontade e a união de esforços, bem como a partilha de uma visão de uma sociedade evoluída.

    Esta será assente numa cidadania ativa, inclusiva e participativa, assumiram, em conjunto, o compromisso de incentivar a participação dos Portugueses no espaço digital e ajudar a tirar partido dos benefícios associados aos serviços digitais, disponibilizados por empresas e pelo Estado, comprometendo-se igualmente a promover a capacitação digital de centenas de milhares de adultos em Portugal até ao final do ano de 2023.

    Mais informação em: Programa EUSOUDIGITAL

  • Software algarvio promete fazer crescer as empresas

    Software algarvio promete fazer crescer as empresas

    Aumentou em cresceu 400% com um programa de Marketing Digital que recorre à base da Inteligência Artificial, desenvolvido pela própria empresa.

    O software, denominado Amplifier foi pensado e desenvolvido com base na escalabilidade e para ser utilizado por um público o mais abrangente possível desde os utilizadores menos experientes, como os proprietários de pequenos negócios.

    Através do programa podem acompanhar os resultados das campanhas e até mesmo os mais experientes, como Departamentos de Marketing. A Logrise, assim se chama a produtora, promete até ao final do ano, reforçar o Amplifier com um conjunto de funcionalidades.

    Para Ricardo Viegas e Nelson Maló, as diversas plataformas, garantem aos clientes o acesso a um dashboard através do qual conseguem melhorar os seus resultados, poupar tempo e dinheiro, se lhe dedicarem em média 15 minutos por dia. «Por essa razão, as primeiras funcionalidades do Amplifier são as de gerir e monitorizar resultados de campanhas online nas diversas plataformas, através de um único Software. Os passos seguintes são garantidamente promissores».

  • 25 milhões para digitalizar o interior do Algarve

    25 milhões para digitalizar o interior do Algarve

    Intervindo no lançamento da Comissão Instaladora do Observatório Nacional de Envelhecimento Ativo, em Albufeira, o Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, anunciou o propósito de no âmbito do Portugal 2030, em consulta pública, o Programa Operacional Regional «mobilizar 15 milhões de euros para o apoio à melhoria da conectividade nas áreas rurais e de baixa densidade e 10 Milhões de euros para ações de valorização económica de recursos endógenos e estratégias de diversificação da base económica nos territórios de baixa densidade».

    O presidente disse também que, no domínio demográfico, projeções recentes apontam para que, em 2070, Portugal tenha apenas cerca de 8 milhões de habitantes, uma redução de 23 % da população residente face ao contexto atual. Caso se confirme, «configura um dos maiores decréscimos populacionais registados na Europa». Salientou que, destas projeções, resultaria que Portugal seria o país europeu com maior peso dos «muito idosos» no conjunto da população, com as pessoas acima dos 80 anos a representar 16,1 % da população.

    A conjugação dos saldos naturais e migratórios, segundo a CCDR – Algarve, resultou num acelerado envelhecimento da população portuguesa, com as mais recentes projeções demográficas colocam Portugal como sexto país mais envelhecido do mundo. De acordo com os dados de 2019, existem em Portugal mais de 161,3 pessoas com mais de 65 anos por cada 100 jovens até aos 15 anos, e quase 34,2 pessoas com 65 e mais anos por cada 100 pessoas em idade ativa.

    Ao longo das últimas décadas, Portugal viu a esperança média de vida da sua população aumentar consideravelmente, de tal forma que hoje é superior à média europeia. No entanto, somos também um dos países com menor número de anos vividos sem doença.

    No Algarve, depois de um forte crescimento populacional nas duas décadas de 1991 até 2011, a década passada veio revelar uma perda de intensidade do crescimento demográfico no Algarve, apesar de a litoral ainda ser um dos raros territórios nacionais a ver aumentar o número de residentes. O crescimento é bastante assimétrico no interior da região, sendo os ganhos dos concelhos do litoral bastante inferiores aos da década 2001-2011 e, menos expressivos do que as perdas dos concelhos do interior: -13,6% a perda de residentes em Alcoutim e de -9,6% em Monchique.

    Confirmando as tendências de litoralização populacional instaladas, outros indicadores do INE revelam, desde 2013, a persistência de saldos e taxas de crescimento natural negativos no Algarve, compensados por saldos e taxas de crescimento migratório positivas que permitiram manter e aumentar o distanciamento do Continente no que se refere ao agravamento do índice de envelhecimento até 2020.

    O índice de envelhecimento no Algarve, em torno dos 149,2 idosos por cada 100 jovens, em 2020, é contudo elevado e preocupante, condicionando a dinâmica de renovação populacional, logo, também as dinâmicas do mercado de trabalho da região, onde o número de inativos por 100 empregados é superior aos valores do Continente (109,4 contra 106,8), resultado de uma tendência de diminuição da população ativa mais acentuada regionalmente e de um aumento da população inativa, em contraciclo com o comportamento do território continental, entre 2013 e 2020.

    A afirmação deste perfil demográfico regional representa também um manancial de oportunidades emergentes na promoção de formas de envelhecimento ativo e na criação de novos serviços e qualificações territoriais que conduziram ao reconhecimento do Algarve como espaço de referência para o envelhecimento saudável, estimulando o segmento da economia grisalha, de longevidade e bem-estar e potenciando fatores de inovação e complementaridade entre os setores da saúde humana e do turismo.
    Neste quadro pretende-se qualificar o cluster da economia grisalha e de longevidade, na prestação de serviços e cuidados pessoais, de saúde humana e bem-estar, que suporte a afirmação do Algarve enquanto referência territorial do envelhecimento ativo e saudável, para nacionais e estrangeiro.

    Com efeito, nos últimos anos, tem-se assistido a uma mudança do paradigma do cuidado do idoso focada no princípio de «envelhecimento ativo e saudável» e que procura potenciar a qualidade de vida e saúde durante o processo de envelhecimento de forma a conservar a autonomia e capacidade funcional da pessoa idosa, adiando ou mesmo diminuindo a necessidade de institucionalização.

    Também nesta visão estratégica a CCDR Algarve passou recentemente a integrar o Centro Nacional de Competências para a Inovação Social, o qual integra um Observatório Regional da Inovação Social. Entre as atividades que o referido Observatório prevê realizar, releva-se a do mapeamento e identificação boas práticas na área do envelhecimento ativo e saudável.

    Redes

  • CCDRA apoia professores na transição digital

    CCDRA apoia professores na transição digital

    Ao abrigo do Programa Operacional do Algarve, a Comissão Diretiva do Programa Operacional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020, no âmbito da CCDRA, aprovou os programas de formação de professores apresentados pelos Centros de Formação de Agrupamentos de Escolas do Algarve, «visando a capacitação de docentes, formadores do Sistema Nacional de Qualificações e técnicos de tecnologias de informação em cada escola, para garantir a aquisição das competências necessárias ao ensino no novo contexto digital».
    A CCDRA anota que esta prioridade, que tinha sido identificada no Plano de Ação para a Transição Digital, aprovado pelo Governo em abril de 2020, «tornou-se ainda mais urgente no atual contexto de pandemia, e das respostas do sistema de educação e formação à pandemia do COVID-19».

    Sendo a esta comissão coordenadora, há uma perspetiva de resposta mais de curto prazo, decorrente da situação pandémica gerada pelo COVID-19, mas existe também uma perspetiva de médio e longo prazo, visando a sustentação de condições de maior e melhor eficácia e eficiência na execução dos recursos afetos à qualificação da nossa população, universalizando nesse contexto este apoio público, enquanto fator chave de desenvolvimento económico e social.
    Capacitar docentes e de outros profissionais de educação terá «um papel determinante no alicerçar da integração transversal das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e de todas as ferramentas digitais nas suas práticas profissionais e pedagógicas
    A comissão considera de particular importância as ações alinhadas com o desenvolvimento da competência digital dos docentes, incluindo áreas como a do ensino a distância e do ensino misto, com a utilização de ferramentas digitais nos processos de ensino e aprendizagem, quer presenciais, quer remotos.

    Mais de 4.500 docentes

    Os programas agora aprovados preveem a formação de mais de 4.500 docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário em exercício efetivo de funções em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas da rede pública, bem como docentes que exercem funções legalmente equiparadas ao exercício de funções docentes, bem como os gestores escolares, detentores de cargos de gestão intermédia e, ainda outros agentes de educação envolvidos no processo de aceleração da transição digital na educação, correspondendo a um volume de formação superior a 116 mil horas de formação.

    Nota ainda que o financiamento público aprovado é superior a 810.000,00€ (oitocentos e dez mil euros), comparticipado em 80% pelo Fundo Social Europeu (FSE). As operações a apoiar serão dinamizadas pelos seis Centros de Formação dos Agrupamentos de Escolas da região, e pelo Instituto de Avaliação Educativa, e decorrerão até 30 de junho de 2023.

    O Programa Operacional do Algarve é dirigido por uma Comissão Diretiva liderada pelo presidente da CCDR ALGARVE, tendo como vogais o presidente da AMAL e um representante nomeado pelo Governo. Mais informação AQUI. A CCDR tem entre as suas atribuições o cumprimento das responsabilidades de gestão no âmbito da política de coesão da União Europeia em Portugal, bem como a dinamização e promoção das políticas públicas para a sustentabilidade, para a competitividade económica e social da Região.

  • Turismo adapta-se ao digital

    Turismo adapta-se ao digital

    Consta de pequeno-almoço diário, uma bebida de oferta todas as noites no Lobby Bar, bem como água fornecida diariamente, uma ronda gratuita das bebidas disponíveis no Minibar, transporte de/para o Aeroporto de Faro e uma experiência gratuita na natureza no Parque Natural da Ria Formosa.

    Durante a estadia, os hóspedes poderão também usufruir do SPA, manter-se ativos no ginásio “state-of-the-art”, ou nadar numa das piscinas do resort, interior ou exterior.

    Este tipo de alojamento poderá ser utilizado em estadias de 1 de fevereiro a 1 de abril de 2021 e reservas disponíveis até 15 de março de 2021.