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Etiqueta: contratos

  • Mudança nos contratos de concecão-construção

    Mudança nos contratos de concecão-construção

    Foi criado por decreto um novo regime de medidas especiais de contratação pública, com o objetivo de eliminar dispêndios de tempo e recursos considerados desnecessários, «por parte da entidade adjudicante», nos casos em que esta entenda que o mercado está em melhor posição de elaborar um projeto de execução da obra.

    O Código dos Contratos Públicos (CCP) apenas será aplicado aos contratos públicos que se iniciem após o dia 2 de dezembro de 2022 e aos contratos celebrados ao abrigo dos procedimentos do CCP.

    Até 31 de dezembro de 2026 ‘ facilitada a promoção de habitação pública ou de custos controlados ou a intervenção nos imóveis cuja titularidade e gestão tenha sido transferida para os municípios, no âmbito do processo de descentralização de competências. Também será aplicada a ampliação do prazo até ao final de 2026 aos contratos que se destinem à execução de projetos financiados ou cofinanciados por fundos europeus, incluindo os integrados no âmbito do PRR.

  • PSD VRSA considera relatório manobra de diversão do PS

    PSD VRSA considera relatório manobra de diversão do PS

    «Depois da apatia do executivo municipal na reunião de ontem, onde os eleitos pelo PS e pela CDU pareciam suplicar por uma intervenção do Vice-presidente que viesse, pelo menos, dar ares de que alguém tinha olhado para os assuntos a discutir, hoje o executivo municipal presenteia-nos com uma manobra de diversão». afirma aquele partido.

    O PSD analisa o conteúdo da entrevista que o presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António deu à lusa «onde diz que mandou fazer um levantamento de contratos feitos no presente e no passado, porque o PSD pediu uma lista de contratos celebrados neste mandato. Sucede que o que o PSD pediu foi uma LISTA de PAGAMENTOS não uma lista de contratos».

    Considera que a narrativa de Álvaro Araújo, assenta em factos ficcionados e serve apenas para não dar a conhecer ao PSD e aos munícipes de VRSA «onde se tem andado a gastar o dinheiro dos munícipes», presume-se que no atual mandato do PS.

    E acrescenta: «Não sabemos ao certo o que esconde o executivo municipal, mas quem está desde março para informar que pagamentos fez e, em agosto, em vez de uma lista de PAGAMENTOS, apresenta um documento com informações que nada têm que ver com a informação solicitada, não só terá muito a esconder como faz questão de desviar as atenções sobre a informação que não quer dar. O que esconderá o executivo municipal em funções para não querer que o povo de VRSA saiba que pagamentos fez?»

  • Em Novembro fica mais fácil rescindir telecomunicações pelos mais necessitados

    Em Novembro fica mais fácil rescindir telecomunicações pelos mais necessitados

    A nova lei abrange e contempla benefícios para os clientes da NOS, MEO, Vodafone, NOWO e restantes operadoras de comunicações em Portugal que queiram cancelar o seu contrato de tv, net, voz e/ou móvel sem pagamentos elevados e desnecessários.

    São abrangidos consumidores em situação de desemprego ou de baixa médica (de duração superior a 60 dias), consumidores com doença prolongada, incapacidade, estado de dependência de cuidados prestados ou a prestar por terceira pessoa ou que tenham alterado a morada e a qualidade e custo do serviço não consiga ser assegurada pela operadora na nova morada. Também está abrangida a alteração de residência para fora do território nacional e a mudança de casa.

    Esta nova Lei torna mais claras em território nacional e mais próximas face aos objetivos da Comissão Europeia as regras nas telecomunicações. Não lhes pode ser exigido o pagamento de quaisquer encargos relacionados com o incumprimento do período de fidelização.

    No caso das pessoas em situação de desemprego o contrato pode ser cancelado pelo cliente quando houver despedimento da iniciativa do empregador por facto não imputável ao trabalhador e quando isso implique perda do rendimento mensal disponível do consumidor, sendo que também se aplica a quem estiver em situação de baixa médica e tiver o seu rendimento afetado.

    Os portadores de doença prolongada que sofram de alguma incapacidade permanente ou temporária de duração superior a 60 dias e que tenham os seus rendimentos afetados também poderão pedir o cancelamento do contrato de telecomunicações.

    Os cidadãos com deficiência acabam por ser ainda mais protegidos com a nova lei das telecomunicações em relação aos acessos a serviços de comunicações eletrónicas, portabilidade ou qualidade do acesso à internet.

    Com a nova lei das telecomunicações passa a ser possível cessar um contrato sem razão legal, mas o cliente terá de pagar 50% dos valores em falta do período de fidelização, se a cessação ocorrer durante o primeiro ano de vigência do período contratual e 30% do valor das mensalidades vincendas se a cessação ocorrer durante o segundo ano de vigência do período contratual.

    A nova lei das telecomunicações é também muito clara na obrigação dos consumidores relativamente aos períodos de fidelização e os clientes da operadoras só estão obrigados a cumprir os períodos de fidelização na primeira vigência do contrato quando há uma renovação automática prevista. Ou seja, se no período após a renovação automática, o consumidor quiser cancelar um contrato de internet, telemóvel ou telefone pode fazê-lo sem quaisquer inconvenientes e sem pagar por isso.

    A lei das comunicações eletrónicas foi aprovada no Parlamento a 21 de julho, foi publicada no Diário da República a 16 de agosto e lei entrará em vigor 90 dias a contar dessa data ou seja a partir do dia 16 de novembro. Quanto à fidelização nas telecomunicações, passa a proteger os atuais clientes das operadoras e a garantir uma melhor experiência para futuros consumidores.

  • Contrato de higiene e limpeza renovado em Vila Real de Santo António

    Contrato de higiene e limpeza renovado em Vila Real de Santo António

    Efetivamente, o desempenho do prestador atingira níveis de baixa qualidade, reconhecidos pela população. A empresa alegou ser devido a incumprimento por parte da autarquia, com pagamentos em atraso no valor de 700 mil euros, a que se somariam os aumentos do salário mínimos e dos combustíveis. A empresa tinha ganhou o concurso em 2016, mas o contrato apenas começou a ser colocado em prática em 2018.

    A Assembleia Municipal aprovou uma alteração ao contrato cujo valor sobe mais cerca de 13.500 euros mensais, com os votos contra do PSD, a abstenção da CDU, de um deputado municipal do PSD, de outro da candidatura independente e do Chega.

    O Partido Socialista apresentou aos membros da Assembleia Municipal o compromisso de que os serviços de higiene, ambiente e limpeza regressam à câmara municipal, tendo o presidente Álvaro Araújo confirmado que o contrato não voltará a ser renovado. Esta posição é secundada pela CDU que anunciou a apresentação de uma resolução na próxima Assembleia Municipal, em respaldo deste compromisso.

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    Entretanto, a câmara municipal emitiu uma nota salientando que a medida amplia a cobertura e eficácia em todo o concelho, depois de ter confirmado que quer reintegrar recolha de RSU na esfera municipal até 2025. O contrato, que foi objeto de diversas alterações, «prevê agora um aumento dos níveis de cobertura, eficácia e dotação de recursos humanos, garantindo a correta limpeza e higiene pública de todas as freguesias».

    Esclarece que o processo negocial com a Ecoambiente resulta de «um vasto conjunto de reuniões desenvolvidas com a empresa e com todas as forças políticas com representação autárquica e pretende trazer ao município ganhos na eficácia e eficiência dos serviços prestados, corrigindo situações que têm motivado queixas da população».

    Diz a autarquia que, perante a gravidade da situação, tomou medidas imediatas para solucionar o problema, uma vez que o município não dispunha de meios humanos e materiais para assumir, a curto prazo, o serviço de limpeza e recolha de RSU,

    «A partir de agora, temos um contrato que aumenta os níveis de exigência, cobertura e abrangência do serviço e que mantém, em simultâneo, a sustentabilidade e a continuidade da operação da Ecoambiente», afirma a autarquia.

    O contrato agora renegociado visa também obter a melhor relação custo-benefício para a autarquia, que «irá honrar todos os seus encargos – para que assim possa ser prestado um serviço de excelência à população e se garanta um concelho mais limpo».

    De acordo com o presidente da Câmara Municipal de VRSA, «é intenção do executivo reintegrar os serviços de RSU na esfera do município», estando a ser reunidas as condições financeiras necessárias para iniciar os procedimentos de aquisição de material, processos que demorarão, em média, 24 a 36 meses, tendo em consideração a complexidade da operação».