FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: confrarias

  • O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    O Ouro Branco do Algarve Tem Nova Guardiã: Nasce a Confraria do Sal de Castro Marim

    Castro Marim deu um passo decisivo para a valorização de um dos seus símbolos mais fortes de identidade. Numa reunião que decorreu no Edifício Multifuncional de Empresas, no passado dia 12 de fevereiro, foram formalizados os primeiros passos para a criação da Confraria do Sal, uma entidade que se propõe a promover, defender e valorizar o sal tradicional produzido no território.

    Este momento assume uma importância crucial tanto para o produto como para o concelho algarvio. O nascimento da Confraria marca o início de uma jornada dedicada à elevação do sal de Castro Marim a um estatuto de produto de excelência, intrinsecamente ligado às salinas tradicionais, ao território e ao saber-fazer ancestral transmitido pelos salineiros ao longo de gerações.

    A reunião fundacional centrou-se em temas fulcrais para a operacionalização da nova entidade. Foram debatidos e estabelecidos pontos essenciais para a sua formação, como a definição dos sócios fundadores, a elaboração do regulamento interno e o estabelecimento claro do âmbito de atuação da Confraria.

    Com a sua missão definida, a Confraria do Sal de Castro Marim visa unir esforços em torno da valorização de um produto único, assegurando a sua identidade, autenticidade e a importância histórica, cultural e económica que possui. Através da sua atuação, pretende-se contribuir ativamente para a preservação do património cultural e ambiental associado à produção salineira.

    A visão futura desta nova organização está firmemente assente nos pilares da sustentabilidade e na continuidade desta tradição milenar. A Confraria do Sal surge, assim, como a nova guardiã do ouro branco algarvio, garantindo que este legado perdure e seja reconhecido como um tesouro de Castro Marim.

  • Confraria do Atum representada em Itália

    Confraria do Atum representada em Itália

    No passado domingo, 14 de Setenbro, realizou-se em Itália o Capítulo do SNODAR (Sovrano e Nobilissimo Ordine dell’Amarone e del Recioto) tendo nele participado participado representantes da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António

    O Capítulo decorreu inteiramente na Tenuta MASI, uma das adegas vinícolas italianas mais antiga e importante, tendo os vilarealense manifestado que foram «recebidos com muita gentileza e carinho», tendo o dia transcorrido «num clima de amizade e respeito mútuo».

    Os vinhos Amarone e Recioto estavam no centro das receitas propostas, e o confrade da SNODAR, Bepi Penso, mostrou-se um bom anfitrião dos representantes vilarealenses, pela sua constante assistência.

  • Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    Castro Marim acolheu o XI Capítulo da Confraria do Atum

    A vila de Castro Marim foi palco, no dia 22 de fevereiro, do 11.º Capítulo da Confraria do Atum, evento que reuniu cerca de 300 participantes de várias confrarias gastronómicas nacionais e internacionais.

    A cerimónia de entronização ocorreu no auditório da Biblioteca Municipal, destacando-se a admissão de uma jovem italiana de 18 anos com Trissomia 21 e soou do hino da Confraria do Atum.

    Foram também recebidos como novos confrades Cilio Rollo, Luísa Travassos, José Carlota, Alicja Bochenek e Nuno Lourenço Correia. Já como confrades de honra, passaram a integrar a confraria as Terras de Sal, a Banda Musical Castromarinense, Neto Gomes e João Coelho.

    Na sessão de boas-vindas, o Município de Castro Marim destacou a importância das confrarias gastronómicas na preservação da identidade cultural, anunciando a criação da Confraria do Sal e lançando a proposta para que a Confraria do Atum passe a chamar-se Confraria do Atum das Terras do Guadiana, com âmbito da Eurocidade do Guadiana.

    O evento contou com intervenções de diversas entidades e a atuação da cantora algarvia Susana Travassos. Durante a cerimónia, foram prestadas homenagens a confrades falecidos no último ano e a Confraria do Atum recebeu uma pintura da artista Manuela Leal Santos. A sessão incluiu ainda uma oração de sapiência proferida pelo escritor e jornalista Neto Gomes.

    Ao todo, participaram 60 confrarias de países como Portugal, Espanha, Itália e Bélgica. O evento culminou com um desfile até à Praça 1.º de Maio para a tradicional foto de família, seguido de um banquete na Quinta do Sobral.

  • Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Confrarias portuguesas bem acolhidas na FATACIL

    Na 43ª edição da FATACIL, Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa que decorreu na cidade de Lagoa, entre 16 e 25 de Agosto ocorreu uma promoção dos vinhos algarvios e das iguarias gastronómicas portuguesas, com especial detalhe nas algarvias.

    Foi um contributo para a candidatura da cidade de Lagoa a «Capital Europeia do Vinho 2026».

    O vice-presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, o vilarealense António Cabrita, declarou ao nosso meio digital que ali se passaram dez dias muito intensos e de grande divulgação e que o espaço que lhes foi consignado era excelente.

    Por muito bem situado, permitiu uma ótima divulgação de todos os produtos, nos quais lhe tocou coordenar as atividades de promoção das iguarias gastronómicas em harmonização diária com um vinho do Algarve, em conjunto com Amílcar Malhó, em representação da Associação de Municípios Portugueses do Vinho e da Câmara Municipal de Lagoa e mais a Comissão Vitivinícola do Algarve – CVA.

    Deu-nos ainda nota das confrarias que estiveram presentes naquele importante evento do calendário algarvio:

    Confraria do Atum, Confraria Gastronómica da Serra do Caldeirão, Confraria Marinha da Ria Formosa, Confraria do Medronho de Monchique, Confraria do Franguinho da Guia, Confraria Gastronómica do Alentejo, Confraria Enogastronómica da Madeira, Confraria Gastronómica de Almeirim, Confraria dos Ovos Moles, Confraria dos Rojões de Válega, Confraria dos Gastrónomos dos Açores, Confraria da Caldeirada e do Camarão de Espinho, Confraria dos Gastrónomos de Lafões e Confraria da Marmelada Branca de Odivelas.

    Quanto às marcas de vinhos do Algarve representadas, foram:

    Única – Adega Cooperativa do Algarve, Dona Niza, Vale de Almádena, EDD’s, Quinta do Francês, Quinta dos Santos, Tapada dos Moinhos, Dito Cujo, Villa Alvor, ARVAD, Vinhas de Nexe, Adega do Cantor, Adega do Convento do Paraíso, Quinta da Penina e Mundo do Vinho.

  • Escreveu-se o décimo Capítulo na Terra do Atum

    Escreveu-se o décimo Capítulo na Terra do Atum

    A sessão de encerramento do X Capítulo da Confraria do Atum, son o lema «Terra do Atum», encerrou ao fim da manha de hoje, 25 de Fevereiro, na Sala de Atos da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, no final do terceiro painel sobre «O atum e a sua gastronomia».

    O ato encerrou com palavras do arrais da Confraria do Atum, António Cabrita, ladeado por José António Palma, mestre da companhia, e Vitor Hugo Palma, feitor da companhia. Nos dias anteriores, tinham-se realizado, a 23 de fevereiro, o primeiro painel «O atum na sua história» e o segundo «O atum e a sua produção».

    Durante as atividades relacionadas com este capítuloa Confraria do Atum de Vila Real de Santo António geminou-se com a «Confradia del Bonito del Norte – Colindres Cantábria», no dia 17 de fevereiro; os standes e tasquinhas abriram a 22 e, nessa noite houve um momento de poesia, com os Poetas do Guadiana, música, com Susana Travassos acompanhada pela guitarra de André Remos, a exposição de uma tela dedicada ao mar, da ayamontina Ana Feu e palavras explicatória de Nuno Rufino, sobre as suas obras, em especial a da Rotunda dos Atuns. Ainda no âmbito cultural, a 23 a Professional´s Association of Macau foi apresentada pela Tea Art.

    As atividades oficiais da Confraria do Atum, o X Capítulo, começaram com a Foto de Familia e o desfile das confrarias até ao Centro Cultural António Aleixo, seguindo-se os trabalhos propriamente ditos, tendo sido convidado para proferir a oração de sapiência, José Mendes Bota, que foi deputado na Assembleia da República e presidente da câmara municipal de Loulé.

    Aí se realizou mais uma geminações, uma com a Confradia del Domillo, em Valdepeçnas de Jaen e a entronização de novos confrades. No plano cultural, após o Hino da Confraria do Atum, houve a atuação musical de Fátima Cupertino, a performance artística de Xu Pimentão.

    O almoço tradicional realizou-se no concelho de Castro Marim no Restaurante Infante, confeccionado pela Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António.

    Encerramento do X Capítulo da Confraria do Atum;.

    O diretor que, em breve, deixará o Algarve

    Referindo-se à participação da Escola Hoteleira de Vila Real de Santo António, o diretor Manuel Serra, revelou que se fazem «coisas extraordinárias e ainda ontem assistimos a um desses exemplos. O pequeno almoço que ali servimos, em matérias primas, foram todas conseguidas pela Confraria do Atum com apoiose o seu valor. Tudo o resto foi sem qualquer custo para nós, simplesmente abrimos a escola, à Comunidade, aos contratos, aos convidados e preparamos um regalado pequeno almoço. Toda a gente ficou satisfeita com os nossos alunos, a ajudar».

    Corroborou a asserção de que Vila Real de Santo António continua a ser a Terra do Atum, embora já sem a indústria indústria conserveira, que, embora não ativa neste momento, dá à cidade obrigações, a passar para as novas geraçõese e para gerações vindouras.

    «Se não incentivamos os nossos mais novos a este tipo de movimento, então as tradições perdem-se e o conhecimento perde-se. Há coisas que já serão muito difíceis de recuperar, mas não teremos um património visível se não passarmos essa informação para quem segue a nós. Ou então, qualquer dia, não temos identidade cultural. Portanto, o papel da escola é também esse

    Depois desta percepção Manuel Seera, falou sobre o atum, na gastronomia e no mundo, de se olhar sobre a perspetiva da pesquisa científica, «que é que os investigadores a nível mundial que estão a fazer neste momento».

    Explicitou depois que, associados à pesquisa científica «sobre este pescado maravilhoso, em 1996 tínhamos aqui 89 artigos publicados em revistas de ciência e, em 2019, já tinham sido publicaods 453.Conseguirou tratar-se de uma evolução muito positiva ao longo dos anos».

    Manuel >>>Serra concentrou a sua atenção no atum rabilho (Thunnus Thynus) como palavra chave, quando se refere o atum no plano da gastronomia, sendo ser esta variedade o mais pesquisado e mais investigado.

    Ele encontra-se ligado às antigas culturas mediterrânicas e aparece agora e aqui ligado à cozinha criativa e vanguardista.As culturas mediterrânicas aparecem muito ligadas a questões de necessidade de formalidade e à forma fácil como nós utilizamos o produto que temos disponível. Está, portanto, associado à gastronomia típica e à gastronomia tradicional.

    Nos nossos dias em termos de gastronomia, fala-se já muito no gourmet, na cozinha vanguardista a necessidade, que deram origem a uma coisa a que nós chamamos o «prazer de comer». E nós costumamos dizer «os olhos também comem». Porém, já que se está a vender um produto, os olhos têm que comer primeiro que a boca.

    «Agora para podermos vender esse produto, para podermos valorizar, temos que lhe dar outra apresentação». O gourmet não quer dizer que seja aquela ideia errada que nós temos de ser um bocadinho comida do prato que sabe muito bem. O gourmet não é só e apenas isso, á muito mais!É apresentação e sabor é o jogo de cores, o jogo de vários ingredientes no prato».

    Palestra com apresentação multimídia e bandeiras nacionais.
    Jossara martins

    A formadora e Chef Jussora Martins

    Como Chef no restaurante Muxama, no passadiço da Praia de Monte Gordo e formadora na Escola de Hotelaria e uma experiência de empresária da restauração, Jussora Martins, de ascendência angolana, revelou que, em sua casa, o atum foi uma das iguarias bastante utilizadas, sempre em festas de aniversário onde não podia faltar.

    Frequentava um café, onde se bebiam umas minis comia muxama, o atum sempre fez parte das suas memórias. Então, o como o que tentam fazer agora, na escola de hotelaria, é sempre ensinar as bases do tradicional e depois, através dali, tentar fazer ou ter técnicas novas. E coloca-se a questão de como utilizar o atum.

    Jussora diz que «hoje em dia, nós temos uma cozinha muito de fusão. Quando pensamos em atuns, não pensamos bem em Portugal, mas também no Japão, mas há muita coisa que foi de Portugal para o Japão. Ali, eles tinha lá uma espécie de muxama e também são flocos de atum. Hoje em dia, muitos chefes usam esses flocos de atum para fazer collage».

    E continua «Porque é que vamos importar um produto se nós temos o melhor? Então, é isso que eu tento sempre ensinar aos meus alunos e é isso que eu tento levar, que quando vou a eventos. Estive um mês na Na Holanda, para fazer a divulgação da nossa gastronomia e levei a nossa muxama para podermos lá cozinhar, mostrar».

    Jussora, fez, então uma explanação da diversa gastronomia, valor do atum fumado, dos canelloni de atum e de outras variedas de receitas gourmet, e uma fusão premiada de uma aluna angolana que leva por nome «moqueca de atum».

    ./José Estêvão Cruz

  • Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Vila Real de Santo António afirma-se como «Terra do Atum»

    Com o impulso dado pela Confraria do Atum e o apoio do município de Vila Real de Santo António, entre os dias 17 e 25 de fevereiro de 2024, realiza-se o festival «Terra do Atum».

    A iniciativa que tem por objetivo valorizar o atum como produto emblemático da região e destacar as tradições, as memórias e as raízes culinárias associadas ao pescado.

    Está programada uma série de atividades que envolverá residentes e visitantes, em ambiente festivo e educativo e pretende «valorizar a herança cultural e a tradição pesqueira enraizada na história da cidade».

    A cerimónia de abertura, foi agendada para o dia 17 de fevereiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA e coincide com a geminação da Confraria do Atum de VRSA com a homóloga espanhola «Cofradía del Bonito del Norte de Colindres», localizada na Cantábria.

    O «Terra do Atum» contempla diversos momentos culturais, como poesia, música, pintura e escultura, programados para o Centro Cultural António Aleixo, em VRSA, no dia 22 de fevereiro, com entrada livre.

    atum vermelho
    atum vermelho

    Entre os dias 22 e 25 de fevereiro, a Praça Marquês de Pombal será ponto de encontro e de convívio com diversos stands e tasquinhas que darão a oportunidade de provar várias iguarias feitas à base de atum.

    No dia 23, o Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA volta a acolher diversos painéis informativos sobre «O atum e a sua história» e «O atum e a sua produção», além de uma apresentação da «Associação dos Profissionais da Arte do Chá de Macau».

    O ponto alto do festival será no dia 24 de fevereiro, com o X Capítulo da Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, cerimónia a realizar no Centro Cultural António Aleixo, às 11h00.

    Antes dos atos capitulares, a reunião contempla dois momentos públicos: uma receção na Escola de Hotelaria e Turismo de VRSA, bem como um desfile das confrarias convidadas pelas ruas do Centro Histórico, a partir das 10:30 horas.

    O cortejo dará a conhecer os tons amarelos e azuis dos trajes da confraria vila-realense, cores que evocam as fardas tradicionais dos operários das muitas fábricas de conservas que existiram na cidade do Guadiana.

    O Festival encerra no dia 25 de fevereiro com um painel dedicado ao «Atum e a sua Gastronomia», no Salão Nobre da Câmara Municipal de VRSA.

    O Festival «Terra do Atum» resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de VRSA e a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, «entidade que tem como missão levar mais longe a história do atum e da indústria conserveira, episódios que marcaram gerações em VRSA e estão ainda hoje presentes em muitos dos pratos típicos da cidade ou nos hábitos alimentares dos vila-realenses».

  • Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    Confraria do Atum dá balanço à atividade social

    A confraria vilarealense concretizou um ano cheio de atividades e participações por todo o país e na vizinha Espanha, nada menos que 95. António Cabrita, presidente da Confraria do Atum salienta que a associação realizou uma forte divulgação do nome de Vila Real de Santo António e do seu entorno, com o seu produto estrelar, essencialmente do ponto de vista gastronómico, que é o atum.

    A título de exemplo, refira-se o que têm sido os três últimos meses de presença dos responsáveis e participantes nesta confraria, numerosa, como se pode observar e distendida por todo Portugal e Andaluzia.

    Pessoas sorridentes em evento de premiação.

    Em Alvaiazere conviveu com a Confraria do Chicharo: em Ayamonte este numa da exposição de pintura e escultura – “Entre duas margens”, patrocinada pelas autoridades locais, Em Colindres/Cantábria/Espanha, aconteceu a geminação com a Cofradia del Bonito del Norte, participou em convívios, tais como, em Barcelos, a Confraria do Galo de Barcelos.

    Em Sabugosa/Tondela, estiveram com a Confraria dos Carolos e Papas de Milho, em Portimão com confraria dos Gastrónomos do Algarve, em Olhão, com a Confraria Olhanense do Litão e com a Confraria Marinha da Ria Formosa., em Memória, Leiria, com a Confraria do Carneiro e das Sopas do Verde, em Espinho, com a Confraria da Caldeirada de Peixe e do Camarão de Espinho, em Setúbal, com a Nobre Confraria Gastronómica do Melhor Peixe do Mundo, em Pinhal Novo, Palmela, com a Confraria da Sopa Caramela,.

    Entretanto, comemoraram o 15º aniversário da Confraria do Atum.

    Grupo em trajes tradicionais com bandeira da confraria.
    confraria do atum

    Prosseguiram os encontros em Alcaçovas, Viana do Alentejo, com a Confraria dos Doces Conventuais do Alentejo, em . Valdepeñas de Jaen/Espanha, geminaram com a Cofradia del Dornillo; em Estremoz com a com a Confraria do Enófilos do Alentejo; em Ayamonte/Espanha , na feira do VIMAR, feira do vinho e do mar; em Barranco do Velho/Loulé, com a Confraria da Serra do Caldeirão; em Campo Maior – Confraria Gastronómica do Alentejo, em homengem a comendador Rui Nabeiro.

    Registam-se as presenças em Odivelas, com a Confraria da Marmelada de Odivelas; em Arouca , na Assembleia Geral da FPCG, Federação Portuguesa das Coopetivas Gastronómicas; em Arouca , com, Confraria da Carne Arouquesa; em Carapelhos/Mira – Confraria dos Nabos e Companhia.

    Em Monte Gordo/VRSA promoveram o Almoço de Natal da Confraria do Atum. Em Albufeira, o convívio foi com a Confraria do Bacchus; e na Guia, com a Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia. .Em Vila Reasl de Santo António foi a Assembleia Geral Electiva da Confraria do Atum e a Caldeirada de Natal no Zé Calceteiro.

    Estas atividades dão nota de uma intensa e movimentada atividade com um ano de forte emoções e grandes divulgações, a demonstrar que a Confraria do Atum se encontra num periodo de vida bem recomendavel.

    Evento Fiesta de la Matanza com porco e peixe, Jaén.
    confraria do atum 2
  • Confraria do Atum recebe congéneres gastrónomos

    Confraria do Atum recebe congéneres gastrónomos

    Estiveram presentes 45 confrades, entre os quais sete da afilhada Confraria Olhanense do Litão e dois da Confraria Gastronómica do Alentejo. Participaram também dois integrantes da Associação Internacional de Paremiologia.

    Para abrir o apetite, na ementa participaram pastéis de bacalhau, tiras de atum com sementes sésamo, estupeta de atum, canja de atum, arroz de tamboril com gambas, doces regionais, bebidas e cafés.

    No final, foi exibido um vídeo com o resumo das já 44 participações em variadas atividades, no 1º semestre do ano em curso e foram ouvidas interpretações de fado de Coimbra.

    Ouviu-se o fado de Coimbra
    image
    estupeta de atum
    image 1
  • Confraria do Atum celebra em Castro Marim novo Capítulo na sua atividade

    Confraria do Atum celebra em Castro Marim novo Capítulo na sua atividade

    O programa abre com a recepção aos participantes com pequeno almoço no Revelim de Castro Marim, a partir das 9:15 horas, seguindo-se uma cerimónia de Boas-Vindas e troca de lembranças entre as confrarias participantes e outras entidades, prosseguindo com a habitual Cerimónia Capitular, com Entronização, no mesmo local.

    Estão previstos momentos culturais com Hugo Madeira e «Só Nós Dois», sendo a Oração de Sapiência proferida por Filomena Sintra, vice-presidente da câmara municipal de Castro Marim.

    O almoço é na Quinta do Sobral com animação a cargo de Korin, que cantará o seu tributo à música do brasileiro Roberto Carlos, e haverá um desfile até ao edifício sede da Câmara Municipal de Castro Marim.

    O papel da Confrarias em Geral

    Para entende um pouco melhor das confrarias, respigamos uma peça dedicada a este novo capítulo da Confraria do Atum, por Maria Fernanda Calado, confrade da Confraria “Mesa e Território” Litoral Alentejano

    «La estaremos. Um Capítulo a não perder. Um dever a cumprir, uma vez que as Confrarias devem apoiar a família Confradica. Esta troca de visitas, entre pessoas das Confrarias e Amigos, é uma forma de nos apoiar mutuamente. Ainda… um bom pretexto para promover as nossas regiões e as nossas gastronomias.

    Se do interesse turístico muito se fala a nível dos poderes locais e instituições agregadas à temática em todo o País, certo é, importa olhar para o papel das Confrarias que quando focadas no essencial levam e elevam as suas regiões, não fosse a gastronomia,

    As capas, as medalhas são acessórias aos quais nos habituamos, hoje significam as regiões quando chegamos ao Norte ou ao Sul com as nossas capas sabe-se logo de onde somos, as nossas insígnias significam o juramento do que procuramos fazer, deste modo facilmente identificados.

    Evidentemente, como em qualquer família temos entre Confrarias assimetrias no modo de fazer e de estar, certo é, aprendemos todas umas com as outras.

    Mas… a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António no Algarve é para esta nossa Confraria uma referência que não advêm só pela simples simpatia entre pessoas, é muito mais do que isso, a sua simplicidade de conduzir os seus trabalhos e a relação que cria com outras Confrarias enquadra-se no nível superior do saber estar e fazer na ação Confradica, é claro que existe sempre um rosto, mas dele hoje não vamos aqui falar.

    Ainda que será um gosto passar uma jornada prazerosa e cultural em Vila Real de Santo António. Já agora só porque este espaço não se reserva exclusivamente a quem está envolvido no mundo Confradico parece-me importante salientar que estes eventos participativos entre Confrarias e Amigos são ao cargo de cada Confrade e Amigo, ou seja, são as pessoas que pagam dos seus bolsos as suas jornadas Capitulares.

    Cartaz do 8º Capítulo
    image 7
  • Sardinha tem agora confraria em Portimão

    Sardinha tem agora confraria em Portimão

    A cerimónia contou com a presença e intervenções de autoridades locais e regionais, designadamente José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, do Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Algarve, Pedro Valadas Monteiro, da vereadora da Câmara Municipal de Portimão, Teresa Mendes e da presidente da Assembleia Municipal de Portimão, Isabel Guerreiro e a presença de diversas outras confrarias.

    Esta confraria, nascida no passado dia 17 de setembro, quer ser muito mais que uma associação de comes e bebes. A madrinha foi a Confraria do Atum de Vila Real de Santo António, representada por vários confrades e por António Cabrita, que também representou a Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

    O logótipo, da Confraria Gastronómica da Sardinha de Portimão foi concebido pelo artista plástico João Sena, tendo a conceção do traje o traço da estilista portimonense Sandra Gonçalves e que marca uma herança histórica e uma tradição fortemente enraizadas na cultura da cidade de Portimão.

    É composto por: Boné, de cor azul-marinho, inspirado no modelo usado nesta zona litoral. Capa de cor azul-marinho, com sobrecapa na mesma cor, ambos forrados com tecido no tom prata, que remetem ao mar e à cor da sardinha. Contém também uma rede de malha de pesca na sobrecapa alusiva a esta atividade.