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Etiqueta: concessões

  • AMAL estuda nova concessão de transportes

    AMAL estuda nova concessão de transportes

    O objetivo é definir as novas condições da concessão, nomeadamente a abrangência territorial, um único lote ou mais que um, a duração, exigências ambientais, compromisso financeiro dos municípios e o Plano de Rede e Oferta.

    Estão a ser recolhidos contributos de instituições, técnicos do setor e dos 16 municípios algarvios.

    Igualmente são consideradas fundamentais, as opiniões dos utentes e do público em geral que vão ser recolhidas através da realização de inquéritos.

    O trabalho que está a ser desenvolvido passa por perceber o que pode ser melhorado, em relação à 1ª concessão, que está em vigor, e o envolvimento da população e das autarquias.

    Neste processo, a AMAL considera essencial e determinantes para a definição da oferta, para dar resposta às necessidades da região em matéria de transportes, as questões demográficas, socioeconómicas e de ocupação do território algarvio.

    A atual concessão, que teve início em dezembro de 2021 – com a nova rede a designar-se “VAMUS, Transportes do Algarve” e a AMAL a ser a primeira Comunidade Intermunicipal do país a avançar com esta medida.

    A AMAL considera que ela aportou à região um serviço mais vasto, com novas linhas regulares e um novo Serviço Aerobus, com ligações entre alguns concelhos do Algarve e o Aeroporto de Faro, cabendo à AMAL a gestão de 98 linhas, das 106 linhas base de transporte rodoviário regular de passageiros no Algarve.

    Os dados anuais mais recentes indicam que, o ano passado, a procura na rede de transporte público do Algarve, registou uma subida de mais 111.766 passageiros, em relação a 2022.

    Registou-se uma procura de 3,34 milhões de passageiros, mais 3,5% do que no ano anterior.

    A análise à atual concessão é também considerada fundamental para desenhar a oferta futura, estando a equacionar-se, por exemplo, a possibilidade de alargar o Serviço Aerobus a mais concelhos algarvios, tendo em conta a procura que se tem registado a este nível.

    A concessão que está em vigor tem um prazo de cinco anos, terminando em novembro de 2026.

  • Concessionada nova área na Marina de Lagos

    Concessionada nova área na Marina de Lagos

    O investimento total é de 12,2 milhões de euros para a construção das novas infraestruturas, em que se incluem contrapartidas até três milhões de euros.

    Para o Governo, o projeto terá impacto positivo na oferta náutico-turística, aumentará a notoriedade de Lagos e do Algarve enquanto destino com oferta qualificada de turismo.

    As contrapartidas de 2,3 milhões de euros para a pesca profissional, relativas à instalação de novos pontões flutuantes para 50 embarcações e à construção de 30 novos armazéns de aprestos no porto de pesca, vão permitir a melhoraria das condições de trabalho e de segurança de pescadores e armadores, segundo a secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho.

    São também contrapartidas contrapartidas, a instalação de novos pontões flutuantes para o estacionamento de 170 embarcações locais, exclusivos para residentes no concelho de Lagos, para dar resposta às necessidades dos praticantes de pesca lúdica, e de 40 embarcações de atividades marítimo-turísticas. A mesma nota governamenta assinala a relocalização dos cais flutuantes, para estacionamento das embarcações do Clube de Vela de Lagos.

    O prazo de concessão é de 50 anos, para uma área de ocupação total de 64.820 m2, sendo composta por uma área terrestre, onde serão implantados um Yacht Club, um estacionamento para 108 embarcações em seco e um estacionamento para 75 viaturas, e por uma área molhada para parqueamento de cerca de 100 embarcações de recreio com dimensões superiores a 10 metros.

    Ao mesmo tempo, foi assinado um protocolos de cooperação entre a Docapesca e o município de Lagos, que visa operacionalizar cedências recíprocas de gestão de áreas do domínio público marítimo e outro que envolve a Docapesca e a Associação de Armadores da Pesca Artesanal do Barlavento Algarvio, tendo em vista a reorganização do porto de pesca.

  • «Ecoambiente» pode ter contrato renovado em VRSA

    «Ecoambiente» pode ter contrato renovado em VRSA

    As novas condições do contrato, que tem estado a ser renegociado com a empresa preveem um «aumento dos níveis de cobertura, eficácia e dotação de recursos humanos, de forma a garantir a correta limpeza e higiene pública de todo o concelho», segundo a autarquia que pretende efetuar um conjunto de reuniões com os partidos com assento nos órgãos do município para apresentar os contornos do novo contrato e recolher «contributos e sugestões».

    O processo negocial «resulta de um vasto conjunto de reuniões desenvolvidas com a empresa e pretende trazer ao município ganhos na eficácia e eficiência dos serviços prestados, procurando corrigir situações que têm motivado queixas da população» e visa obter a melhor relação custo-benefício.

    Diz a câmara municipal que «irá honrar todos os encargos que vierem a ser definidos no acordo – para que assim possa ser prestado um serviço de excelência à população em matéria de limpeza urbana» e evitar o conjunto de incumprimentos que, no passado, resultaram na acumulação de uma dívida à empresa no valor de 1,2 milhões de euros, colocando em causa a eficácia e a sustentabilidade da operação». Logo no início do mandato, a autarquia chegou a mencionar a rescisão deste contrato de prestação de serviços.

    A EcoAmbiente

    A Ecoambiente é uma empresa multisserviços na área do ambiente e diz assentar a solidez em investimento contínuo nas mais recentes práticas tecnológicas e em profissionais motivados pelo impacto ambiental e tem instalações em Sintra e na Maia.