FOZ – Guadiana Digital

Etiqueta: Clima

  • Vila Real de Santo António em Alerta

    Vila Real de Santo António em Alerta

    Depressão Leonardo Força Reunião de Emergência e Ativa Nível de Prontidão 4

    O Centro de Coordenação Operacional Municipal (CCOM) de Vila Real de Santo António (VRSA) reuniu-se de emergência hoje, 3 de fevereiro, para preparar e definir medidas preventivas perante o iminente agravamento das condições meteorológicas provocado pela Depressão Leonardo.

    De acordo com as previsões emitidas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os efeitos da depressão começaram a sentir-se com maior intensidade no Baixo Alentejo e Algarve a partir do final da tarde de terça-feira.

    Esperam-se períodos de chuva persistente, vento forte e agitação marítima significativa, com o pico de maior impacto previsto entre a noite de 3 de fevereiro e a manhã de 5 de fevereiro.

    Face à ameaça, o sistema nacional de Proteção Civil encontra-se em estado de prontidão especial – nível 4, e o Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil foi ativado. A região do Algarve mantém, por isso, vários avisos meteorológicos em vigor.

    A reunião do CCOM sublinhou a articulação entre múltiplas entidades. Estiveram presentes responsáveis da saúde, forças de segurança, autarquia, juntas de freguesia, Águas de Vila Real de Santo António, e os Bombeiros de VRSA e Castro Marim, garantindo uma gestão operacional coordenada do território.

    A nível hidrográfico, a situação do rio Guadiana está sob vigilância. Embora estejam previstas marés com alguma amplitude, que poderiam potenciar inundações em zonas vulneráveis se coincidissem com precipitação intensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) não emitiu, até ao momento, alertas de cheia para esta zona.

    Estão igualmente programadas descargas controladas nas barragens de Alqueva, Chança, Odeleite e Beliche, mas a amplitude das marés deverá permitir acomodar os aumentos de caudal previstos.

    Em termos de prevenção local, o Município, em colaboração com a Rede Ambiente, reforçou a limpeza e desobstrução de sumidouros e sarjetas, bem como a limpeza dos cursos de água, visando garantir as melhores condições possíveis para o escoamento das águas pluviais.

    O Serviço Municipal de Proteção Civil mantém-se em contacto permanente com a ANEPC, assegurando que qualquer alteração ao estado de alerta ou emissão de avisos de cheia será prontamente comunicada à população.

    Recomendações Essenciais para a População

    Perante este cenário de alerta, a ANEPC apela à adoção de medidas de autoproteção. A população deve proceder à limpeza dos sistemas de drenagem junto às habitações (esgotos e caleiras); fixar estruturas soltas (andaimes, lonas, toldos); evitar a permanência junto à orla costeira e zonas ribeirinhas; não tentar atravessar zonas inundadas, mesmo que pareçam pouco profundas; adotar uma condução defensiva e reduzir a velocidade nas estradas.

    O Município apela à serenidade de todos os munícipes e ao rigoroso cumprimento das orientações emitidas pelas autoridades competentes, assegurando que continuará a monitorizar de perto a evolução da situação meteorológica.

    Para casos de ocorrência, foram divulgados os seguintes contactos de emergência: Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim — 281 543 112; Número nacional de emergência — 112

  • IA da Google na prevenção de cheias no Baixo Guadiana

    IA da Google na prevenção de cheias no Baixo Guadiana

    A platafirma Google Flood Hub Prevê Risco de Cheias para os Próximos Dias


    A combinação de chuvas intensas e a gestão dos caudais da Barragem de Alqueva coloca a região do Baixo Guadiana sob vigilância. A plataforma Flood Hub, da Google, utiliza Inteligência Artificial para antecipar subidas do nível das águas, servindo como uma ferramenta crucial de utilidade pública.
    Vila Real de Santo António – A região do Baixo Guadiana enfrenta um cenário de vulnerabilidade meteorológica nos próximos dias. Com a passagem de sucessivas frentes de precipitação e a necessidade de descargas controladas na Barragem de Alqueva para modular os caudais afluentes, o risco de transbordo do rio em zonas críticas aumentou significativamente.
    De acordo com os dados mais recentes processados pela plataforma Flood Hub da Google, o modelo hidrológico aponta para uma subida gradual do nível das águas entre Mértola e a foz do Guadiana. A ferramenta, que cruza dados de satélite com previsões meteorológicas em tempo real, permite antecipar cenários de inundação com uma antecedência de até sete dias, oferecendo uma margem de manobra preciosa para as populações e autoridades locais.
    Tecnologia ao Serviço da Segurança
    O Flood Hub não é apenas um mapa de risco; é um sistema avançado de resposta a crises. Ao contrário dos métodos tradicionais, esta plataforma utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar dois modelos distintos:

    • Modelo Hidrológico: Prevê a quantidade de água que corre no rio.
    • Modelo de Inundação: Identifica as áreas específicas que serão afetadas e a profundidade prevista da água no solo.
      Utilidade Pública: Como o Cidadão Pode Proteger-se
      Para os residentes de localidades como Alcoutim, Guerreiros do Rio ou Azinhal, o acesso a esta informação é gratuito e direto. Através do portal Flood Hub, qualquer utilizador pode:
    • Visualizar em tempo real as zonas com maior probabilidade de inundação.
    • Receber alertas diretamente no smartphone através do Google Maps ou Pesquisa Google.
    • Planear a proteção de bens e a evacuação de gado ou veículos em áreas ribeirinhas antes que o pico da cheia ocorra.
      Recomendações das Autoridades
      Embora a tecnologia da Google ofereça uma previsão de alta precisão (estimada em cerca de 80% de correspondência com a realidade no terreno), a Proteção Civil reforça que estas ferramentas devem complementar os avisos oficiais do IPMA e das autarquias.
      Perante a previsão de chuva forte e vento para esta semana, recomenda-se à população que evite atividades junto às margens, garanta a desobstrução de sistemas de escoamento e acompanhe a evolução dos mapas de risco online.

    por Redacção GEM-DIGI

  • Altri alcança Nível ‘A’ no rating CDP

    Altri alcança Nível ‘A’ no rating CDP

    Consolida liderança Global na luta contra as Alterações Climáticas

    A Altri, uma das principais referências europeias na bioeconomia, deu um passo significativo no panorama global da sustentabilidade ao atingir a classificação de nível ‘A’ no prestigiado rating do CDP (Carbon Disclosure Project) em 2025.

    Ou seja, nio abandono do uso do carbono. Este feito coloca a empresa portuguesa no restrito grupo de líderes mundiais em desempenho ESG (Ambiental, Social e Governança), reforçando o seu propósito de construir um futuro mais renovável.

    Este reconhecimento é particularmente relevante, uma vez que o nível ‘A’ obtido pela Altri no pilar das Alterações Climáticas a posiciona muito acima da média internacional do seu setor, que se situa em ‘B’.

    A avaliação minuciosa do CDP incidiu sobre três vetores ambientais cruciais, tendo a Altri demonstrado excelência em todos eles: Alterações Climáticas (A), Florestas (A-), e Água (A-).

    O desempenho de topo foi validado em diversas categorias essenciais. A Altri alcançou a classificação máxima ‘A’ tanto na sua estratégia de negócio ligada ao Clima e à Água, como na gestão de impactos, oportunidades e riscos ambientais.

    Igualmente destacadas foram as suas políticas de energia, as rigorosas iniciativas de redução de emissões de carbono e o elevado nível de verificação e reporte dessas emissões.

    José Soares de Pina, CEO da Altri, sublinha que este reconhecimento é uma validação independente e robusta da estratégia da empresa. «A atribuição da classificação A pelo CDP confirma a solidez da estratégia da Altri e a consistência do trabalho que temos vindo a desenvolver no âmbito do ESG e do combate às alterações climáticas», afirma o CEO.

    Este feito, diz «reforça o nosso propósito de contribuir ativamente para a construção de um mundo mais renovável e sustentável, materializado num Compromisso 2030 exigente, com objetivos claros e mensuráveis, cuja concretização temos assegurado de forma contínua

    A Importância da Avaliação CDP

    O CDP é uma organização internacional sem fins lucrativos e o maior sistema global de divulgação de informação ambiental. As suas pontuações são amplamente utilizadas pelo mercado financeiro e investidores para avaliar o risco e apoiar decisões de investimento, promovendo uma transição para uma economia sustentável, resiliente e com zero emissões de carbono. Ser classificado com o nível ‘A’ demonstra não apenas o compromisso, mas a implementação efetiva de medidas ambientais de alto impacto.

    O que faz a ALTRI?

    A Altri é uma empresa da bioeconomia e um produtor europeu de referência de fibras celulósicas (pasta de papel), obtidas exclusivamente a partir de florestas certificadas.

    O Grupo é responsável pela gestão de mais de 100 mil hectares de floresta em Portugal, integralmente certificada. Além da produção de fibras celulósicas, a sua estratégia assenta no aproveitamento integral dos recursos florestais, estando também presente no setor das energias renováveis de base florestal, garantindo uma operação alinhada com os princípios da sustentabilidade e economia circular.

  • Alerta pode subir a vermelho em alguns distritos devido ao calor

    Alerta pode subir a vermelho em alguns distritos devido ao calor

    O IPMA vai reavaliar até ao final do dia os níveis de alerta, que pode subir para o mais elevado em alguns distritos devido às previsões meteorológicas de calor, mesmo durante a noite, especialmente na segunda-feira.

    As previsões do Instituto Português do Mar e da (IPMA), que colocaram hoje vários distritos em alerta laranja, serão reavaliadas até ao final do dia, disse à Lusa a meteorologista de serviço, Paula Leitão.

    Os dados mais recentes indicam, especialmente dia 30, que as temperaturas vão ser superiores a 40 graus em alguns distritos, com tempo muito seco e instabilidade que, segundo explicou, significa que se houver um fogo pode ser muito difícil de o dominar.

    Paula Leitão disse que a maior preocupação são os fogos florestais e escusou adiantar quais são os distritos que podem vir a subir o nível de aviso para vermelho, mas sem excluir que possa incluir Lisboa, onde também são esperadas elevadas temperaturas.

    Vários concelhos de quase todos os distritos do continente foram colocados hoje pelo IPMA em risco ‘muito elevado’ e ‘elevado’ de incêndio e 36 concelhos de sete distritos, da região Centro e no Algarve, apresentam risco máximo de incêndio: Guarda, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.

    No continente, as previsões para hoje são de tempo quente e subida de temperatura, em especial da máxima que se prevê oscile entre os 43 graus Celsius, em Beja, e os 25, em Aveiro.

    ./com LUSA

  • Gota fria na Península Ibérica impacta forte em Valência

    Gota fria na Península Ibérica impacta forte em Valência

    A depressão em altitude que afeta a Península Ibérica teve implicações significativas na região de Valência, resultando em danos materiais extensivos e interrupções nas infraestruturas locais.

    Durante o evento, que se caracterizou por chuvas intensas e ventos fortes, diversas áreas da cidade e seus arredores enfrentaram inundações severas.

    As chuvas torrenciais acarretaram o transbordamento de rios e ribeiras, levando a consequências devastadoras em vários bairros.

    Além disso, a formação de tempestades severas provocou estragos consideráveis em edifícios, estradas e sistemas de transporte, impactando a mobilidade das comunidades.

    As infraestruturas foram particularmente afetadas na região, com muitos trechos de estradas e pontes temporariamente fechados devido ao alagamento e deslizamentos de terra.

    As autoridades locais estimaram que as condições meteorológicas adversas resultaram em danos materiais que somam milhões de euros.

    O fornecimento de serviços básicos, como eletricidade e água potável, também foi interrompido, afetando centenas de residências.

    A resposta das autoridades, embora eficiente em alguns aspetos, enfrentou desafios significativos, especialmente em áreas mais isoladas da província, onde o acesso era complicado.

    As consequências sociais da depressão em altitude foram igualmente preocupantes. O número de vítimas, que incluiu feridos e pessoas desaparecidas, gerou um clima de incerteza e angústia entre os habitantes.

    O governo regional implementou um plano de emergência para lidar com a situação, focando na assistência imediata às pessoas afetadas.

    As comunidades locais, mobilizando seus recursos e solidariedade, também se envolveram na recuperação, proporcionando apoio àqueles que perderam suas casas ou enfrentaram danos significativos.

    Depressão em Altitude (DANA) ou Gota Fria

    A depressão em altitude é um fenômeno meteorológico caracterizado por uma área de baixa pressão atmosférica que se forma em altitudes elevadas.

    Essa condição pode provocar variações significativas nas condições climáticas, como chuvas intensas, ventos fortes e mudanças drásticas de temperatura.

    Na Península Ibérica, a formação de depressões em altitude está frequentemente relacionada à interação de massas de ar de diferentes origens, que juntos criam uma instabilidade atmosférica propensa a gerar precipitações volumosas.

    As depressões em altitude na região ibérica são influenciadas por diversos fatores, incluindo a topografia montanhosa e a localização geográfica.

    A Sierra Nevada e os Pirenéus, por exemplo, atuam como barreiras que afetam o movimento das massas de ar, contribuindo para a formação de áreas de baixa pressão.

    Além disso, a presença de águas quentes no Mediterrâneo pode intensificar estas depressões, facilitando a ascensão de ar húmido que, ao resfriar, resulta em chuvas.

    Este fenômeno é especialmente significante quando se considera o impacto potencial que essas chuvas podem ter sobre o solo e os ecossistemas locais.

    Recentes condições meteorológicas, como o avanço de blocos de ar frio e a formação de gotas frias, têm demonstrado a intensidade e a duração das depressões em altitude na região.

    A ocorrência de gotas frias, que são massas de ar frio que se movem sobre superfícies mais quentes, pode intensificar a precipitação fazendo com que caia por períodos mais prolongados.

    Este cenário, quando combinado com a orografia da Península Ibérica, pode resultar em inundação e outros desastres climáticos. Portanto, a compreensão das depressões em altitude é essencial para prever essas condições adversas e minimizar seus impactos na sociedade e no meio ambiente.

    Meteo Trás-os-Montes

    Situação Atual e Projeções Futuras

    Após a passagem da gota fria que afetou a Península Ibérica, a situação atual oferece um panorama preocupante em relação aos efeitos contínuos da depressão em altitude. Os dados meteorológicos indicam que a instabilidade atmosférica persiste em algumas áreas, resultando em precipitações irregulares e ventos intensos.

    As consequências imediatas incluem inundações em regiões vulneráveis, erosão do solo, e danos a infraestruturas. Além disso, houve um aumento nos casos de problemas de saúde relacionados a frentes frias, destacando a necessidade de atenção aos grupos mais suscetíveis, como os idosos e indivíduos com patologias pré-existentes.

    As previsões meteorológicas para os próximos dias indicam uma nova onda de instabilidade, com a possibilidade de mais eventos climáticos adversos.

    Modelos climáticos já apontam para a formação de novas depressões em altitude que poderão se deslocar sobre a Península, aumentando as chances de precipitações significativas, especialmente nas áreas montanhosas e costeiras.

    O impacto destas condições pode acentuar os problemas já existentes, criando um ciclo de vulnerabilidade que requer uma análise cuidadosa e medidas de mitigação adequadas.

    Adicionalmente, as implicações socioeconômicas dos fenômenos climáticos extremos não podem ser ignoradas. A agricultura, turismo e a infraestrutura são setores que podem sofrer consideravelmente, gerando perdas financeiras expressivas e impactando o cotidiano da população.

    De acordo com especialistas, é fundamental que a gestão de riscos climáticos seja aprimorada, com um foco particular em integrar melhores práticas de resiliência comunitária e conscientização pública.

    Dessa forma, será possível lidar de maneira mais eficaz com as futuras variações climáticas que poderão afetar a Península Ibérica, minimizando os efeitos adversos e protegendo os cidadãos e suas fontes de subsistência.

    Respostas e Medidas de Emergência

    A ocorrência de depressões em altitude na Península Ibérica tem gerado a necessidade de uma resposta eficaz e rápida por parte das autoridades e serviços de emergência.

    Essas situações climáticas adversas podem provocar condições climáticas extremas, que não apenas impactam o ambiente, mas também afetam diretamente a população local.

    Como resultado, as instituições competentes têm implementado uma série de medidas para mitigar os efeitos dessas crises e garantir a segurança dos cidadãos.

    Uma das primeiras ações tomadas pelas autoridades envolve a ativação de planos de emergência específicos, que são desenvolvidos com base em análises meteorológicas e previsões climáticas.

    Esses planos incluem a mobilização de recursos humanos e materiais, com o objetivo de assegurar a assistência a comunidades em perigo. Além da alocação de equipes de resgate, também é crucial o envio de suprimentos essenciais, como alimentos, água potável e medicamentos, para áreas isoladas ou mais afetadas.

    Além das intervenções imediatas, os serviços de emergência também têm adotado estratégias de conscientização para a população. Isso inclui a difusão de informações sobre como se preparar para eventuais crises, bem como orientações sobre a evacuação segura de regiões em risco.

    As campanhas de sensibilização são fundamentais para garantir que os residentes estejam cientes das medidas de segurança e dos protocolos a seguir durante uma depressão em altitude.

    As autoridades têm também trabalhado em conjunto com organizações não governamentais e grupos comunitários locais para fortalecer as capacidades de resistência nas comunidades.

    Negociam-se lições aprendidas após eventos passados, o que permite aprimorar continuamente a resposta a futuras calamidades. Deste modo, a colaboração entre diversos stakeholders é vital para enfrentar as consequências das depressões em altitude na região ibérica.

  • Eleitos algarvios para o Conselho Económico Social

    Eleitos algarvios para o Conselho Económico Social

    Foram eleitos o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís António Alves Encarnação, como membro efetivo, e o presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Augusto Caimoto Amaral, como membro suplente.

    Trata-se de uma decisão na sequência da recomposição do Conselho Económico e Social, resultante do início da presente Legislatura e na qualidade de representantes das autarquias locais do Algarve.

    Ambos integraram a lista única apresentada a sufrágio pelo Conselho Diretivo, aprovada por maioria, através de voto secreto.

    Liderado atualmente por Luís Pais Antunes, o Conselho Económico e Social, é o órgão de consulta e concertação no domínio das políticas económica e social e participa na elaboração dos planos de desenvolvimento económico e social, sendo os representantes da Região reconduzidos naquelas funções.

    Previsto na Lei de Bases do Clima, aprovada pela Lei n.º 98/2021, de 31 de dezembro, o Conselho para a Ação Climática (CAC) é uma entidade de natureza consultiva, independente e especializada, que funciona junto da Assembleia da República, «composto por personalidades de reconhecido mérito, com conhecimento e experiência nos diferentes domínios relacionados com as alterações climáticas, incluindo mitigação e adaptação, atuando com estrita isenção e objetividade».

    Tem por missão zelar pelo cumprimento da Lei de Bases do Clima, colaborando com o Parlamento e com o Governo em razão das suas competências, contribuindo para a divulgação, transparência e execução das políticas de ação climática e pronunciando-se a título consultivo sobre as políticas públicas climáticas.

    Considerando a importância da governança multinível e o papel das autarquias locais na implementação das políticas de alterações climáticas de proximidade, o Conselho Diretivo propôs a designação do presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, como representante da CCDR Algarve naquele órgão.

    Foi eleito por maioria, também através de voto secreto, nos termos previsto na Lei que estabelece a composição, organização e funcionamento do Conselho para a Ação Climática.

    Para além das funções desempenhadas no Município de Loulé, Vítor Aleixo é igualmente presidente da ADAPT.LOCAL – Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas.

    No exercício das suas funções, será apoiado pela Unidade de Planeamento e Desenvolvimento Regional.

    O Conselho Regional é o órgão da CCDR representativo dos vários interesses e entidades relevantes na prossecução da missão e atribuições da CCDR Algarve, garantindo a respetiva execução e acompanhando a atividade do Conselho Diretivo.

  • Ambiente e Ação Climática

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I. P, recebe a terceira sessão de divulgação no âmbito do Programa para o Ambiente e a Ação Climática (LIFE).

    É dedicada ao Subprograma LIFE Transição para as Energias Limpas (LIFE-CET), promovida pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), na próxima quinta-feira, dia 20 de junho de 2024.

    Esta sessão inicia-se pelas 10 horas e é realizada em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Consultora Desafio das Letras (DDL), nos termos do programa anexo, e visa apoiar a preparação de candidaturas com parceiros nacionais ao Programa LIFE-CET, permitindo a partilha de experiências de projetos financiados em Calls anteriores.

    A sessão será presencial e gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, a qual deverá ser realizada através do formulário.

  • Estragos pelas chuvas na Europa

    Estragos pelas chuvas na Europa

    A Europa está a enfrentar condições meteorológicas extremas com um contraste marcante entre o norte e o sul.

    No norte de Itália, França e Alemanha, chuvas fortes e tempestades têm causado inundações e danos significativos.

    As equipas de emergência têm trabalhado incansavelmente para responder às inundações, com relatos de evacuações e esforços de resgate em áreas severamente afetadas.

    Enquanto isso, o sul de Itália está a experimentar uma onda de calor atípica para a época, com temperaturas elevadas que desafiam os recordes habituais.

    Este fenómeno não só coloca um stress adicional nos recursos energéticos devido ao aumento do uso de ar condicionado, mas também representa um risco significativo para a saúde pública, especialmente para os grupos vulneráveis como idosos e crianças.

    Estes eventos extremos são um lembrete pungente da volatilidade do clima e da importância da preparação e adaptação às mudanças climáticas.

    As autoridades locais e nacionais, juntamente com as comunidades, devem continuar a desenvolver estratégias para mitigar os impactos destes fenómenos e proteger as populações vulneráveis.

    Para mais informações sobre as condições meteorológicas atuais e conselhos de segurança, mantenha-se atento às atualizações das autoridades locais e serviços meteorológicos.

    FOZ – fonte: Euronews

  • Tempestade Ciarán

    A tempestade Ciarán fez 15 vítimas mortais em vários países europeus, além de dezenas de feridos, e forçou o encerramento de portos e cancelamento de voos. Um primeiro pacote de ajuda estatal de cinco milhões de euros foi aprovado pelo Conselho de Ministros, anunciou a chefe do executivo em Itália, Giorgia Meloni.

    A queda de árvores provocada por rajadas violentas de vento foi a causa de vários acidentes mortais, duas vítimas na Bélgica, incluindo uma criança de cinco anos ucraniana que brincava ao ar livre em Gand, duas em França, uma no centro de Madrid, uma na Alemanha e uma sétima nos Países Baixos.

    No leste de Espanha, um incêndio florestal que começou na quinta-feira foi alimentado por ventos fortes e estava ainda em curso na região de Valência.

  • Pedro Sanchez critica Junta da Andaluzia

    A propósito da lei que se encontra em discussão no parlamento Andaluz, acerca dos regadios e da coroa norte de Doñana, Huelva, o presidente do governo espanhol Pedro Sanches criticou, este domingo, num ato Internacional Socialista, no Porto, aqueles que dizem estar contra o o câmbio climático a mudança climática mas que ameaçam um tesouro nacional como é o parque de Doñana.

    Disse ainda o primeiro ministro espanhol que Portugal e Espanha devido à sua localização geográfica estão altamente expostos ao impacto climático, ainda mais durante esta semana em que se encontra em seca severa.

    aqueles que dizem estar contra o o câmbio climático a mudança climática mas que ameaçam um tesouro nacional como é o parque de Doniana disse ainda o primeiro ministro espanhol que Portugal e Espanha devido à sua localização geográfica estão altamente expostos ao impacto do coral e ainda mais durante esta semana em que se encontra em Seika Severa.

  • Amêijoa da Ria Formosa vítima de alteração do clima

    Amêijoa da Ria Formosa vítima de alteração do clima

    Segundo relatou à agência Lusa João Florêncio, presidente da Cooperativa de Viveiristas Formosa, sediada em Olhão, a mortandade de bivalves nos últimos meses na Ria Formosa, cujas causas são desconhecidas, pode colocar em risco a sobrevivência da amêijoa.

    Não é fácil repovoar os viveiros da espécie, uma vez que a repovoação é efetuada pelo método natural e, se não se verificarem as condições necessárias à há o risco da extinção da espécie.

    A morte da ameijoa parece acontecer devido ou à elevada temperatura das águas ou uma sobrecarga da ria, que se estende pelo litoral de cinco concelhos algarvios, Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, com um elevado número de explorações de ostras.

    Os prejuízos são elevados pela atípica redução da produção destes bivalves. As preocupações dos viveiristas já chegaram à secretária de Estado das Pescas. Entretanto, a maioria dos viveiristas da ria Formosa recorrere aos apoios estatais através do programa Mar2020.

  • Vento forte em Monte Gordo faz feridos

    Vento forte em Monte Gordo faz feridos

    A tenda estava preparada para o “Algarve Golden Race”, evento de columbofilia agendado para sábado, na estrada que conduz à desativada estação ferroviária daquela localidade balnear, perto da rotunda de Monte Gordo. As viaturas estavam estacionadas na berma da estrada.

    Bombeiros, GNR e populares acudiram ao local e verificaram, para além dos danos em viaturas sobre as quais a estrutura desabou, que tinham ficado feridas três pessoas, felizmente sem gravidade.

    Video:cortesia da ArenilhaTV

  • Noites de cinema nas esplanadas do rio Guadiana

    Noites de cinema nas esplanadas do rio Guadiana

    Vila Real de Santo António. 

    Ao longo dos meses de Julho, Agosto e Setembro, as três freguesias do concelho tem estado a contar com programação diversificada, por iniciativa da câmara municipal, na sua política de atrair diversos públicos de todas as idades, que têm assim a oportunidade de assistir a grandes filmes de cinema, num cenário natural e ao ar livre.

    É na Avenida da República, na Praceta Casablanca em Monte Gordo e no antigo cemitério de Cacela Velha que decorrem os espetáculos com programação até ao dia 6 de Setembro.

    Ayamonte

    Ontem à noite, no do bar de praia La Sonrisa, em Punta del Moral, decorreu a exibição de “Mais um na família”, no âmbito do ciclo de filmes de verão nas praias daquela localidade do Guadiana, uma colaboração da autarquia local e da empresa Isla Canela que oferecem a oportunidade de desfrutar de sessões de cinema ao ar livre gratuitamente.

    Na última quinta-feira, antes da exibição do filme “Yesterday” em Isla Canela, houve também a participação da artista e modelo local, Verónica Molins, da canção que leva o mesmo título do filme e que se apaixonou por todos os presentes com sua melodiosa voz. ‎

    Foto: Andrés Olivas, Isla Canela
  • Ações coletivas para salvar o Oceano e o Clima

    Ações coletivas para salvar o Oceano e o Clima

    Durante a próxima semana, irá decorrer um pouco por toda a cidade de Lisboa, tendo o Altice Arena como local principal – a 2ª Conferência do Oceano das Nações Unidas, co-organizada por Portugal e pelo Quénia.

    Além da conferência, a sociedade civil vai mobilizar-se e a semana será também palco de ações coletivas que exigirão mais ação climática e o reconhecimento do oceano como um aliado no combate às alterações climáticas e um poderoso regulador do sistema climático.

    É esperada a participação de mais de 60 organizações nacionais e internacionais que convocaram uma semana de ações durante a semana da Conferência e uma Marcha Azul pelo Clima no dia 29 de Junho, amanhã, quarta-feira, com início às 18 horas na Gare do Oriente.

  • Dias de Brasa

    Dias de Brasa

    Em Portugal continental prevê-se uma situação de tempo quente, devido a uma massa de ar tropical proveniente do norte de África/Península Ibérica transportada na circulação conjunta de um anticiclone localizado sobre a região dos Açores, em crista para a Europa central e de um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica, de acordo com o IPMAR.

    Prevêem-se valores de temperatura máxima entre 30 e 35°C na generalidade do território continental, com os valores mais elevados, da ordem de 40°C, na Beira Baixa, interior do Alentejo e vales do Tejo e do Douro. Na faixa costeira ocidental os valores deverão ser inferiores, variando entre 22 e 30°C, influenciados pelo vento de norte/noroeste.

    A temperatura mínima também será elevada, prevendo-se noites tropicais (Tmin>20 °C) no interior, em especial do Centro e Sul, e no sotavento algarvio.

    Salienta-se ainda que se preveem condições de instabilidade nas regiões do interior durante a tarde nos dias 10, 11 e 12, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada em especial nas regiões montanhosas. Adicionalmente, poderá haver transporte de poeiras oriundas do norte de África, prevendo-se que sejam em concentrações baixas.

  • Subida do mar prevista em obra de Quarteira

    Subida do mar prevista em obra de Quarteira

    O edifício situa-se na freguesia de Quarteira, vai ser erguido no espaço imediatamente a norte do porto de pesca. e a câmara municipal de Loulé quer começar a obra no início de 2023, sendo que o atraso ficou a dever-se a uma reformulação do projeto para ter em atenção o resultado de um estudo sobre o avanço das águas do mar sobre a costa.

    A obra poderá orçar os vinte milhões de euros, dado que o seu perfil estará na linha dos mercados do Mediterrâneo, muito arejados e ventilados, de grande beleza estética, com espaços abertos e pátios interiores de comunicação entre as diferentes valências.

    Vai dispor de 24 bancas para peixe e outras 24 para produtos frutícolas e hortícolas, um food court com 10 módulos de restauração, seis lojas, oito quiosques e, ainda, um piso em mezzanine para dois escritórios, um espaço para exposições e outro para coworking, sendo mais um espaço multiusos, em que o mercado do peixe, das frutas e das verduras são ser elementos centrais.

    Quanto aos atuais edifícios dos mercados da fruta e do peixe, eles vão ser mantidos, por terem um valor patrimonial e histórico. No âmbito do projeto de requalificação daquela área, que corresponde à terceira fase do Passeio das Dunas, vão ser demolidas pequenas construções precárias contíguas ao atual mercado do peixe para abrir a frente de mar no Largo das Cortes Reais.

    O novo mercado, que se insere numa área bruta de construção de quase 15.000 metros quadrados, vai ter no exterior 100 lugares para estacionamento e dois pisos em cave, para 224 lugares.