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Etiqueta: cidadãos

  • Isla Cristina em alerta: «Grupo Andalucista» lança Três ‘SOS’ por soluções urgentes em 2026

    Isla Cristina em alerta: «Grupo Andalucista» lança Três ‘SOS’ por soluções urgentes em 2026

    O Grupo Municipal Andalucista, Andalucía Por Sí (AxSí), anunciou que irá manter e intensificar as suas reivindicações cruciais para o município de Isla Cristina ao longo de 2026.

    Através de uma nota de imprensa, o grupo classificou as suas exigências como um ‘SOS’ triplo, abrangendo as áreas do litoral, acessibilidade e saúde, fundamentais para o bem-estar dos munícipes e visitantes.

    As reivindicações do grupo municipal não se limitam apenas à esfera institucional; o AxSí apela a uma mobilização social por parte de todos os habitantes de Isla Cristina, defendendo que a exigência de melhorias deve ser unificada para garantir que as administrações competentes deem a devida atenção à localidade.

    O primeiro e talvez mais urgente dos apelos é o ‘S.O.S. para as nossas Praias’. O grupo exige uma solução definitiva e estrutural para o problema da erosão costeira que afeta o litoral.

    A preocupação central é garantir que qualquer medida adotada não ponha em risco a integridade da costa, assegurando a proteção deste recurso natural vital para a economia e a identidade da região.

    O segundo ponto foca-se na acessibilidade: ‘S.O.S. para os acessos a Isla Cristina’. O AxSí sublinha a necessidade imperativa de melhorias nas infraestruturas rodoviárias que servem o município. Adicionalmente, exige a otimização da sinalização de forma a facilitar a chegada e a circulação, um aspeto crucial para o turismo e para a segurança rodoviária.

    Por fim, o terceiro apelo, ‘S.O.S. para o nosso Centro de Saúde’, visa a melhoria e ampliação das instalações médicas. O grupo municipal exige que o centro seja dotado de melhores equipamentos e que os serviços prestados sejam reforçados.

    Esta é uma exigência diretamente ligada à qualidade de vida dos residentes, que merecem ter acesso a cuidados de saúde adequados e modernas.

    O Grupo Municipal Andalucista reitera o seu compromisso em continuar a pressionar por estas causas ao longo de 2026, defendendo que Isla Cristina “merece tudo isto e mais” para assegurar o conforto e a prosperidade de quem ali vive e de quem a visita.

  • Castro Marim Expande Serviços ao Cidadão

    Castro Marim Expande Serviços ao Cidadão

    Castro Marim reforçou recentemente a sua oferta de serviços de apoio ao cidadão com a abertura de um novo Espaço do Cidadão na sede do concelho, localizado no Gabinete de Apoio ao Munícipe.

    Paralelamente, o Espaço do Cidadão existente em Altura tem registado um aumento significativo na procura, atingindo números recorde de atendimentos nos últimos anos, mais de 2.000 atendimentos em cada um dos anos de 2023 e 2024.

    O novo espaço em Castro Marim, situado no centro da vila, visa aproximar diversos serviços públicos aos residentes, facilitando o acesso a informações e procedimentos administrativos.

    Localizado no edifício do Mercado Municipal de Altura, o Espaço do Cidadão serve não só os habitantes de Castro Marim, mas também residentes dos concelhos vizinhos. O objetivo principal destes espaços é simplificar a interação entre o Estado e os cidadãos, promovendo a descentralização e modernização da administração pública.

    Espaço do Cidadão de Altura

    Funcionando como um balcão único de atendimento, o Espaço do Cidadão permite aos cidadãos resolver uma vasta gama de assuntos relacionados com a Administração Pública, com o apoio de funcionários especializados.

    Entre os serviços disponíveis destacam-se o acesso a informações e apoio em áreas como:

    * Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)
    * Agência para a Energia (ADENE)
    * ADSE – Assistência na Doença aos Servidores do Estado
    * AMA – Agência para a Modernização Administrativa
    * ANSR – Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária
    * AT – Autoridade Tributária e Aduaneira
    * CGA – Caixa Geral de Aposentações
    * IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional
    * IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública
    * IMT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes
    * ISS – Instituto da Segurança Social
    * SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde

    O Espaço do Cidadão está aberto nos dias úteis, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

  • Eurocidade do Guadiana Lança Fase de Participação Cidadã

    Eurocidade do Guadiana Lança Fase de Participação Cidadã

    A Eurocidade do Guadiana, Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, iniciou um processo de participação cidadã com o objetivo de recolher contributos e perspetivas dos habitantes de Ayamonte (Espanha), Castro Marim e Vila Real de Santo António (Portugal) sobre propostas de planeamento e melhorias para o território transfronteiriço que estes municípios partilham.

    A iniciativa visa envolver ativamente a população no processo de desenvolvimento e planeamento territorial sustentável da região, com vista a transformar a fronteira numa oportunidade de crescimento.

    Para facilitar esta participação, foram implementadas diversas ferramentas, incluindo:

    * Uma plataforma digital interativa.
    * Questionários e inquéritos abertos.
    * Conteúdo informativo nas redes sociais.
    * Um “muro criativo” digital para expressão de ideias.

    Estas ações serão complementadas nas próximas semanas com a realização de workshops presenciais e a participação de grupos específicos da comunidade.

    O projeto-piloto, denominado “Eurocidade do Guadiana: Planeamento territorial sustentável 2030”, está inserido na iniciativa Resilient Borders, financiada pela União Europeia, com o apoio da Mission Opérationnelle Transfrontalière (MOT) e da Associação de Regiões Fronteiriças da Europa (ARFE). O objetivo principal é transformar a Eurocidade do Guadiana numa referência europeia em planeamento transfronteiriço, fortalecendo a cooperação entre os municípios e convertendo a fronteira numa oportunidade de desenvolvimento sustentável. Espera-se que este projeto abra novas vias para financiamento de infraestruturas e investimentos na região.

    Durante mais de um ano, equipas de urbanismo, ordenamento do território e cooperação transfronteiriça dos três municípios têm trabalhado em conjunto com a equipa técnica da Eurocidade do Guadiana no desenvolvimento de planos conjuntos, alinhados com a visão europeia de resiliência, superação de crises e minimização das barreiras resultantes da localização fronteiriça.

    Os projetos-piloto a serem avaliados pelos cidadãos abrangem áreas como mobilidade e conectividade transfronteiriça, economia azul, conservação ambiental, assistência social, logística e produtividade. A iniciativa também se concentra no planeamento territorial e no aprofundamento do conhecimento sobre a região.

    A Eurocidade do Guadiana apela ativamente à participação dos cidadãos, enfatizando que a adequação das soluções propostas às necessidades locais depende da contribuição do maior número possível de pessoas. Convida os interessados a dedicarem tempo a conhecer as ideias apresentadas e a participarem nas ações, como o preenchimento de questionários online.

  • Não punir é atitude de respeito pelo desespero do Bem

    Não punir é atitude de respeito pelo desespero do Bem

    Porém, e apesar de ter considerado que «a desobstrução da foz da ribeira de Aljezur feita voluntariamente por um cidadão é ineficaz para garantir o escoamento da água para o mar», a câmta municipal de Aljezur não tomará qualquer medida no sentido punir o indivíduo. Porém, ao informar que não tomará qualquer medida, a autarquia dá uma indicação clara de que a responsabilidade pelo ato, se necessário, será sempre dos poderes públicos, o que é duplamente positivo.

    «Ninguém condena aquilo que ele fez, nós não condenamos. Foi mediático e foi engraçado ver um homem abrir aquilo [a foz da ribeira para o mar] com uma pá, mas a verdade é que o trabalho não tem a eficácia que se pretende, porque nós vamos ter que intervir na mesma», afirmou o vereador da Câmara de Aljezur com o pelouro do Ambiente, António Carvalho.

    O homem foi filmado esta semana a retirar a areia arrastada pelo mar para a foz da ribeira, que desagua junto à praia da Amoreira, em Aljezur, onde a água fica estagnada a montante e António Carvalho classificou o trabalho realizado pelo cidadão como um «ato de voluntariado», que a intervenção prevista para meados de março, adiantou.

    Soube-se, assim, que a autarquia está a trabalhar com a Agência Portuguesa do Ambiente, na Administração da Região Hidrográfica (APA/ARH) do Algarve e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para obter as autorizações necessárias à colocação de maquinaria na praia para abrir a foz da ribeira de Aljezur.

    A ribeira da Amoreira

    A ribeira da Amoreira é um pequeno curso de água costeiro, encanado em grande parte do seu percurso, que desagua no Monte Estoril1. A sua cabeceira encontra-se a nascente de Alcabideche, verificando-se pouco depois a alternância do seu leito entre zonas artificalizadas, semi-artificalizadas e naturais.

    A poluição da ribeira da Amoreira pode ser atribuída a várias causas, tais como descargas de águas pluviais de origem urbana, porque as águas da chuva que escorrem pelas ruas urbanas podem carregar uma variedade de poluentes, como óleo de motor, lixo, produtos químicos e outros resíduos.

    Descarga clandestina de águas residuais domésticas, quando as águas residuais não tratadas de casas e edifícios podem ser despejadas ilegalmente na ribeira, contribuindo para a sua poluição.

    Caudal excessivo da rede da ribeira em situações de precipitação, em períodos de chuva intensa, o volume de água na ribeira pode aumentar significativamente, o que pode levar à erosão das margens da ribeira e ao arrastamento de sedimentos e outros poluentes para a água. São fatores que, combinados, podem resultar em níveis elevados de poluição na ribeira da Amoreira.

  • Seis garrafas de litro com beatas

    Seis garrafas de litro com beatas

    As 112 famílias voluntárias que aderiram à eco ação «Caça à Beata» que decorreu, em quatro praias galardoadas com bandeira azul, no concelho de Tavira, Cabanas, Ilha de Tavira, Terra Estreita e Barril, recolheram seis garrafas de litro com beatas de cigarro, atiradas para a areia pelos utentes.

    A iniciativa teve cariz lúdico-ambiental e pretendeu sensibilizar os banhistas para o não abandono de pequenos resíduos em espaço público, nomeadamente, beatas, bem como premiar quem colabora na prevenção e defesa do meio ambiente.

    A ação surgiu no âmbito dos compromissos assumidos com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa em termos de educação e sensibilização ambiental e contou com a colaboração da empresa municipal TaviraVerde. Teve também o apoio dos concessionários, das empresas de transporte marítimo-turístico, fluvial e do transporte turístico facultado pelo Aldeamento Pedras d’ El Rei.

    Fonte: Município de Tavira
  • Utentes querem renovação da EN125 a Sotavento do Algarve

    Utentes querem renovação da EN125 a Sotavento do Algarve

    Os reclamantes, recordam que a promessa foi feita pela primeira no ano de 2009 e está por cumprir. É solicitando a João Galamba a adoção de uma postura que contrarie a habitual tendência dos políticos para tomarem decisões como um “governo centralista, distante das regiões que os elegeram e das suas populações”.

    Na carta, o movimento classifica o estado da EN125 no Sotavento do Algarve, entre Olhão e Vila Real de Santo António, como péssimo e inseguro e lembra que a requalificação da via foi feita no barlavento, entre Lagos e Loulé, criando uma situação de injustiça entre as duas sub-regiões algarvias.

  • Norte-americana cai de falésia no Algarve

    Norte-americana cai de falésia no Algarve

    A senhora sofreu uma queda quando praticava escalada com um grupo de amigos, entre a praia do Beliche e a Ponta do Cabo de São Vicente, no concelho de Vila do Bispo.

    Segundo a Autoridade Marítima, o alerta foi por volta das 16:00 horas, tedo-se sido, de imediato, enviados para a zona tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres e elementos da Polícia Marítima de Lagos.

    À chegada ao local, constatou-se que a mulher se encontrava num local de difícil acesso, tendo-se procedido ao seu resgate com recurso a uma embarcação, para o porto da Baleeira, onde já se encontrava uma ambulância do INEM, que a transportou posteriormente para uma unidade hospitalar.

    O Capitão do Porto e Comandante-local da Polícia Marítima de Lagos coordenou as operações de resgate e o Comando-local da Polícia Marítima de Lagos tomou conta da ocorrência.

  • Observatório Transfronteiriço do Guadiana quer dar voz aos cidadão das duas margens

    Observatório Transfronteiriço do Guadiana quer dar voz aos cidadão das duas margens

    Pretende que as principais associações sociais, económicas e de cidadãos possam contribuir de forma direta com informação para o processo de coesão que se encontra em desenvolvimento nos município de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    O Observatório Transfronteiriço do Guadiana procurará fomentar a participação ativa dos cidadão nas políticas públicas que estão a ser articuladas no território da fronteira Sul das margens luso-espanholas e aspira a converter-se num instrumento de participação e análise global que se complemente com os mecanismos de participação e controlo que está a cargo do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, os quais já incluem os próprios projetos que desenvolvem.

    Para o arranque do observatório há uma subvenção concedida pelo Conselho da Presidência da Junta da Andaluzia que, este ano, inclui os Agrupamentos Europeus de Cooperação Territorial entre as possíveis entidades destinatárias de subsídios ao abrigo das ajudas para entidades de Euroregião Alentejo-Algarve-Andaluzia.

    No presente exercício está previsto o desenvolvimento da metodologia de trabalho, a realização de pelo menos duas reuniões e a criação de uma exposição itinerante com temática relacionada com a cooperação e os vínculos comuns dos três municípios.

    Da parte da Eurocidade do Guadiana, os responsáveis destacam que «é importante ampliar a participação dos cidadãos no desenvolvimento das políticas para o espaço social em que vivem e, ainda mais, no caso de uma experiência que consideram inovadora como é o articular o espaço transfronteiriço em planeamentos, estruturas e projetos que promovem a coesão, encarando a Eurocidade como uma unidade territorial.»

    O Observatório quer criar um modelo rigoroso, inovador e adequado para a avaliação as políticas de coesão, medindo o impacto e a incidência de diferentes procedimentos que se desenvolvam.

    Durante as próximas semanas vão ser iniciadas as reuniões com responsáveis de outos observatórios existente, para analisar as suas formas de procedimento.