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Etiqueta: chuva

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  • Chuva Intensa em Vila Real de Santo António

    Chuva Intensa em Vila Real de Santo António

    A intensa precipitação que se fez sentir nas primeiras horas da manhã em Vila Real de Santo António (VRSA) levou a um esforço concertado de resposta, culminando na rápida normalização da situação no concelho.

    Em menos de duas horas, anuncia a autarquia, a circulação e a segurança nas principais vias públicas foram restabelecidas, demonstrando a eficácia dos planos de emergência.

    O episódio de chuva intensa, que se abateu sobre a região, exigiu uma pronta intervenção das autoridades locais. A rápida atuação permitiu que as consequências fossem mitigadas de forma célere, evitando perturbações prolongadas para os residentes e comerciantes.

    Embora a situação geral esteja resolvida, as equipas municipais mantêm-se no terreno a acompanhar os casos mais pontuais. Em Monte Gordo, na Rua Nova de Lisboa, onde se registaram algumas inundações localizadas, as equipas da Divisão de Habitação e Intervenção Social estão a prestar apoio direto aos moradores, auxiliando na resolução dos constrangimentos causados pelo mau tempo.

    Paralelamente, a Divisão de Atividades Económicas do Município está a proceder à avaliação de eventuais prejuízos no comércio e nos serviços, garantindo que o tecido económico local receba o acompanhamento necessário.

    A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António fez questão de sublinhar e agradecer o empenho e a coordenação de todas as entidades que participaram na resposta. A mobilização imediata do Serviço Municipal de Proteção Civil, dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e de Castro Marim, da PSP, da GNR, dos Serviços Gerais da Câmara, Ecoambiente, Águas de Vila Real de Santo António e Águas do Algarve, foi crucial para a rápida resolução dos problemas.

    O Município reforçou a importância deste trabalho conjunto – que incluiu também medidas de prevenção nas horas que antecederam o evento meteorológico – e agradeceu a colaboração e compreensão da população durante o período de maior instabilidade, reiterando que a normalidade está plenamente restabelecida em todo o concelho.

  • Incidências do Furacão Gabrielle e o Algarve

    Incidências do Furacão Gabrielle e o Algarve

    O furacão Gabrielle, atualmente classificado como categoria 4, encontra-se no Atlântico e dirige-se para o arquipélago dos Açores. A sua passagem está prevista entre quinta-feira à noite e sexta-feira, com ventos que podem atingir até 150 km/h e ondas superiores a 10 metros.

    Após atravessar os Açores, Gabrielle deverá perder intensidade ao encontrar águas mais frias, transformando-se numa tempestade extratropical. Ainda assim, poderá influenciar o estado do tempo em Portugal Continental, incluindo o Algarve.

    Impactos Potenciais no Algarve

    Embora os efeitos mais severos sejam esperados nos Açores e possivelmente no Norte e Centro de Portugal, o Algarve poderá sentir impactos indiretos, designadamente agitação marítima, esperando-se ondas de grande dimensão na costa sul, especialmente em mar aberto.

    O vento poderá apresentar-se de moderado a forte e ser sentido nas zonas costeiras e serranas. Podem registar-se períodos de chuva intensa: Ainda com incerteza na distribuição geográfica, mas possível em algumas áreas do sul.

    Nas zonas zonas ardidas, há a pPossibilidade de cheias rápidas, fluxos de lama e derrocadas em encostas instáveis.

    É recomendado que a população acompanhar os boletins meteorológicos oficiais e avisos da Proteção Civil, evite deslocações junto à orla costeira durante períodos de maior agitação marítima.

    Fontes: www.meteoestrela.pt; sicnoticias.pt; www.tempo.pt e Copilot
  • Caíram peixes do céu do Irão

    Caíram peixes do céu do Irão

    Este fenômeno, conhecido como «chuva animal«, ocorre quando pequenos animais, como peixes ou sapos, são absorvidos por trombas d’água ou tornados e depois caídos em terra junto com a chuva.

    Embora pareça algo saído de uma história de ficção científica, a ciência tem explicações lógicas para esses eventos, aparentemente bizarros.

    A chuva animal é um fenômeno relativamente raro, mas tem sido documentado ao longo da história em várias partes do mundo.

    Os animais são geralmente levados para o alto por fortes correntes de vento durante tempestades ou tornados. À medida que a tempestade se move sobre a terra, os animais podem ser liberados das nuvens e cair como precipitação.

    Em alguns casos, sobrevivem à queda, especialmente os peixes, que podem continuar vivos por um curto período após o impacto.

    No entanto, muitas vezes, são encontrados mortos, às vezes até congelados, indicando que foram levados a grandes altitudes onde as temperaturas são extremamente baixas.

    A ocorrência recente em Yasuj foi atribuída a uma tromba d’água, um tipo de tornado que ocorre sobre a água.

    Apesar de sua raridade, a chuva animal é um lembrete fascinante da força e imprevisibilidade da natureza. Também destaca a importância de entendermos melhor os fenómenos meteorológicos para prever e, quando possível, mitigar seus efeitos surpreendentes.

    Para mais informações sobre este e outros fenômenos meteorológicos, fique atento às atualizações de especialistas e instituições como o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que continuam a estudar e explicar esses eventos extraordinários.

  • Corta-se a água e ainda bem que chove

    Corta-se a água e ainda bem que chove

    Ainda bem que chove, mas o que se tem observado, ao longo dos anos, é que as medidas são apenas tomadas quando a corda já está prestes a sufocar. Caracterizam-se por serem medidas repressivas, uma vez que, nas medidas preentivas, o que se tem observado é que há muito lirismo e pouco investimento. Cortar e reprimir até à carência, é sempre o mais fácl.

    Acontece que, há medida que se vão exaurindo mais soluções para se encontrar água, não se conhecem estudos que nos digam até onde se pode ir no crescimento sustentado das disponibilidades de água, quando todas as previsões e comportamento do clima apontam para o aumento da seca, devido às alterações. Falta-nos saber como quem nos governa planerá no futuro a gestão dos recursos que são, para além de escassos, finitos.

    As medidas, para já e para logo

    O volume titulado para rega no perímetro hidroagrícola do Sotavento terá uma redução de 50% e o Governo afirma que a redução na captação superficial vai ser compensada pela reativação de furos em zonas em que os aquíferos não estejam em situação crítica e também pela Água para Reutilização. Com esta medida pretende-se reduzir o consumo de água em 50% na agricultura.

    O volume utilizado para rega a partir da albufeira do Funcho, face à campanha de rega homóloga, vai ser reduzido, em cerca de 40% e reduz-se também, em 15%, a captação de água subterrânea para rega.

    Além das novas medidas, o Ministério da Agricultura e Alimentação nota que estão em curso obras de caráter estrutural, asseguradas com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, num valor próximo dos 240 milhões de euros.

    Espera-se a Construção de uma dessalinizadora em Albufeira, com capacidade para tratar 16hm3/ano e que pode atingir 24hm3/ano numa segunda fase. Está ainda em procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, prevendo-se o lançamento do concurso de conceção/construção até ao início de fefereiro.

    Continua a apostar-se na captação do Pomarão, para aportar mais 30 hm3 às afluências à barragem de Odeleite, ainda está em procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental e o fim da obra está previsto para 2026.

    A capacidade útil da barragem de Odelouca será aumentada através da descida do nível de captação num investimento de 5 milhões de euros e encontra-se a decorrer. O reforço da interligação do sistema de abastecimento público do Barlavento/Sotavento, num investimento de 26 milhões de euros, também se encontra a decorrer.

    O Aumento da disponibilização de Água para Reutilização para a rega de campos de golfe e agrícola, num valor de 8hm3/ano e com um investimento de 23 milhões de euros, concluído em 2025 (atualmente disponibilizados 2,5 hm3/ano).

    Quanro à redução de perdas no setor urbano, espera-se que em 2026 estarão requalificados 125 km de rede, num investimento de 43,5 milhões de euros dos quais estão em curso 14 milhões de euros.

    A redução de perdas no setor agrícola nos perímetros hidroagrícolas, terá investimento de 14,5 milhões de euros e, nos privados, de quatro milhões de euros.

    O Governo destacou que, no que diz respeito à região do Alentejo, a ligação da barragem do Monte da Rocha a Alqueva foi adjudicada na semana passada.

    No âmbito da agricultura, explica que foi aprovado estudo prévio da barragem da Foupana. Além de se ter aberto um aviso no PDR2020 dirigido e para apoio aos agricultores do Algarve, para captação subterrânea, com a devida autorização por parte da Agência Portuguesa do Ambiente. O ministério diz ainda estar a profundar o debate e análise de possíveis medidas compensatórias.

    Recorde-se que inicialmente a Agência Portuguesa do Ambiente ponderou cortar em 70% o abastecimento agrícola em território algarvio, sugestão que foi alvo de críticas do setor.

  • Fortes chuvadas afetaram o Baixo-Guadiana

    Fortes chuvadas afetaram o Baixo-Guadiana

    A precipitação foi da ordem dos 40 litros por metro quadrado em Portugal e valores de mais do dobro nas localidades espanholas onde até as tampas dos coletores foram deslocadas e a água foi vista a sair em repucho. Os danos são de larga importância e estão a ser inventariados pelas autolridades, em ambos os lados da fronteira.

    Estradas e rua intransitáveis, pessoas que não podiam sair de casa, mobiliário urbanos destroçado e arrastado pela corrente e automóveis à deriva, de tudo isto se viu e foi documentado por numerosas pessoas que, aproveitando as redes sociais fizeram um claro registo desta tempestade. Até ao momento não há nota de danos pessoais, o que é positivo.

    A mesma gotas fria não poupou as baleares, a Extremadura espanhola e diversas loclidades da Andaluzia, designadamente Huelva, Córdova, Granada e Cádiz.

    O reverso da medalha é que as chuvas também alargaram o leitos das ribeiras que ajudaram a compensar os consumos de água das barragens. As riberas de Odeleite, Beliche e Foupana correm largas e barrentas, pelo menos por alguns dias.

    Para este fim de semana espera-se acalmia, segundo as previsões metereológicas.