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Etiqueta: CGTP-IN

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  • CGTP convoca greve geral para 03 de junho

    A CGTP, através do seu secretário-geral, Tiago Oliveira, convocou hoje, quando se assinala o Dia do Trabalhador, uma greve geral para 03 de junho.

    A CGTP vai convocar hoje, no 1.º de Maio, todos os trabalhadores para aderirem a uma grande greve geral no próximo dia 03 de junho”, declarou Tiago Oliveira em entrevista à RTP Notícias.

    Vamos realizar uma grande greve geral. Vamos continuar a trilhar este caminho de denúncia, mas também de luta por uma vida melhor. Vamos continuar a trilhar este caminho de exigência da retirada do pacote laboral”, declarou ainda o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses.

    O líder da CGTP estava a referir-se ao pacote laboral que o Governo pretende apresentar ao parlamento para introduzir mudanças na Lei do Trabalho.

    com Lusa

  • Tiago Oliveira é o novo secretário-Geral da CGTP-IN

    Tiago Oliveira é o novo secretário-Geral da CGTP-IN

    O novo secretário-geral da CGTP entende que é, no plano de conflitos em que se desenvolve a luta de classes, e condenou a guerra que «é a destruição das forças produtivas, motor único do desenvolvimento humano e é a negação de tudo o que nós, os trabalhadores, somos». A força de quem trabalha é o fator único do desenvolvimento de tudo o que de bom existe nas nossas vidas, afirmou o novo secretário-Geral.

    Foi revelado que CGTP atingiu 110 mil novas sindicalizações, consideradas «obra e fruto da ação e intervenção de todos os que aqui estão e de todos aqueles que nos locais de trabalho resistem e lutam, todos os dias!».

    A revelação foi feita por Isabel Camarinha, na sua última intervenção enquanto secretária-Geral da CGTP-IN, ao dar começo aos trabalhos do XV Congresso, que juntou mais de 700 delegados eleitos pelos trabalhadores de sectores de todo o país.

    Atribuiu a magnitude do número do alargamento se deve à intervenção nas empresas, locais de trabalho e serviços «onde não entrávamos e passámos a exercer plenamente a atividade sindical. Uma intervenção que temos de continuar e aumentar».

  • Greve na Função Pública por aumentos salariais

    »A paralisação de hoje deve-sw ao facto do Governo «não apresentar soluções e manter a proposta de 0,9% de actualização salarial», valor que os trabalhadores consideram insuficiente e uma afronta.

    Considera o organismo sindical que existe a necessidade de haver uma resposta à proposta reivindicativa comum para 2022, onde se incluem também, entre outras medidas, a reposição dos dias de férias, a redução dos descontos para a ADSE de 14 para 12 meses e de 3,5 para 1,5%, a reposição do direito a indemnização por acidente em serviço e o fim da precariedade na Administração Pública.

    Em 2021, houve aumentos de 20 euros na remuneração base da Função Pública, para os 665 euros, de modo a ficar igual ao salário mínimo nacional, e em dez euros para os salários que se situavam entre os 665 e os 791,91 euros. Nos últimos 12 anos, apenas em 2020 houve aumentos para todos os trabalhadores da Administração Pública, de 0,3%, em linha com a inflação.

  • 1º de Maio em tempo de pandemia

    1º de Maio em tempo de pandemia

    As comemorações do 1º de Maio foram marcadas este ano pelo distanciamento social e as máscaras para evitar a expansão do coronavirus, mas ainda assim, nas praças habituais de Portugal, com destaque para a Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa e Avenida dos Aliados, no Porto.

    O principal discurso do dia foi pronunciado pela secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, na Alameda que, em primeiro lugar saudou «os trabalhadores que estão na primeira linha da resposta ao surto, dos que no SNS, nos organismos da proteção civil, na recolha e tratamento de resíduos, nas forças de segurança, no sector social, na agricultura e no comércio, na indústria e nos serviços, dão o seu melhor para garantir bens essenciais à nossa vida».

    Depois de saudar os trabalhadores que nas empresas ou em casa continuam a exercer as suas funções e também os sindicatos, estruturas da central sindical e os dirigentes, delegados sindicais, activistas que ali se encontravam em representação, disse que o «tempo que vivemos comprova a importância fundamental do trabalho e dos trabalhadores. Os trabalhadores estão na linha da frente da resposta na saúde e no funcionamento da sociedade. A CGTP-IN, os sindicatos do movimento sindical unitário, estão na linha da frente da defesa dos direitos dos trabalhadores».

    A CGTP-In estava a assinalar os 130 anos do 1º de Maio em Lisboa e mais 23 localidades do nosso país, por direito e por dever, na rua e «garantindo as medidas de protecção da saúde e distanciamento sanitário, como está aqui bem visível nesta nossa iniciativa, e estamos na rua para afirmar o direito ao trabalho, o direito que cada trabalhador tem a ver garantidas condições de vida dignas, quer em termos de protecção da sua segurança e saúde, quer em termos de horários e salários», nas palavras de Isabel Camarinha, como que a responder às críticas de dias anteriores sobre a forma como assinalava a data.

    «Estamos na rua, por direito e por dever, para com aqueles que representamos e que enfrentam uma brutal ofensiva, que estão a ser sujeitos ao aproveitamento que alguns fazem do vírus para acentuar a exploração, que têm na precariedade do vínculo laboral um elemento de instabilidade permanente das suas vidas. Estamos na rua por direito e dever, para denunciar a apropriação por parte do capital de uma parte significativa da riqueza nacional, da riqueza que criamos com o nosso trabalho e para afirmar o direito a organizar, unir e juntar a força dos trabalhadores, conquista indelével de Abril que consolidámos há 46 anos, no 1º de Maio de 1974! Alguns queriam calar-nos. Mas não nos calamos!», concluíu.