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Etiqueta: CDU

  • CDU não concorda com «Carta Social do Município de Portimão»

    Na passada terça-feira, dia 3 de Dezembro de 2024, decorreu a 5.ª sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Portimão (AMP), em que foram discutidas e votadas a proposta da Carta Social do Município, instrumento de diagnóstico social, dado como pela autarquia local como fundamental para o apoio à decisão pública em áreas como a pobreza, e a criação do Conselho Municipal de Mobilidade.

    CA CDU votou contra porque entende que o documento está desatualizado, pois que «contém dados sobre a situação social do município, da região e do país apenas até 2021, muitas vezes apenas até 2020 ou mesmo 2019».

    Criticado também o documento por não apresentar soluções alternativas de combate à pobreza ou à precariedade dos contratos de trabalho, tendo sido a única força política a chamar a atenção para o facto de que a proposta «nem por um só momento aposta na promoção e valorização da contratação coletiva, tema que grande parte dos trabalhadores desconhece».

    A CDU lembra também que através daquele tipo de contratação, é possível «criar regras laborais que permitam fixar trabalhadores e ajustar condições de trabalho a um determinado setor e território», e também um «instrumento que pode ser muito importante no combate às desigualdades e ao desemprego».

    Quando ao seu voto sobre a criação do Conselho Municipal de Mobilidade, a CDUn votou contra por a «proposta de composição do Conselho integrar representantes dos patrões.

  • CDU entregou lista regional no Tribunal em Faro

    CDU entregou lista regional no Tribunal em Faro

    A CDU entregou ontem, no Tribunal de Faro, a lista dos seus candidatos às eleições para a Assembleia da República 2024.

    A entrega foi feita por Rosa Palma, mandatária regional da CDU, em conjunto com diversos candidatos, incluindo a primeira candidata Catarina Marques e outros ativistas da CDU, que quiseram marcar presença neste ato de formalização da candidatura.

    A lista que integra oito mulheres e seis homens. Segundo a candidatura, «envolve candidatos com intervenção em todo o Algarve, oriundos de diversos sectores, como da educação, da saúde, do direito, da hotelaria, da administração pública, dos pequenos e médios empresários, dos serviços, e que estão ligados ao movimento sindical unitário, ao movimento associativo, à cultura, ao desporto e a outras expressões».

    Aquela força política considera os seus candidatos como empenhados em participar «numa intensa e exigente campanha eleitoral», onde espera a participação de muitos activistas e amigos da CDU, «levando as propostas da nossa candidatura para uma vida melhor no Algarve. Uma campanha que passará pelo contacto e esclarecimento para a necessária mudança de rumo político que o Algarve, e o país, tanto precisam».

    A divulgação dos nomes dos candidatos será feita em acto de apresentação pública no próximo dia 20 de Janeiro em Faro.

  • Catarina Marques na frente da lista da CDU no Algarve

    Catarina Marques na frente da lista da CDU no Algarve

    Catarina Marques, tem 46 anos, é professora de Educação Especial, coordenadora da União de Sindicatos do Algarve, foi membro da direção do Clube Desportivo de Montenegro e Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Montenegro. Foi eleita na Assembleia Municipal de Faro e é membro da direção da Organização Regional do Algarve do PCP.

    Com a divulgação da primeira candidata à Assembleia da República, anunciada no «Acto Público» realizado em Faro, no café Maktostasa, CDU vai, desde já, avançar na preparação da batalha eleitoral que definirá o rumo do Algarve e do país.

    Analisando a atual legislatura que terminou por intervenção do Presidente da República, após a demissão do Governo, a CDU analisa como grave situação social que se atravessa, anotando como «reveladora do que foram dois anos de maioria absoluta do PS, nos quais PSD, CDS, Ch e Il sempre se mostraram coniventes com o conteúdo e, quando muito, descontentes com a forma como era aplicada), duma política que deixa profundas marcas de atrasos e dificuldades nos trabalhadores, nas populações e na região».

    «Por um lado, temos o acentuar das desigualdades económicas e sociais, em que as famílias lutam diariamente para pagar contas e dar comida aos filhos, e por outro lado, temos os grandes grupos económicos e financeiros a acumular escandalosos lucros e a apropriar-se da riqueza que é gerada pelos trabalhadores. E coloca-se uma questão essencial: queremos continuar assim ou queremos um outro caminho, uma alternativa, uma mudança de rumo?» – pergunta a próxima candidata da CDU.

    Público assistindo palestra em ambiente fechado.
    cdu catarina marques assistencia

    Para esclarecer, do seu ponto de vista que a resposta «não é difícil e que queremos de facto uma alternativa que só a CDU está em condições de protagonizar. Precisamos de uma política que valorize e esteja comprometida com o progresso do Algarve e com a melhoria das condições de vida e de trabalho dos que cá estão.»

    Para a CDU estas eleições são uma oportunidade de mudança desta política protagonizada por os de sempre. Uma oportunidade que «trabalhadores e populações não podem deixar de aproveitar para avançar para uma vida melhor, para construir uma alternativa. Dando mais força à CDU mais perto dessa realidade e a alternativa se concretizará».

    A CDU avança com o objectivo de eleger um deputado pelo Algarve e recuperar «uma importante voz na Assembleia da República, na defesa dos interesses algarvios e dos seus trabalhadores».

  • Acção da CDU com trabalhadores do Mar Shopping

    Acção da CDU com trabalhadores do Mar Shopping

    No centro das preocupações colocadas pelos trabalhadores que foram transmitidas à CDU, esteve a situação dos baixos salários pagos.

    A CDU consttou que a maioria dos trabalhadores do Mar shopping tem como referência o salário mínimo nacional sendo que muitos destes recebem valores bastante inferiores, uma vez que estão a tempo parcial.

    «Os problemas da precariedade, com a instabilidade que esta representa na vida de cada um, tal como a desregulação dos horários de trabalho, assim como a falta de transportes públicos, colocam sérias dificuldades à organização da vida pessoal de centenas de trabalhadores», anotas aquela força política. que afirma: «seja no Mar Shopping, seja noutros locais da grande distribuição, ao mesmo tempo que imperam os baixos salários e o ataque aos direitos, assiste-se à acumulação de elevados lucros e à distribuição de chorudos dividendos pelos grupos económicos que aí intervêm».

    Catarina Marques, primeira candidata da CDU na lista do Algarve, que participou na acção, reafirmou «o compromisso de defender o aumento geral dos salários, incluindo do salário mínimo nacional para 850€ em 2023 (800€ em 2022), o combate à desregulação de horários e a aplicação do princípio de que a um posto de trabalho permanente deve corresponder um contracto efectivo de trabalho».

    Outro dos problemas anotados foi que a ausência de transportes públicos é um problema que atinge particularmente a região, pelo que a CDU exige o reforço da oferta de transportes enquanto serviço público.

  • Lista da CDU entregue no Tribunal em Faro

    Lista da CDU entregue no Tribunal em Faro

    Uma delegação dirigida por Rosa Palma, mandatária regional da CDU, e que integrou diversos candidatos incluindo a primeira candidata Catarina Marques formalizou já, no Tribunal Judicial da Comarca de Faro a entrega da lista de candidatos da CDU às eleições para a Assembleia da República de 30 de Janeiro de 2022.

    A lista apresentada conta com 50% de mulheres, envolve candidatos com intervenção nos concelhos de Vila Real de Santo António, Olhão, Faro, São Brás de Alportel, Loulé, Albufeira, Silves, Lagoa, Portimão, Lagos e Vila do Bispo.

    Uma lista que a CDU diz refletir a realidade regional, designadamente os sectores da hotelaria, das pescas, da educação, da saúde, da administração pública, do ensino superior, dos pequenos e médios empresários, do movimento sindical, do movimento associativo e popular, da cultura e de outras expressões existentes na região.

    Uma lista de «homens, mulheres e jovens empenhados na luta por uma vida melhor e que intervirá no sentido de se garantir a eleição de um deputado da CDU pelo Algarve e de afirmar uma política alternativa para a região e para o País».

  • CDU reúne com o movimento «Unidos por Mértola»

    CDU reúne com o movimento «Unidos por Mértola»

    Foram apresentadas à CDU as ideias chave do Manifesto, que, segundo os subscritores, pretendem construir com todos um conjunto de parcerias para o desenvolvimento de Mértola, nas mais diversas áreas de atividade.

    Segundo a CDU, adiantaram que «Mértola precisa de mudar e há que encontrar a equipa mais bem posicionada para desenvolver estas propostas de mudança».

    Em face da explanação das ideias apresentadas por aquele movimento, a delegação da CDU referiu que muitas delas fazem parte do projeto Autárquico da CDU, e se consultados os programas eleitorais das últimas candidaturas para o concelho de Mértola, confirma-se esta afirmação.

    A CDU diz que os seus eleitos da CDU, ao longo dos anos que tem estado na oposição, sempre pugnaram e apresentaram propostas concretas para a resolução de muitos dos problemas que hoje assolam Mértola e adiantam «lamentavelmente, nunca as propostas tiveram aceitação junto da maioria do Partido Socialista que gere os destinos da Câmara de Mértola».

    A delegação da CDU teve também oportunidade de referir que, como é do conhecimento público, irá concorrer a todos os órgãos do município, tendo até já apresentado publicamente o seu candidato a presidente da câmara municipal, o empresário Luís Morais Costa, que entende reunir «as melhores condições para liderar a equipa para a mudança, pela sua experiência, por ser umhomem que sabe gerar consensos, pelo seu curriculum empresarial, pela sua reconhecida competência e pelo seu amor a Mértola, sendo que, em breve, será apresentada toda a equipa da lista à Câmara assim como aos restantes órgãos autárquicos».

    A delegação da CDU referiu também que, para além da constituição das listas, está também a recolher ideias que irão fazer parte do programa eleitoral para o mandato de 2021/2024 e considera que, no momento atual, é ela a força política mais bem colocada para fazer as mudanças tão necessárias no Concelho de Mértola, e «recolocá-lo novamente como uma referência a nível Nacional, e elevar a Vila Museu a Património Mundial da Humanidade,recuperando a autoestima de todos os Mertolenses

  • CDU analisa acontecimentos em VRSA

    CDU analisa acontecimentos em VRSA

    Face à detenção da Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António ocorrida no passado dia 13 de Abril, assim como de alguns funcionários e interlocutores da autarquia, a Coordenadora da CDU de Vila Real de Santo António emitiu uma nota na qual «considera a necessidade de se clarificar com a máxima urgência os motivos que estiveram na origem desta atuação por parte das autoridades».

    A CDU diz não antecipar «julgamentos que competem ao poder judicial determinar», mas nota que a gravidade das notícias que têm vindo a público, «tornam imprescindível um cabal e rápido apuramento da verdade com as correspondentes consequências judiciais e políticas que este processo venha a impor».

    A CDU lembra a intervenção de denúncia e crítica que a CDU tem feito da gestão municipal em diversos domínios, urbanísticos ou outros, «contrários aos interesses da população, do concelho e da própria autarquia».

    «Estejam ou não directamente relacionados os recentes acontecimentos com o processo de venda por ajuste directo de um terreno em Abril de 2020 em Monte Gordo à empresa Saint Germain – Empreendimentos Imobiliários SA (contra o qual a CDU votou alertando então para eventuais problemas que dele podiam decorrer) o que se impõe reafirmar é que, para lá de ilegalidades agora em investigação, estamos perante um percurso de desastre imposto pela gestão do PSD ao longo dos últimos 16 anos neste concelho».

    Referindo-se à demissão anunciada por parte da Presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita, entende que essa «não anula no plano político, nem a gravidade dos factos que têm sido divulgados por diversos órgãos de comunicação social, nem a responsabilidade política do PSD na gestão que tem imposto ao concelho de Vila Real de Santo António».

  • O Cante Alentejano foi deixado para trás pela câmara de Beja diz a CDU

    O Cante Alentejano foi deixado para trás pela câmara de Beja diz a CDU

    No 6.º aniversário do reconhecimento do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, a CDU afirma que o executivo PS na Câmara de Beja deixou cair a estratégia de promoção. 

    A coligação PCP-PEV emitiu um comunicado no qual interpreta a atitude da câmara municipal de Beja no 6º do aniversário do reconhecimento do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade como o ter deixado «cair a estratégia de promoção». 

    Recorda que em 2015, foi aprovada na Assembleia Municipal de Beja a classificação do Cante Alentejano pela UNESCO como Património Cultural Imaterial de Interesse Municipal, e que no âmbito desta estratégia, o município concretizou o projeto «Cante nas escolas», a fim de criar raízes desta prática nas idades mais jovens, «rentabilizando artistas e músicos locais».

    Diz a CDU que, a maioria PS, que tinha votado contra a candidatura, está a demonstrar «uma enorme falta de sensibilidade sobre todo o processo» e que «não foi capaz de dar continuidade a nenhum dos objectivos desta estratégia».

    Os eleitos da CDU afirmam no mesmo comunicado que as medidas de salvaguarda pretendem «assegurar a identidade musical da região e a sua perpetuação geracional» e desafiam a câmara municipal para que tome medidas imediatas que «valorizem este património mundial, fomentando o envolvimento de todos os agentes e actores do cante, grupos corais, autarquias, instituições e pessoas singulares, de forma a prosseguir a dinâmica criada aquando da candidatura».