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  • CCDR Algarve reduz em 42% consumo de energia após modernização

    CCDR Algarve reduz em 42% consumo de energia após modernização

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve reduziu em 42,3% o consumo de energia do seu edifício-sede, superando as metas de eficiência energética estabelecidas. A modernização, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e com apoio do Fundo Ambiental, elevou a classificação energética do edifício de B para A+.

    A principal intervenção foi a instalação de um sistema solar fotovoltaico com armazenamento para autoconsumo, complementado por baterias que otimizam o uso da energia renovável produzida no local e diminuem a dependência da rede elétrica.

    De acordo com a CCDR Algarve, o consumo anual de energia elétrica proveniente da rede diminuiu de 109.297 kWh para 63.061 kWh em 2024. Houve também uma redução significativa no consumo de energia primária, que passou de 273.424 kWhEP para 157.653 kWhEP. A iniciativa evitou a emissão de 15,97 toneladas de dióxido de carbono.

    Os resultados foram validados por uma avaliação energética, que confirmou a eficácia das medidas implementadas. A CCDR Algarve ultrapassou os objetivos do Plano ECO.AP 2030, que previa uma redução de 20% nos custos com energia e de 7% nas emissões de gases com efeito de estufa para o período 2022-2024.

    A CCDR Algarve planeja expandir as medidas de eficiência energética para o Centro de Experimentação Agrária de Tavira e os edifícios de São Francisco e Doglioni, em Faro. O projeto é cofinanciado pelo PRR através do Fundo Ambiental, com o apoio da União Europeia – NextGenerationEU.

  • Freguesias com apoio mediante candidatura

    Freguesias com apoio mediante candidatura

    Este vai comparticipar essas despesas a 100%, até ao máximo de 75 mil euros por freguesia, mediante candidatura prévia à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.

    Poderão ser financiados gastos com equipamentos e dispositivos médicos; equipamentos de proteção individual; testes, análises laboratoriais e outros meios de diagnóstico; medicamentos; assistência de emergência a população vulnerável; ações de sensibilização e sinalização relativas à prevenção da doença; e ações de desinfeção e disponibilização de desinfetantes.

    Quando não recuperável nos termos da legislação em vigor, o IVA também será considerado despesa elegível.

    O Programa procura reconhecer «o papel das freguesias na primeira linha de resposta à pandemia, tanto na prevenção, como na proteção e apoio à população, especialmente a mais vulnerável, respostas que se revelaram fundamentais para ultrapassar uma crise sanitária sem precedentes. Garante, ainda, a igualdade no tratamento às Autarquias Locais, colocando as freguesias nas mesmas condições dos municípios e entidades intermunicipais, também ressarcidos por despesas no mesmo âmbito», segundo a CCDR Algarve.

    O apoio está disponível para todas as freguesias da Região, mediante a apresentação de candidatura à CCDR do Algarve até ao dia 17 de abril.

  • Conectividade digital do território em consulta pública

    Conectividade digital do território em consulta pública

    Todos os cidadãos, organizações, entidades, municípios, entre outros, podem, a partir de agora, sugerir ajustes à informação que o Governo deverá ter em conta para o lançamento, nos próximos meses, de um concurso público internacional para a instalação, exploração e manutenção de redes de capacidade muito elevada nas zonas sem cobertura de rede que vierem a ser identificadas.

    O processo teve início em novembro, quando o Governo encarregou a ANACOM de recolher informação atualizada sobre a cobertura das referidas redes no território nacional e de elaborar as propostas de cadernos de encargos relativos a esse concurso.

    Apesar de a informação recolhida ter já permitido ao Governo definir alguns parâmetros que irão nortear o procedimento concursal, subsiste ainda a necessidade de ponderar melhor os critérios de identificação das referidas zonas sem cobertura de rede, designadamente a sua compatibilidade com as regras definidas pela Comissão Europeia para os financiamentos públicos destes investimentos.

    Para o Governo, este é um processo fundamental para garantir o acesso de toda a população a redes públicas de comunicações eletrónicas de elevada capacidade, bem como para promover o desenvolvimento económico e tecnológico em todo o território nacional, e, assim, garantir «um país mais homogéneo e territorialmente mais coeso», destaca a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região do Algarve.

  • Programa Operacional do Algarve cresceu na execução em 15,%

    Programa Operacional do Algarve cresceu na execução em 15,%

    Em Janeiro de 2021 era de 42,1% pelo que o no que findou foi, para o melhor ano na execução do Programa Operacional Regional, dentro desde o início do Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, transferindo 48,7 milhões de euros para a economia regional. .

    A CCDR algarve releva que a melhoria da execução foi acompanhada de um forte impulso da taxa de compromisso, que passou dos 89,3% no início de 2021 para 109,0% que se regista no início de 2022, «refletindo a aceleração na implementação do Programa Operacional Regional».

    Contribuiu positivamente para estes resultados a «essencial a colaboração e empenho de todos os beneficiários, dos municípios, da Universidade e das Empresas, entidades do terceiro sector, entidades desconcentradas da administração pública, suportados pelas estruturas técnicas da Autoridade de Gestão, da AMAL, dos GAL e dos Organismos Intermédios de apoio às empresas e ao emprego e inclusão social».

    Contudo, aquela entidade tem a ligeira frustração de «não obstante todos os esforços desenvolvidos e o trabalho em rede realizado, com uma monitorização mensal ao longo de todo o ano, a execução ficou em 96 % da meta prevista para 2021 e a taxa de execução, 2,6 pontos percentuais aquém do inicialmente projetado».

    Sublinha o reforço do investimento empresarial «em inovação produtiva, no emprego qualificado, em reabilitação urbana, património e equipamentos culturais, capacitação e modernização administrativa, eixos que no final de 2021 atingiram uma taxa de execução superior a 60% sobre o programado para o período 2014-2020, tal como o significativo aumento do investimento na ciência e investigação».

    A CCDRA fez saber que em 2022 a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional tem como meta «aumentar a taxa de execução em mais 20 a 22 pontos percentuais com o objetivo de atingir 78 a 80 por cento de taxa de execução no final de 2022, aumentando a eficiência na execução do Programa Operacional Regional, reforçando o investimento em inovação produtiva e competitividade, educação, infraestruturas escolares e cultura, ciência e inovação, emprego, empreendedorismo e inovação social, mobilidade suave, eficiência energética e energias renováveis, sempre num quadro de rigor e de cumprimento das regras de auditoria e controlo na aplicação dos fundos europeus geridos na Região», segundo o seu presidete José Apolinário, presidente da CCDR do Algarve e da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Algarve.

    A Comissão Diretiva presidida pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, tendo dois vogais, sendo o presidente da AMAL indicado pela ANMP e outro indicado pelo Governo.

  • Plano Estratégico da PAC 2023-2027 APRESENTADO NO ALGARVE

    Plano Estratégico da PAC 2023-2027 APRESENTADO NO ALGARVE

    A proposta de Regulamento do PEPAC 2023-2027 estabelece que cada Estado-Membro apresente um plano estratégico único incluindo as medidas de apoio para se alcançarem os objetivos específicos da UE para a futura Política Agrícola Comum (PAC) e a Comissão Europeia verifica esses planos e procede à sua aprovação.

    Os PEPAC combinarão os instrumentos de apoio da PAC financiados pelo FEAGA , pagamentos diretos e intervenções setoriais e pelo FEADER – intervenções do desenvolvimento rural.

    Em linha com os procedimentos previstos na proposta de regulamento, as diferentes componentes do PEPAC 2023-2027 são sujeitas a contributos através de processo de consulta alargada, que incluem os parceiros económicos e sociais bem como as entidades representativas do setor agrícola, ambiente e da sociedade civil.

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, presidida por José Apolinário, acolhe esta iniciativa e convidou à participação das diversas entidades associativas e institucionais na Região, atenta a missão das CCDR de assegurar a coordenação e articulação das diversas políticas sectoriais na Região.

  • Resíduos da construção em Webinar no Algarve

    Resíduos da construção em Webinar no Algarve

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, promove um Webinar sobre o Plano de Ação para os RCD’s – Transporte e Gestão de RCD’s, destinado a técnicos, decisores municipais, empresários e colaboradores de Operadores de Gestão de Resíduos e a transportadores-

    Esta acção pretende dar continuidade ao ciclo de Sessões Informativas dinamizados pela (CCDR) da Região do Algarve, no âmbito do Programa de Ação da Agenda Regional de Transição para a Economia Circular. Decorrerá às 10:00 horas do próximo dia 21 de outubro.

    O principal objetivo da iniciativa consiste na transmissão e partilha de informação relativa a esta matéria e a contribuir para a capacitação dos profissionais e promovendo a saudável discussão sobre este tema «tão significativo na Região do Algarve».

    A CCDRA diz contar com um painel de especialistas que, «atualizando o enquadramento legal e divulgando as boas práticas do setor, promoverá disseminação dos aspetos preponderantes para garantir a execução da atividade de forma mais circular e ambientalmente sustentada».

    A inscrição é gratuita.

  • Reunião sobre a nova Ponte Internacional em Alcoutim

    Reunião sobre a nova Ponte Internacional em Alcoutim

    Os presidentes da câmara municipal de Alcoutim e da CCDR Algarve deslocam-se a Huelva no próximo dia 6 de Outubro para contatos bilaterais sobre a nova Ponte Internacional entre Alcoutim e San Lúcar del Guadiana, Espanha.

    Esta deslocação realiza-se a propósito do investimento denominado «Ligações Transfronteiriças – Subinvestimento – Ponte Alcoutim (PT) – Sanlúcar de Guadiana (ES)»,.

    Nestes encontros, que se efetuam com marcações às 11:00, 11:30 e 12:30 horas é esperada a presença dos presidente e vice-Presidente da CCDRda Região do Algarve, José Apolinário e José António Pacheco, do presidente da câmara municipal de Alcoutim, Osvaldo Gonçalves para reuniões com Maria Eugenia Limon Bayo, presidente da Diputación de Huelva, Bella Verano Domínguez, delegada da Junta de Andaluzia, em Huelva, e Manuela Parrala Marcos, subdelegada do Governo de Espanha em Huelva.

    Na sequência da assinatura no dia 8 de setembro dos contratos de financiamento entre a Estrutura de Missão Recuperar Portugal, a CCDR do Algarve e o Município de Alcoutim da Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, «estes contactos com as autoridades espanholas são mais um passo para a concretização deste projeto, definindo conjuntamente as bases do caderno de encargos no corredor definido para o mesmo», sublinha a CCDRA».


    Financiado em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com nove milhões de euros, este investimento público será concretizado pelo Município de Alcoutim, contando com a intermediação e colaboração técnica da CCDR Algarve, na ligação à Estrutura de Missão Recuperar Portugal e com as autoridades espanholas.

    A ponte entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana pretende reforçar a cooperação entre as regiões do Algarve e da Andaluzia e dar um novo impulso ao trabalho desenvolvido no âmbito da Eurorregião Alentejo – Algarve – Andaluzia (EUROAAA), a qual ocupa 21% da superfície da Península Ibérica.

    Este projeto, no entender dos seus promotores, vai ajudar a desenvolver este território e a melhorar a qualidade de vida da sua população ao assegurar a ligação entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola e reduzir cerca de 70 km na ligação entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, atualmente separadas por uma curta viagem de barco.

    O primeiro marco prevê a conclusão da primeira avaliação das medidas de natureza ambiental no terceiro trimestre de 2022. No primeiro trimestre de 2022, deverá ser lançado o concurso para o projeto de execução, o qual deve estar concluído até ao quarto trimestre de 2023; a empreitada tem de estar contratada até ao terceiro trimestre de 2024 prevendo-se o início da obra, o mais tardar, até final do primeiro trimestre de 2025.

    A concretização deste projeto proporcionará, talvez em 2026, uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, garantindo maior proximidade no território e nos custos de contexto para as empresas e residentes desta área do interior do Algarve e da Andaluzia.

    Ao mesmo tempo, impulsiona a dinâmica socioeconómica na zona de fronteira entre Portugal e Espanha, facilita a partilha de serviços e infraestruturas já existentes, concretizando também a Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) entre Portugal e Espanha.

  • CCDR Algarve reestrutura serviços de desenvolvimento regional

    CCDR Algarve reestrutura serviços de desenvolvimento regional

    No domínio da cooperação, os colaboradores da DSDR participam no Grupo de Trabalho do INTERREG Portugal España 21-27, também conhecido por Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha – Portugal (POCTEP), e integram a Unidade de Coordenação Algarve – Gestão Regional da AC5-Alentejo-Algarve e Andaluzia, integrando os vários órgãos (Comité Territorial, Comité de Gestão e Comité de Acompanhamento) e acompanhando a execução do POCTEP (1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª convocatórias), procedendo nomeadamente ao acompanhamento de projetos e validação de despesas.

    Nesta área, a CCDR Algarve foi chefe de fila do projeto MEDITA “Dieta Mediterrânica promove saúde”, o qual contou com a colaboração de três entidades parceiras, nomeadamente a Administração Regional de Saúde do Algarve, IP (ARSAlgarve), a Universidade do Algarve (UAlg) e o Servicio Andaluz de Salud (SAS). Em regime de parceria, integra os projetos GIT, GITT-AAA, Magallanes ICC e Atlazul.

    De igual forma, acompanha os projetos desenvolvidos ao abrigo do programa de cooperação territorial do espaço Sudoeste europeu (INTERREG SUDOE) que apoia o desenvolvimento regional através do cofinanciamento de projetos transnacionais por intermédio do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), nos territórios de Portugal, Espanha e França.

    Em conjunto com a CCDR Alentejo e a Junta de Andaluzia, a CCDR Algarve dinamiza a «Eurorregião Alentejo-Algarve-Andaluzia» (EuroAAA), criada em 5 de maio de 2010, e na qual, desde janeiro de 2020, o Algarve ocupa umas das vice-presidências.

    A DSDR acompanha os trabalhos da Comissão Luso-Espanhola para Cooperação Transfronteiriça, participando regularmente nos trabalhos preparatórios das Cimeira Ibéricas e a operacionalização da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT).

    No domínio dos estudos regionais, os colaboradores da DSDR coordenam a Rede de Acolhimento ao Autocaravanismo na Região do Algarve (RAARA), uma parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e a Região de Turismo do Algarve (RTA), que agrega quase quatro dezenas de espaços (áreas de acolhimento de autocaravanas, parques de campismo e caravanismo e parques de campismo rural), acompanhando ainda as dinâmicas relacionadas com as questões da Mobilidade e Transportes (dinamizando o Portal da Mobilidade e Transportes do Algarve, em parceria com o Centro de Cartografia da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa), das redes transeuropeias de transportes (TEN-TGuidelines), colaboram na apreciação dos fatores socioeconómicos nos procedimentos de Avaliação de Impacte Ambiental e na avaliação dos impactos da Reorganização Administrativa Territorial Autárquica – Freguesias, estando atualmente a aprofundar essa avaliação, face aos resultados dos Censos 2021.

    Ainda neste domínio, cabe-lhes a representação nos Grupos de Trabalho de Acompanhamento das estratégias “Reativar o Turismo | Construir o Futuro” e “Habitar no Interior” e no Grupo de Implementação, Monitorização e Avaliação da Estratégia (GIMAE) da Estratégia Nacional de Inclusão das Pessoas em Situação de Sem Abrigo (ENIPSSA) e do respetivo Plano de Ação 2021/2023, bem como a implementação das Estratégias Locais de Habitação (ELH), dos espaços de co-working e do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente da construção da Ponte de Alcoutim.

    A DSDR é igualmente responsável pela representação da CCDR Algarve no Comité Insular da iniciativa “Culatra 2030 – Comunidade Energética Sustentável” e, como suplente, na seção permanente das Estatísticas de Base Territorial do Instituto Nacional de Estatística (INE).

    No domínio do planeamento, os colaboradores da DSDR acompanham as temáticas das Áreas de Acolhimento Empresarial: Algarve Acolhe (REVIT+), T-Invest (contatos com empresas) e no PRR, assegurando a representação na Rede InvestAlgarve (coordenada pela AMAL), REDIAL – Rede de Incubadoras do Algarve e na Estrutura Transversal de Boa Governança e Transparência.

    Igualmente, integram a equipa de trabalho do Plano Estratégico da CCDR Algarve e acompanham as temáticas do Turismo e Desenvolvimento Regional (incluindo Programa Regional de Ecoturismo e Turismo Náutico), Economia Circular (em articulação com a DSA – Direção de Serviços de Ambiente) e INC2 Cidades Circulares, participando na Comissão de Acompanhamento da elaboração do Plano Nacional de Saúde e representação na elaboração do Plano Regional de Saúde, no Comité de Acompanhamento do Interreg SUDOE, na ENMar2030 (acompanhamento de projetos POCTEP mar: Atlazul), Planos de Ação no contexto da Execução Regional das Ações Política Climática e Transição Energética e na Estratégia Regional: ODS e Biodiversidade, Observatório “Os serviços, a competitividade urbana e coesão territorial” da Confederação do Comércio Português (CCP).

    A DSDR representa a CCDR Algarve na coordenação do projeto Região Inteligente Algarve (RIA), uma parceria que integra a Universidade do Algarve (UAlg), a AMAL e a RTA, e no acompanhamento dos Conselhos Municipais de Educação.

    Líder da Comissão Regional da Dieta Mediterrânica – Património Cultural Imaterial da Humanidade, a CCDR Algarve é representada pela DSDR na dinamização dos projetos Dieta Mediterrânica, CEAT, TASA – atividades artesanais ancestrais (gerido atualmente pela empresa PROACTIVETUR, e Articular para Intervir, em colaboração com as associações de desenvolvimento local Vicentina, In Loco e Terras do Baixo Guadiana.

    Em articulação com a Divisão de Informação, Promoção e Comunicação (DIPC), a DSDR assegura a gestão das competências no domínio da política de incentivos do Estado à comunicação social, na Região do Algarve.

    Na sequência da candidatura apresentada à Representação Permanente da Comissão Europeia em Lisboa, a CCDR Algarve é a entidade hospedeira do Europe Direct Algarve, sendo a DSDR responsável pela sua dinamização e representação junto da comunidade de centros à escala europeia, os quis visam tornar a Europa acessível às pessoas, partilhando as suas atividades e iniciativas e levá-las a participar em debates sobre o futuro da União Europeia.

    Investimento nas pessoas

    A alinhada com a Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública 2020-2023, a CCDRA assumiu como ação prioritária «Investir nas Pessoas, fomentando a formação e a capacitação, bem como a partilha de conhecimento e de boas práticas que permita fazer face aos complexos desafios que se colocam à Administração Pública num quadro de particular exigência».

    Assim, a presidência da CCDR Algarve, exercida por José Apolinário, decidiu alargar o universo de participantes das ações de formação destinadas aos seus colaboradores aos trabalhadores em funções públicas dos demais serviços e organismos desconcentrados da administração direta e indireta da Região, nos Municípios da Região, e sempre que possível às demais CCDR´s, num quadro de trabalho colaborativo e em rede essencial no âmbito da Administração Pública.

    Desde janeiro, a CCDR Algarve promoveu seis ações – Princípio e Garantias de Imparcialidade; Conferências Procedimentais; Código do Procedimento Administrativo: o CPA de 2015 e a revisão de 2020; RGPD: 3 anos de aplicação – Balanço, Perspetivas Futuras e Boas Práticas na Administração Pública; Webinar Tendências para o sucesso da Avaliação de Impacto Ambiental na região do Algarve – novos desafios e dinâmicas perspetivas de futuro; e, Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial.

    Globalmente, estas seis ações corresponderam a 40 horas de formação/capacitação, foram totalizadas 518 participações, 221 das quais por parte de trabalhadores em funções públicas da CCDR Algarve e 297 oriundos dos serviços e organismos da administração direta e indireta desconcentrada do Estado e das autarquias locais.

    No primeiro semestre, 87% dos trabalhadores em funções públicas na CCDR Algarve frequentaram, pelo menos, uma ação de formação no âmbito do seu Plano de Capacitação e Formação, cofinanciado pelo Programa Operacional do Algarve – CRESC Algarve 2020.

    Nos próximos dias 20 e 21 de setembro, realizar-se-á a ação de formação Código do Procedimento Administrativo: o CPA de 2015 e a revisão de 2020 (para Não Juristas), de cariz tendencialmente presencial, com a participação de 35 trabalhadores em funções públicas da CCDR Algarve e 10 oriundos de serviços e organismos da Administração direta e indireta do Estado da Região, e bem assim das forças de segurança e proteção civil, nomeadamente da Direção de Serviços do Algarve da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), da Direção Regional de Cultura do Algarve, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Polícia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana.

  • Criação de Emprego na Economia Social

    Criação de Emprego na Economia Social

    Até ao próximo dia 24 de setembro podem ser apresentadas candidaturas ao Programa Operacional do Algarve, no âmbito do sistema de apoios ao emprego e ao empreendedorismo + CO3SO – Emprego: Empreendedorismo Social, tendo em vista promover a criação de emprego nas entidades da economia social.

    É um sistema de apoio ao emprego e ao empreendedorismo, instituído pelo Ministério da Coesão Territorial, em colaboração com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que visa apoiar a «criação de empresas e de postos de trabalho, visando, na modalidade Empreendedorismo Social, a concretização de projetos de empreendedorismo social criadores de valor social», anunciou a CCDRA.

    Podem concorrer as IPSS, associações e fundações, cooperativas, associações mutualistas, misericórdias e outras entidades da economia social que possuam projetos de reforço de valências ou novas respostas nas áreas social e da saúde e bem-estar.

    O programa está dotado com 2,2 Milhões de Euros, 80% dos quais provenientes do Fundo Social Europeu e 20% do Orçamento da .Segurança Social- Prevê-se que o financiamento será «atribuído sob a forma de subvenção não reembolsável e cobrirá, durante 12 meses, as remunerações e despesas contributivas das entidades empregadoras, acrescida de 40 por cento para outros custos associados à criação dos postos de trabalho permanentes. De acordo com o regulamento, cada empregador poderá beneficiar de um máximo de 200 mil euros do fundo europeu».

    A implementação plena desta medida,segundo os promotores deverá traduzir-se em mais de 120 novos postos de trabalho permanentes, e num «significativo reforço das respostas sociais, na área social e da saúde e bem-estar, que visem responder a desafios sociais prementes de sustentabilidade demográfica». Foi ainda salienta-do que não são elegíveis os projetos que incluam investimentos decorrentes do cumprimento de obrigações previstas em acordos, contratos de concessão ou de associação com o Estado, na sua Administração Central ou Local.

  • José Apolinário na inauguração da EB1+ da Vila da Luz

    José Apolinário na inauguração da EB1+ da Vila da Luz


    O presidente da CCDR Algarve, José Apolinário afirmou em Lagos, na inauguração da Escola EB1+ da Vila da Luz que o facto de a população residente no município de Lagos ter aumentado 7,9% na última década, e da Luz o aumento ter sido de 22,9%, significa que «mais residentes justifica uma ainda maior parceria entre o Governo, as estruturas desconcentradas da Administração Pública e as Autarquias, para melhorar a competitividade da Região e do território e dar maior qualidade de vida aos cidadãos».

    Acrescentou que «a qualificação das infraestruturas escolares é essencial para essa estratégia e para a promoção de maior justiça social através do acesso a uma educação pública de qualidade».

    Pelo facto de os Fundos Europeus estarem a ser geridos na Região, no quadro financeiro 2014- 2020, em investimentos em infraestruturas escolares, com calendário de obras a concluir até 2022/2023, foram até agora aprovadas candidaturas que mobilizaram 18,6 milhões de euros desses fundos para «alavancar um investimento total no montante de 34 milhões de euros».

    Estes Investimentos no Algarve abrangem 63 escolas, 24 332 alunos, com a requalificação, reconstrução, remoção de fibrocimento e apetrechamento dos estabelecimentos de ensino do 1º, 2º 3º ciclo e do secundário, revelou ainda José Apolinário.

    Obras e investimentos em edifícios, remoção de amianto, introdução de equipamentos para a escola digital, promoção do sucesso escolar em territórios educativos de intervenção prioritária, formação de professores para a transição digital, desenvolvimento de recursos didáticos digitais ( em parceria com a Universidade do Algarve e os Centros de Ciência Viva), Centros Qualifica nas escolas, «são exemplos das diversas áreas de qualificação da escola pública que mobilizam os nossos esforços conjuntos e os fundos europeus».

    Na Luz, o custo total foi de 3 milhões e 316 mil euros, coma comparticipação FEDER de 1milhão e 400 mil euros, e a obra agora inaugurada, cinco meses antes da estimativa do projeto, permite, aumentar a taxa de cobertura da rede pública pré-escolar, alargar a oferta educativa no Município, acabar com o funcionamento em regime duplo, reforçar o investimento em energias renováveis, com painéis fotovoltaicos, e painéis para águas quentes sanitárias. Apolinário sinalizou a escolha do Município de Lagos «em contribuir à escala local para o clima, para a preservação do nosso Planeta, colocando em cada vez mais edifícios públicos municipais soluções de maior eficiência energética». 

  • Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    Escolas do Algarve com quase metade executada de fundos europeus

    As candidaturas aprovadas pelo Programa Operacional Regional do Algarve, para melhoria de infraestruturas escolares, permitirão aos municípios da Região executar 34 milhões de euros de investimento em 63 escolas, informou a CCDRA.

    As candidaturas aprovadas no âmbito do CRESC ALGARVE 2020 ascendem a 27 milhões de euros de investimento elegível na requalificação e construção de escolas, com um apoio de 18,6 milhões de euros em fundos europeus geridos na Região, provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), em execução nos anos de 2021 e 2022.

    À data de 30 de Junho, a taxa de execução destas candidaturas atingiu os 41,51 por cento, inserindo-se a requalificação de escolas insere-se na prioridade na formação profissional, nas competências e na aprendizagem ao longo da vida através do desenvolvimento das infraestruturas de formação e ensino do Eixo 7 – Reforçar as competências.

    Na região do Algarve o programa dirige-se a investimentos de remoção do fibrocimento em 30 escolas e de requalificação, reconstrução e  apetrechamento dos estabelecimentos de Ensino Básico do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, redimensionando-os e modernizando-os, proporcionando condições para a utilização informática e atividades experimentais e melhorando as respetivas condições funcionais, ambientais e de conforto térmico e acústico.

    A melhoria da qualidade dos equipamentos educativos e as valências colocadas à disposição da comunidade escolar, de alunos e professores pretendem contribuir para o sucesso do percurso educativo, qualificando a aprendizagem com impacto relevante na redução do abandono escolar e no combate das desigualdades sociais e territoriais.

  • UE no apoio à navegabilidade do rio Guadiana

    UE no apoio à navegabilidade do rio Guadiana

    O desenvolvido com o apoio dos fundos europeus, no âmbito do Interreg Espanha Portugal V-A, do projeto “0228_GUAD20_5_E Guadiana: Património Natural Navegável” para restabelecer a navegabilidade em segurança, entre Alcoutim e o Pomarão (Mértola), é formalmente concluído hoje, dia 7 de julho, numa cerimónia a decorrer em Huelva.

    A Região do Algarve encontra-se representada pelo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, José Apolinário, e pelo presidente da câmara de Alcoutim e vice-presidente da AMAL, Osvaldo Gonçalves, pelo presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, e o presidente da câmara municipal de Vila Real Santo António, Luis Romão.

    A CCDA destaca que «a ocupação humana no vale do Guadiana foi durante milénios marcada pela navegabilidade do Guadiana entre a sua foz e Mértola» procurando com o GUAD20, devolver a navegabilidade ao rio, em segurança, e dotá-lo das infraestruturas para a sua «utilização sustentável na qual se inclui o desenvolvimento da atividade turística e recreativa em consonância com o desenvolvimento sustentável promovido pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça España – Portugal (POCTEP)».

    Esta intervenção no rio Guadiana, afirma ainda aquele organismo regional, «permitiu aumentar o número de embarcações de recreio e de turismo que usam esta via navegável, melhorar os serviços prestados e beneficiando as zonas ribeirinhas dos concelhos de Vila Real de Santo António, Castro Marim, Alcoutim e Mértola».

    A Agência Pública de Portos da Andaluzia tem sido o «chefe de fila» deste projeto, que se iniciou em outubro de 2015, tendo como parceiros a Agência Pública de Portos da Andaluzia, o Instituto Hidrográfico (IH) e a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), apresentando um custo total elegível de 2,2 Milhões de Euros, o qual foi cofinanciado em 1,65 Milhões de Euros; através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)

    A CCDR afirma que os resultados deste projeto são «a melhoria do equipamento de transporte marítimo de passageiros entre Ayamonte e Vila Real de Santo António, através das obras adaptação/melhoramento no molhe de Ayamonte para receber mais passageiros e em melhores condições, e das condições de navegabilidade junto ao “porto” de Sanlúcar de Guadiana e do número de postes de amarração e modernização do cais, bem como o levantamento hidrográfico do rio que permitiu atualizar a cartografia e melhorar a navegabilidade ao longo do rio».

    Paralelamente, estão redefinidos o canal de navegação entre Alcoutim e o Pomarão e a instalação das boias de sinalização e um canal navegável com 30 metros de largura e uma cota de fundo de -2.00 ZH, que permite a passagem de barcos até 70 metros de comprimento, com um calado de 1,80 metros.

    Aquela comissão regional afirma o propósito de criar condições para, no próximo Quadro Comunitário de Apoio, levar a navegabilidade até Mértola e melhorar os apoios náuticos ao longo das margens do rio, salvaguardando a biodiversidade, assegurando a presença dos valores naturais que caracterizam esta paisagem e o uso sustentável do Rio Guadiana.

  • Qualidade do Ar em Webinar da CCDRA

    Qualidade do Ar em Webinar da CCDRA

    Esta iniciativa decorre entre as 10:00 e as 12:00 horas, integrada num ciclo de sessões Informativas dinamizadas no âmbito do Programa de Ação da Agenda Regional de Transição para a Economia Circular (AREC).

    Os promotores pretendem a caracterização da situação de referência quanto à qualidade do ar da região e a sua relação com a atividade económica, bem como divulgar as ações da CCDR Algarve enquanto autoridade regional integrada na estratégia nacional de combate à poluição atmosférica.

    A sessão destina-se a decisores e técnicos municipais, agentes turísticos e investigadores, apesar do interesse geral que concita. Para além da apresentação do potencial de circularidade e o impacto das emissões na região do Algarve, a cargo da Direção de Serviços de Ambiente, o organismo regional pretende «dar a conhecer a estratégia nacional de combate à poluição do ar, e algumas das iniciativas de investigação que lhe estão associadas». Participam pela Agência Portuguesa do Ambiente, Dília Jardim e Cláudia Martins e pela Universidade de Aveiro Ana Miranda .

    A presidência da CCDRA abre o Webinar.

  • Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

    Protocolo para a cogestão das Reservas da Ria Formosa e do Sapal de Castro Marim e VRSA

    O Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Pedro Matos Fernandes, presidiu hoje, dia 7 de maio, à cerimónia de assinatura dos protocolos de colaboração técnica e financeira para a cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António e do Parque Natural da Ria Formosa, entre o Fundo Ambiental, tutelado pela Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e da Transição Energética), a Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, e o ICNF, IP – Direção Regional de Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.

    Durante três anos, estes protocolos podem dotar a comissão de cogestão de apoio técnico e operacional, dedicado e em exclusividade, garantindo a aplicação das atividades consideradas prioritárias, no âmbito da promoção destas áreas protegidas. Para efeitos de financiamento da concretização das atividades o Fundo Ambiental obriga-se a transferir para a AMAL até ao limite de 100.000,00, por cada área protegida.  

    O protocolo surge na sequência dos municípios de Faro, Loulé, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António terem solicitado formalmente a adesão ao modelo de cogestão para o Parque Natural da Ria Formosa e para a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, e delegado essa competência na AMAL.

    A entrega formal do pedido ao ICNF, na pessoa do presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Nuno Banza, foi feita pelo presidente da câmara municipal de Faro, Rogério Bacalhau, que vai presidir à futura comissão de cogestão do Parque Natural da Ria Formosa, e pelo presidente da câmara municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, que vai presidir à futura comissão de cogestão da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    António Pina, presidente da AMAL, afirmou na cerimónia que a concretização deste protocolo vem ao encontro do que os municípios há muito solicitavam. «É verdade que é um desafio e que o destino destes territórios passa agora, também, a depender de nós, mas é exactamente esta oportunidade que andamos a pedir há tanto tempo”, disse, sublinhando ainda que “não fazia sentido, nós, os municípios que estão no terreno e que defendem que todos possamos usufruir da natureza, não terem uma voz ativa no desenvolvimento e nas decisões respeitantes a estas áreas protegidas. Defendemos que o caminho é este. Estas áreas protegidas são, efectivamente, cada vez mais, pólos de atração, contribuindo para promover localmente a economia e o desenvolvimento social”.

    O sentido que deixou claro António Pina é que o Algarve pretende apostar no Turismo de Natureza e defendeu, por essa razão, que “os autarcas da região querem fazer parte integrante das soluções que possam ser encontradas para o seu desenvolvimento”. 

    Nuno Banza, presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas,, assumiu que, hoje em dia, “já não é possível desligar o homem da natureza e a forma como este equilíbrio se consegue tem mesmo de ser encontrada”. E acrescentou que “estes protocolos são um passo seguro nessa direção porque, para o ICNF, é determinante partilhar este objectivo com os municípios, que efectivamente são os que se encontram ativamente no terreno

    À Diretora do Fundo Ambiental, Alexandra Carvalho, a falar sobre o apoio dedicado à promoção da cogestão em áreas protegidas, que o Fundo Ambiental dispõe disse que “ caminho que agora se começa a construir é fundamental porque “a protecção e desenvolvimento destes territórios devem ser sempre tratados em parceria e obviamente que quem está no terreno trará benefícios a este desafio”. Alexandra Carvalho deixou claro que “será sempre garantida a salvaguarda da natureza, mas queremos que exista uma proximidade maior com as pessoas que vivem nestes territórios”. Em jeito de conclusão, recordou o desígnio das Nações Unidas, uma vez que este é o ano para termos um novo enquadramento para preservar a biodiversidade e nos reconciliarmos com a Natureza “antes que seja tarde demais”. 

    Noo encerramento da cerimónia, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Matos Fernandes, alertou para a necessidade global de cuidar de um bem tão importante como a Natureza, colocando em evidência a importância da iniciativa do Algarve depois do nono protocolo de cogestão assinado, ser a primeira vez que isto acontece com uma Comunidade Intermunicipal, a mostrar que o Algarve, é uma região que se junta e «fala a uma só voz». O Ministro lembrou que o valor do apoio do Fundo Ambiental, na área da Conservação da Natureza e da promoção da Biodiversidade, foi de 32,2 milhões de euros entre 2017 e 2020 e, para 2021,, existem 11,5 milhões.

    Para além dos outorgantes dos protocolos, António Pina, Alexandra Carvalho e Joaquim Castelão Rodrigues, do Ministro do Ambiente e da Ação Climática e do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, a cerimónia contou ainda com a presença, no local e por via digital, dos presidentes de câmara do Algarve e do presidente da CCDR Algarve, José Apolinário.

  • Dia da Europa no Algarve

    Dia da Europa no Algarve


    A celebração do 9 de maio – Dia da Europa no Algarve, ocorre no dia 7 de maio sob a forma de um «Diálogo com Cidadãos» temático intitulado «O que a Europa faz pela saúde dos europeus», iniciativa conjunta da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) da Região do Algarve, da Universidade do Algarve (UAlg) e do centro de informação europeia Europe Direct Algarve.

    Agendado para as 16:39 horas , o evento decorrerá num formato misto, com uma mesa presencial no Centro de Simulação Clínica, na Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve, em Faro, e diversas participações via streaming, transmitido em direto nos canais de Youtube da UAlg e de Facebook do CCDR Algarve, da UAlg) e Europe Direct Algarve.

    O objetivo que os promotores pretendem alcançar é o de «abrir um espaço de reflexão sobre o futuro próximo, no que respeita aos investimentos promovidos por vários parceiros da Região e da política de saúde da União Europeia e esclarecer e divulgar as respostas, tanto na crise pandémica quanto na pós-pandemia, alinhando o evento, em simultâneo, com os objetivos da Conferência sobre o Futuro da Europa».

    A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, o Secretário-Geral para a Ação Externa da Junta da Andaluzia, José Enrique Millo Rocher, são as presenças agurdadas, para além dos representantes dos promotores.

    Ao longo dos três painéis previstos, nos termos do programa anexo, serão abordadas as respostas da União Europeia na área da Saúde e o Novo Programa “UE pela Saúde”, o plano de ação do Algarve Biomedical Center (parceria da UAlg e do CHUA – Centro Hospitalar Universitário do Algarve) e as respostas no Algarve e na Eurorregião Alentejo – Algarve – Andaluzia (EuroAAA) à pandemia COVID-19.

    O Europe Direct Algarve comemora o 9 de MAIO – DIA DA EUROPA há 25 anos na Região assinalando a paz e a unidade do continente europeu, sempre em parceria com a CCDR Algarve, Programa Operacional do Algarve e outras instituições, promovendo este ano um programa mais amplo denominado “Maio, mês da Europa” que constituirá também um contributo para a dinamização da cidadania da Região do Algarve em torno da Conferência sobre o Futuro da Europa.

    Para domingo, dia 9 de maio, pelas 10 horas, os promotores estão a convidar os cidadãos a assistir ao hastear da Bandeira da Europa, nas instalações da CCDR Algarve, na Praça da Liberdade, em Faro, celebrando esta data e o 25º aniversário do Europe Direct Algarve.

    O Grupo Coral Ossónoba associar-se-á à comemoração com a realização de um pequeno concerto e o Europe Direct Algarve estará presente com um ponto de informação apresentando a nova rede 21-25.

    Na mesma ocasião, será anunciada a segunda edição do concurso de fotografia AlgarveIsEU 2.1, este ano sob o tema da saúde e numa parceria do CHUA e da UAlg, através do Centro de Documentação Europeia.

    A CCDR Algarve é a estrutura de acolhimento do Europe Direct Algarve, o qual atua como dinamizadora do conhecimento da atividade da União Europeia, entre outros, permitindo que, a nível regional e local, os cidadãos e as instituições disponham de informação atualizada, orientação, apoio e respostas a perguntas sobre as instituições europeias, legislação, suas políticas e programas.

  • CCDRA apoia professores na transição digital

    CCDRA apoia professores na transição digital

    Ao abrigo do Programa Operacional do Algarve, a Comissão Diretiva do Programa Operacional do Algarve – CRESC ALGARVE 2020, no âmbito da CCDRA, aprovou os programas de formação de professores apresentados pelos Centros de Formação de Agrupamentos de Escolas do Algarve, «visando a capacitação de docentes, formadores do Sistema Nacional de Qualificações e técnicos de tecnologias de informação em cada escola, para garantir a aquisição das competências necessárias ao ensino no novo contexto digital».
    A CCDRA anota que esta prioridade, que tinha sido identificada no Plano de Ação para a Transição Digital, aprovado pelo Governo em abril de 2020, «tornou-se ainda mais urgente no atual contexto de pandemia, e das respostas do sistema de educação e formação à pandemia do COVID-19».

    Sendo a esta comissão coordenadora, há uma perspetiva de resposta mais de curto prazo, decorrente da situação pandémica gerada pelo COVID-19, mas existe também uma perspetiva de médio e longo prazo, visando a sustentação de condições de maior e melhor eficácia e eficiência na execução dos recursos afetos à qualificação da nossa população, universalizando nesse contexto este apoio público, enquanto fator chave de desenvolvimento económico e social.
    Capacitar docentes e de outros profissionais de educação terá «um papel determinante no alicerçar da integração transversal das tecnologias de informação e comunicação (TIC) e de todas as ferramentas digitais nas suas práticas profissionais e pedagógicas
    A comissão considera de particular importância as ações alinhadas com o desenvolvimento da competência digital dos docentes, incluindo áreas como a do ensino a distância e do ensino misto, com a utilização de ferramentas digitais nos processos de ensino e aprendizagem, quer presenciais, quer remotos.

    Mais de 4.500 docentes

    Os programas agora aprovados preveem a formação de mais de 4.500 docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário em exercício efetivo de funções em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas da rede pública, bem como docentes que exercem funções legalmente equiparadas ao exercício de funções docentes, bem como os gestores escolares, detentores de cargos de gestão intermédia e, ainda outros agentes de educação envolvidos no processo de aceleração da transição digital na educação, correspondendo a um volume de formação superior a 116 mil horas de formação.

    Nota ainda que o financiamento público aprovado é superior a 810.000,00€ (oitocentos e dez mil euros), comparticipado em 80% pelo Fundo Social Europeu (FSE). As operações a apoiar serão dinamizadas pelos seis Centros de Formação dos Agrupamentos de Escolas da região, e pelo Instituto de Avaliação Educativa, e decorrerão até 30 de junho de 2023.

    O Programa Operacional do Algarve é dirigido por uma Comissão Diretiva liderada pelo presidente da CCDR ALGARVE, tendo como vogais o presidente da AMAL e um representante nomeado pelo Governo. Mais informação AQUI. A CCDR tem entre as suas atribuições o cumprimento das responsabilidades de gestão no âmbito da política de coesão da União Europeia em Portugal, bem como a dinamização e promoção das políticas públicas para a sustentabilidade, para a competitividade económica e social da Região.

  • Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    Ministro da Ciência participa em Bota-Abaixo nos estaleiros da Nautiber

    É um navio de investigação para «teste e validação de tecnologias na área das ciências marítimas desenvolvido pela TEC4SEA, parceria formada pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) da Universidade do Porto e pelo Centro de Investigação Tecnológica do Algarve (CINTAL), reconhecida pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e incluída no Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico (RNIIE)».

    A embarcação científica foi financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Programa Operacional Regional do Norte, e pela FCT através de fundos nacionais, e permitirá deslocar para alto mar e mar profundo recursos humanos, laboratoriais e logísticos que só podiam atuar em terra.

    Fica assim reforçada com esta unidade naval, a TEC4SEA, uma parceria capaz de desenvolver investigação potenciadora da Economia do Mar e de desenvolvimento de tecnologias de exploração do mar, apostando na área da robótica (veículos autónomos e não autónomos), comunicações e monitorização avançada.

    A Nautiber

    Vocacionados para a construção à medida do Armador, a NAUTIBER – Estaleiros Navais do Guadiana Lda. é conhecida como os “Alfaiates da Fibra de Vidro” e é especializada em construção em poliéster, reforçado a fibra de vidro e reparação naval, constituindo um exemplo da capacidade deste setor e do potencial de diversificação da economia da Região do Algarve.

    Com um portfolio diversificado, a NAUTIBER está intimamente ligada à comunidade piscatória e marítima da Região, construindo embarcações de pesca (arrastões, palangreiros, cercadoras, atuneiros e ganchorra) e de apoio à aquacultura “offshore”, unidades de fiscalização e dragagens, embarcações de recreio, marítimo-turísticas e de transporte de passageiros (monocasco, catamarans e trimarans).

  • Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    Algarve coopera com Andaluzia sobre resíduos de sabões

    O projeto Economia Circular e Resíduos de Sabonetes de Hotelaria (ECRESHOTO) foi criado no âmbito da Agenda Regional para a Economia Circular em 2018, associado ao programa Interreg VA España-Portugal (POCTEP), que apoia e promove projetos de cooperação transfronteiriça com o apoio da União Europeia.

    É liderado pela CCDR Algarve, visa «conhecer as quantidades de resíduos de sabonete e de outros tipos de resíduos (tais como os bio resíduos, os resíduos têxteis, os móveis e eletrodomésticos) que resultam da atividade hoteleira», e tenta identificar parceiros no tecido empresarial da região que demonstrem interesse em valorizar esses resíduos e produtos, «promovendo um modelo de negócio inovador que integre o seu potencial de circularidade».

    Dadas as características comuns entre a região do Algarve e da Andaluzia, a comissão de coordenação considerou vantajosa a adoção de uma estratégia comum, em particular com a província de Huelva, e estabeleceu contactos de parceria com a Diputación Provincial de Huelva, estendendo a parceria ao NERA- Associação Empresarial da Região do Algarve.

    A expectativa, no final do projeto, é que, a par do contributo do setor do turismo para a Agenda Regional da Economia circular no Algarve, possa ser conhecida a «quantidade de resíduos produzida, atingir um nível elevado de separação e transporte para destino adequado e promover a sua valorização».

    Aquele organismo da Administração Pública, dirigido por José Apolinário, pretende incentivar a criação de novas empresas de gestão de resíduos, a reconversão de outras já existentes no Mercado, promovendo a «responsabilidade ambiental e social da Hotelaria e dos Operadores de Gestão de resíduos intervenientes no processo, na região do Algarve e da Andaluzia».

    A CCDR faz notar que, ao tratar-se de um projeto participativo, «é essencial o contributo dos agentes da hotelaria e alojamento, bem como dos operadores de gestão de resíduos da região».

    Para conhecer os dados quanto à quantidade, tipologia e encaminhamento dado aos resíduos durante o ano de 2019 na região do Algarve, foi preparado um questionário que está disponível para preenchimento na Plataforma.

    Página da Internet divulgada pela CCDR